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O Sesc São Paulo, que desenvolve uma ação permanente com foco em cultura, educação, saúde, bem-estar e alimentação, elege o mês de outubro, em que se comemora o Dia Mundial da Alimentação, para reafirmar sua atuação como agente transformador de hábitos alimentares na primeira edição do ‘Experimenta! Comida, Saúde e Cultura‘. Com realização simultânea em todas as suas 38 unidades, o projeto traz à luz diversas pautas e vertentes do universo da comida de verdade.

São cerca de 250 atividades que convidam o público a pensar, refletir e experimentar o alimento e suas interfaces com a saúde e a cultura, em e com todos os sentidos. Voltado para todos os públicos, o evento contempla também ações específicas para crianças e reúne filósofos, sociólogos, nutricionistas, artistas, pesquisadores e chefs de destaque no cenário nacional e internacional em torno do tema.

Nomes e temas

As chefs de cozinha Bel Coelho, Bela Gil, Mara Salles e Ana Luiza Trajano; as padeiras Papoula Ribeiro (Padoca do Maní) e Flávia Macula (Tøast); Luiz Américo Camargo, especialista em panificação e consultor gastronômico; a nutricionista Neide Rigo; o artista Jorge Menna Barreto; o economista Walter Belik; o sociólogo Carlos Alberto Doria; o agricultor Décio Pupin, entre outros nomes.

Entre os temas, destacam-se assuntos como as origens da cozinha caipira; as versatilidades do arroz; as análises sobre a forma como nos alimentamos; o impacto da mídia e como a “gourmetização” influencia na maneira que nos alimentamos; a influencia da mídia sobre o hábito alimentar; alimentação saudável; o marketing de suplementos alimentares; PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais); 15 feiras orgânicas e agroflorestais; o pão como sinônimo de comida e todas as usas simbologias; o resgate da importância dos alimentos frescos e nativos; os sabores de Piracicaba; um seminário sobre o desperdício de alimentos e os desafios nutricionais, entre outros.

A primeira edição do projeto define seis principais eixos temáticos que norteiam oficinas, palestras, cursos e vivências. Foto: Marcos Carnero.A primeira edição do projeto define seis principais eixos temáticos que norteiam oficinas, palestras, cursos e vivências. Foto: Marcos Carnero.Para Danilo Santos de Miranda, diretor regional do Sesc São Paulo, “O evento busca expandir as ações voltadas à prevenção e ao controle dos problemas alimentares e nutricionais, à ampliação da autonomia em torno das escolhas presentes no ato de comer e ao estímulo das práticas culinárias regionais, na perspectiva da promoção integral da saúde”. Miranda complementa: “O Experimenta! também amplia e aprofunda a reflexão sobre esta temática fundamental, acessando tanto necessidades naturais e fisiológicas quanto significados que convocam ao terreno do sensível.”

Eixos

A primeira edição do projeto define seis principais eixos temáticos que norteiam oficinas, palestras, cursos e vivências. Cada um deles terá nomes de peso e atividades para toda a família, reforçando o empenho da instituição em promover qualidade de vida, acesso à informação, desmistificar temas e tratar o alimento enquanto ação educativa.

São cerca de 250 atividades que convidam o público a pensar, refletir e experimentar o alimento e suas interfaces com a saúde e a cultura. Foto: Carol Vidal.São cerca de 250 atividades que convidam o público a pensar, refletir e experimentar o alimento e suas interfaces com a saúde e a cultura. Foto: Carol Vidal.Comer é cultura: aborda a centralidade do alimento e as “substâncias imponderáveis” que estão intimamente ligadas à cultura, história e tradição de cada pessoa. 

A saúde está na mesa: são tantos os mitos e teses em torno da comida, que muitas vezes desconsideramos o conhecimento intuitivo sobre o que é alimentação saudável. 

