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'Hipóteses para o Amor e a Verdade', adaptação de uma peça homônima, acompanha a trajetória de 11 personagens criados a partir de mais de 200 entrevistas com frequentadores da Praça Roosevelt.
 

A cidade de São Paulo, com toda sua efervescência, contradições, encontros e desencontros, é o personagem principal do primeiro filme do Grupo Satyros, que estreia nesta quinta-feira (20) no Cine Belas Artes, na capital paulista. Hipóteses para o Amor e a Verdade, dirigido por Rodolfo García Vázquez e adaptado de peça homônima, acompanha a trajetória de 11 personagens que se cruzam durante uma noite na metrópole.

O longa-metragem de 85 minutos é uma ficção baseada em entrevistas feitas com mais de duzentos frequentadores dos arredores da Praça Roosevelt: moradores, prostitutas, traficantes, empresários, transexuais, michês, atores, músicos etc. O resultado é uma trama tensa costurada sobretudo com solidão, sentimento que liga todos os personagens principais.

Interpretada pela humorista e drag queen Nany People, uma radialista apresenta informações e curiosidades sobre a cidade: “A população da grande São Paulo é de 19.822.772 pessoas, o que faz da capital paulista a maior metrópole da América do Sul. Aproximadamente três milhões de seus moradores não têm acesso à habitação formal ou vivem em condições precárias. Por outro lado, aproximadamente 30 mil milionários vivem na metrópole. Em seus 221 mil quarteirões, 6,5 milhões de automóveis circulam transportando pessoas que vivem suas vidas de forma quase sempre solitária. Cerca de 383 mil de seus habitantes não sabem ler ou escrever. Aproximadamente 20 mil indústrias estão instaladas em seus limites, gerando emprego para mais de 1,5 milhão de trabalhadores que se dedicam ao trabalho ficando longe de suas casas e famílias mais de 12 horas por dia”, diz a radialista. Sua locução revem a cada parte que divide o filme: Luz, Consolação e Paraíso que, não por coincidência, também são nomes de três estações de metrô.

O filme conta a história de uma prostituta grávida, do funcionário de um escritório que depois de três anos sem férias não quer ir viajar sozinho, de um casal que tem o filho pequeno assassinado e de um nerd que procura na internet o alívio para sua solidão.

Trabalhadores em fábricas, escritórios, o vai-e-vem das ruas, a vida noturna, o sexo, as drogas, a diversidade, a violência, a diversão… Em Hipóteses para o Amor e a Verdade, a companhia de teatro e o diretor do filme representam algumas das facetas da maior cidade do país. Com uma pegada por vezes bastante teatral, a equipe fez do filme uma intensa e dramática declaração de amor à cidade.

Assista o trailer: https://youtu.be/aVI4okQgqLU

Xandra Stefanel, especial para RBA.

 


“A memória é a chave da arquitetura. Sem ela, não temos futuro." Daniel Daniel Libeskind, arquiteto polonês naturalizado americano.

Entre as tantas cenas do longa 'Obra', uma causa especial mal estar e encantamento ao mesmo tempo. Oprimido pela metrópole e pelos problemas pessoais que pesam em seus ombros, o protagonista João Carlos (Irandhir Santos) pratica corrida para aliviar a pressão. Mas à medida em que a câmera se distancia dele e o plano se abre, percebemos que ele corre em uma pista no terraço de um prédio (o emblemático Conjunto Nacional). Mergulhado no mar de prédios e ruídos, é como um animal engaiolado, andando em círculos.
 

É esta sensação de ’emparedamento’, como o próprio diretor Gregório Graziosi ressalta, que faz com que o espectador entenda o labirinto geográfico, social e emocional em que o personagem se encontra. Filho e neto de arquitetos, o jovem diretor, que faz sua estreia em longas-metragens, também estudou arquitetura por um ano antes de se decidir pelas artes plásticas e pelo cinema.

Esta tríplice formação deu a Gregório um olhar peculiar, capaz de decodificar o mal-estar dos que vivem em grandes metrópoles, sem perder a atenção ao que de belo há em cidades como São Paulo.

