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Foi lançada a campanha para o financiamento coletivo do 3º volume do livro ‘Prédios de São Paulo‘. Este será o último livro da série, completando a trilogia com um volume que será um mix de ícones e novos achados.

Serão mais prédios do que os já vistos nas outras edições alcançando mais apaixonados por São Paulo e pela arquitetura brasileira de qualidade.

O projeto online, que teve início em 2014, virou livro no ano de 2015, ganhou a segunda edição em 2016 e encerra agora a trilogia, com o lançamento da campanha de financiamento coletivo para o terceiro volume.

Depois de catalogar mais de 300 prédios que são verdadeiros marcos da arquitetura paulista, a terceira edição vai apresentar uma seleção de cerca de 40 grandes “achados”, edificações menos conhecidas que guardam características e histórias singulares. 

Todos os volumes da série foram feitos por financiamento coletivo. A equipe do ‘Prédios de São Paulo‘, formada por fotógrafos, designers, editores e arquitetos, levantou os recursos nas campanhas do primeiro (que teve até uma reimpressão, tamanha a demanda) e do segundo livro e espera quebrar novos recordes com a nova campanha.

Imagem: Divulgação.Imagem: Divulgação.Já foram produzidos mais de 8 mil exemplares da coleção ‘Prédios de São Paulo‘ – o que representa um número bastante expressivo para uma editora independente.

O volume 3

Edifício Washington na região do Minhocão. Imagem: Divulgação.Edifício Washington na região do Minhocão. Imagem: Divulgação.

Produzido pela GAPS Editora, o livro traz na capa um achado que se localiza de frente para o Minhocão, o Edifício Washington. Possui o mesmo formato quadradinho de 22 cm x 21 cm, capa dura e 228 páginas compostas por textos do idealizador Matteo Gavazzi, Ana Clara Queiroz, Bárbara Tegone, Octavio Pontedura, Alessandra Bolzani, Geraldo Antunes Bresciane, Camila Raghi, Rafael Escrivão Sorrigotto, Almiro Dias, Felipe Grifoni e Ana Paula Zonta; prefácio de André Scarpa; Fatos históricos dos prédios e fotografias, muitas fotografias, de Milena Leonel, Emiliano Hagge e Carolina Mossin.

A iniciativa

Criada em 2014 por Matteo Gavazzi, de 29 anos, a iniciativa cataloga imagens e informações históricas de edifícios da capital paulista. Já foram publicados, na página do Facebook e em dois volumes da série de livros Prédios de São Paulo, relatos descomplicados sobre aproximadamente 300 edificações. Um verdadeiro documento histórico e colaborativo sobre a memória e o patrimônio de São Paulo. Integram hoje a equipe: Matteo Gavazzi, Milena Leonel, Ana Clara Queiroz, Carolina Mossin e Emiliano Hagge.

Os organizadores da série de livros 'Prédios de São Paulo'. Imagem: Youtube / Reprodução.Os organizadores da série de livros 'Prédios de São Paulo'. Imagem: Youtube / Reprodução.A série ‘Prédios de São Paulo‘ já inspirou outras iniciativas pelo país, como o Prédios de Curitiba, Prédios de Salvador e o livro Casa e Chão, de Belo Horizonte. “Acho importante que esse projeto inspire as pessoas a tirar do papel as próprias ideias, a fazer acontecer iniciativas culturais. Acredito que o país está cheio de bons e importantes projetos que merecem ser viabilizados”, diz Matteo. Clique, assista o vídeo e saiba mais.

Siga a página do projeto no Facebook: www.facebook.com/prediosdesaopaulo

Acesse o link para participar da campanha e garantir o seu exemplar: https://www.catarse.me/prediosdesaopaulolivro3

Se você ainda não tem os outros livros da série essa será a última oportunidade pois a equipe está disponibilizando na campanha, os livros que sobraram dos outros financiamentos coletivos. Uma ótima oportunidade para quem quer juntar os 3 volumes! PS : os primeiros 50 apoiadores estão tendo frete grátis! Corra!

O lançamento do 3º volume acontecerá no Museu da Casa Brasileira, no próximo dia 16 de dezembro.

O Museu de Arte de São Paulo - Assis Chateaubriand (MASP), foi oficialmente inaugurado em 2 outubro de 1947, na rua 7 de abril, na sede dos Diários Associados, em São Paulo. Em 2017, para comemorar seus 70 anos de existência, o Museu oferecerá, ao longo de todo o mês de outubro de 2017, uma intensa programação gratuita, com shows, oficinas, visitas, palestra, seminário e filmes.

No primeiro domingo do mês, 1 de outubro, dia em que a avenida Paulista está aberta a transeuntes, o Museu ocupará o Vão Livre com shows de músicos independentes. Estão confirmadas as apresentações de Juçara Marçal, A Barca e Vésper Vocal; Paulinho Tó e a banda Teto Preto. Os shows acontecerão ao longo do dia, a partir das 11h, em palco montado no Vão Livre do Museu.