Aqui se planta, aqui se come diversidade: o cultivo de plantas comestíveis em áreas urbanas aponta para a realidade de muitas pessoas sem acesso adequado a alimentos frescos. As hortas urbanas contribuem para mudar esse cenário, ao sensibilizar a população para questões ligadas a alimentação, possibilitar a reconexão com a natureza e ampliar o acesso a hortaliças frescas e o cultivo de uma variedade maior de espécies, para além do que geralmente se encontra em supermercados. 

Se está na época, tem na feira: comprar diretamente do agricultor ou em feiras livres contribui para o desenvolvimento socioeconômico de comunidades de agricultura familiar, responsáveis por 70% dos alimentos que consumimos. 

Cozinhar é preciso: cozinhar é uma forma de transmitir tradições, histórias e habilidades para futuras gerações e é também um passo importante para conquistar autonomia e saúde. Dentro desse assunto, palestras, oficinas e intervenções valorizam o diálogo entre o comer, o cozinhar e o resgate da importância dos alimentos frescos, nativos e tradicionais em nossa alimentação. 

Conexão é comida: comer envolve cultura, economia, biologia, psicologia, meio ambiente, geografia, politica, religião. Considerar todas essas dimensões é importante para construirmos uma consciência crítica sobre nossas práticas alimentares. 

Programação completa: sescsp.org.br/experimenta

Portal Sesc SP: https://www.sescsp.org.br/
Facebook: SESC em São Paulo
Instagram: SESCSP

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Com informações da Agência Lema.

O espetáculo Amaluna, do Cirque du Soleil, mostra uma misteriosa ilha governada por Deusas e guiada pelos ciclos da lua.

Como os demais espetáculos da trupe canadense, o público pode esperar muito malabarismo, saltos e pulos impressionantes. Além de um show de equilíbrio e destreza, com cenografia, figurino e luzes de tirar o fôlego.


O ponto alto do espetáculo para as crianças fica por conta de números como o Unicycle, quando duas artistas com uma imensa saia de aros dourados entram em cena montadas sobre monociclos e, como o vento, vão cruzando o caminho uma da outra enquanto fazem surpreendentes piruetas, ou ainda o 1000 Arms and Sticks, uma coreografia inspirada em uma dança ritual da Indonésia, que evoca a imagem de uma mulher com mil braços.

Visto por mais de 4 milhões de pessoas nas mais de 30 cidades que percorreu em 10 países desde 2012, “Amaluna” se passa em uma ilha de mesmo nome, governada por deusas e guiada pelos ciclos da lua. Para marcar a passagem de sua filha Miranda à idade adulta, a rainha Prospera comanda uma cerimônia que homenageia a feminilidade, a renovação, o renascimento e o equilíbrio.

Após uma tempestade causada pela rainha, um grupo de jovens desembarca no local, desencadeando uma emocionante história de amor entre a filha de Prospera e um bravo jovem pretendente. Mas o amor deles será posto à prova e o casal terá de enfrentar inúmeros obstáculos.

Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.

Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.A banda que acompanha o espetáculo, formada apenas por mulheres, é um show a parte. Seus impressionantes figurinos foram inspirados por nomes que vão de John Galliano a Tim Burton.

Essa é a primeira vez que o Cirque du Soleil monta uma apresentação formada majoritariamente por mulheres. “Amaluna” é dirigido por Diane Paulus, ganhadora do prêmio Tony, o Oscar do teatro norte-americano, que buscou referências em William Shakespeare e outros renomados autores teatrais para montar uma obra que focasse no universo feminino.

A banda que acompanha o espetáculo, formada apenas por mulheres, é um show a parte. Seus impressionantes figurinos foram inspirados por nomes que vão de John Galliano a Tim Burton.

Depois de São Paulo, o espetáculo segue para o Rio de Janeiro, quando entra em cartaz em 28 de dezembro no Parque Olímpico.

Serviço

Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.

Amaluna, do Cirque du Soleil

São Paulo

Quando: 5 de outubro ao dia 17 de dezembro. 
Onde: Parque Villa Lobos . 
Quanto: R$ 250 (setor 3), R$ 320 (setor 2), R$ 380 (setor 1) e R$ 450 (setor premium).
Vendas pela Tudus.