A metrópole é cinza, cheia de arestas, mas é também a casa do arquiteto (sim, João Carlos é um arquiteto que trabalha em uma grande obra, em um terreno que pertence à sua família), é onde ele se move com familiaridade. A cidade é uma mãe dura, que acolhe, mas não abraça. Na verdade, ela o quase o sufoca.

Muito por isso, nenhum plano do filme, rodado em scope, revela o horizonte. Da janela do prédio, se vêem outros prédios. Em momentos difíceis de sua trajetória, é nas paredes de edifícios, clubes noturnos decadentes e elevadores que João Carlos se apoia. Se o homem é produto do meio, João Carlos é o retrato de uma cidade que pulsa até quando está silenciosa.

E são justamente os silêncios, e não os diálogos, que gritam em 'Obra'. É na palavra não dita à sua mulher (a atriz inglesa Lola Peploe), uma arqueóloga urbana que espera o primeiro filho de João Carlos, que se entende o quão distante ele a mantém das questões que o atormentam.

É na crise silenciosa de dor na coluna (que rui feito um pilar de um velho prédio do Centro) que nos revela o peso da responsabilidade que ele herda ao descobrir que há um cemitério clandestino no terreno de sua família.

É no abraço ameaçador de seu pai, conivente com os atos que o avô de João Carlos cometeu, que se sente que a família espera que ele carregue o fardo e concorde com o crime do passado.  Mas não é a solução desse crime, ou na descoberta de quem são os corpos, mas sim na maneira como João Carlos lida com esta herança que importa para a narrativa. Como diz o diretor, 'Obra' é quase uma “espécie de suspense errado.”

Assista o trailer: https://youtu.be/L_m7LqSH71I


Flávia Guerra no TelaTela em Carta Capital.

 

 

Compreender as práticas ampliadas da reorganização das cidades é primordial não apenas para planejar políticas culturais adequadas e se compreender o consumo cultural na sociedade contemporânea, mas também para se reconhecer os direitos culturais dos diversos públicos. Com o objetivo de promover uma reflexão e debate sobre as relações entre espaço e cultura nas cidades e apontar possíveis caminhos e possibilidades da gestão cultural face às novas referências do tecido urbano, o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo realiza o Encontro Internacional Espaços Culturais Urbanos, cujas inscrições abrem a partir do dia 25 de agosto.

O evento reúne pesquisadores e professores universitários, representantes de instituições culturais e gestores da cultura do Brasil e do exterior.

O antropólogo espanhol Manuel Delgado abre a conferência no dia 22 de setembro com uma abordagem sobre o planejamento cultural das cidades; no mesmo dia, a antropóloga carioca Julia O’Donnell evidencia a complexidade dos processos de transformação social a partir das alterações na paisagem urbana do Rio de Janeiro com a proximidade dos Jogos Olímpicos de 2016; já a arquiteta espanhola radicada na Colômbia Ana López Ortego fala sobre a Arquitetura Expandida e as táticas e estratégias de intervenção coletiva na cidade; a também arquiteta brasileira Lúcia Leitão discorre sobre o papel do conflito na produção e na apropriação cotidiana da cidade; presidente do Instituto Choque Cultural, o brasileiro Baixo Ribeiro, fala sobre o novo ativismo urbano e as perspectivas de desenvolvimento deste movimento; encerrando o primeiro dia do encontro, o fundador do coletivo de arte equatoriano Tranvía Cero, Pablo Xavier Almeida Egas, finaliza as discussões com uma indagação: existe o contrapoder na arte?.

