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A cidade de Santos, no litoral de São Paulo, é a melhor do país no quesito urbanismo, segundo o ranking Connected Smart Cities da Urban Systems.

Logo em seguida, aparecem Belo Horizonte (que saltou da 22ª para a segunda posição no ranking), Curitiba (que perdeu o primeiro lugar), Maringá (PR) e Jundiaí (SP).

Diferentemente de outros municípios do mesmo porte, Santos tem uma legislação desta década para reger o planejamento urbano, o que faz com que ela se destaque.

Além disso, segundo a Urban Systems, há investimento em inovação e tecnologia e em obras de infraestrutura. Nesse sentido, a cidade pretende implantar bilhete único entre o VLT e os ônibus municipais, além de empregar um sistema inteligente de estacionamento.

Ainda no quesito transporte, a cidade se destaca pela extensão das ciclovias e pelo tamanho da cobertura do VLT (15 quilômetros).

Mas o que foi realmente decisivo para garantir o primeiro lugar no ranking, segundo a Urban Systems, foram as ações de integração que devem tornar Santos uma cidade inteligente, especialmente a construção do Centro Integrado de Gestão do Atendimento e Monitoramento Urbano de Santos (COS).

O novo centro operacional vai funcionar nos setores de trânsito, serviços públicos e segurança, e deve modernizar e proporcionar uma resposta mais rápida às situações de crise e de grandes mobilizações.

Critérios

VLT de Santos foi um dos destaques para a cidade figurar em 1º lugar no ranking. Foto: Alexandre Carvalho / A2 img

Centro Integrado de Gestão do Atendimento e Monitoramento Urbano de Santos (COS). Foto: Prefeitura de Santos.

São considerados 13 critérios para montar o ranking de urbanismo. Quatro deles têm a ver com transportes: proporção entre ônibus e automóveis; idade média da frota de transporte público; quantidade de ônibus por habitante; e presença de outros meios de transporte.

Seis critérios se referem ao planejamento urbano propriamente dito: lei de zoneamento; lei de operação urbana consorciada; plano diretor estratégico; emissão de certidão negativa e alvará on-line; vias pavimentadas e despesas municipais com urbanismo.

Por fim, o ranking ainda leva em conta o atendimento urbano de água, de esgoto e a arborização do município.

Confira as dez primeiras cidades do ranking:

1º Santos
2º Belo Horizonte
3º Curitiba
4º Maringá
5º Jundiaí
6º São Paulo
7º Patos de Minas
8º Ribeirão Preto
9º Cascavel
10º Campinas

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Fonte: Exame.

A pesquisa foi feita em mais de 80 países com cerca de 2.500 pessoas LGBT. Os entrevistados davam até cinco estrelas para os critérios analisados, que incluíam: relacionamento amoroso com outras pessoas LGBT, vida noturna e se os cidadãos eram abertos a pessoas LGBT. Nestes itens, São Paulo se destacou e teve quase nota máxima, com 4.57, 4.75 e 4.36, respectivamente.

Outro item analisado pelos pesquisadores foi a questão da segurança. Para isso, foram usados dados públicos fornecidos pelos departamentos de polícia de cada uma das 100 cidades sobre o número oficial de crimes de ódio per capita relatados em 2016. A cidade com o menor número de crimes relatados recebeu uma pontuação de segurança máxima de cinco estrelas, enquanto a cidade com o maior número de crimes recebeu uma pontuação mínima de uma estrela.

Os direitos LGBT também não foram esquecidos. Uma nota máxima de cinco estrelas foi concedida aos países que permitem o casamento e adoção por casais do mesmo sexo, além de o direito de os cidadãos LGBT servirem nas forças armadas e de mudarem sua identidade de gênero legalmente.

A pesquisa

A pesquisa levou em conta três fatores, votados por moradores de cada local: a facilidade de se relacionar com outros LGBTs, a cena noturna e a abertura da população à homossexualidade. Também considerou indicadores de segurança pública e direitos à população LGBT, como adoção, casamento igualitário, criminalização da homofobia e a presença de delegacias especializadas.