A trupe vai ser apresentar de terça a sexta-feira, às 21h, mas estão previstas sessões às 17h30 em algumas datas durante a semana. Aos sábados, às 17h30 e 21h, domingos, às 16h e 19h30.

Rio de Janeiro

Quando: 28 de dezembro ao dia 21 de janeiro de 2018. 
Onde: Parque Olímpico. 
Quanto: em breve. 
Vendas e classificação indicativa: em breve.

Atenção: Não é permitido qualquer tipo de fotografia ou filmagem dentro da Tenda Principal, antes, durante ou depois do espetáculo, mesmo que o show não esteja em curso.

Assista o trailer de “Amaluna“.

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Da Redação.

 

Com um acervo de 55 imagens, a exposição (Re)Conhecendo a Amazônia Negra traz, nas captações das lentes da fotógrafa Marcela Bonfim, um resgate da resistência e cultura negra e quilombola amazônica. O trabalho passou pelos estados de Rondônia e do Pará durante o ano passado e, neste sábado (7), chega à Caixa Cultural, em São Paulo.

Marcela Bonfim é paulistana, mas mora em Rondônia há sete anos. A mudança para a cidade se deu após o término da faculdade, quando a dificuldade na busca por emprego em São Paulo fez com que ela tivesse que encarar sua negritude e, consequentemente, o racismo. 

Formada em economia na PUC-SP, Marcela conta que, desde a infância, se considerou uma "negra embranquecida", na tentativa de ser aceita pelos colegas. Já na cidade de Porto Velho, ela começou a fotografar homens, mulheres e crianças do Vale do Guaporé, em busca da beleza da estética negra:

“Ao mesmo tempo em que é um resgate da minha história pessoal, é uma militância, aquela militância que eu nunca fiz.  A gente precisa reconhecer essa negritude amazônica, que é uma negritude esquecida. Eles [negros e negras] construíram a Amazônia, só que ninguém fala sobre isso. Ao mesmo tempo, o projeto também é essa tábua de salvação comigo mesma. Ele traz um pouco de dignidade não só pra mim, como para outros negros da Amazônia”.

Marcela Bonfim expõe imagens dos costumes e influências da Amazônia Negra.Marcela Bonfim expõe imagens dos costumes e influências da Amazônia Negra.As fotos foram tiradas no ano de 2013, período em que Marcela percorreu locais como quilombos, comunidades indígenas, penitenciárias, festejos religiosos e terreiros de candomblé. Foi aí que conheceu a história dos barbadianos, primeiros negros assalariados que chegaram no Brasil, vindo para a construção da estrada Madeira Mamoré: “Os negros do Maranhão e do Pará foram fluxos extremamente importantes, eles construíram Rondônia: as edificações, a borracha, o garimpo, a lavoura. A gente entra pelas linhas rurais, ela é toda negra, só que a terra não é do negro, a mão de obra é negra”.

Sobre os povos negros na Amazônia

A população negra amazônica foi constituída a partir de 1750 com o povoamento do Vale do Guaporé – que fica entre a Floresta Amazônica e Pantanal – por negros escravizados vindos de Vila Bela da Santíssima Trindade (MT), em decorrência do ouro e da construção do aparato colonial de defesa militar “Forte Príncipe da Beira”. A partir de 1870, outras migrações negras, principalmente do Pará e do Maranhão, chegaram à região para a extração da borracha e de minérios e metais preciosos nos períodos conhecidos como “Ciclo do Ouro” e “Ciclo da Borracha”.

Foto: Marcela BonfimFoto: Marcela Bonfim

Entre 1873 e 1912, trabalhadores barbadianos contribuíram com mão de obra qualificada para a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Esse foi considerado o primeiro fluxo migratório livre negro no Brasil e foi um elemento importante, principalmente, nas áreas da saúde, da educação e da religiosidade. E, a partir de 2011, imigrantes negros haitianos passaram a habitar a região norte e se espalhar pelo Brasil após fluxo migratório que ocorreu por conta dos desastres e demais dificuldades que enfrentavam em seu país naquele momento.

