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São Paulo São Outros

De Nova York a Roma, de Londres à Cidade do Cabo, cidades que misturam suas distintas arquiteturas criando uma série de destinos fantásticos. A Expedia lançou recentemente uma série inspiradora para qualquer viajante, apresentando diferentes destinos através de perspectivas e ângulos jamais vistos. Foram utilizadas 14 cidades, combinando suas características arquitetônicas específicas e gerando sete novas cidades híbridas e exclusivas.

1. Rio Londoneiro

Rio de Janeiro + Londres.

Que tal se jogar na rede e relaxar, experimentar uma nova cultura e ainda visitar os mais importantes museus do mundo? Nós combinamos as melhores características  de Londres e do Rio de Janeiro de modo a criar uma cidade híbrida onde você pode fazer tudo o que quiser. No Rio Londoneiro, você poderá passar um dia inteiro tomando sol na Praia de Copacabana sob o olhar atento de Cristo Redentor. Depois de pegar uma cor, escolha uma das muitas atrações turísticas típicas da capital britânica. Quem sabe um passeio no London Eye e suas vistas espectaculares das praias, montanhas e edifícios famosos desta cidade sem igual.

2. Bang York

Bangkok + New York.

Bang York, Bang York - a cidade é tão legal que o seu nome foi escrito duas vezes. O que esperar de uma cidade criada da mistura entre Bangkok e Nova Iorque? Esta é a cidade que nunca dorme, mas felizmente, não faltam cafés e lugares para comer. Comece sua manhã de forma "zen" visitando um dos 400 templos budistas da cidade. Em seguida, dirija-se ao Central Park, onde você pode encontrar de tudo, desde passeios de barco e trilhas até o zoológico além de lugares perfeitos para fazer um piquenique. A noite nada é diferente. Entre os espetáculo da Broadway e os arranha-céus icônicos da cidade, aproveite as vistas incomparáveis desta cidade.

3. Cape Roma

Roma + Cape Town.

Se você é uma pessoa romântica, recomendamos uma passada na cidade de Cape Roma. A cidade perfeita, metade Cidade do Cabo e metade Roma. Passeie com seu parceiro pelos sítios arqueológicos da Roma antiga, seus palácios renascentistas e suas fontes barrocas. À noite, escolha seu prato predileto - você pode encontrar de tudo nesta cidade histórica. Coma sua refeição à beira mar na sombra da Table Mountain antes de assistir ao por do sol na praia. As vistas e os sabores desta magnífica cidade fazem de Cabo Roma uma das cidades mais românticas do mundo.

4. Sydnakech

Sydney + Marrakech.

Sydney com Marrakech é igual a Sydnakech; a cidade híbrida que faz você viajar no tempo através de sua combinação única de arquitetura histórica e moderna. Nenhum visitante pode deixar de passar sobre a Harbour Bridge no caminho para a icônica Opera House. Depois disso, é hora de fazer compras. Sydnakech é o lar de algumas das melhores e mais autênticas lojas do mundo. Não há fim para a elegância desta cidade; As telhas de barro, as fontes e os motivos florais das fachadas fazem deste lugar uma cidade incrivelmente surpreendente a cada esquina.

5. Dubaris

Dubai + Paris.

Se você é apaixonado por arquitetura, Dubaris é a próxima cidade que você deve visitar. Esta cidade criada a partir da conexão entre Dubai e Paris apresenta desde exemplos de arquitetura da Idade Média até os mais modernos edifícios. Para começar, você não pode deixar de ir à icônica Torre Eiffel. Pegue o elevador até o topo e veja a cidade a partir das nuvens. Dubaris está cheio de edifícios icônicos; mesquitas majestosas, mercados modernos ... e não esqueçamos do edifício mais alto do mundo, o Burj Khalifa.

6. Moscanbul

Moscou + Istambul.Moscanbul é colírio para os olhos, nenhuma surpresa para uma cidade feita da mistura entre Moscou e Istambul. Entrando na Praça Vermelha, esfregamos os olhos para ver se aquilo tudo é verdade. É muito real: as chamas multicoloridas que se elevam no céu são na verdade, as torres da Catedral de São Basílio. Esta é uma cidade dinâmica com muitas coisas para se ver e fazer. São incontáveis mesquitas, sinagogas, palácios, castelos, torres e mercados para visitar, então procure planejar o seu tempo.

7. Seoulhi

Seul + Nova Déli.