Nos intervalos dos shows, desde as 10h, crianças, adolescentes e adultos poderão participar de diferentes oficinas gratuitas de jogos e brincadeiras, construção de estruturas modulares com madeira e tecido; práticas teatrais; e experimentações sonoras com instrumentos não convencionais, respectivamente com os grupos e proponentes Brincantes Urbanos, Piparia, Coletivo de Galochas e Marcos Freitas. Haverá ainda visitas especiais ao acervo do MASP para crianças de 6 a 13 anos, com a artista e educadora Elaine Fontana; e para adultos, sobre três tópicos relacionados ao Museu: formação de seu acervo, com o curador-adjunto de arte europeia, Luciano Migliaccio; acervo e conservação, com Cecília Winter, Heber Kusano e Rafael Araújo, do núcleo do Acervo; e arquitetura e expografia, com o arquiteto Martin Corullon.

O prefeito de São Paulo, Faria Lima e a Rainha da Inglaterra, Elizabeth II durante a inauguração da nova sede do MASP, na Avenida Paulista em 1967. Foto: Acervo Estadão.O prefeito de São Paulo, Faria Lima e a Rainha da Inglaterra, Elizabeth II durante a inauguração da nova sede do MASP, na Avenida Paulista em 1967. Foto: Acervo Estadão.

No dia oficial do aniversário, 2 de outubro, segunda-feira, o MASP estará aberto e terá entrada gratuita e horário de visitação estendido, das 10h às 22h. As exposições Miguel Rio Branco: nada levarei quando morrer e Tracey Moffatt: montagens terão sua data de término adiada em um dia e poderão ser vistas no 1º subsolo e sala de vídeo, respectivamente. Além delas, o público poderá visitar Guerrilla Girls: gráfica, 1985-2017, no mezanino do 1º subsolo; Pedro Correia de Araújo: erótica, no 2º subsolo; e Acervo em transformação, no 2º andar.

A partir das 19h, serão abertas, excepcionalmente, as persianas das janelas do 2º andar, onde estão as obras do acervo do Museu. Esta será uma chance rara e histórica para que os visitantes vejam os cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi em relação direta com a cidade, justapostos pelas vistas da avenida Paulista e da avenida Nove de Julho, paralelamente. A última vez que isso ocorreu foi em 10 de dezembro de 2015, na abertura da exposição Acervo em transformação, quando o Museu trouxe de volta os cavaletes de cristal ao espaço expositivo de seu acervo.

MASP em tela Agostinho Batista de Freitas (1971). Imagem: Acervo MASP.MASP em tela Agostinho Batista de Freitas (1971). Imagem: Acervo MASP.

No restante do mês de outubro, o programa Diálogos no acervo terá visitas especiais sobre sua história, arquitetura e acervo, sempre às terças e sextas-feiras, às 16h. No primeiro sábado, 7 de outubro, o ciclo de palestras gratuitas sobre artistas mulheres no acervo do MASP abordará a trajetória e a obra da fotógrafa Cláudia Andujar. Em 12 de outubro, Dia das Crianças, Elaine Fontana dará novas oficinas para o público infantil, que buscam explorar o corpo, a relação com as obras do acervo e o espaço público. No dia 16 de outubro, a série OSESP MASP apresentará concerto com composições de Johann Sebastian Bach, Leonard Bernstein, Charlie Parker, Astor Piazzola e Roberto Sion em diálogo com a obra Composição com fundo amarelo e vermelho (1945), de Alexandre Calder.

Interior do MASP com cavaletes de vidro projetados por Lina Bo Bardi. Foto: @Flagrante. Interior do MASP com cavaletes de vidro projetados por Lina Bo Bardi. Foto: @Flagrante.

Em 18 de outubro, o Clube de Leitura debaterá o livro O Amigo Americano – Nelson Rockfeller e o Brasil, de Antonio Pedro Tota. E nos dias 20 e 21 de outubro, o seminário Histórias afro-atlânticas traz curadores, especialistas e artistas nacionais e internacionais para debater uma variedade de tópicos que se relacionam à África, às Américas, ao Caribe e à Europa, em preparo para a exposição coletiva homônima, programada para o próximo ano.

O MASP encerra as atividades de seus 70 anos recebendo a 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, com exibições gratuitas no Vão Livre, de 23 a 28 de outubro, a partir das 19h30. Antes de cada filme, o MASP será homenageado com projeções de fotos e cenas que recontam a trajetória da Mostra no Museu. A história da Mostra é também parte da história do MASP, já que surgiu dentro do Museu em 1977, idealizado por seu programador de cinema, Leon Cakoff, que exibiu os filmes da Mostra no Auditório do MASP até sua sétima edição, em 1983.

Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, exibe filme no vão livre do Masp. Foto: Oswaldo Corneti / Fotos Públicas.Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, exibe filme no vão livre do Masp. Foto: Oswaldo Corneti / Fotos Públicas.As inscrições para oficinas, visitas, palestra e seminário poderão ser feitas presencialmente, no dia de cada evento, 2 horas antes do início das atividades. Os shows do dia 1 de outubro no Vão Livre serão gratuitos, abertos a todos os interessados e não necessitarão de inscrições ou retirada de ingressos. Os ingressos para o espetáculo OSESP/MASP já estão à venda no site ingressorapido.com.br.