Sobre a fotógrafa Marcela Bonfim

Fotógrafa, Marcela Bonfim, 34, é formada em Ciências Econômicas (2008) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e é especialista em Direitos Humanos e Segurança Pública (2011) pela Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR). A fotografia entrou em sua vida no processo de resgate de sua identidade enquanto mulher negra, quando foi morar em Rondônia e entrou em contato com diferentes culturas, principalmente a dos barbadianos. Foi por meio das lentes que ela se aproximou das religiões de matriz africana e também de populações em situação de vulnerabilidade, fazendo de seu trabalho um espelho para si mesma.


Serviço

(Re) Conhecendo a Amazônia Negra
Local: CAIXA Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo – SP – (próxima à estação Sé do Metrô)
Abertura: Sábado, 7 de outubro, às 11 horas
Duração: De 7 de outubro a 17 de dezembro (terça-feira a domingo), das 9h às 19h
Entrada gratuita

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Com informações da CAIXA, Geledés e Brasil de Fato.

O Balé da Cidade de São Paulo apresenta Anatomia 01, criação da Francesca Harper inédita no mundo.

As apresentações serão acompanhadas da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, sob a regência do maestro Luis Gustavo Petri. No mesmo programa, a companhia reapresenta RISCO que inaugurou a gestão de Ismael Ivo na direção artística do grupo.

Anatomia 01 discute contextos históricos, gêneros e o momento atual que vivemos no mundo. Francesca Harper é a primeira coreógrafa internacional convidada por Ismael Ivo desde que assumiu a companhia em janeiro deste ano. A escolha de Harper para o Balé da Cidade se deve ao alto nível técnico da artista, destacando o trabalho icônico com William Forsythe (coreógrafo reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho com o Ballet de Frankfurt), bem como a sua objetividade em refletir os momentos da sociedade. “Francesca é um dos maiores nomes da dança atual contemporânea e é um orgulho trazer uma mulher como minha primeira coreógrafa internacional convidada”, afirma Ismael Ivo.

“Trabalhar com o Balé da Cidade tem sido um marco em minha experiência coreográfica. O processo não só foi criativo, mas recíproco. Recebi uma troca artística que é transformadora não apenas para minha arte diária, mas para minha vida”, explica Harper.

Francesca Harper

Francesca Harper. Foto: Richard Termaine.Francesca Harper. Foto: Richard Termaine.Bailarina e coreógrafa nova-iorquina, Francesca Harper tem um longo histórico profissional, tendo passado pelo Dance Theatre of Harlem, em Nova York. Um dos pontos altos da sua carreira se deu sob a direção do coreógrafo William Forsythe no Ballet Frankfurt, onde foi solista por 5 anos. Em Frankfurt, Francesca trabalhou com os designers Issey Miyake e Gianni Versace, e atuou no filme Dancing Pleats, uma retrospectiva de 30 anos do trabalho de design de Issey Miyake no Japão.

De volta à Nova York, Harper coreografou obras para o Alvin Ailey American Dance Theatre. As suas criações também já foram apresentadas no Ailey II, Tanz Graz, Hubbard Street II, Dallas Black Dance Theatre, entre outros. Harper também serviu como consultora de balé para o filme Cisne Negro, de Darren Aronofsky, e estrelado por Natalie Portman. Portman ganhou um Oscar por sua atuação na produção.

Francesca também foi destaque na ópera Zinnias – The Life of Clementine Hunter, dirigido por Robert Wilson. Ela recebeu um Prêmio de História Viva em 2013 durante o mês da história negra da Universidade de Long Island, em Nova York, nos Estados Unidos.