O sociólogo britânico Steven Miles, que abre os trabalhos do dia 23, examina a validade dos processos de regeneração urbana movida pela cultura; já o antropólogo brasileiro Heitor Frúgoli Jr. apresenta pesquisa desenvolvida pelo Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade (USP) na região da Luz, em São Paulo, que teve como um dos enfoques a frequência a instituições culturais pelo público; a arquiteta brasileira Lilian Fessler Vazaborda a presença de coletivos culturais nas favelas e nos bairros da periferia, discutindo os espaços culturais das zonas opacas por meio de exemplos que abrigam diferentes práticas; arquiteta e urbanista Erminia Maricato enfoca a disputa pela captação e valorização imobiliária que transformam a cidade em uma arena de lutas sociais e os limites estreitos do planejamento para reverter essa tendência de mercado; o grafiteiro Wellington Neri fala sobre o projeto Imargem, idealizado por ele, que reúne arte, meio ambiente e convivência às margens da Represa Billings; o economista Leandro Valiati aborda os impactos econômicos da produção de bens culturais no contexto urbano; por fim, o gestor cultural espanhol Rubén Caravaca, pergunta “É possível uma cultura não baseada no consumo, no mercantilismo e na privatização? Sustentável? Uma gestão cultural sem gestores?”; Rosana Cunha, gerente de Ação Cultural do Sesc São Paulo, encerra o encontro apresentando algumas iniciativas da entidade no desenvolvimento de projetos itinerantes, com destaque em espaços públicos.

Serviço:

Encontro Internacional Espaços Culturais Urbanos
Organizadores: Centro de Pesquisa e Formação Sesc.
De: 22 de Setembro de 2015, 9h.
Até: 23 de Setembro de 2015, 16h30.
Onde: Sesc Bom Retiro.
Endereço: Alameda Nothmann, 185.

Fonte: ArchDaily.

 

No dia 25 de agosto o Auditório do Parque Ibirapuera será palco da abertura do Estéticas das Periferias. O Encontro começará com um debate sobre política e cultura, seguido de um espetáculo especial com os grupos Pombas Urbanas, Samba da Vela, com participação especial do Criolo. 

O que é?

Idealizado pela Ação Educativa, o evento mobiliza inúmeros espaços culturais em todas as áreas dos fundões da capital paulistana - de sul a norte - por uma semana. O experimentalismo artístico permeia toda a programação que é construída colaborativamente por 40 coletivos culturais.
 
Em destaque personagens dos extremos da metrópole
 

Com dezenas de atrações, que incluem shows, debates e oficinas, evento ocupará trinta pontos culturais de São Paulo

Valorizar as regiões periféricas como produtoras de arte e conhecimento e ir além de seu valor social e político, este é o objetivo do Encontro Estéticas das Periferias, que chega a sua 5ª edição em 2015.

Entre os dias 25 e 30 de agosto (terça a domingo), o evento ocupará os mais diversos territórios culturais paulistanos. Com dezenas de atrações como shows musicais, peças de teatro, palestras, entre outras ações, o Estéticas das Periferias mantém a habitual entrada gratuita em todas as suas atividades.

Realizado pela ONG Ação Educativa, a atração conta com a parceria de 40 entidades culturais, entre coletivos, instituições públicas e privadas, além de muitos artistas, programadores, acadêmicos e agentes culturais. Para o coordenador do evento, Antonio Eleilson Leite, “o Estéticas das Periferias não acontece apenas pela vontade de uma instituição ou pessoa, mas a partir de uma força conjunta de diversos sujeitos e grupos culturais”.

O empenho colaborativo levou o Encontro a muitas mudanças em sua estrutura ao longo desses cinco anos, o que resultou em números surpreendentes. Nas cinco edições de Estéticas das Periferias, foram ao todo 300 apresentações artísticas e 124 debates em mais de 90 espaços culturais. A perspectiva é que neste ano atinja um público de 50 mil pessoas.

Programação

Neste ano, a programação do Estéticas das Periferias está dividida em três momentos: Esquenta Estéticas, que apresentará uma prévia do evento; Encontro Estéticas das Periferias, que promoverá atrações durante uma semana; e Ciclo de Debates, parceria com o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo que discutirá os processos criativos de artistas vinculados às regiões periféricas.