Seul e Nova Déli se encontram em Seoulhi, uma cidade que evolui rapidamente mas com um pé no passado. Por um lado, a cidade apresenta uma série de edifícios futuristas. Visitar esta cidade faz com que você se sinta um personagem do novo Blade Runner. Mas quando você quiser algo diferente, volte para a cidade velha, onde você pode tomar um chá e explorar a impressionante arquitetura de outros tempos.

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Imagens e descrições das cidades via Expedia Viewfinder & NeoMam Studios.

Os deputados estaduais de São Paulo aprovaram na quarta-feira (27) um projeto de lei que estabelece a "Segunda sem Carne" em todos o estado. A proposta pretende restringir a venda de pratos com carne em restaurantes, bares e refeitórios públicos às segundas-feiras. 

De autoria do deputado Feliciano Filho (PSC), que é ligado à causa animal, o texto proíbe “o fornecimento de carnes e seus derivados às segundas-feiras, ainda que gratuitamente, nas escolas da rede pública de ensino e nos estabelecimentos que ofereçam refeição no âmbito dos órgãos públicos”.

A redação não deixa claro se a medida vale apenas carne vermelha ou se abrange também aves e peixes. Hospitais e unidades de saúde pública ficam isentas desta proibição.

O projeto também obriga restaurantes, lanchonetes e bares a fixar em local visível ao consumidor um “cardápio alternativo sem carne e seus derivados”. O texto prevê multa de 300 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps) em caso de descumprimento (o que equivale, atualmente, a R$ 7.521).

“O reino vegetal é plenamente capaz de suprir as necessidades de uma população. Isso porque uma alimentação sem ingredientes de origem animal é ética, saudável e sustentável. Não se pode esquecer que, assim como nós, os demais animais querem ser livres e ter uma vida normal junto a membros da sua espécie”, argumenta o parlamentar.

Campanha internacional

Imagem: Meat Free Mondays.A Campanha Meat Free Mondays (Segunda Sem Carne) é encabeçada por Paul McCartney no Reino Unido e alcança outros 44 países. O objetivo da mobilização é conscientizar as pessoas para uma alimentação com menor sofrimento animal e impactos negativos no planeta. 

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Da Redação.

São Paulo é uma cidade dos anos 1970. Naqueles tempos a metrópole não crescia isoladamente: a segunda metade do século XX foi marcada pelo exponencial crescimento das cidades em todos os continentes do mundo, tendendo a população a ser mais urbana que rural o que se torna realidade a partir de 2007 segundo indicadores.

O período compreendido de 1960/80 trouxe inúmeras modificações urbanísticas e acerca do comportamento do homem metropolitano e seu dia a dia na cidade.

Os fatores motivacionais do lazer, levavam ao atendimento, primeiramente, das necessidades fisiológicas e de segurança, relegando as práticas de lazer a planos menores. Soma-se a isso o fato de que nem sempre, após um dia exaustivo de trabalho e horas gastas em transportes públicos ou no carro, em congestionamentos, o paulistano tinha algum motivo para querer se divertir.

O que restava era o divertimento diário através dos meios de comunicação de massa e nos finais de semana a vivência em outros espaços para os lazeres.

Dentre as atividades de lazer das décadas de 1960 a 1980, algumas merecem um destaque especial como os museus e os centros culturais, cinema, gastronomia, eventos, discoteca e pontos de encontros, shopping centers e os parques de diversão.

Numa vida entremeada de atividades de lazer e de estudos, os jovens divertiam-se também nos clubes que ofereciam uma gama de atividades esportivas e sociais, além das discotecas e pontos de paquera.

O automóvel, particularmente para a classe média alta, era o elemento primordial de circulação, possibilitador de encontros e emprestava ao seu proprietário status especial.

“Mesmo quando falamos do antigo em São Paulo estamos tratando de uma cidade jovem. Isto é importante, porque é pouco incorporado ao imaginário da sociedade”, analisa o arquiteto e urbanista Valter Caldana, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Fotos do início dos anos 70, encontradas na WEB, mostram a movimentação nas ruas da cidade e um pouco sobre o cotidiano das pessoas naquela época. Confira!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Da Redação.

“Inaugura-se amanhã o cinema que faltava em São Paulo!”, dizia o anúncio publicado no Estadão na véspera. A abertura do Cine Olido, na avenida São João,  foi um grande acontecimento naquele 13 de dezembro de 1957 para 1.500 convidados, entre eles o governador de São Paulo Jânio Quadros.