Risco

Cenas de ‘Risco‘, do Balé da Cidade de São Paulo. Foto: Arthur Costa / Divulgação.Cenas de ‘Risco‘, do Balé da Cidade de São Paulo. Foto: Arthur Costa / Divulgação.Sucesso de público e crítica, o Balé da Cidade de São Paulo reapresenta Risco. O trabalho, que teve a direção cênica de Sérgio Ferrara, reflete a busca de uma cidade em conviver com a diversidade de ideias e comportamentos. E, simultaneamente, buscar a igualdade de direitos. Na trilha da coreografia, Gustav Holst – Os Planetas: Marte, op. 32 (1914-16) e Otorino Respighi – Festas Romanas (1928). A criação também será executada em conjunto com a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, sob a regência do maestro Luís Gustavo Petri.

Risco estreou em março no Theatro Municipal de São Paulo e iniciou a temporada 2017 da companhia. A criação também marcou o retorno do bailarino Ismael Ivo ao Brasil depois de 32 anos de vivência no exterior.

Serviço

Balé da Cidade de São Paulo

Anatomia 1 – Estreia mundial
Coreografia e Cenário: Francesca Harper
Música: J. S. Bach , Paul Hindemith
Duração: 35 minutos

Risco – Instalação Coreográfica 
Estreado no Theatro Municipal em 24.03.2017
Direção: Sérgio Ferrara
Música: Gustav Holtz – Os Planetas: Marte
Duração: 35 minutos

Ismael Ivo, diretor artístico.

Theatro Municipal
Praça Ramos de Azevedo, s/nº.
Sé - São Paulo.

A estreia no dia 5 de outubro, às 20h, terá preço popular único de R$ 20, com direito à meia-entrada, para todos os setores.
Já nas outras datas, 6, 7, 8 e 14, às 20h, e no dia 15, às 17h, os ingressos para o setor 1 e 2 custarão R$ 40 e setor 3 , R$ 20.
As vendas estão acontecendo na bilheteria do Theatro Municipal (11 3053 2090).

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Com informações do Theatro Municipal.

Para comemorar seus 36 anos de carreira, Cassio Scapin traz de volta aos palcos uma de suas mais importantes criações, depois de 20 anos sem interpretá-lo. O mais conhecido e querido personagem, do Castelo Rá Tim Bum, está de volta em aventura inédita, com texto e direção de Mauricio Guilherme e produção de Rodrigo Velloni.

Acompanhado apenas do invisível Espírito da Aventura (na voz de Ney Matogrosso), o aprendiz de feiticeiro deixa o Castelo para cair na estrada e assim descobrir o sentido e a sensação do que é uma verdadeira aventura.

Como escolher para onde ir? Como se guiar? Que roupas levar? Com que meio de transporte? São tantas as perguntas para responder. E as possibilidades também. Sendo então nosso protagonista um jovem mágico, estas possibilidades se multiplicam em inúmeras outras.

Seja numa noite estrelada, num deserto escaldante, no alto do Monte Everest, no espaço sideral e até no fundo do mar, entre muitos outros lugares, explorar o desconhecido é o lema dessa viagem. Através de um novo olhar, Nino vai descobrindo o que é diferente no mundo e o que também pode vir a ser. Uma lição básica para todos que embarcam numa nova jornada, como a dele.

A montagem mostra um jeito completamente novo de reencontrar um velho amigo através de projeções arrojadas, truques cênicos, trilha especialmente composta e o talento de Scapin, o Nino original da série da TV Cultura que foi ao ar a partir de 1994 até 1997, com reprises até hoje.

Serviço
Admirável Nino Novo
Onde: Teatro das Artes - Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3.970, 3º piso, Pinheiros, SP.
Informações: 3034-0075.
Quando: 7/10 a 12/11 e reestreia em 13/1/2018.
Sábados e domingos, 14h e 17h. 
Duração: 60 minutos.
Recomendação: livre.
Gênero: para toda família.
Temporada: até 12 de Novembro.
Vendas: www.tudus.com.br

Foi lançada a campanha para o financiamento coletivo do 3º volume do livro ‘Prédios de São Paulo‘. Este será o último livro da série, completando a trilogia com um volume que será um mix de ícones e novos achados.