Para o grande espetáculo de abertura do Encontro, o Grupo Pombas Urbanas se junta ao Samba da Vela numa peça que unirá teatro e música. Com o título “Lado a Lado: Leste a Sul, Uma Só Comunidade”, a apresentação abordará temas inerentes ao cotidiano dos moradores das periferias da cidade. A peça acontece no dia 25, no Auditório do Ibirapuera, às 20h. A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos a partir das 18h30.

Antes do espetáculo, o público está convidado para uma mesa redonda sobre cultura e política. Com o título “A urgência das estéticas divergentes contra a ofensiva conservadora dominante”,  o bate papo contará com a presença dos convidados Nabil Bonduki (Secretário de Cultura de São Paulo), Heloisa Buarque de Holanda (escritora e pesquisadora), Roberta Estrela D’Alva (atriz) e Allan da Rosa (poeta).

O encerramento marcado no Capão Redondo, será uma verdadeira festa de quebrada. O “Rachão Estético” terá como ponto alto o lançamento da Rede Paulista de Futebol de Rua, iniciativa que dá continuidade ao trabalho que começou com Mundial de Futebol de Rua, realizado em 2014 no Brasil.

Para compor a celebração, os polos integrantes da rede participarão de um torneio. No mesmo dia, o grupo que une futebol e rap, Santa Pelada, subirá ao palco para um show especial. Para abrilhantar a festa na Zona Sul,  o grupo Amigas do Samba se apresentará com a participação especial de Leci Brandão.

Durante o dia serão oferecidos à comunidade serviços sociais, como de  manicure, cabeleireiro, além de orientação para a retirada de documentos pessoais, palestras sobre saúde e alimentação e brincadeiras infantis.

O evento ocorre no dia 30, no Campo do Pantanal (Rua José Messias, 1.000, Jardim Valquíria – Capão Redondo, São Paulo/SP), a partir das 10h.

Além das ações mencionadas, o Estéticas das Periferias ainda contará com cerca de mais de 80 atrações recheadas pelas mais variadas expressões artísticas distribuídas em cinco dias. A programação completa está disponível no site do evento. 

Para conferir, acesse: www.esteticasdasperiferias.org.br

Fonte: Estéticas das Periferias.

 


Imagine a sua vida sem televisão, geladeira, luz elétrica, rádio e telefone. Itens hoje considerados tão básicos e completamente inseridos em nosso cotidiano que, muitas vezes, sequer refletimos sobre o quanto nos impactam. É inegável que a vida ficou mais fácil com essas invenções, que se tornaram parte da nossa realidade ao longo dos anos. Pensando nisso, os curadores Marcello Dantas e Agnaldo Farias trazem ao Museu da Cidade, pavilhão Oca, no Parque Ibirapuera, a partir do dia 5, a mostra
“Invento - As revoluções que nos inventaram”, que confere o status de obra artística a importantes criações.  


Em texto curatorial, Dantas conta que a concepção da exposição partiu de algumas reflexões, entre elas, a invenção dos smartphones e como eles transformaram tanto as relações humanas como o nosso próprio corpo. Ao se dar conta do impacto que uma única invenção exerceu sobre a vida das pessoas, ele estendeu a observação para outras criações que tiveram influência semelhante em diferentes momentos históricos. 

O tempo não para

Como ponto de partida para selecionar as invenções, os curadores decidiram, de forma arbitrária, pelo ano de 1865, período em que a revolução industrial estava em pleno curso e em que o presidente Abraham Lincoln já havia decretado a libertação dos escravos nos Estados Unidos da América (EUA). “O fim da escravidão marcou a necessidade do homem inventar máquinas que pudessem facilitar o cotidiano e criar processos que melhorassem a qualidade de vida do homem. Começou uma importante era em que a inovação foi o motor da sociedade”, pontua Dantas. 

A seleção de aproximadamente 35 obras, quase todas inéditas no Brasil e muitas desenvolvidas especialmente para a exposição, nos faz refletir sobre as mudanças na história do mundo e do homem a partir de suas próprias criações. Um total de 29 artistas abordou esses trabalhos de forma inusitada, na maioria das vezes. Como é o caso do caminhão do mexicano Damian Ortega, que apresenta peças internas e de contorno do veículo, deixando ao observador a tarefa de imaginá-lo como obra acabada. 

