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Se você está procurando a melhor cidade do mundo para viver, você terá novos argumentos em mãos. A EasyPark, startup europeia tem uma contribuição bem fundamentada e lançou um novo ranking das cidades "mais inteligentes" do mundo.

Segundo o relatório, estar preparada para futuro significa ser uma "cidade inteligente", o que atualmente é uma tendência. "Com o desenvolvimento da tecnologia, a sociedade está se transformando e cada vez mais se desenvolvem estudos para coletar dados tráfego urbano, níveis de poluição e o uso de energia, como o objetivo de tornar as cidades mais seguras, saudáveis e eficientes", aponta o documento.  

O aplicativo norueguês EasyPark, classificou 500 cidades ao redor do mundo com base em sete critérios amplos:  transporte e mobilidade, sustentabilidade, governança, economia, inovação, qualidade de vida e percepção externa.

Eles são subdivididos em outras 19 categorias como estacionamento inteligente, caronas compartilhadas, trânsito, transporte público, energia limpa, prédios inteligentes, planejamento urbano, educação, ecossistema empresarial, rede 4G, pontos de wi-fi, velocidade da internet, acesso online a serviços governamentais, nível de uso de smartphones, como a cidade está se tornando inteligente, qualidade de vida, participação cidadã, descarte de lixos e projeção ambiental. Para chegar a média final, todas as notas são somadas e divididas por 19.

Estocolmo, capital da Suécia, ocupa o terceiro lugar, a maior cidade da Suíça, Zurique, ocupa o quarto lugar, e Boston completa os cinco primeiros. Foto: City of Stockholm.Estocolmo, capital da Suécia, ocupa o terceiro lugar, a maior cidade da Suíça, Zurique, ocupa o quarto lugar, e Boston completa os cinco primeiros. Foto: City of Stockholm.

A capital da Dinamarca, Copenhague ocupa o primeiro lugar na lista das cidades mais habitáveis, classificando-se como um lugar que tornou a vida "mais suave ... através da digitalização" com base na gama de índices que vão do número de espaços verdes na cidade, o nível de desenvolvimento da habitação, o congestionamento do trânsito, a facilidade de acesso à internet, o nível de educação, o número de startups registradas e até a participação dos cidadãos nas eleições.

Copenhague não recebeu nota 10 em nenhuma categoria, mas com uma pontuação média de 8,24 em todas as categorias, encabeçou a lista de 500 cidades analisadas. Cingapura ocupa o segundo lugar no top10 que é dominado por cidades européias, mas também inclui duas cidades dos EUA - Boston e San Francisco.

Estocolmo, capital da Suécia, ocupa o terceiro lugar, a maior cidade da Suíça, Zurique, ocupa o quarto lugar, e Boston completa os cinco primeiros. A capital de Massachusetts, EUA, apareceu fortemente em todos os três critérios de sustentabilidade e foi a única cidade em todo o índice a alcançar a pontuação 10 em educação e inovação econômica.

Tóquio, no Japão aparece em sexto lugar no geral, antes da sétima colocada São Francisco (foto). Foto: The New Economy,Tóquio, no Japão aparece em sexto lugar no geral, antes da sétima colocada São Francisco (foto). Foto: The New Economy,
Tóquio, no Japão aparece em sexto lugar no geral, antes da sétima colocada São Francisco embora a “casa“ do Vale do Silício tenha batido todas as cidades no índice pelo critério de velocidade na internet. O hub tecnológico californiano foi o único a marcar um 10 perfeito nessa categoria específica.

A metrópole holandesa Amsterdam ocupou o oitavo lugar no geral, seguido de perto por Genebra, a segunda entrada da Suíça no top 10. Melbourne da Austrália completou a lista.

O ranking mais baixo na lista foi a capital alemã, Berlim, ganhando o 13º lugar, Londres do Reino Unido ficou no 17º e a metrópole francesa Paris no 20º lugar. O Canadá estava bem representado na mistura com Vancouver (11), Montreal (16) e Toronto (19), todos agarrados no top 20. Enquanto isso, Nova York e Washington D.C. ficaram para trás ao obter o 24º e 28º lugares, respectivamente.

