Cirque du Soleil exalta a feminilidade na superprodução ‘Amaluna‘ - São Paulo São

O espetáculo Amaluna, do Cirque du Soleil, mostra uma misteriosa ilha governada por Deusas e guiada pelos ciclos da lua.

Como os demais espetáculos da trupe canadense, o público pode esperar muito malabarismo, saltos e pulos impressionantes. Além de um show de equilíbrio e destreza, com cenografia, figurino e luzes de tirar o fôlego.


O ponto alto do espetáculo para as crianças fica por conta de números como o Unicycle, quando duas artistas com uma imensa saia de aros dourados entram em cena montadas sobre monociclos e, como o vento, vão cruzando o caminho uma da outra enquanto fazem surpreendentes piruetas, ou ainda o 1000 Arms and Sticks, uma coreografia inspirada em uma dança ritual da Indonésia, que evoca a imagem de uma mulher com mil braços.

Visto por mais de 4 milhões de pessoas nas mais de 30 cidades que percorreu em 10 países desde 2012, “Amaluna” se passa em uma ilha de mesmo nome, governada por deusas e guiada pelos ciclos da lua. Para marcar a passagem de sua filha Miranda à idade adulta, a rainha Prospera comanda uma cerimônia que homenageia a feminilidade, a renovação, o renascimento e o equilíbrio.

Após uma tempestade causada pela rainha, um grupo de jovens desembarca no local, desencadeando uma emocionante história de amor entre a filha de Prospera e um bravo jovem pretendente. Mas o amor deles será posto à prova e o casal terá de enfrentar inúmeros obstáculos.

Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.

Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.A banda que acompanha o espetáculo, formada apenas por mulheres, é um show a parte. Seus impressionantes figurinos foram inspirados por nomes que vão de John Galliano a Tim Burton.

Essa é a primeira vez que o Cirque du Soleil monta uma apresentação formada majoritariamente por mulheres. “Amaluna” é dirigido por Diane Paulus, ganhadora do prêmio Tony, o Oscar do teatro norte-americano, que buscou referências em William Shakespeare e outros renomados autores teatrais para montar uma obra que focasse no universo feminino.

A banda que acompanha o espetáculo, formada apenas por mulheres, é um show a parte. Seus impressionantes figurinos foram inspirados por nomes que vão de John Galliano a Tim Burton.

Depois de São Paulo, o espetáculo segue para o Rio de Janeiro, quando entra em cartaz em 28 de dezembro no Parque Olímpico.

Serviço

Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.Foto: Jean-Francois Gratton / Shoot Stud / Divulgação.

Amaluna, do Cirque du Soleil

São Paulo

Quando: 5 de outubro ao dia 17 de dezembro. 
Onde: Parque Villa Lobos . 
Quanto: R$ 250 (setor 3), R$ 320 (setor 2), R$ 380 (setor 1) e R$ 450 (setor premium).
Vendas pela Tudus.

A trupe vai ser apresentar de terça a sexta-feira, às 21h, mas estão previstas sessões às 17h30 em algumas datas durante a semana. Aos sábados, às 17h30 e 21h, domingos, às 16h e 19h30.

Rio de Janeiro

Quando: 28 de dezembro ao dia 21 de janeiro de 2018. 
Onde: Parque Olímpico. 
Quanto: em breve. 
Vendas e classificação indicativa: em breve.

Atenção: Não é permitido qualquer tipo de fotografia ou filmagem dentro da Tenda Principal, antes, durante ou depois do espetáculo, mesmo que o show não esteja em curso.

Assista o trailer de “Amaluna“.

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Da Redação.