Dentre as peças mais aguardadas está a guitarra elétrica que o artista plástico pop Andy Warhol personalizou para o grupo norte-americano de rock Velvet Underground. A criação inspirou a capa do disco de estreia da banda, “The Velvet Underground & Nico”, lançado em 1967. 

Artistas brasileiros também participam da exposição, entre eles, Jarbas Lopes, que aborda a invenção do carro, conectando dois fuscas a partir de suas rodas. O coletivo O Grivo apresenta um piano automatizado, Renata Lucas traz uma obra que discute a constante vigilância eletrônica e Guto Lacaz expõe um rádio customizado. 

                                      nelson leirner, projeto carenelson leirner, projeto care     man ray, the giftman ray, the gift

                                                                  Nelson Leirner, 'ProjeCare'.                                                          Man Ray, 'The Gift'.

 

Serviço
Museu da Cidade - OCA (Pavilhão Lucas Nogueira Garcez).
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº. Dentro do Parque Ibirapuera.
Acesso pelo portão 3 (entrada de carro) ou portão 1 (entrada de pedestres). Zona Sul. 
De 5/8 a 4/10. 3ª a domingo, das 9h às 17h. Grátis.

Por Por Giovanna Longo, Secretaria Municipal de Cultura.

 

 
Celebrar o Dia dos Pais é sempre uma alegria e curtir essa data em São Paulo pode ser ainda mais especial. Aqui todos os tipos de pai têm vez, desde os mais calmos até os aventureiros. Para tornar esse dia inesquecível para pais, filhos e toda a família, a capital oferece diversas atrações, como shows, exposições, parques e opções de gastronomia.

Confira algumas sugestões para aproveitar o dia 9 de agosto junto com seu herói.

Para os pais tranquilos

Para os pais que não curtem muita badalação, preparamos uma lista de locais que estão prontos para receber os mais serenos.

Mosteiro de São Bento

Já pensou começar o Dia dos Pais com a sabedoria dos monges? Para quem gosta de calmaria, vale um pulinho no Mosteiro de São Bento para assistir à missa matinal de domingo, que tem cantos gregorianos. E, ao final, vale comprar um dos maravilhosos quitutes na lojinha do local. As delícias são feitas pelos próprios monges, com ingredientes selecionados.


mosteiro_de_so_bento_-_jose_cordeiro_spturis_-_pagina_2mosteiro_de_so_bento_-_jose_cordeiro_spturis_-_pagina_2Fachada do Mosteiro de São Bento. Foto: José Cordeiro/ SPTuris.Fachada do Mosteiro de São Bento. Foto: José Cordeiro/ SPTuris.


Uma boa opção ao ar livre e mais sossegada é o Jardim Botânico. Com vistas impactantes e que rendem boas fotos, o parque é marcado pela sua organização, limpeza e tranquilidade. É perfeito para curtir a natureza, tirar muitas fotos e fazer um piquenique em família. Além disso, o Jardim tem várias atrações, como o museu botânico, escadarias históricas, estufa de plantas, Jardim dos Sentidos, trilha da Nascente (do Riacho do Ipiranga) e o Lago das Ninfeias, com flores aquáticas nas cores amarela, roxa e rosa, que são o símbolo do Jardim Botânico.

 

JardimBotnico_CaioPimentaJardimBotnico_CaioPimentaJardim Botânico. Foto: Caio Pimenta/ SPTuris.
Jardim Botânico. Foto: Caio Pimenta/ SPTuris. 


Para os papais comilões

Churrascarias

Quando bater a fome, a indicação para os pais que gostam de fartura à mesa são as churrascarias. Com rodízio ou a la carte, vão das mais acessíveis, como a Novilho de Prata, às mais luxuosas, como o Baby BeefRubayat e Fogo de Chão.

Cantinas

São Paulo tem uma grande colônia italiana e, por esse motivo, excelentes cantinas de famílias tradicionais, como a Famiglia Mancini, o Jardim de Napoli e a Lellis Trattoria. Basta escolher uma, chegar cedo e se jogar no mundo das massas!

