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São Paulo São Causas

Frequentar a universidade, para alguns, é privilégio. Mas nem por isso é fácil ser estudante.

Algumas alunas de engenharia da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo resolveram fazer de uma gincana interna algo realmente impactante.  

As mulheres representam apenas 27% do total de uspianos que ingressaram nos cursos de engenharia nos últimos cinco anos.

Historicamente reconhecido como um mercado majoritariamente masculino, as engenheiras da USP quiseram mandar um recado claro: lugar de mulher é onde ela quiser.

Os fluxos migratórios gerados em decorrência de guerras, ou mesmo de desastres naturais afetam pessoas em todo o mundo e são, cada vez mais recorrentes nos últimos anos. Esse deslocamento está presente nos noticiários e na mídia, na arte e na literatura. Atual e urgente, essa questão é tema do Festival #JuntosBuscamos, realizado pelo Goethe-Institut e que acontece no dia 23 de abril de 2017 (domingo), das 11h às 18h, no Espaço de Leitura do Parque da Água Branca.

Durante os últimos três meses, os Alcoólicos Anônimos no Brasil juntaram os depoimentos de seus 70 anos de história para a criação de um robô no bate-papo do Facebook, lançado nesta quarta-feira (29). A nova aba para conversa deve ser uma alternativa ao primeiro contato com grupo, que tem 12 passos para largar o alcoolismo. É a primeira vez que a comunidade abre atendimento pelas redes sociais.

 

O projeto é "uma celebração do direito de cada mulher decidir como e onde alimentar seus filhos, sem se sentir culpada ou envergonhada sobre suas escolhas". Foto: Mother.O projeto é "uma celebração do direito de cada mulher decidir como e onde alimentar seus filhos, sem se sentir culpada ou envergonhada sobre suas escolhas". Foto: Mother.

Se você passou o domingo passado (26) - Dia das Mães no Reino Unido - andando pela área de Shoreditch no centro de Londres, você pode ter visto um seio inflável gigante com um mamilo muito proeminente colocado no topo de um edifício.

O seio não estava lá apenas para chocar e ser admirado. O seio estava lá para provocar uma discussão.

"É difícil acreditar que em 2017, as mães do Reino Unido ainda se sintam observadas e julgadas quando alimentam seus filhos em público, com mamadeira ou pelo peito", explicou um post no blog da Mother de Londres.

Parte da iniciativa do projeto, é que a agência possa se envolver para resolver um problema ou despertar para uma questão que a faz se apaixonar. O esforço da equipe criativa, neste caso, é o de ajudar as mulheres para que deixem de se sentir envergonhadas ou julgadas enquanto alimentam seus bebês em público.

Foto: Mother / Divulgação.Foto: Mother / Divulgação.

O projeto é "uma celebração do direito de cada mulher decidir como e onde alimentar seus filhos, sem se sentir culpada ou envergonhada sobre suas escolhas", de acordo com o post da agência.

Que algo tão natural como alimentar as crianças (através da mama ou de outra forma) seja um motivo de estresse para as mulheres em 2017 parece absurdo. Por que alguém deveria se preocupar sobre como uma mulher está alimentando seu filho? Mas pressões sociais são muito reais, e é difícil ignorar olhares sujos ou comentários sarcásticos. Talvez o seio inflável no meio de Londres possa ajudar a desencadear uma conversa sobre esse tipo de estigma ligado a alimentação. 

Foto: Mother / Divulgação.Foto: Mother / Divulgação.

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Fonte: ADWeek (Inglês).

Ps: Mamilo Livre é uma iniciativa similar desenvolvida em São Paulo.

 

No início foi no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Pensando em criar uma mídia voltada para a sua comunidade, Rene Silva lançou em 2005 o projeto Voz das Comunidades, que começou como um jornal impresso. Mas com o passar dos anos veio o fortalecimento da internet e o veículo foi para a rede onde se popularizou, atraindo marcas locais e anunciantes globais, como Coca-Cola e Unilever.