São Paulo chegou perto da nota máxima nos três primeiros quesitos (relacionamento, vida noturna e abertura), mas foi reprovado no fator segurança: ficou com 1,12, de 5 pontos.

A campeã geral do ranking – que está disponível no site da Nestpick – foi a capital espanhola, Madri. Confira as dez primeiras da lista:

1. Madri (Espanha)
2. Amsterdam (Alemanha)
3. Toronto (Canadá)
4. Tel-Aviv (Israel)
5. Londres (Reino Unido)
6. Berlim (Alemanha)
7. Brighton (Reino Unido)
8. Barcelona (Espanha)
9. Nova York (Estados Unidos)
10. São Francisco (Estados Unidos)

Apesar de ter recebido uma boa nota nos três fatores de estilo de vida (relacionamento amoroso, vida noturna e abertura dos cidadão), São Paulo caiu na lista por causa de sua nota na questão de segurança, em que ficou com 1,12, de 5 pontos.

Fonte: iGay - iG.

Após anos de restauro, a Ponte Hercílio Luz, ícone do patrimônio da Ilha de Santa Catarina, poderá, enfim, ser reaberta ao público para pedestres e ciclistas. Com conclusão prevista para dezembro de 2018, a estrutura servirá também de passagem para modais de transporte coletivo, afirma o diretor da região metropolitana do Ipuf (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis), Michel Mittmann.

“Fomos acostumados a reservar espaços para os carros em detrimento das pessoas. Agora, a intenção é dar prioridade ao transporte público e, gradativamente, inserir os automóveis. Veículos de emergência, táxis, carros compartilhados com três pessoas ou mais também podem ser inseridos no projeto”, explicou Mittmann. A proposta foi apresentada ontem, 5 de outubro, durante um evento do programa Oficinas Criativas, da Associação FloripAmanhã.

Mittmann também espera abrir espaço para as bicicletas criando mais ciclovias e ciclo faixas para o acesso à ponte Hercílio Luz. Tanto que uma das poucas intervenções do Parque da Luz deve ser a criação de uma ciclovia cortando a área de lazer.

A proposta prevê a criação de ciclovias e ciclo-faixas conectando a ponte, oferecendo ao público a possibilidade de um transporte mais rápido e agradável entre a ilha e o continente.

Além disso, com o objetivo de desafogar o tráfego nas duas pontes que atualmente fazem essa conexão, o projeto prevê deslocar 16 linhas de ônibus para a antiga ponte pênsil, o que, em números, corresponde a 38.178 passageiros, afirmou o diretor do Ipuf.

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Fonte: Notícias do Dia.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lançou no último dia 29, no Brasil, a tradução adaptada para o português de seu Guia de Terminologia, um documento com recomendações sobre o uso de palavras que sejam cientificamente precisas para abordar a epidemia. Publicação visa difundir uma linguagem que respeite a dignidade do indivíduo.

O guia foi apresentado oficialmente durante o painel de debates Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o estigma da AIDS no Brasil, uma das atividades do 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba. Um dos objetivos da publicação é também combater a discriminação que atravessa expressões utilizadas para falar sobre as pessoas vivendo com HIV.

“A linguagem não é neutra. E no contexto do HIV, essa afirmação nunca foi tão verdadeira”, afirmou a diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard.

“As palavras que escolhemos e a forma como comunicamos nossos pensamentos e opiniões têm um efeito profundo na compreensão das mensagens. A escolha cuidadosa da linguagem, portanto, desempenha um papel importante na sustentação e no fortalecimento da resposta ao HIV, para que ela seja construída sobre uma base livre de estigma e de discriminação”, acrescentou.