Feirinha Gastronômica

Para curtir boa comida ao ar livre, a sugestão é a Feirinha Gastronômica Jardim das Perdizes, que funciona aos domingos. Em um grande espaço de 4 mil m² ao ar livre, barracas, caminhões, carrinhos e trailers convivem com mesas compartilhadas e um grande parque, inclusive com estacionamento gratuito. A Feirinha tem mais de 50 expositores, entre comidinhas, pratos e bebidas.
feirinhagastronomica_perdizesfeirinhagastronomica_perdizesFeirinha Gastronômica Jardim das Perdizes. Foto: divulgação.
Feirinha Gastronômica Jardim das Perdizes. Foto: divulgação. 

 

Família Burguer


Para comemorar o 9 de agosto, a Família Burger, hamburgueria em Perdizes preparou um hambúrguer especial para pais e filhos saborearem juntos, de acordo com o tamanho da fome de cada um. O Burgão (R$ 19,50), para os papais, e o Burguinho (R$ 9,75), para os filhos, tem os mesmos ingredientes: hambúrguer grelhado de carne bovina, queijo prato, rodelas de tomate, alface e maionese no tradicional pão de hambúrguer. Para acompanhar, porção de batata frita – R$ 15,95 (para duas pessoas) e MilkShake (chocolate, morango, creme ou flocos) – R$ 28,80. O Burgão e o Burguinho ficam no cardápio da casa de 5 a 9 de agosto.

Mercearia do Francês

O Grupo Mercearia do Francês comemora a data com um cardápio exclusivo. O menu será servido durante todo o fim de semana (7/08 a 9/08), nas duas unidades da rede (Mercearia do Francês em Higienópolis e La Petite Mercearia do Francês em Perdizes) e conta com entrada, prato principal e sobremesa por R$ 99, individual. De entrada: Tartine de Ratatouille com queijo de cabra. Como prato principal, carré de cordeiro com risotto de açafrão e trio de cogumelos e para sobremesa, crepe de doce leite com sorvete de creme.


mercearia_do_francesmercearia_do_francesPrato da Mercearia do Francês. Foto: divulgação. Prato da Mercearia do Francês. Foto: divulgação. 

Le Manjue Organique

Os esportistas costumam preferir um cardápio leve e saudável. O restaurante Le Manjue é especializado na Organic Gourmet Cuisine. O local oferece desde carnes, aves e frutos do mar até deliciosas sobremesas – como o ganache de cacau.

Pais com filhos pequenos


Dia_dos_Pais_1Dia_dos_Pais_1Foto: José Cordeiro/ SPTuris.
Foto: José Cordeiro/ SPTuris. 

Para os homens que querem aproveitar a data especial com seus filhos ainda pequenos, a criatividade tem que reinar. Separamos algumas opções originais.

Parques públicos

Parque Alfredo Volpi, mais conhecido como Bosque do Morumbi é ideal para aqueles que têm filhos ainda pequenos. O local possui parquinho de areia, trilhas e animais selvagens soltos para curtir com os pequenos ao ar livre. Outras boas opções são o Parque da JuventudeParque da Água BrancaVilla Lobos e o Clube Tietê, todos com boas atrações para pais e filhos.

Catavento Cultural e Educacional

O domingo pode ser uma boa data para conhecer o Catavento Cultural e Educacional. O museu de ciência e tecnologia da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, que já é amado pelas crianças, ganhou um borboletário em uma grande geodésica em seu jardim interno. Dentro dela, podem ser vistas cerca de 30 borboletas de variadas espécies, e mais de 20 variedades de plantas para cada espécie. A visita guiada tem duração aproximada de 15 minutos, e os visitantes podem também acompanhar fases da metamorfose das borboletas.

 

BorboletarioBorboletarioGeodésica que abriga o Borboletário. Foto: divulgação.
Geodésica que abriga o Borboletário. Foto: divulgação. 


