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São Paulo São Causas

 
Em meados de 1970, a IBM criou um caminhão que rodou o Brasil levando a seguinte mensagem a profissionais de tecnologia: apostem em programação de softwares. Nessa época, a Big Blue vendia para o mercado o 'Sistema 3', um computador que facilitava registros de informações e aplicações de pequenas empresas. O grande diferencial desta tecnologia era a linguagem de programação RPG II. 
 
Este foi o começo da era dos computadores de médio porte. Você pode até não entender de programação (como eu também não entendo), mas o ponto é: o que fez a IBM rodar o Brasil em um caminhão para falar sobre esse assunto? Provavelmente a empresa já havia percebido que a linguagem RPG II, ainda que muito simples, já ajudava empresas a se transformarem e, então, começou a mirar o futuro. 
 
A saga do caminhão continua 
 
Hoje, o Sistema 3 evoluiu para servidores mais potentes e a IBM é uma empresa bem diferente daquela época, criou o e-business, soluções para cidades, negócios, pessoas, inaugurou a era cognitiva. Mas, apesar de todas estas mudanças, a saga do caminhão continua! Acho que a empresa pensou que no futuro poderia se transformar de várias maneiras, mas o caminhão... Ah, o caminhão fica! Afinal, se Maomé não pode ir até a montanha... A montanha vai até Maomé! Brincadeiras à parte, voltemos a 2015. Conheçam o HACKATRUCK! 
 
Um caminhão que vira uma sala de aula interativa e roda o Brasil com um curso de programação de 60 horas. Qual a chance disso acontecer? Humm, pequena, mas nada é impossível para IBMistas apaixonados pelo que fazem e que possuem os parceiros certos. 

O HACKATRUCK é um laboratório itinerante que vai 'acampar' por 3 semanas em várias universidades de todo o país capacitando pelo menos 500 alunos, nos próximos 10 meses, de tecnologia da informação em programação SWIFT.

Tive a oportunidade de acompanhar o projeto de perto e de levar alguns formadores de opinião que trabalham com programação para conhecerem o laboratório em primeira mão. A ideia era aproveitar a passagem relâmpago do caminhão pela sede da IBM Brasil, em São Paulo, para mostrar, na prática, a tal da sala de aula itinerante. Eu sabia que o impacto seria grande, mas, sabe criança no natal, quando está prestes a ganhar presente do bom e velho Noel? Eles ficaram assim. 
 
Também, não é para menos. Estamos falando de uma caminhão enoooooorme, com 70m², que abre suas laterais para dar espaço a cadeiras, mesas, TVs, computadores, tablets, uma impressora 3D que trabalha ao vivo e a cores, uma lousa inteligente, retroprojetores e com janelas que mudam de cor e se transformam em telas (internas e externas). Enfim, é o caminhão do futuro e tudo roda na nuvem IBM! Me lembrei de um dos brinquedos que meu irmão tinha quando éramos crianças. Ele também abria na parte de trás e abrigava um mundo de novidades e equipamentos. Mas, uma sala de aula? De programação? Nem nas brincadeiras mais legais eu poderia imaginar isso.
 
Vale lembrar que alguns professores das universidades por onde o hackatruck passar serão treinados para utilizar a plataforma de desenvolvimento BlueMix, plataforma da IBM que viabiliza a criação de APPs na nuvem. Para quem quiser entender melhor a ferramenta, organizamos recentemente o Desafio Bluemix, que uniu influenciadores e jornalistas para criarem, em 10 minutos, um APP na nuvem. 
 
Na tentativa de mostrar essa experiência aqui no TI+Simples, fizemos um breve vídeo da inauguração do HACKATRUCK, com algumas impressões dos influenciadores-programadores e do líder do projeto na IBM: https://youtu.be/asP6YHnAiiU
 
Outra curiosidade que surgiu: quem dirige o caminhão? É um motorista multifunção, que lidera também a montagem de toda a estrutura do truck, garantindo que toda a parte elétrica esteja ok e que os equipamentos funcionem. 
 
Mais detalhes? Próxima parada? 
 
Os participantes do projeto serão selecionados via EAD (ensino à distância).  Em cada parada, serão duas turmas, cada uma com 28 alunos. O curso durará 3 semanas e, ao final, os alunos ganharão um certificado de participação, além, claro, de aprenderem a criar seus próprios apps. Mas, números à parte, já deu pra ver que o projeto é de peso, grandioso. Digo isso não pelo tamanho ou pelo peso do caminhão, não pelo número de alunos que a IBM ensinará, mas pela intenção de ir além, de levar o conhecimento até os jovens, de ensinar mentes a se desenvolverem e a desenvolverem suas próprias ideias. Convenhamos, para quem começou a criar ações de evangelização com caminhões itinerantes em 1970, a IBM deu um belo upgrade! Ah, e a próxima parada do caminhão é a PUC-Campinas, de 19/10 a 06/11! 

A seguir, o vídeo institucional do projeto: https://youtu.be/OEKOwh_TliA
 
O TI+Simples vai acompanhar cada detalhe desse projeto e em breve traz mais noticias sobre as próximas paradas e suas histórias fantásticas.

*O HACKATRUCK é idealizado pela IBM Brasil e a Flextronics, com execução do Instituto de Pesquisas Eldorado e em colaboração com a Apple. A iniciativa também conta com os seguintes apoiadores: Editora Abril por meio da revista Exame, Epson com projetores e óculos para realidade virtual; Pelco com câmeras de segurança; Sebrae com palestras sobre incubadoras e startups; Sethi 3D com impressoras 3D; e Unifor com software de carreiras. Para saber mais sobre o projeto e acompanhar a programação, visite o site: www.hackatruck.com.br
 
Mariana Lemos / TI + Simples da IBM.
 


Você que tem mais de 60 anos se identifica com a imagem de uma pessoa curva e com bengala usada para identificar a prioridade de vagas para pessoas da sua idade? Se a resposta foi não, vai ficar satisfeito ao saber que desde 2011 há o movimento Nova Cara da Terceira Idade, que propõe a mudança do pictograma no Brasil.

Adepto do movimento, o Neumarkt Shopping foi o primeiro empreendimento catarinense a aderir ao novo símbolo nas nove vagas de estacionamento reservadas aos clientes da terceira idade e em breve na sinalização interna.

Em comemoração ao Dia do Idoso, celebrado em 1 de outubro, o shopping, em parceria com a Revivecer, entidade voltada a essa faixa etária, promoveu ações para o público com mais de 60 anos ao longo da semana, entre elas a palestra com o publicitário e idealizador do movimento, Max Petrucci. Confira a entrevista com ele:

Qual foi o pontapé inicial do movimento Nova Cara da Terceira Idade?
A iniciativa surgiu de um briefing de um cliente, um banco, que pediu para minha agência uma ação, uma campanha para falar com este público. Confesso que foi um Deus nos acuda porque a gente não estava acostumado a falar com este público. Na verdade, nenhuma agência fala. No início foi um choque, mas aí surgiu a necessidade de se conectar de verdade com estas pessoas, com esta situação e com este contexto. De cara surgiu uma certa indignação na forma como estas pessoas eram representadas e ao invés de só responder ao briefing do cliente, a gente achou que tinha que responder ao briefing da sociedade. Percebemos que tínhamos que ajudar a significar o "ter 60 anos" e como é ser retratado na vaga preferencial, na fila do banco etc.

Como foi feita a escolha do novo pictograma?
Com a ideia de mudar isso surgiu a co-criação e então jogamos a ideia na internet. Foi um processo longo para a escolha. De primeira foram feitas 450 sugestões e depois recebemos 1,6 mil inspirações da sociedade. Foram fotos, desenhos e tudo que representava o bom envelhecer. Delas, dois designers fizeram os primeiros seis, selecionamos três e abrimos para a comunidade votar na internet. Foram 6,5 mil votos, e de lavada foi este que ganhou.

Muitos locais já aderiram?
É algo que está sendo feito de forma aberta. Nosso propósito foi colocar um pouco de luz na questão, chamar a atenção, estimular a mudança comportamental. Claro que a mudança do símbolo a gente leva muito à sério e queria que tivesse o Brasil inteiro já mudado, mas não é bem assim na vida. Na prática a gente está fazendo força para ver se consegue eventualmente ter a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) fazendo também esta mudança, mas por enquanto ela é orgânica e pode ser feita por cada indivíduo, empresa ou setor da sociedade.

De onde surgiu o antigo pictograma?
Esta história é muito interessante. Parece que na década de 1970, quando surgiu o metrô em São Paulo, em algum momento alguém que cuidava do local precisava designar aqueles assentos preferenciais e precisava de um símbolo, então mandou fazer o que existe até hoje. Engraçado que só agora a gente questionou o porquê do símbolo se manter.

Como você se sente ao ser o idealizador deste movimento?
Na verdade, pra mim foi uma grande transformação. Este projeto me ajudou a reentender o meu trabalho, o papel que a propaganda tem na sociedade de hoje. O que é propaganda? É vender sonhos? Ou será que cada vez mais as pessoas estão procurando coisas mais verdadeiras e mais atreladas ao seus problemas de verdade? Ao invés de ficar vendendo só jovialidade, será que vender o conceito de um novo direcionamento não é altamente desejável, engajador e prazeroso? Assim como esta causa há tantas outras que podem ser destacadas e alteradas de forma coletiva. Com certeza, pra mim, foi uma grande renovação profissional esta experiência.

Pamyle Brugnago no Diário Catarinense.

 

 
O artista brasileiro Eduardo Srur participa do Festival das Artes da Coleta de Sucata ("Festival de Arte Chatarra"), em Córdoba, Argentina com um intervenção feita de resíduos recicláveis ​​recolhidos pelo Serviço de Coleta Diferenciada da cidade.
 
No trabalho, realizado com 36 toneladas de material reciclado, foram produzidos 194 fardos, principalmente de plástico, papelão e papel cartonado (tipo Tetra Pack), formando um labirinto de composição geométrica de 100 metros quadrados. A Cotreco, empresa responsável pela coleta e varrição no sul da cidade, promoveu a ação como forma de sensibilizar a sociedade sobre os resíduos que geramos e o valor que eles podem ter quando separados. 
 
"Laberinto", obra del brasilero Eduardo Srur. / Foto: Martín Baez."Laberinto", obra del brasilero Eduardo Srur. / Foto: Martín Baez.
"Labirinto", obra de Eduardo Srur no Festival das Artes de Coleta da Sucata. / Foto: Martín Baez.
 
A empresa recolhe o lixo seco separado por moradores de 104 bairros do sul da cidade e leva para centros verdes de reciclagem do Município, onde as cooperativas Cartoneros, Solidar, Nosso Futuro, CNE e 14 trabalham. Elas separam o lixo, fazem a triagem e o colocam em fardos para que o material possa ser reaproveitado comercialmente.
 
Quanto tempo estes resíduos demoram para se decompor? Papel e papelão, um ano; alumínio e estanho, de 10 a 30 anos; embalagem cartonada, 30; Isopor, 100 anos; plástico, de 100 a 1000 anos; vidro 1000-4000 anos. 
 
"Laberinto", obra del brasilero Eduardo Srur. / Foto: Martín Baez."Laberinto", obra del brasilero Eduardo Srur. / Foto: Martín Baez.
Vista da instalação 'Labirinto' de Eduardo Srur na Praça da Espanha em Córdoba.
 
Eduardo Srur nasceu em 1974 em São Paulo, Brasil, onde vive e trabalha. Ele faz intervenções urbanas impressionantes em São Paulo e participou de inúmeras exposições em Cuba, França, Suíça, Espanha, Holanda, Inglaterra e Alemanha. Define a cidade como uma "galeria" e através de seu trabalho desafia a sociedade sobre o consumo excessivo de resíduos de plástico, sobre reciclagem e sobre as alternativas para encontrar saídas para evitar sermos envolvidos por pilhas de lixo. "A arte existe para promover reflexão, provocar as pessoas, para que elas possam, elas mesmas, construir uma nova perspectiva sobre a forma como vêem as coisas."  

Assista o vídeo da instalação: http://goo.gl/xpXIbU
 
O "Festival de Arte Chatarra" de Córdoba promove a reutilização de materiais e encontra na arte uma ferramenta de transformação e inclusão social. O festival mostra 10 instalações interativas e sustentáveis realizadas com materiais reciclados e fins solidários. 

Esta terceira edição, procurou criar diferentes experiências para envolver o espectador, para que ele fizesse parte dos trabalhos, criar espaços de encontros, reflexão e conscientização. As visitas podem ser feitas até dia 30 de outubro das 10 h às 20h no Museo Palacio Dionisi (Av. Hipólito Yrigoyen 622).
 
Com informações La Voz e Cotreco.
 
 


Dados extraoficiais dão conta que pelo menos cem pessoas vivem nas ruas de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. O grupo concentra em maior número na avenida Integração, mas são vistos em diversos outros bairros da Capital do Sudoeste Baiano recebendo insumos de ativistas sociais quase que diariamente. 

Vitória da Conquista é uma das cidades mais frias daquele estado. Conhecida como a 'Suiça Baiana', a cidade tem temperaturas muito baixas durante o período do inverno. Além de agasalhos adequados, um bom banho quente faz toda a diferença na hora de ‘espantar’ o frio. Foi pensando nisso, que o empresário Claudio Lacerda criou o 'Banho Solidário' cujo equipamento foi lançado durante o 'Conquista Cidadã', no domingo (20).
 
Construído na cidade, a engenhoca foi adaptada num reboque que será conduzido por uma caminhonete com um tanque d´água. “A iniciativa do 'Banho Solidário' é você levar através do banho a saúde para a população que não tem aceso a um banho. O que que acontece? A higiene, a falta dela por sinal, faz com que você adoeça, a exemplo do câncer pênis. Existe câncer de pênis só pela falta de higiene”, justificou Lacerda. “Então o intuito desse nosso trabalho é levar pelo menos a higiene uma vez por semana e se for necessário que se estenda por mais vezes”, continuou.
 
Foto: Blog do Anderson / Reprodução.
 
Os banheiros servem apenas para tomar banho. Com uma caminhonete, Claudio leva os banheiros pela cidade junto com um reservatório de água. Tudo foi feito pensando na melhor forma de proporcionar um bom banho quente a cada morador atendido, que também recebe os produtos de higiene, a toalha e orientações adequadas sobre a importância da higienização do corpo.
 
“Como ele é móvel, nós vamos circular pela cidade e oferecer o banho com sabonete, shampoo, toalha e até uma roupa. Se acharem que devem, eles entram, tomam o banho quente e pronto. Vamos ter pessoas para ensinar cuidados na área de saúde no momento do banho e sobre o que é preciso fazer na escovação. Também vamos doar escovas e pasta de dente, prevenindo com isso problemas bucais”, completou. A ação conta com apoio de outros empreendedores da cidade.

Com informações: Blog do Anderson e R7.


Em São Paulo, a Casa de Convivência Porto Seguro, localizada no bairro da Armênia, destaca-se entre os abrigos da capital paulista por possuir uma horta comunitária.

Muito além de um prato de comida, um banho ou mesmo um local para lavar suas roupas, a Casa oferece aos moradores em situação de rua da cidade a oportunidade de colocar a mão na terra para o cultivo de legumes, verduras e ervas para chás. Tudo 100% livre de agrotóxicos!

Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã. Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo já garante cinco dias de salada, por mês, para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200 no orçamento da Casa.

Já os moradores em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por eles mesmos. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e têm a oportunidade de fazer, de graça, uma das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.

A Casa de Convivência Porto Seguro ainda oferece aulas de alfabetização, Ensino Fundamental e Ensino Médio aos frequentadores, além de outras atividades complementares – como capoeira, xilogravura e arte em mosaico, feita com lixo coletado nas ruas.

Assista o vídeo e saiba mais: https://youtu.be/9CTwmFQ07NQ

Débora Spitzcovsky / The Greenest Post.

 


Todo mundo pode ser repórter? A jornalista Amanda Rahra acredita que sim. 
 
Projetos como o coletivo Énois, que ela ajudou a criar, buscam transformar moradores de favelas, bairros periféricos e cidades do interior em repórteres. São adolescentes e jovens que aprendem técnicas de texto, foto e vídeo para registrar e documentar o que acontece em suas comunidades. 
 
Em alguns casos, os projetos são fundados por jornalistas que querem mudar a maneira como as favelas e periferias são noticiadas. Em outros, o objetivo é documentar a cultura e os principais acontecimentos do dia a dia locais. “A gente quer que todo moleque possa fazer um vídeo que tenha 17 mil curtidas no YouTube”, diz Rahra. 
 
Abaixo, confira oito projetos de jornalismo comunitário em diferentes cidades do Brasil. Jornalistas interessados em participar como voluntários são bem-vindos.
 
Viva Favela (Rio de Janeiro, RJ) 
O projeto, que integra as ações da ONG Viva Rio, surgiu há 14 anos e passou por algumas mudanças desde então. Atualmente, reúne cerca de 20 colaboradores fixos que produzem reportagens sobre temas ligados às favelas e que são publicadas no site Viva Favela. A ideia é elaborar conteúdos que partam da perspectiva dos moradores das comunidades e que também retratem o cenário cultural destes locais — fugir, portanto, do lugar-comum de violência e pobreza.

Os textos são remunerados e novos colaboradores são bem-vindos. O Viva Favela também promove oficinas de jornalismo em comunidades do Rio. Os cursos duram de três a quatro semanas e os alunos aprendem princípios básicos de reportagem, técnicas de redação, fotografia e debatem temas relacionados aos direitos humanos. A iniciativa é financiada por empresas e organizações parceiras. 
 
Contato: Tel.: (21) 2555-3750 Ramal: 3274.
 
Periferia em Movimento (São Paulo, SP)
É um coletivo formado por jovens de bairros periféricos da zona sul de São Paulo. Promove palestras e debates que abordam temas como a representação da periferia na mídia e direitos humanos. Também realiza oficinas em que jovens discutem o que é reportagem, qual o papel do jornalista, o que é notícia em seus bairros e aprendem técnicas de redação e vídeo. As reportagens produzidas são publicadas no site Periferia em Movimento.

Contato: [email protected] / Tel.: (11) 9 9300-1922.
 
Em seu primeiro ano, promove oficinas de jornalismo e audiovisual para jovens da Vila Cisper, bairro da zona leste de São Paulo. Em breve terá site próprio para divulgação das reportagens. 
 
 
Associação Beneficente de Amparo à Família (Abenaf) – (Carapicuíba, SP) 
A ONG oferece curso de jornalismo comunitário para jovens a partir de 16 anos, além de oficinas de fotografia, que são ministradas por profissionais da área, em trabalho voluntário.

Contato: [email protected] / Tel.: (11) 2835-3579

Você Repórter da Periferia (São Paulo, SP)
O projeto dos jornalistas Thais Siqueira e Ronaldo Matos promove oficinas de educomunicação para jovens da periferia de São Paulo. A ideia é que eles possam produzir pautas novas e positivas sobre as regiões mais afastadas da cidade, que costumam ganhar as páginas dos jornais em situações ligadas à violência. Há aulas de vídeo, foto, edição e redação. As reportagens produzidas durante os cursos podem ser conferidas no blog Desenrola e Não Me Enrola.

Contato: [email protected] / [email protected]

Rede Mocoronga de Comunicação Popular – (Santarém e região, PA)
A Rede Mocoronga de Comunicação Popular surgiu em 1996 está presente em 35 comunidades ribeirinhas dos rios Tapajós e Arapiuns, no Pará (todas elas têm entre 50 e 200 famílias). O projeto atua na formação de jovens e adolescentes, que participam de oficinas para formação de repórteres comunitários.

Os participantes aprendem a produzir programas de rádio, vídeos e reportagens, de maneira que possam alimentar redes sociais, jornais e blogs. A principal frente de atuação da rede, entretanto, é o rádio. O meio de comunicação tem importância singular na Amazônia, especialmente nas comunidades mais isoladas em que outros veículos chegam com mais dificuldade — só há internet em 15 das localidades atendidas pela rede, por exemplo. A sede do projeto, que fica em Santarém, auxilia os jovens na edição, produção e difusão de programas, que são transmitidos em rádios comunitárias e rádios-poste.

Contato: [email protected] / Tel (93) 3067-8000.
 
Énois (São Paulo, SP) 
É uma agência-escola de jornalismo pra jovens de 14 a 21 ano. Além de promover cursos presenciais de redação, foto e vídeo, tem uma plataforma online de educação à distância (EAD) que conta com mil alunos. A rede de colaboradores, que se formou a partir das aulas de jornalismo que as fundadoras Amanda Rahra e Nina Weingrill davam em comunidades periféricas da cidade, reúne cerca de 300 pessoas de bairros como Capão Redondo e Vila Brasilândia e também de fora do Estado. 
 
O conteúdo produzido nas aulas e pelos colaboradores fixos ganha as redes por dois meios: a página Na Responsa!, fruto de parceria com o site Catraca Livre e a Ambev, e o blog Énois, parceria com o Brasil Post. Contato: [email protected] / Tel: (11) 2506-9601 
 
A ONG trabalha com alunos de escolas públicas das comunidades urbanas e rurais de Currais Novos, Mossoró, Açu, Nísia Floresta, Florânia, Natal, Campo Grande e Itajá. Através de oficinas de audiovisual, fotografia e texto, o projeto aborda temas como patrimônio e memória cultural, igualdade de gênero, cultura popular e protagonismo de crianças e adolescentes. As produções dos alunos são exibidas em eventos nas comunidades e no canal de TV a cabo Rede Potiguar de Televisão Educativa e Cultural, transmitido na região. 
 
Contato: [email protected]mail.com

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