Serão mais prédios do que os já vistos nas outras edições alcançando mais apaixonados por São Paulo e pela arquitetura brasileira de qualidade.

O projeto online, que teve início em 2014, virou livro no ano de 2015, ganhou a segunda edição em 2016 e encerra agora a trilogia, com o lançamento da campanha de financiamento coletivo para o terceiro volume.

Depois de catalogar mais de 300 prédios que são verdadeiros marcos da arquitetura paulista, a terceira edição vai apresentar uma seleção de cerca de 40 grandes “achados”, edificações menos conhecidas que guardam características e histórias singulares. 

Todos os volumes da série foram feitos por financiamento coletivo. A equipe do ‘Prédios de São Paulo‘, formada por fotógrafos, designers, editores e arquitetos, levantou os recursos nas campanhas do primeiro (que teve até uma reimpressão, tamanha a demanda) e do segundo livro e espera quebrar novos recordes com a nova campanha.

Imagem: Divulgação.Imagem: Divulgação.Já foram produzidos mais de 8 mil exemplares da coleção ‘Prédios de São Paulo‘ – o que representa um número bastante expressivo para uma editora independente.

O volume 3

Edifício Washington na região do Minhocão. Imagem: Divulgação.Edifício Washington na região do Minhocão. Imagem: Divulgação.

Produzido pela GAPS Editora, o livro traz na capa um achado que se localiza de frente para o Minhocão, o Edifício Washington. Possui o mesmo formato quadradinho de 22 cm x 21 cm, capa dura e 228 páginas compostas por textos do idealizador Matteo Gavazzi, Ana Clara Queiroz, Bárbara Tegone, Octavio Pontedura, Alessandra Bolzani, Geraldo Antunes Bresciane, Camila Raghi, Rafael Escrivão Sorrigotto, Almiro Dias, Felipe Grifoni e Ana Paula Zonta; prefácio de André Scarpa; Fatos históricos dos prédios e fotografias, muitas fotografias, de Milena Leonel, Emiliano Hagge e Carolina Mossin.

A iniciativa

Criada em 2014 por Matteo Gavazzi, de 29 anos, a iniciativa cataloga imagens e informações históricas de edifícios da capital paulista. Já foram publicados, na página do Facebook e em dois volumes da série de livros Prédios de São Paulo, relatos descomplicados sobre aproximadamente 300 edificações. Um verdadeiro documento histórico e colaborativo sobre a memória e o patrimônio de São Paulo. Integram hoje a equipe: Matteo Gavazzi, Milena Leonel, Ana Clara Queiroz, Carolina Mossin e Emiliano Hagge.

Os organizadores da série de livros 'Prédios de São Paulo'. Imagem: Youtube / Reprodução.Os organizadores da série de livros 'Prédios de São Paulo'. Imagem: Youtube / Reprodução.A série ‘Prédios de São Paulo‘ já inspirou outras iniciativas pelo país, como o Prédios de Curitiba, Prédios de Salvador e o livro Casa e Chão, de Belo Horizonte. “Acho importante que esse projeto inspire as pessoas a tirar do papel as próprias ideias, a fazer acontecer iniciativas culturais. Acredito que o país está cheio de bons e importantes projetos que merecem ser viabilizados”, diz Matteo. Clique, assista o vídeo e saiba mais.

Siga a página do projeto no Facebook: www.facebook.com/prediosdesaopaulo

Acesse o link para participar da campanha e garantir o seu exemplar: https://www.catarse.me/prediosdesaopaulolivro3

Se você ainda não tem os outros livros da série essa será a última oportunidade pois a equipe está disponibilizando na campanha, os livros que sobraram dos outros financiamentos coletivos. Uma ótima oportunidade para quem quer juntar os 3 volumes! PS : os primeiros 50 apoiadores estão tendo frete grátis! Corra!

O lançamento do 3º volume acontecerá no Museu da Casa Brasileira, no próximo dia 16 de dezembro.