Pedro e o Lobo

A Cia. Imago encena este espetáculo de manipulação de bonecos com luz negra, que apresenta os instrumentos de uma orquestra por meio da história de um garoto que sai à caça de um lobo para proteger seus amigos.

Circo dos sonhos

O Circo dos Sonhos oferece a maior e melhor estrutura circense para eventos e espetáculos, além de não utilizar animais nas apresentações. A tenda está montada em Santo Amaro e os papais podem conferir sempre as terças, sextas, sábados, domingos e feriados. Os ingressos variam de R$ 15 a R$ 50.

Pais esportistas ou aventureiros

Para aqueles que curtem esportes, a cidade também reserva excelentes opções aos amantes de alguma modalidade.

Stand up paddle

Muita gente não sabe, mas na capital é possível encontrar locais para prática desse esporte, que utiliza uma grande prancha e remos. Na represa de Guarapiranga aulas particulares são promovidas de terça a domingo por diferentes valores pelas empresas Tempo Wind Clube e Clube Team Brazil.

Passeio de bike pela ciclovia da Paulista

Para os pais que curtem acordar mais cedo e querem mostrar a cidade para os pequenos por outro ângulo, um passeio pela ciclovia da paulista é a pedida. As crianças podem ficar em cadeirinhas em bikes pilotadas pelos pais e o empréstimo gratuito, que pode ser feito na Praça do Ciclista, dura até uma hora.

 

Avenida_Paulista_cicloviaAvenida_Paulista_cicloviaCiclovia da Avenida Paulista. Foto: José Cordeiro/ SPTuris. Ciclovia da Avenida Paulista. Foto: José Cordeiro/ SPTuris. 

Parque do Ibirapuera

O famoso reduto de São Paulo é bem conhecido como referência para práticas esportivas. Pistas de cooper, bicicletário com aluguel de bicicletas, quadras, campos de futebol e muitas outras opções estão disponíveis.

Museu do Futebol

Em comemoração ao Dia dos Pais, o Museu do Futebol promove um programa especial para pais e filhos. Aqueles que forem ao museu no domingo, dia 9, e apresentarem documento que comprove o parentesco, têm entrada gratuita. Assim, pais e filhos podem aproveitar juntos um passeio pela história do futebol no Brasil e a exposição temporária Visibilidade para o Futebol Feminino.

museu_futebol_museu_futebol_Museu do Futebol. Foto: José Cordeiro/ SPTuris. Museu do Futebol. Foto: José Cordeiro/ SPTuris. 


Parelheiros

A área no extremo sul da capital reserva surpresas interessantes para os fãs de aventura. Cachoeiras, trilhas e visitação ao Borboletário Águias da Serra são algumas das opções. Para saber tudo que tem por lá, acessehttp://www.cidadedesaopaulo.com/ecoturismo.

Pais descolados

Vila Madalena

O passeio para esse perfil pode começar no bairro da Vila Madalena. Entre os locais disponíveis, destaque para o Beco do Batman, Galeria Choque Cultural, e Armazém da Cidade, que aos finais de semana oferece shows de jazz e chorinho.

MIS 

MIS (Museu da Imagem e Som) localizado no Jardim Europa também tem exposições antenadas e é um dos points que mais fazem sucesso dentre os moderninhos na cidade. 


mis_470x200mis_470x200Museu da Imagem e do Som. Foto: divulgação.
Museu da Imagem e do Som. Foto: divulgação. 


Show 'Os Filhos dos Caras.'

Nada melhor para comemorar o Dia dos Pais do que o show Os Filhos dos Caras. Reunindo Max de Castro, Wilson Simoninha, Leo Maia, Jair Oliveira e Luciana Mello, a turnê consiste em homenagear os pais desses artistas, Tim Maia, Wilson Simonal e Jair Rodrigues. Na edição especial de dia dos Pais, Os Filhos dos Caras estaciona na Praça do Patriarca, para um dia histórico da MPB, com muita música ao ar livre, food trucks e diversão em família.

Dicas: São Paulo Turismo.