Também presente no evento, o coordenador do Guia em inglês, Alistair Craik, explicou por que certos vocábulos precisam ser substituídos por novos. “Termos como ‘vítima da AIDS’ implicam que o indivíduo é impotente, sem controle sobre sua vida”, afirmou o especialista. “Por isso, é preferível usar ‘pessoas vivendo com HIV’.”

O objetivo da mesa foi discutir os avanços e desafios no uso linguagem relacionada ao HIV nos mais diversos campos como social, jornalístico, mídias tradicionais e digitais, medicina, ativismo e tantos outros.

Neste caso, como explica o Guia de Terminologia do UNAIDS, a expressão “pessoa vivendo com HIV” põe em destaque o protagonismo que a pessoa HIV-positivo tem em sua própria vida, na busca por saúde e direitos. Expressões de conotação bélica, como “luta contra a AIDS” e “combate à AIDS”, também perdem espaço para termos mais inclusivos e abrangentes, como “resposta à AIDS”.

Há muito tempo, o HIV deixou de ser visto apenas como uma questão médica: o risco de infecção e o impacto do vírus estão entrelaçados a outras questões sociais, incluindo discriminação contra a população LGBT e outras segmentos muitas vezes marginalizados — e, portanto, mais expostos ao risco de infecção pelo vírus.

Outro participante do painel, o jornalista e editor da Revista Galileu, Nathan Fernandes, chamou atenção para o papel da imprensa na difusão de uma linguagem mais inclusiva.

“Falar que o uso de um termo ou expressão é proibido não funciona. Acaba gerando um sentimento contrário, incentivando a pessoa a desafiar essa proibição e seguir usando essas palavras”, avaliou o repórter, que escreveu recentemente uma grande reportagem sobre o estigma enfrentado por indivíduos vivendo com HIV.

“Durante nove meses, conversei com pessoas vivendo com HIV e com pessoas que trabalham nessa área, para fazer a reportagem”, conta. “Isso foi uma exceção, quase um privilégio. Mas posso dizer que a falta de tempo e de espaço talvez expliquem por que temos reportagens tão negativas sobre HIV até os dias atuais.”

Para Fernandes, profissionais da mídia devem sempre manter mente que estão lidando com a vida das pessoas “e, por isso, a escolha das palavras e expressões mais adequadas é fundamental”.

Guia esclarece erros comuns

As diretrizes de terminologia do UNAIDS fornecem conselhos a autores e jornalistas para evitar erros comuns. Por exemplo, a expressão “vírus da AIDS” não deve ser escrita porque é cientificamente errada. Não há “vírus da AIDS”, porque a síndrome de imunodeficiência adquirida é uma síndrome de infecções oportunistas e doenças que, em última instância, é causada pelo HIV.

Outro equívoco recorrente está no uso da expressão “pessoas infectadas com a AIDS”. A AIDS não é o fator infectante e sim, o vírus, conhecido como HIV. O Guia explica ainda que, como a palavra “HIV” (do inglês, human immunodeficiency virus) significa em português ‘vírus da imunodeficiência humana’, é incorreto escrever o “vírus HIV” ou “vírus do HIV” por se tratar de uma redundância.

Com esses e outros exemplos, o guia propõe uma linguagem não discriminatória e culturalmente apropriada, que promove os direitos humanos de todas as pessoas vivendo com HIV. O UNAIDS enfatiza que as orientações terminológicas devem ser consideradas um trabalho contínuo, levando em conta que novas questões e dinâmicas emergem frequentemente.

Você pode acessar o Guia de Terminologia clicando aqui. Estas diretrizes podem ser amplamente copiadas e reproduzidas, contanto que esse uso não seja para fins lucrativos e que a fonte seja sempre citada. Comentários e sugestões de acréscimos, supressões ou modificações podem ser encaminhadas para [email protected].

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Com informações da ONU Brasil.

Placa de entrada de estação do Métropolitain de Paris em estilo Art Noveau. Foto: Pixabay.