A “retumbante festa”, como descreveu o jornal alguns dias depois começou com “holofotes, cordões de isolamento, três bandas de música e bela decoração”. E isso foi só o “trailer”, segundo o texto publicado no Suplemento Feminino. Uma orquestra com 36 músicos regida pelo maestro Rafael Puglielli executou números instrumentais e acompanhou as contoras Cidalia Meireles e Laila Cury. “No requintado ambiente surgiu até o 'raio de lua' que romanticamente se 'derramou' sobre os convidados surpresos”.

A sessão de cinema começou com a exibição de um 'short', como eram chamados os filmes de curta-metragem, um cinejornal sobre o Paraná dirigido pelo documenarista Primo Carbonar. O filme “Tarde Demais para Esquecer”, com os astros Debora Kerr e Cary Grant e que por seis meses seria exibido exclusivamente no Olido, encerrou a programação. Na saída da moderna sala de espera, um órgão completava o encantamento dos presentes, oferecendo-lhes suave música para encerrar a bela noite”.   

O requinte e o glamour que marcaram o início das atividades não eram as únicas atrações oferecidades pelo Olido. Com uma grande opção de salas pelo centro da cidade, o cinema era uma das principais formas de diversão e lazer naqueles tempos. Para se diferenciar da concorrência, o Cine Olido trouxe inovações que já eram vistas fora do país, com a venda antecipada de ingressos com poltrona marcada.

Se hoje isso é comum e corriqueiro, sendo  possível comprar o ingresso, a pipoca e o refrigerente com antecedência em breves cliques no smartphone,  à época essa simples mudança mostrava-se uma pequena revolução para a melhoria das aglomerações nas filas no tradicional sistema de compras.

As vantagens descritas no anúncio dão um panorama de como era concorrido ir ao cinema naqueles dias: “Você evitará sair de casa correndo!; não ficará mais na fila!; não apanhará chuva!; não será mais atropelado para entrar na sala de exibição; sentará com certeza ao lado de sua  esposa, sua noiva, sua namorada, seus amigos, com visibilidade perfeita!”

Uma reportagem do Jornal da Tarde em 1982, quando a grande sala de exibição perdera o glamour e foi dividida em três menores, descreveu como era a solene o ato de ir ao cinema nos áureos tempos. “Ir ao Olido implicava pequenos cuidados elegantes. Desde chegar antes do início da sessão para assistir ao espetáculo musical com piano e orquestra, até trajar-se com o cuidado de quem vai a uma festa, reparando em detalhes como combinar sapato e bolsa ou escolher camisas e vestidos impecavelmente engomados.

Ir ao Olido, lembram os frequentadores mais antigos, era um programa completo: era o primeiro cinema da cidade dentro de uma galeria, dos poucos que tinha piano e orquestra e um prefixo musical inesquecível “The Best Things In Life are Free”, uma oportunidade deliciosa para ir ao centro e, quem sabe depois, passear pelas avenidas e escolher uma boa casa de chá ou leiteria para terminar a tarde.”

Com o passar do tempo a região central da cidade foi perdendo o status que outrora possuía de local aonde as pessoas iam para ver e ser vistas, passear e ir aos cinemas, e com o surgimento dos shoppings, os cinemas de rua e mesmo o Olido, localizado em uma galeria, perderam a sua força. Desde 2004, o local vizinho à conhecida Galeria do Rock virou a Galeria Olido, um centro cultural municipal com sala para cinema, espetáculos de dança e local para  exposições.

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Por Cristal da Rocha no Acervo de O Estado de S.Paulo. *Imagens: Blog Salas de Cinema.

Para divulgar seu patrimônio cultural, a USP lança o Entreartes, um aplicativo gratuito que fornece informações sobre as atividades culturais oferecidas pela Universidade e permite que o usuário acumule pontos e troque por brindes ou horas em Atividades Acadêmicas Complementares (AAC).

O aplicativo, desenvolvido pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), é uma parceria das Pró-Reitorias de Graduação e de Cultura e Extensão Universitária, com a adesão dos Museus da Universidade, das Unidades de Ensino e Pesquisa e dos Órgãos Centrais.