A programação está sujeita a alterações. Para atualizações, acesse masp.org.br

Em sua 36ª edição, o programa Ocupação Itaú Cultural homenageia a cantora, instrumentista, pesquisadora e apresentadora Inezita Barroso (1925-2015). Com curadoria do violeiro Paulo Freire e da equipe do instituto, a exposição fica em cartaz entre os dias 27 de setembro e 5 de novembro de 2017.

Inezita Barroso em sua casa em 1953. Foto: Folhapress.Inezita Barroso em sua casa em 1953. Foto: Folhapress.

Antes de comandar por quase 35 anos o Viola, Minha Viola – o mais longevo programa musical da televisão brasileira –, Inezita já era considerada uma das mais importantes intérpretes e divulgadoras do cancioneiro caipira e de outras manifestações da música nacional de raiz. Além de gravar mais de 80 discos, atuou no cinema e esteve à frente de programas de rádio.

Inezita Barroso em foto de 1958. Foto: acervo pessoal.Inezita Barroso em foto de 1958. Foto: acervo pessoal.

Com manuscritos e registros sonoros e audiovisuais, nos quais Inezita narra seus próprios passos, a exposição ainda traz uma série de materiais que a homenageada coletou ao longo de toda a vida – como fotos pessoais, bilhetes de fãs e recortes de jornais e revistas. Graduada em biblioteconomia, ela soube preservar muito bem seu acervo.

Inezita Barroso na Rádio Nacional em 1952. Foto: Acervo Última Hora.Inezita Barroso na Rádio Nacional em 1952. Foto: Acervo Última Hora.A mostra sobre Inezita integra um ciclo que o Ocupação dedica a mulheres fundamentais da arte e da cultura brasileiras. Em 2017, o programa já celebrou a trajetória da atriz Laura Cardoso, da escritora Conceição Evaristo e da crítica de arte Aracy Amaral.

A partir do dia de abertura da exposição, o site do Ocupação traz parte do que é apresentado na exposição e outros conteúdos, como entrevistas em vídeo com parentes e colegas de Inezita. Até lá, acesse a página e conheça a história dos outros 35 artistas e grupos homenageados pelo programa.

Paralelamente, por meio do programa Rumos, a instituição disponibilizará um site (http://www.inezita.com.br/ ) com gravações de 43 fitas de rolo recuperadas, digitalizadas e catalogadas. Os áudios, datados dos anos 1950 e 1960, registram ensaios, recitais, momentos em família e músicas da discoteca da artista.

A cantora e apresentadora Inezita Barroso em 2013, quando completou 60 anos de carreira. Foto: Robson Ventura / Folhapress.A cantora e apresentadora Inezita Barroso em 2013, quando completou 60 anos de carreira. Foto: Robson Ventura / Folhapress.Serviço

Ocupação Inezita Barroso

O Nubank, fintech brasileira que é líder em tecnologia de serviços financeiros na América Latina, promove sua primeira grande iniciativa cultural: o Nu Festival, evento que vai mobilizar o bairro de Pinheiros, em São Paulo, de 25 de setembro a 8 de outubro.

Com curadoria e realização do Instagrafite, maior plataforma de arte pública do mundo, o Nu Festival tem como objetivo reimaginar a cidade por meio de uma série de intervenções urbanas criadas por alguns dos principais nomes da nova geração da arte pública nacional. Como resultado, o evento quer tornar a cidade mais humana, melhorando e energizando o bairro por meio da arte e da cor.

O foco é incentivar e dar espaço para artistas que ainda não receberam grande apoio, mas já vêm impressionando com seu talento e potencial. Entre eles está a paulista Anne Galante, que é conhecida pelos seus gigantescos trabalhos em tricô. Ao todo serão dez atrações, entre murais, instalações e performances, todas em grande escala, em espaços públicos do bairro.

"Em um momento em que as pessoas estão voltando a usufruir de espaços públicos, queremos provocar o público a reimaginar a cidade, assim como nós quebramos barreiras e reimaginamos a experiência do cartão de crédito", explica Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank.

O festival terá ainda a presença de uma artista internacional, a colombiana Gleo - que é conterrânea do fundador e CEO do Nubank, David Vélez. Gleo é um dos nomes mais promissores da cena latino americana, e ficará responsável por pintar um dos murais gigantes, em laterais de prédios, que serão espalhados pelo bairro.

Acaba de chegar às telas dos computadores e das plataformas mobile a trajetória e obra de um dos mais controversos empresários do ramo imobiliário paulista nas décadas de 40 e 50. “Arquitetura Proibida” é o nome do documentário que resgata a história do empresário João Artacho Jurado (São Paulo, 1907 - 1983) e pode ser assistido gratuitamente a partir do youtube e vimeo (links abaixo). São 8 episódios que trazem fotos e imagens das construções icônicas, entrevistas e depoimentos de especialistas sobre a rica trajetória do visionário arquiteto e construtor.