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Imagem: Reprodução de cena do filme / Divulgação.Imagem: Reprodução de cena do filme / Divulgação.

Para navegar na internet pessoas com deficiência visual utilizam o leitor de tela. Esse recurso lê cada item das páginas para o usuário. Entretanto nem todo conteúdo é acessível para esse público, como por exemplo, os banners, que são lidos por códigos formados por diversas letras aleatórias. Pensando em estimular o cumprimento da lei nº 13.146/2015, que determina que os recursos de acessibilidade sejam obrigatórios em qualquer canal virtual  e demonstrar a importância da inclusão social, a Lew’LaraTBWA, em parceria com a Fundação Dorina Nowill, criou o projeto: The Hacker Spot.

Com o objetivo de tornar todo o conteúdo acessível e inclusivo, desde março a Agência inseriu na linguagem de programação dos banners de diversos anunciantes, spots informativos que trazem notícias sobre cursos, leis, dicas, eventos e experiências motivacionais.

“O Hacker Spot transformou os banners em spots de rádio. E isso deixou a vida de pessoas com deficiência visual melhor e criou um canal inteiramente novo com esse público. Engraçado o rádio hackear a internet, né?", comenta Felipe Luchi, CCO e sócio da Lew’Lara\TBWA.

Em parceria com a empresa de adserver “Predicta”, os textos das campanhas foram aplicados sobre os códigos dos banners. Assim, o leitor de telas deixou de ler uma série de letras aleatórias e passou a transmitir mensagens, como: “Olá, esse é o espaço da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Para contribuir com a inclusão e autonomia de pessoas com deficiência visual proporcionamos programas e cursos de reabilitação, educação especial, empregabilidade e acesso à informação. Pressione enter para acessar nosso site e saber mais.”

Imagem: Reprodução de cena do filme / Divulgação.Imagem: Reprodução de cena do filme / Divulgação.

Ao final do spot escutado no banner, os usuários podem apertar a tecla “enter” e se direcionar para o site da fundação, que também é acessível e contém informações úteis sobre a deficiência visual para pessoas cegas e com baixa visão. Para saber mais acesse: https://www.fundacaodorina.org.br/

Quem quiser participar da campanha e tornar o banner do seu próprio site acessível, utilizando inclusive os spots da Fundação Dorina Nowill, basta acessar http://www.thehackerspot.com.br/ e seguir o tutorial. O portal, que também é inclusivo, ainda traz depoimentos de todas as pessoas que participaram da campanha.

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O Brasil tem índices desanimadores de saúde pública. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), há aproximadamente 16 milhões de diabéticos no país. Dados do Ministério da Saúde apontam que o número de hipertensos, problema que também pode estar associado à diabetes, chega a 30 milhões.

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Os estudantes Fernando Ochman, de 17 anos, Mario Riguzzi, de 16, e Nicholas Masagão, de 16 anos, sempre estudaram nos melhores colégios, com os melhores professores e até fizeram estágio no exterior. A experiência dos amigos fez com que chegassem à conclusão de que deveriam retribuir. Foi assim que criaram, no ano passado, um projeto para ensinar empreendedorismo a outros estudantes da mesma idade, no bairro do Campo Limpo, periferia da zona sul de São Paulo.

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Frequentar a universidade, para alguns, é privilégio. Mas nem por isso é fácil ser estudante.

Algumas alunas de engenharia da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo resolveram fazer de uma gincana interna algo realmente impactante.  

As mulheres representam apenas 27% do total de uspianos que ingressaram nos cursos de engenharia nos últimos cinco anos.

Historicamente reconhecido como um mercado majoritariamente masculino, as engenheiras da USP quiseram mandar um recado claro: lugar de mulher é onde ela quiser.