A ideia é dar mais visibilidade e incentivar alunos, docentes e funcionários a participarem das atividades culturais promovidas no âmbito universitário. “A USP tem uma quantidade incrível de atividades culturais, quase todas gratuitas e em todas as áreas. São tantas que muitas vezes mesmo quem está na USP não consegue ficar sabendo de tudo o que acontece e acaba nem participando”, explica o pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária, Marcelo de Andrade Roméro.

Quando uma atividade cultural é inserida no sistema Apolo pelo Museu, pela Unidade ou pelo Órgão Central, o responsável pode optar pela participação no Programa Entreartes. Então, o sistema gera um QR Code que deverá ser afixado em um local visível para que os visitantes possam fazer a identificação no aplicativo.

Todas as vezes que o usuário participar de uma atividade cultural – visitar um Museu, assistir a uma peça, filme, palestra ou concerto, por exemplo – ele deve aproximar o celular do QR Code disponível no local para gerar pontos, que poderão ser acumulados e trocados por livros da Edusp, cartões postais dos Museus da USP, camisetas e moletons.

Os pontos terão validade de um ano e poderão ser resgatados quando o participante acumular o número estabelecido.

Quando uma atividade cultural é inserida no sistema Apolo pelo Museu, pela Unidade ou pelo Órgão Central, o responsável pode optar pela participação no Programa Entreartes. Imagem: Reprodução.“Os alunos de Graduação ainda têm a opção de converter os pontos em horas de Atividades Acadêmicas Complementares (AAC)”, explicou o pró-reitor de Graduação, Antonio Carlos Hernandes.

Detentora de uma grande variedade de coleções, acervos, edifícios históricos, museus e bibliotecas, a USP também desenvolve uma intensa programação cultural regular, com as Orquestras Sinfônica (Osusp) e de Câmara (Ocam), os conjuntos corais do Coralusp, os núcleos de Teatro (Tusp) e Cinema (Cinusp), o Centro Universitário Maria Antonia e de diferentes atividades promovidas pelas Unidades em todos os seus campi.

Disponível para iOS e Android, o aplicativo é gratuito e pode ser encontrado nas lojas Apple e Google Play.

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Fonte: Jornal da USP. 

Dados podem ser usados inclusive para o planejamento de eventos. Foto Divulgação.A Prefeitura de São Paulo usará dados de aplicativos de transporte para planejar operações de fiscalização de trânsito na cidade.

A ideia é que, com os dados dos Apps, seja possível identificar locais que estão com alta concentração de pessoas, como shows e bares, e, assim, organizar ações de segurança e de controle da lei seca.

A parceria foi divulgada na manhã desta última terça-feira, 5, pela responsável de políticas públicas da 99, Ana Guerrini, uma das palestrantes do 1° Fórum de Mobilidade Urbana, evento promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo na zona oeste da cidade.

Em um painel que discutiu a aplicação de tecnologia na mobilidade urbana, Ana explicou como a enorme quantidade de dados gerados pelos aplicativos de transporte, como o 99, pode ser usado pelo poder público para diversas ações, inclusive o planejamento de eventos.

Ela mostrou como exemplo de que maneira as regiões do chamado Baixo Pinheiros (a área entre a Marginal do Pinheiros e o Largo da Batata) na zona oeste, e de Santa Cecília, no centro, têm aumentado a concentração de pessoas à noite, enquanto as ações de fiscalização da Lei Seca estão na Vila Madalena e na Rua Augusta.

As informações já estão sendo comparadas com a Prefeitura que, desde o começo do ano, tem participado das blitze da Lei Seca conduzidas pela Polícia Militar.

Fórum

O evento de mobilidade, que ocorreu na última terça-feira, trouxe palestras de pesquisadores e de executivos das principais empresas do setor.

Ainda tratando de inovação na mobilidade urbana, Paulo Cabral, executivo da empresa de navegação Waze, citou exemplos de como compartilhamento de dados sobre congestionamentos estão sendo usados para melhorar o trânsito.

Falou de uma ação testada na zona portuária de Boston, nos Estados Unidos. “Com as informações de congestionamentos, eles reprogramarão os semáforos, e houve uma redução de 18% (na lentidão)”, explicou.

Imagem: Divulgação / Waze.Já Pedro Palhares, diretor do aplicativo de transporte coletivo Moovit, citou outras aplicações possíveis: “Uma de nossas ferramentas permite fazer pesquisas sobre a qualidade do transporte” entre os usuários, o que poderia servir para o poder público fiscalizar os contratos de concessão.

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Por Bruno Ribeiro, do Estadão Conteúdo.