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São Paulo São Exemplos

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O Plano do Verde e da Biodiversidade de Barcelona 2020 prevê metas importantes para a cidade espanhola. A ideia é que daqui a 3 anos a cidade dobre a quantidade de árvores e aumente para 11 m² o número de espaços verdes por habitantes. O projeto pretende criar 108 acres de novas áreas verdes até 2019 e mais de 400 hectares até 2020 na cidade catalã.
Os corredores lineares serão implementados ao longo da cidade, com muitas plantas e folhagens em suas calçadas, praças e canteiros. Imagem: Prefeitura de Barcelona.Os corredores lineares serão implementados ao longo da cidade, com muitas plantas e folhagens em suas calçadas, praças e canteiros. Imagem: Prefeitura de Barcelona.A Prefeitura destinará entre 45 e 50 milhões de euros para a criação de 44 hectares de infraestrutura verde até 2019, segundo anunciou a Secretária de Ecologia, Urbanismo e Mobilidade, Janet Sanz, em conferência de imprensa. 

O anúncio foi realizado durante a apresentação do Programa de Impulso à Infraestrutura Verde Urbana, um projeto apoiado em três eixos que visa aumentar em 165 hectares a quantidade de áreas verdes naturais até o ano de 2030, aumentando 1 metro quadrado de área verde por pessoa.

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A prefeita de Madri, Manuela Carmena, apresentou nesta quinta-feira um projeto para a remodelação da Gran Vía, uma das artérias mais emblemáticas da capital. A avenida vai ganhar, dentre outras medidas, faixas exclusivas para bicicletas. Também serão reduzidas as faixas destinadas aos veículos particulares e ampliadas as calçadas. Além disso, a via será fechada ao tráfego de não-moradores. Os grandes beneficiários dessas medidas serão os pedestres e os ciclistas.

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Foi inaugurado na quarta-feira (19) o projeto do escritório de arquitetura Snøhetta e da Times Square Alliance para reestruturação de 2,1 hectares da Times Square, em Nova York, nos Estados Unidos, com intuito de facilitar e aprimorar os espaços de circulação dos pedestres. A proposta transformou uma das áreas mais congestionadas de Nova York em uma grande praça pública de mais de 9 mil metros quadrados, aberta a pedestres e ciclistas.

Times Square, em Nova York, antes e depois. Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Times Square, em Nova York, antes e depois. Foto: Michael Grimm / NYC DOT.

A Times Square é um dos destinos mais procurados por turistas nos Estados Unidos, atraindo uma média de 45 milhões de visitantes anualmente. A infraestrutura do local se tornou antiquada conforme o tempo e, por isso, a necessidade de um novo projeto.

Entre as mudanças, está a instalação de dez bancos de granito de 15 metros de comprimento, que tornaram a área mais confortável; a duplicação da área de espaço para pedestres a partir da criação de cinco novas praças entre os cruzamentos das ruas; e a aplicação de concreto pré-moldado em dois acabamentos diferentes: liso e com pequenos discos de aço embutidos, que refletem as luzes das publicidades espalhadas pelo local.

Um grande detalhe da reinvenção foi a reconfiguração urbana, que, de acordo com os arquitetos, mais retirou do que adicionou ao local, visto que haviam vários obstáculos mal posicionados ao longo da Times Square que atrapalhavam a circulação e sua harmonia como sinais de trânsito, latas de lixos e demais itens que se encontravam em excesso.

Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Foto: Michael Grimm / NYC DOT.

Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Foto: Michael Grimm / NYC DOT.

Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Foto: Michael Grimm / NYC DOT.

Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Foto: Michael Grimm / NYC DOT.

Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Foto: Michael Grimm / NYC DOT.

"Concebido como um projeto cujo sucesso seria medido não só pela sua nova estética, mas também pelos benefícios físicos, psicológicos e econômicos de longo prazo em sua comunidade, a reinvenção de Times Square é um modelo para como o design de nossas paisagens urbanas pode melhorar a saúde e o bem-estar de seus usuários ao mesmo tempo que fornece uma etapa importante para a coleta pública ", disse o arquiteto e sócio fundador da Snøhetta, Craig Dykers.

Foto: Michael Grimm / NYC DOT.Foto: Michael Grimm / NYC DOT.

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Com informações do escritório Snøhetta e Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb.

 

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Desde o último dia 31 de março, em Marechal Thaumaturgo, no coração da Floresta Amazônica, detritos plásticos e latas de alumínio poderão ser trocados por alimentos cultivados localmente. O primeiro ecomercado indígena do Brasil foi inaugurado, por meio de uma parceria entre a Fundação House of Indians, instituição holandesa com sede em Bruxelas (Bélgica), e a Tribo Ashaninka do Rio Amônia, no Vale do Juruá.