Recomendados - São Paulo São

São Paulo São Recomenda

Renato Russo apresenta, por meio de uma experiência imersiva, a vida e a obra deste ícone do rock brasileiro. Foto: Letícia Godoy / MIS.

Renato Russo presta homenagem a um dos maiores ícones da música brasileira e é a quarta exposição idealizada e concebida totalmente pelo museu.  A mostra conta com curadoria de André Sturm – ex-diretor do MIS –  e direção de arte do Ateliê Marko Brajovic. Giuliano Manfredini, único filho do artista, concedeu ao MIS total acesso ao apartamento de Renato Russo confiando à equipe do museu sua catalogação, conservação e adaptação para a exposição. 

‘Renato Russo‘ apresenta, por meio de uma experiência imersiva, a vida e a obra deste ícone do rock brasileiro. Foto: Divulgação.

“Renato Russo“ apresenta, por meio de uma experiência imersiva, a vida e a obra deste ícone do rock brasileiro. A exposição, que parte exclusivamente do acervo de Renato Russo, apresenta objetos pessoais, peças de vestuário, fotografias, manuscritos, instrumentos musicais, documentos escolares, desenhos, cartas de fãs, além de prêmios, fanzines, folhetos e impressos variados que irão percorrer toda a sua trajetória.

O período criativo de Renato é de 20 anos, dos anos 1970 a 1990. É curto e intenso. Foto: Divulgação

A mostra “No subúrbio da modernidade – Di Cavalcanti 120 anos” reúne pinturas, desenhos e ilustrações do artista, realizadas ao longo de quase seis décadas de carreira. Imagem: Pina_ / Divulgação.

Um dos mais importantes artistas do modernismo brasileiro, Emiliano Di Cavalcanti é tema de mostra retrospectiva na Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. “No subúrbio da modernidade – Di Cavalcanti 120 anos” entrou em cartaz em 2 de setembro, mês em que se comemora 120 anos do nascimento do artista. Entre pinturas, desenhos e ilustrações, serão exibidas mais de 200 obras, realizadas ao longo de quase seis décadas de carreira e que hoje pertencem a algumas das mais importantes coleções públicas e particulares do Brasil e de outros países da América Latina, como Uruguai e Argentina.

É difícil de imaginar para a maioria dos paulistanos, mas no extremo sul do município existem paisagens surpreendentes. Quem as percorre encontra remanescentes de Mata Atlântica, belas cachoeiras, terras indígena e áreas de produção agrícola.

Caminhar é a forma mais democrática de se locomover. Na virada do século XXI, as configurações urbanas em todo o mundo revelam a necessidade de uma transição urgente. As cidades que desprezam o deslocamento a pé, com quadras inteiras sem comércio, com infraestruturas dedicadas ao transporte individual motorizado e socioespacialmente segregadas definem hoje um modelo fracassado. Cada vez mais, a atitude mais revolucionária do cotidiano é, simplesmente, caminhar.