A primeira brasileira na lista é São Paulo, que está na 80º posição com uma média final de 4,35 pontos. A segunda é Rio de Janeiro, na 86º posição, com 4,07 pontos.

Acesse o ranking da EasyPark.

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Por Damien Sharkov na Newsweek (I
nglês).

O fim do ano já chegou e com ele a nossa vontade de happy hour praticamente todos os dias. Pensando nessa ideia coletiva é que acontece entre os dias 14 e 26 deste mês a segunda edição do World Class Drink Festival, no qual mais de 150 casas de São Paulo, Rio e Brasília terão drinks exclusivos a R$ 25. 

Inspirado nas questões ambientais e climáticas, o tema para criação dos drinks em 2017 é sustentabilidade. A iniciativa promove a compreensão de como os bartenders podem se tornar mais sustentáveis no seu trabalho e os bares podem se tornar mais eficientes com a consciência sustentável nos drinks, não só evitando o desperdício de insumos e priorizando o uso de 100% dos ingredientes em cada receita, mas também de energia, água, tempo e espaço.

Além dos drinks especiais, o projeto traz experiências como aulas de coquetelaria e uma ação compre-ganhe com cards colecionáveis de drinks. O festival, parte da plataforma World Class, maior competição de coquetelaria do mundo, tem como objetivo desenvolver a coquetelaria no Brasil, que vem crescendo anualmente.

Integram também a programação do World Class Drink Festival aulas de drinks e experiências de harmonização com gastronomia. Nessas aulas, os interessados aprendem os segredos do preparo de drinks clássicos. Um exemplo é a de gim-tônica, realizada em parceria com a Schweppes.

Destaques

World Class Drink Festival 2017: drinks pelo preço promocional de 25 reais. Foto: Divulgação.World Class Drink Festival 2017: drinks pelo preço promocional de 25 reais. Foto: Divulgação.

No Rio de Janeiro, o bar Vizinho aparece entre os destaques. O Nosso, também participa do evento. Já em Brasília presença garantida do restaurante contemporâneo Universal, onde a chef Mara Alcamim pilota os fogões.

Entre os endereços paulistanos participantes do World Class Drink Festival estão as três casas da Forneria San Paolo, os bares Trabuca e Torero Valese e o restaurante Sal Gastronomia, do Masterchef Henrique Fogaça. Outras atrações, todas no Itaim Bibi, são o Méz, o Marakuthai, da chef Renata Vanzetto, e o Moma – Modern Mamma Osteria. Em Campinas, participa o Seo Rosa.

Durante as duas semanas do festival, os consumidores poderão voltar para casa com segurança. Através de uma parceria Drink Festival e 99, o festival vai oferecer R$15 de descontos nas corridas, promovendo o consumo responsável. É só seguir o perfil da @worldclassbr no Instagram para descobrir quais bares fazem parte e todos os detalhes dessa novidade!

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Da Redação.

Terceira edição do evento internacional em SP está marcada para os dias 22 e 23 de novembro. Foto: Caddah / Divulgação.Terceira edição do evento internacional em SP está marcada para os dias 22 e 23 de novembro. Foto: Caddah / Divulgação.

O What Design Can Do São Paulo – WDCDSP volta ao Brasil destacando o impacto social do design. A conferência anual se dedicará à questão mais importante de nosso tempo: as mudanças climáticas. Palestrantes de renome de todas as disciplinas do design farão parte do evento e irão explorar o papel que o design pode cumprir. Em paralelo, a Violência contra a Mulher segue sendo tema de pesquisa.

Neste ano, o evento será mais dinâmico do que nunca, com um expressivo conjunto de palestrantes do Brasil e do mundo. Incluindo o designer de comunicação Naresh Ramchandani (Pentagram UK), o arquiteto Guto Requena (BRA) e a holandesa Babette Porcelijn (autora do livro "The Hidden Impact").

