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O São Paulo São tem um compromisso com as coisas boas que são tão nossas e com a pluralidade. Hoje damos boas vindas ao jornalista João Luiz Vieira, e abrimos espaço para tratar, sem preconceito, das questões ligadas a sexualidade. Com isso, o São Paulo São pretende propor diálogos com você, eternamente em dúvida, como nós, sobre o que somos hoje e, mais forte, que nós fomos no passado e quais certezas teremos daqui para frente.

Quiaqui, quiaqui, quiaqui... O grito de guerra da turma da Rua Capitão Antonio Rosa, para falar que já tinha gente livre de lição de casa e que era hora de se reunir.

A turma da Capitão se dividia em duas: a verdadeira, e a turma do morrinho, que nem sei por que tinha este nome, mas o fato é que as mães falavam que eles eram do babado forte, e não podíamos brincar com eles.

“Esse trabalho é muito angustiante. Sinto que há 20 anos trabalho sofrendo, com dificuldade, preocupado. Nós consertamos. Na medicina, consertamos. Consertamos as besteiras da natureza. A natureza pode ser outra coisa para os religiosos, mas não me digam que a natureza é algo belo. Na natureza há coisas belas, e também horríveis. A natureza é uma barbárie. Lutamos eternamente contra uma barbárie. Mesmo sabendo que ela ganhará no fim”.

Muita gente tem se manifestado dizendo que não vê problemas em incluir carne de cabeça de porco em embutidos. Eu sou um deles. Outros, que a tal "vitamina C", mesmo em excesso, não é cancerígena. Outros ainda, que o tal "papelão" é na verdade celulose - necessária para estruturar o produto, podendo se usar, alternativamente, algum amido e glúten. Há muitos embutidos cuja tripa é feita de celulose, material que o organismo não absorve.