Dispersas pelas ruas de Paris, as elegantes entradas Art Nouveau às estações do Métropolitain (metrô) são um monumento coletivo à Belle Époque da cidade do final do século XIX e início do século XX. Com o trabalho sinuoso sinuosa modelado a partir de plantas estilizadas, as entradas do metrô agora figuram entre os mais famosos emblemas arquitetônicos da cidade; No entanto, devido à cautela da cidade em face à industrialização e da decisão do arquiteto Hector Guimard de utilizar uma estética arquitetônica então nova, levaria décadas antes que as entradas ganhassem a ilustre reputação que agora desfrutam.

Durante as primeiras fases de construção, vias foram cavadas logo abaixo do nível da rua. Foto: National Library of France

A transformação radical de Paris do labirinto medieval à metrópole do Segundo Império entre as décadas de 1850 e 1870 coincidiu com a construção das primeiras ferrovias subterrâneas de Londres. Embora a enxurrada de demolição e reconstrução ocorrida na capital francesa tenha sido um momento ideal para instalar um sistema de metrô, o Prefeito do Sena Georges-Eugène Haussmann não teve nenhum interesse aparente em implementar tal infraestrutura. Os governos estaduais e locais discutiram sobre quem seria responsável se o sistema fosse construído, enquanto o público - horrorizado com o pensamento de sua cidade sendo engolido por algo tão industrial - expressava sua ardente desaprovação.

Place du Bastille (Carte postale ancienne éditée par les Magasins Réunis). © Claude_Villetaneuse (1908).

Em última análise, a Exposição Universelle de 1900 chegou para convencer a cidade de que precisava de um moderno sistema de transporte de metrô. Charles Garnier, o arquiteto mais conhecido por projetar o teatro da ópera de Paris, que agora leva seu nome, aconselhou o Ministro das Obras Públicas que, para que as pessoas aceitassem o Metro, ele teria que ser visto como mais do que uma criação industrial - teria que ser uma obra de arte. Com isso em mente, a Société Centrale des Architectes realizou um concurso para selecionar um arquiteto para projetar as entradas superficiais do metrô. Embora a empresa Duray, Lamaresquier e Paumier tenha vencido o concurso, a seleção foi anulada por Adrien Benard, presidente do Conseil Municipal de Paris; Em seu lugar, ele escolheu Hector Guimard, um notável arquiteto Art Nouveau que não submeteu propostas ao concurso. 

Place du Bastille (Carte postale ancienne éditée par les Magasins Réunis). © Claude_Villetaneuse (1908).

Graduado da École des Beaux-Arts de Paris, Guimard era fascinado pelas teorias do racionalismo estrutural de Eugène Viollet-le-Duc e pela arquitetura gótica que Viollet-le-Duc tanto admirava. Combinando essa inspiração com as influências do Movimento das artes e artesanato britânico e do trabalho Art Nouveau de Victor Horta, ele desenvolveu sua própria forma de racionalismo Art Nouveau - que se afastou das propostas ecléticas e classicistas feitas por seus concorrentes e, finalmente, ganhou o interesse e a aprovação de Benard Adrien. 

Uma entrada típica da estação no metrô de Paris. Foto: Pixabay.

 Ao invés dos projetos de alvenaria apresentados pelos vencedores da competição, Guimard propôs que as entradas do metrô fossem construídas em ferro fundido e vidro. A decisão teve vários benefícios práticos: mais significativamente, as entradas de ferro ocupavam muito menos espaço do que as pedras, uma necessidade em muitos dos locais escolhidos para estações de metrô. O ferro também era mais barato e mais fácil de produzir e transportar, e permitia uma maior facilidade de produção em massa do que a alvenaria. 

