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O projeto é "uma celebração do direito de cada mulher decidir como e onde alimentar seus filhos, sem se sentir culpada ou envergonhada sobre suas escolhas". Foto: Mother.O projeto é "uma celebração do direito de cada mulher decidir como e onde alimentar seus filhos, sem se sentir culpada ou envergonhada sobre suas escolhas". Foto: Mother.

Se você passou o domingo passado (26) - Dia das Mães no Reino Unido - andando pela área de Shoreditch no centro de Londres, você pode ter visto um seio inflável gigante com um mamilo muito proeminente colocado no topo de um edifício.

O seio não estava lá apenas para chocar e ser admirado. O seio estava lá para provocar uma discussão.

"É difícil acreditar que em 2017, as mães do Reino Unido ainda se sintam observadas e julgadas quando alimentam seus filhos em público, com mamadeira ou pelo peito", explicou um post no blog da Mother de Londres.

Parte da iniciativa do projeto, é que a agência possa se envolver para resolver um problema ou despertar para uma questão que a faz se apaixonar. O esforço da equipe criativa, neste caso, é o de ajudar as mulheres para que deixem de se sentir envergonhadas ou julgadas enquanto alimentam seus bebês em público.

Foto: Mother / Divulgação.Foto: Mother / Divulgação.

O projeto é "uma celebração do direito de cada mulher decidir como e onde alimentar seus filhos, sem se sentir culpada ou envergonhada sobre suas escolhas", de acordo com o post da agência.

Que algo tão natural como alimentar as crianças (através da mama ou de outra forma) seja um motivo de estresse para as mulheres em 2017 parece absurdo. Por que alguém deveria se preocupar sobre como uma mulher está alimentando seu filho? Mas pressões sociais são muito reais, e é difícil ignorar olhares sujos ou comentários sarcásticos. Talvez o seio inflável no meio de Londres possa ajudar a desencadear uma conversa sobre esse tipo de estigma ligado a alimentação. 

Foto: Mother / Divulgação.Foto: Mother / Divulgação.

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Fonte: ADWeek (Inglês).

Ps: Mamilo Livre é uma iniciativa similar desenvolvida em São Paulo.

 

No início foi no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Pensando em criar uma mídia voltada para a sua comunidade, Rene Silva lançou em 2005 o projeto Voz das Comunidades, que começou como um jornal impresso. Mas com o passar dos anos veio o fortalecimento da internet e o veículo foi para a rede onde se popularizou, atraindo marcas locais e anunciantes globais, como Coca-Cola e Unilever.

O Instituto Cidade em Movimento (IVM - Institut pour la ville em Mouvement) abriu nesta quarta-feira (15), as inscrições para o concurso “Passagens Jardim Ângela”. Com sede na França e escritórios na China, Argentina e Brasil, a associação sem fins lucrativos criada em 2000, visa contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de mobilidade, acompanhando as transformações dos centros urbanos em todo o mundo.

Mais do que um meio de transporte sustentável, a bicicleta também pode ser um exercício. Não apenas físico, mas de cidadania, de coletividade, de bom senso. Esse é o desafio do projeto Bota pra Rodar, que chega à comunidade Caranguejo Tabaiares, entre os bairros de Afogados e Ilha do Retiro, na Zona Oeste do Recife, a partir do próximo domingo, dia 12, levando 20 bicicletas para serem compartilhadas gratuitamente entre seus cerca de 4 mil moradores.

Era o ano de 1963 quando a primeira personagem feminina criada por Mauricio de Sousa apareceu. Inspirada em sua filha, Mônica estreou em uma tirinha do Cebolinha, publicada no jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo). Desde o começo, a personagem já mostrava que não era preciso corresponder a determinado estereótipo de beleza para ser líder e que as meninas podem, sim, ter o seu espaço e ser Donas da Rua.