O WDCDSP irá apresentar pela primeira vez a grande final do Climate Action Challenge, que convocou designers e criativos de diversas disciplinas a enviar suas propostas inovadoras para lidar com os impactos das mudanças climáticas. O júri internacional irá anunciar os vencedores no Teatro FAAP na manhã do dia 23 de novembro. Entre os membros da comissão estão Patricia Espinosa (Secretária Executiva da UNFCCC) e Nicole Oliveira (Diretora da 350.org na América Latina), que também participarão da conferência.

Neste ano, o evento será mais dinâmico do que nunca, com um expressivo conjunto de palestrantes do Brasil e do mundo. Foto: Caddah / Divulgação.Neste ano, o evento será mais dinâmico do que nunca, com um expressivo conjunto de palestrantes do Brasil e do mundo. Foto: Caddah / Divulgação.Richard van der Laken, cofundador e diretor criativo do WDCD, afirma: “As mudanças climáticas são um assunto extremamente importante que precisa ser direcionado para a comunidade criativa. O assunto corre o risco de se prender em sua própria bolha, mas os profissionais criativos não permitirão que isso aconteça no WDCD. Designers nascem otimistas, e nós iremos abordar esse assunto com um ponto de vista muito positivo.”

“A ideia de trazer o evento para o Brasil desde o início é alcançar as pessoas, dar acesso a experiências do mundo todo e estimular o brasileiro, que já é criativo por natureza”, diz Bebel Abreu, da Mandacaru, sócia do evento no Brasil.

Neste ano também como novidade a curadoria musical fica por conta do Sonora – Festival Internacional de Compositoras, um grupo de produtoras e artistas que lutam para promover o espaço feminino no mercado musical. As apresentações acontecem em dois momentos, nos dois dias e já estão confirmadas as cantoras Karina Buhr, Ekena e Luiza Lian. As picapes ficam a cargo de Miss Ma.

Alguns palestrantes do WDCD SP edição 2017:

Patricia Espinosa. Foto: ONU.Patricia Espinosa. Foto: ONU.

Patricia Espinosa (México): Política mexicana e ex-embaixadora do México na Alemanha e Áustria, atualmente Espinosa é Secretária Executiva do UNFCCC, nomeada em 2016 pelo Secretário Geral Ban Ki-Moon.

Fred Gelli: (Brasil): Cofundador e diretor criativo da Tátil, consultoria estratégica que utiliza o design para criar relações sustentáveis entre pessoas e marcas. Durante os últimos 15 anos, Fred também foi professor em universidades nas disciplinas de Ecodesign e Biomimética.

Naresh Ramchandani. Foto :Design Indaba.Naresh Ramchandani. Foto :Design Indaba.Naresh Ramchandani (Inglaterra): Cofundador da ONG ambiental Do The Green Thing, parceira da Pentagram, e divulgador da prática que ele chama de “comunicação consciente”.

Ana Toni (Brasil): Diretora colaborativa e consultora. É sócia na empresa de consultoria na GIP (Gestão do Interesse Público). Trabalhou como Diretora Executiva da ActionAid Brasil e foi a representante da Ford Foundation no país.

Kristian Koreman (Holanda): Fundador do estúdio de design ZUS [Zonas Urbanas Sensíveis] em 2001 com Elma von Boxel, onde desenvolve projetos originais ou sob demanda nos campos da arquitetura, paisagismo e urbanismo.

Os sócios Elma van Boxel e Kristian Koreman, Foto: ArchMarathon.Os sócios Elma van Boxel e Kristian Koreman, Foto: ArchMarathon.Juliana Proserpio (Brasil): Cofundadora e diretora de criação da Echos - Laboratório de Inovação​. A Echos trabalha projetos de inovação, como uma escola de design thinking e com o design de futuros desejáveis. Em parceria com o WDCD vem desenvolvendo um trabalho sobre o futuro do Brasil como um país que assegura a liberdade feminina. 

Juliana de Faria (Brasil): É jornalista de moda, ex-editora da ELLE Brazil, fundou a Think Olga em 2013 junto com as especialistas em marketing Nana Lima e Maíra Liguori. Think Olga empodera mulheres no Brasil, dando elas voz e autoconfiança. 



What Design Can Do São Paulo
Dias 22 e 23 de novembro, das 9h30 às 18h30.
FAAP: Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo
Veja programação completa no site: www.whatdesigncando.com.br
Ingressos: http://www.whatdesigncando.com/brazil-2017/tickets/

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Com informações de Juliana Gola / WDCDSP.

O Centro Universitário Belas Artes de São Paulo desenvolveu a exposição O Circuito dos Alimentos na cidade de São Paulo para representar o município na Bienal de Arquitetura de Seul 2017. Em uma megacidade como São Paulo, onde as pessoas sofrem os perigos da alienação e da insegurança nutricional, o circuito alimentar é uma questão estratégica.

Além de ser uma dimensão-chave da questão urbana, é fundamental na busca da sustentabilidade urbana e da equidade social. Em São Paulo, os circuitos alimentares de curta distância que conectam e aproximam os locais de produção, armazenamento, distribuição e consumo de alimentos saudáveis e naturais, produzidos sem pesticidas, ajudam a conter a expansão urbana precária e informal nas periferias, especialmente nos mananciais. 

Com base em um estudo já existente da Prefeitura, o grupo criou uma proposição dos vários caminhos que o alimento percorre e que impactam diretamente na saúde pública da cidade. O projeto entende que os circuitos alimentares de uma cidade como São Paulo – com 12 milhões de habitantes - é uma questão estratégica por ser fundamental na busca da sustentabilidade urbana e igualdade social. 
 
Localizado no Dongdaemun Design Plaza, complexo multiuso projetado pela arquiteta iraquiana Zaha Hadid, o estande da Belas Artes representa o fluxograma da entrada de alimentos em São Paulo e propõe a formação de circuitos que conectem locais de produção, armazenamento, distribuição e consumo de alimentos agrícolas que já existem no município de São Paulo. 

O texto abaixo, desenvolvido por Kazuo Nakano, clarifica essas questões e norteou o trabalho.

A Questão Alimentar Urbana

A alienação alimentar vivida pelos moradores das grandes cidades é algo evidente. Eles não sabem o que comem. Foto ShutterStock.A alienação alimentar vivida pelos moradores das grandes cidades é algo evidente. Eles não sabem o que comem. Foto ShutterStock.Em um mundo cada vez mais urbanizado, as necessidades básicas de um número crescente de pessoas são atendidas nas cidades, especialmente nas megacidades como a metrópole e o município de São Paulo, com 21 e 12 milhões de habitantes, respectivamente.

Assim como o acesso constante à água potável, o acesso ao alimento adequado e nutritivo em quantidade suficiente é uma das necessidades humanas mais básicas que precisa ser satisfeita para garantir a sobrevivência.

Os 12 milhões de habitantes do município de São Paulo ingerem milhões de refeições diariamente. Uma multidão de bocas e de aparelhos digestivos são acionados em diferentes momentos do dia e da noite para deglutir diversos tipos de alimentos, uns mais saudáveis do que outros.

Milhares de toneladas de alimentos naturais e industrializados são consumidos nos 3 milhões de domicílios e nos 12.500 restaurantes existentes no município de São Paulo. Esses restaurantes, localizados no maior município da metrópole, vendem 1.700.000 refeições por dia. Estima-se que 30% dos alimentos que entram nas moradias são desperdiçados.

Os 12 milhões de habitantes do município de São Paulo ingerem milhões de refeições diariamente. Foto: Denise Xavier.Os 12 milhões de habitantes do município de São Paulo ingerem milhões de refeições diariamente. Foto: Denise Xavier.Em geral, a maioria das pessoas que vive nas grandes cidades não sabem a origem dos alimentos consumidos no café da manhã, no almoço e no jantar. Tanto os alimentos naturais (animais e vegetais) quanto os industrializados, comercializados velozmente naquelas grandes cidades, percorrem longos e diversificados trajetos que ligam os locais de produção aos locais de consumo final nas casas, bares, restaurantes e padarias, dentre outros estabelecimentos comerciais que funcionam em São Paulo.

As grandes cidades possuem verdadeiros circuitos alimentares que conectam locais de produção, armazenamento, distribuição, comercialização, consumo e disposição final de resíduos sólidos gerados pelo consumo alimentar. Muitos desses circuitos possuem problemas de funcionamento e provocam impactos ambientais negativos. A imensa demanda por alimentos existentes nas grandes cidades como São Paulo faz com que tais circuitos alcance locais bastante distantes. O consumo de alimentos importados baseia-se em circuitos que envolvem outros países e continentes. Diante disso, os habitantes das grandes cidades ficam cada vez mais alienados em relação às origens dos alimentos por eles ingeridos cotidianamente.

A alienação alimentar vivida pelos moradores das grandes cidades é algo evidente. Eles não sabem o que comem. Não sabem a origem daquilo que comem. Não sabem as condições daquilo que comem. Não sabem os efeitos daquilo que comem. Afora os problemas sanitários dos alimentos vigiados, controlados e fiscalizados por órgãos governamentais, há um desconhecimento generalizado em relação aos efeitos positivos e negativos que os alimentos consumidos podem provocar no organismo humano. Isso gera uma grave situação de insegurança alimentar e nutricional que afeta todos os grupos sociais que habitam o município de São Paulo, principalmente os mais pobres.

Junto com outros aspectos da vida urbana (como o stress e o sedentarismo), a alienação e insegurança alimentar e nutricional, bem como o excessivo consumo de alimentos industrializados, podem ser apontados como as causas do sobrepeso e da obesidade de jovens e adultos que fazem parte da população do município de São Paulo aonde, em 2012, aproximadamente 17,5% dos jovens de 12 a 18 anos tinham sobrepeso e 5,5% eram obesos.

Dentre os adultos com mais de 18 anos daquele município, 52% tinham sobrepeso e 18% eram obesos.

Iustração: Ivan Pereira AlvesIustração: Ivan Pereira Alves

Os circuitos alimentares curtos propostos pelo governo do município de São Paulo devem incluir, basicamente:

  • Os produtores agrícolas – atualmente, há mais de 400 produtores agrícolas somente nas zonas rurais das porções sul do município de São Paulo;
  • Os centros de armazenamento e distribuição mantidos pelo governo municipal – há um desses centros em funcionamento desde 1995 no sul do município de São Paulo, com 7,6 mil metros quadrados de área, e há projeto para implantar outro desses centros na parte leste daquele município;
  • As instituições de capacitação e assistência técnica ao produtor agrícola mantidas pelo governo municipal – atualmente há 2 instituições desse tipo em funcionamento no município de São Paulo, denominadas Casas de Agricultura Ecológica, uma localizada na parte sul e outra na parte leste da cidade;
  • As escolas municipais – o município de São Paulo possui 2,5 mil escolas municipais de ensino fundamental aonde são servidas, diariamente, 2 milhões de refeições aos estudantes nas quais são utilizadas 2,3 toneladas de frutas e legumes todos os meses;
  • Os mercados municipais – o município de São Paulo possui 32 mercados municipais localizados em diferentes bairros da cidade e dedicados, principalmente, à comercialização de alimentos agrícolas;
  • Os restaurantes populares estaduais – o município de São Paulo possui 21 restaurantes geridos por entidades privadas aonde são servidas refeições a preços muito baixos subsidiadas pelo governo do Estado de São Paulo;
  • As feiras de rua – atualmente, há 880 feiras de rua no município de São Paulo cujas bancas são montadas, semanal ou diariamente, em ruas e espaços públicos aonde comercializam, principalmente, frutas, verduras, legumes e pescados, dentre outros tipos de alimentos;
  • As usinas de compostagem – por enquanto, o município de São Paulo possui somente 1 usina de compostagem que processa 5 toneladas de resíduos sólidos orgânicos oriundos de podas de árvores e de parte das feiras de rua.

Em 2016, a Bloomberg Philantropies concedeu um prêmio de US$ 5 milhões para o governo do município de São Paulo a fim de apoiar a implementação daquele circuito curto alimentar.

Assista o video “São Paulo Food Circuit - Bienal de Arquitetura Seul 2017“ produzido pela Equipe Belas Artes.

Para mais informações sobre a Bienal de Arquitetura de Seul, acesse: http://seoulbiennale.org/en/

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Fontes: Arch Daily Brasil e Centro Universitário Belas Artes.

'Pare Azul' da Appmoove.'Pare Azul' da Appmoove.O mercado de mobilidade urbana é uma área muito explorada pelas startups. O empreendedor Nichollas Marshell é um Nichollas Marshell. Foto: Divulgação.Nichollas Marshell. Foto: Divulgação.fornecedor da prefeitura de São Paulo e conta quais são os desafios enfrentados para virar um fornecedor da administração pública. Ele criou um app de zona azul, que é um sistema de estacionamento rotativo em São Paulo.

A cidade de São Paulo tem cerca de 40 mil vagas de Zona Azul, que só podem ser pagas em aplicativos. A empresa do Nichollas é uma das 16 fornecedoras do serviço em SP. O projeto envolve não só o aplicativo, mas também a customização, de acordo com o que a prefeitura quer disponibilizar, como preço e informação, já que é um serviço público feito por uma empresa privada. E tem que ser feito de uma forma bem criteriosa.

Os cuidados começam já no processo que escolhe a empresa que vai ser contratada: por meio de licitação. Com a prestação de serviço para a prefeitura de São Paulo, Nichollas Marshell fatura R$ 80 mil por mês e agora vai começar a atuar em mais duas cidades.

O professor de estratégia do Insper, Sandro Cabral, explica que caso a empresa não cumpra aquilo que foi prometido, pode sofrer sanções e essas sanções variam de multas até a impossibilidade de realizar transações com o governo no futuro.

O aplicativo criado pelo Nicholas funciona assim: o motorista seleciona o veículo que quer estacionar e o período de tempo que quer estacionar. E a compra de créditos para pagar as vagas também é feita pelo próprio aplicativo, que mostra no mapa quais ruas têm o estacionamento rotativo. O empresário explica que há dois anos não se falava de Zona Azul de app digital.

Em São Paulo, o serviço acabou de completar um ano de uso. A capital paulista foi a cidade pioneira a ser 100% digital nessa questão. A cidade tem mais de 8,5 milhões de veículos.Ou seja, há muito espaço para vender para o governo no Brasil, onde 13% do PIB são compostos por compras públicas.

AppMoove - Pare Azul

Contato: [email protected]
Site: www.pareazul.com.brwww.appmoove.com.br

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Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

Entre os dias 5 e 12 de novembro, a capital paulista recebe a terceira edição da São Paulo Tech Week (SPTW). O evento busca reforçar o posicionamento da cidade como hub global de inovação e estimula as organizações a utilizarem a semana como plataforma para negócios, para exposição de produtos e serviços inovadores e para formar novos talentos.

A expectativa é que sejam realizados mais de 200 eventos focados no futuro da tecnologia, envolvendo cerca de 75 mil pessoas e incentivando a geração de negócios e as iniciativas sociais para inclusão digital, desenvolvimento e formação de novos talentos.

Evento terá também a apresentação dos conceitos da Inteligência Artificial de uma maneira prática e acessível. Imagem: iStock.Evento terá também a apresentação dos conceitos da Inteligência Artificial de uma maneira prática e acessível. Imagem: iStock.O presidente da São Paulo Negócios, agência responsável pela organização da SPTW, Juan Quirós, enfatiza que o objetivo do festival é espalhar pela cidade diversas atrações explorando o que promete ser o futuro, fazendo do município palco para experimentação de tecnologias inovadoras. “O importante é mostrar ao Brasil e ao mundo que São Paulo é o lugar certo para investir e fazer negócios em tecnologia”, destaca Quirós.

Um dos eventos-âncora do festival, o IT Forum Expo acontece nos dias 7 e 8 de novembro, espera 8 mil profissionais da área e trará palestrantes como Lucas Vargas, CEO do Viva Real; Marco Antonio Carvalho, Head de Growth Management Latam do Facebook; Fernando Nogueira Cesar, Gerente de OEM e Soluções IoT da Dell; Marcelo Porto, presidente da IBM Brasil; e Fiamma Zarife, diretora-geral do Twitter no Brasil, entre muitos outros.

Outros destaques da agenda:

- Remada na Quebrada [5 de novembro]: ação gratuita mantida por moradores do Grajaú (zona sul da capital paulista) para estimular a prática do remo e o contato com a represa Billings. Na SPTW, o projeto irá realizar um workshop  – livre para todas as idades – que promove a vivência náutica com barcos feitos com garrafas Pets. A atividade custa R$25,00 por participante e acontece das 10h às 13h.

- B2Mamy Start Social [7 de novembro]: em parceria com a Adesampa, o B2Mamy Start Social vai conectar e preparar mães para o ecossistema empreendedor. Será um dia inteiro de inovação para as mães empreendedoras que movimentam a economia em comunidades da cidade de São Paulo. O evento é gratuito e acontece das 9h às 18h.

- Oficina de pilotagem de drones [7 de novembro]: esta oficina tem como objetivo introduzir os conhecimentos e práticas de pilotagem de três diferentes tipos de drones. A oficina acontece das 13h às 17h e é destinada a maiores de 16 anos. Valor R$150,00.

- Oficina de montagem de drones [9 de novembro]: oficina que tem como objetivo a iniciação as técnicas e informações necessárias para a construção de pequenos drones. O evento acontece das 13h às 17h e é destinada a maiores de 16 anos. Valor R$150,00.

- Hypnocreative [10, 11 e 12 de novembro]: treinamento vivencial que aborda os desafios e dilemas enfrentados nos novos contextos, capacitando os participantes para a compreensão dos fluxos criativos por meio de técnicas de hipnose. O workshop acontece a partir das 19h30 no dia 10 e nos dias 11 e 12 o dia inteiro. O valor é R$1.800,00.

- Impressão 3D – aprenda a materializar seus objetos digitais [11 de novembro]: curso que aborda os conceitos básicos de operação, configuração e manutenção de impressoras 3D, desde a obtenção do arquivo 3D até o acabamento da peça impressa e solução dos problemas mais comuns. O workshop acontece das 9h às 17h e custa R$400,00.

- Mini Robôs Artistas [6 e 7 de novembro]: os adolescentes do Projeto Arrastão montarão “bichos robôs” com peças cortadas a laser, mini motores elétricos e sucatas. Cada robô fará desenhos com canetas acopladas em suas pernas. No dia 6, a oficina acontece das 8h30 às 11h e no dia 7, das 13h30 às 16h.

- Game Design [7 de novembro]: Heloísa Yoshioka ensina a projetar a estrutura de jogos online e offiline. Este workshop acontece das 19h30 às 22h30 e tem valor de R$112,50 e é destinado a designers, gamers e curiosos pela área.

- Oficina Agro – Sensorizando sua horta [8 de novembro]: nesta oficina será conectado uma série de sensores a uma planta. A ideia é mostrar que fazer um protótipo eletrônico nos dias de hoje utilizando o IBM Bluemix é mais fácil do que se imagina. O evento é gratuito e acontece às 19h.

- Introdução à Inteligência Artificial [11 de novembro]: apresentação dos conceitos da Inteligência Artificial de uma maneira prática e acessível. O evento é gratuito e acontece das 9h às 17h.

- Minas Programam na Arena Black Rocks [11 de novembro]: a atividade na Arena Black Rocks é composta por dois momentos. Primeiro, uma conversa sobre a presença das mulheres na tecnologia, divisão sexual do trabalho e racismo no setor da tecnologia. Em seguida, uma atividade prática de introdução à programação, com dicas de como se tornar uma programadora e se identificar com uma linguagem de programação. A atividade é gratuita.

As inscrições para as empresas interessadas em promover eventos durante a SPTW podem ser realizadas no site www.saopaulotechweek.com, onde também é possível conferir a agenda completa do festival.

Serviço

São Paulo Tech Week
Quando: de 5 a 12 de novembro de 2017.
Onde: Transamerica Expo Center e outros locais de São Paulo.
Agenda: www.saopaulotechweek.com/techlovers
Informações: www.saopaulotechweek.com

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Com informações Pineapple Hub.