Uma luz de farol típica fora da entrada de uma estação de metrô de Paris. Foto: Pixabay

Além dessas preocupações logísticas, o ferro fundido também era muito mais adequado às curvas sinuosas, naturalistas e esbeltas que incorporam o Art Nouveau. Usando um conjunto de elementos estruturais modulares, Guimard criou cinco tipos de entrada, desde trilhos simples até pórticos cobertos grandiosos; cada entrada da estação compartilhava a mesma tinta verde (que se assemelhava à pátina de bronze) e uma placa com a palavra Métropolitain em uma tipografia desenhada pelo próprio Guimard. A variante mais simples e mais comum era um conjunto de grades com um par de lâmpadas de cor âmbar em forma de botões de flores, sua luz colorida iluminando o sinal de Métropolitain montado entre elas. A maior sensação, no entanto, foi em resposta às elaboradas entradas do pavilhão, com os toldos de vidro abobadados coroando as escadas abaixo. 

Réplica em Chicago, EUA © J. Crocker (2012).Apenas 86 das 141 entradas de metrô originais permanecem de pé, com muitas demolidos nas décadas anteriores ao Art Nouveau ter sido reconhecido como um estilo digno de políticas de preservação. As estações que permanecem são hoje vistas como inspiração para o estilo Métro, homônimo, seu ferro verde e letras elegantes irrevogavelmente associadas a toda a marca visual do sistema de metrô. Apesar da proeminência de curta duração do Art Nouveau e do desprezo inicial dos moradores da cidade, as entradas remanescentes do metrô de Guimard - como a Torre Eiffel, de ferro forjado - tornaram-se símbolo integral e amado de Paris. 

Uma estação típica do metrô de Paris. Foto: Pixabay.


Assista o vídeo “Hector Guimard, Paris Metropolitain“ e saiba mais (inglês).

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Por Luke Fiederer em sua série Clássicos da Arquitetura no Arch Daily.

Dezoito artistas e coletivos de diversas partes do país apresentam um panorama da criação artística no espaço público brasileiro na exposição ‘Arte para uma cidade sensível‘, aberta ao público no Museu Mineiro, em Belo Horizonte. A curadora é a artista e professora Brígida Campbell, da Escola de Belas-Artes da UFMG.

Com registros de intervenções, instalações e vídeos, a mostra reflete sobre questões urbanas como gentrificação, especulação imobiliária, investimentos e desrespeito ao patrimônio histórico e simbólico. Para Brígida, essas transformações, distorcem, muitas vezes, o caráter público do espaço urbano, transformando-o em mero local de exploração financeira e impedindo a construção de locais de encontro, convivência coletiva e pública.

Entretanto, como a própria curadora lembra, existe um movimento em sentido contrário que busca retomar os espaços públicos como lugar de convívio, de política, de realização pública e coletiva de projetos. Neste sentido, uma série de projetos artísticos vêm sendo realizados no espaço público-urbano brasileiro, sob os mais diversos nomes, como “intervenção urbana”, “arte participativa”, "colaborativa”, “relacional”, “contextual”.

Os trabalhos reunidos na mostra propõem que a arte circule por outros espaços, que não apenas os ambientes tradicionalmente reservados a ela. O objetivo é oferecer referências para novos processos de pesquisa artística, ampliando a compreensão do visitante sobre o papel da arte no imaginário da cidade e na formação da sensibilidade urbana.

Participam da exposição Thislandyourlan, Pierre Fonseca, Piseagrama, Trinca SP, Poro, Gia, Grupo Fora, Grupo Empreza, Ronald Duarte, Paulo Nazareth, Filé de Peixe, Vj Suave, Acidum, Jonathas de Andrade, Comum, Frente Três de Fevereiro, Tupinambá Lambido e Residência Móvel.

Além da exposição, faz parte da programação, uma série de encontros  e palestras com artistas e profissionais do campo das artes visuais.

Serviço

“Arte para uma cidade sensível”
Visitação até 26/11.
Museu Mineiro, Galeria de Exposições Temporárias.
Avenida João Pinheiro 342, no bairro Funcionários.
O local funciona de terça a sexta-feira, das 10h às 19h, quinta-feira, das 12h às 21h, e sábado e domingo das 12h às 19h.

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Com informações da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais.