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O fim do ano já chegou e com ele a nossa vontade de happy hour praticamente todos os dias. Pensando nessa ideia coletiva é que acontece entre os dias 14 e 26 deste mês a segunda edição do World Class Drink Festival, no qual mais de 150 casas de São Paulo, Rio e Brasília terão drinks exclusivos a R$ 25. 

Inspirado nas questões ambientais e climáticas, o tema para criação dos drinks em 2017 é sustentabilidade. A iniciativa promove a compreensão de como os bartenders podem se tornar mais sustentáveis no seu trabalho e os bares podem se tornar mais eficientes com a consciência sustentável nos drinks, não só evitando o desperdício de insumos e priorizando o uso de 100% dos ingredientes em cada receita, mas também de energia, água, tempo e espaço.

Além dos drinks especiais, o projeto traz experiências como aulas de coquetelaria e uma ação compre-ganhe com cards colecionáveis de drinks. O festival, parte da plataforma World Class, maior competição de coquetelaria do mundo, tem como objetivo desenvolver a coquetelaria no Brasil, que vem crescendo anualmente.

Integram também a programação do World Class Drink Festival aulas de drinks e experiências de harmonização com gastronomia. Nessas aulas, os interessados aprendem os segredos do preparo de drinks clássicos. Um exemplo é a de gim-tônica, realizada em parceria com a Schweppes.

Destaques

World Class Drink Festival 2017: drinks pelo preço promocional de 25 reais. Foto: Divulgação.World Class Drink Festival 2017: drinks pelo preço promocional de 25 reais. Foto: Divulgação.

No Rio de Janeiro, o bar Vizinho aparece entre os destaques. O Nosso, também participa do evento. Já em Brasília presença garantida do restaurante contemporâneo Universal, onde a chef Mara Alcamim pilota os fogões.

Entre os endereços paulistanos participantes do World Class Drink Festival estão as três casas da Forneria San Paolo, os bares Trabuca e Torero Valese e o restaurante Sal Gastronomia, do Masterchef Henrique Fogaça. Outras atrações, todas no Itaim Bibi, são o Méz, o Marakuthai, da chef Renata Vanzetto, e o Moma – Modern Mamma Osteria. Em Campinas, participa o Seo Rosa.

Durante as duas semanas do festival, os consumidores poderão voltar para casa com segurança. Através de uma parceria Drink Festival e 99, o festival vai oferecer R$15 de descontos nas corridas, promovendo o consumo responsável. É só seguir o perfil da @worldclassbr no Instagram para descobrir quais bares fazem parte e todos os detalhes dessa novidade!

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Da Redação.

Terceira edição do evento internacional em SP está marcada para os dias 22 e 23 de novembro. Foto: Caddah / Divulgação.Terceira edição do evento internacional em SP está marcada para os dias 22 e 23 de novembro. Foto: Caddah / Divulgação.

O What Design Can Do São Paulo – WDCDSP volta ao Brasil destacando o impacto social do design. A conferência anual se dedicará à questão mais importante de nosso tempo: as mudanças climáticas. Palestrantes de renome de todas as disciplinas do design farão parte do evento e irão explorar o papel que o design pode cumprir. Em paralelo, a Violência contra a Mulher segue sendo tema de pesquisa.

Neste ano, o evento será mais dinâmico do que nunca, com um expressivo conjunto de palestrantes do Brasil e do mundo. Incluindo o designer de comunicação Naresh Ramchandani (Pentagram UK), o arquiteto Guto Requena (BRA) e a holandesa Babette Porcelijn (autora do livro "The Hidden Impact").

O WDCDSP irá apresentar pela primeira vez a grande final do Climate Action Challenge, que convocou designers e criativos de diversas disciplinas a enviar suas propostas inovadoras para lidar com os impactos das mudanças climáticas. O júri internacional irá anunciar os vencedores no Teatro FAAP na manhã do dia 23 de novembro. Entre os membros da comissão estão Patricia Espinosa (Secretária Executiva da UNFCCC) e Nicole Oliveira (Diretora da 350.org na América Latina), que também participarão da conferência.

Neste ano, o evento será mais dinâmico do que nunca, com um expressivo conjunto de palestrantes do Brasil e do mundo. Foto: Caddah / Divulgação.Neste ano, o evento será mais dinâmico do que nunca, com um expressivo conjunto de palestrantes do Brasil e do mundo. Foto: Caddah / Divulgação.Richard van der Laken, cofundador e diretor criativo do WDCD, afirma: “As mudanças climáticas são um assunto extremamente importante que precisa ser direcionado para a comunidade criativa. O assunto corre o risco de se prender em sua própria bolha, mas os profissionais criativos não permitirão que isso aconteça no WDCD. Designers nascem otimistas, e nós iremos abordar esse assunto com um ponto de vista muito positivo.”

“A ideia de trazer o evento para o Brasil desde o início é alcançar as pessoas, dar acesso a experiências do mundo todo e estimular o brasileiro, que já é criativo por natureza”, diz Bebel Abreu, da Mandacaru, sócia do evento no Brasil.

Neste ano também como novidade a curadoria musical fica por conta do Sonora – Festival Internacional de Compositoras, um grupo de produtoras e artistas que lutam para promover o espaço feminino no mercado musical. As apresentações acontecem em dois momentos, nos dois dias e já estão confirmadas as cantoras Karina Buhr, Ekena e Luiza Lian. As picapes ficam a cargo de Miss Ma.

Alguns palestrantes do WDCD SP edição 2017:

Patricia Espinosa. Foto: ONU.Patricia Espinosa. Foto: ONU.

Patricia Espinosa (México): Política mexicana e ex-embaixadora do México na Alemanha e Áustria, atualmente Espinosa é Secretária Executiva do UNFCCC, nomeada em 2016 pelo Secretário Geral Ban Ki-Moon.

Fred Gelli: (Brasil): Cofundador e diretor criativo da Tátil, consultoria estratégica que utiliza o design para criar relações sustentáveis entre pessoas e marcas. Durante os últimos 15 anos, Fred também foi professor em universidades nas disciplinas de Ecodesign e Biomimética.

Naresh Ramchandani. Foto :Design Indaba.Naresh Ramchandani. Foto :Design Indaba.Naresh Ramchandani (Inglaterra): Cofundador da ONG ambiental Do The Green Thing, parceira da Pentagram, e divulgador da prática que ele chama de “comunicação consciente”.

Ana Toni (Brasil): Diretora colaborativa e consultora. É sócia na empresa de consultoria na GIP (Gestão do Interesse Público). Trabalhou como Diretora Executiva da ActionAid Brasil e foi a representante da Ford Foundation no país.

Kristian Koreman (Holanda): Fundador do estúdio de design ZUS [Zonas Urbanas Sensíveis] em 2001 com Elma von Boxel, onde desenvolve projetos originais ou sob demanda nos campos da arquitetura, paisagismo e urbanismo.

Os sócios Elma van Boxel e Kristian Koreman, Foto: ArchMarathon.Os sócios Elma van Boxel e Kristian Koreman, Foto: ArchMarathon.Juliana Proserpio (Brasil): Cofundadora e diretora de criação da Echos - Laboratório de Inovação​. A Echos trabalha projetos de inovação, como uma escola de design thinking e com o design de futuros desejáveis. Em parceria com o WDCD vem desenvolvendo um trabalho sobre o futuro do Brasil como um país que assegura a liberdade feminina. 

Juliana de Faria (Brasil): É jornalista de moda, ex-editora da ELLE Brazil, fundou a Think Olga em 2013 junto com as especialistas em marketing Nana Lima e Maíra Liguori. Think Olga empodera mulheres no Brasil, dando elas voz e autoconfiança. 



What Design Can Do São Paulo
Dias 22 e 23 de novembro, das 9h30 às 18h30.
FAAP: Rua Alagoas, 903, Higienópolis, São Paulo
Veja programação completa no site: www.whatdesigncando.com.br
Ingressos: http://www.whatdesigncando.com/brazil-2017/tickets/

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Com informações de Juliana Gola / WDCDSP.

O Centro Universitário Belas Artes de São Paulo desenvolveu a exposição O Circuito dos Alimentos na cidade de São Paulo para representar o município na Bienal de Arquitetura de Seul 2017. Em uma megacidade como São Paulo, onde as pessoas sofrem os perigos da alienação e da insegurança nutricional, o circuito alimentar é uma questão estratégica.

Além de ser uma dimensão-chave da questão urbana, é fundamental na busca da sustentabilidade urbana e da equidade social. Em São Paulo, os circuitos alimentares de curta distância que conectam e aproximam os locais de produção, armazenamento, distribuição e consumo de alimentos saudáveis e naturais, produzidos sem pesticidas, ajudam a conter a expansão urbana precária e informal nas periferias, especialmente nos mananciais. 

Com base em um estudo já existente da Prefeitura, o grupo criou uma proposição dos vários caminhos que o alimento percorre e que impactam diretamente na saúde pública da cidade. O projeto entende que os circuitos alimentares de uma cidade como São Paulo – com 12 milhões de habitantes - é uma questão estratégica por ser fundamental na busca da sustentabilidade urbana e igualdade social. 
 
Localizado no Dongdaemun Design Plaza, complexo multiuso projetado pela arquiteta iraquiana Zaha Hadid, o estande da Belas Artes representa o fluxograma da entrada de alimentos em São Paulo e propõe a formação de circuitos que conectem locais de produção, armazenamento, distribuição e consumo de alimentos agrícolas que já existem no município de São Paulo. 

O texto abaixo, desenvolvido por Kazuo Nakano, clarifica essas questões e norteou o trabalho.

A Questão Alimentar Urbana

A alienação alimentar vivida pelos moradores das grandes cidades é algo evidente. Eles não sabem o que comem. Foto ShutterStock.A alienação alimentar vivida pelos moradores das grandes cidades é algo evidente. Eles não sabem o que comem. Foto ShutterStock.Em um mundo cada vez mais urbanizado, as necessidades básicas de um número crescente de pessoas são atendidas nas cidades, especialmente nas megacidades como a metrópole e o município de São Paulo, com 21 e 12 milhões de habitantes, respectivamente.

Assim como o acesso constante à água potável, o acesso ao alimento adequado e nutritivo em quantidade suficiente é uma das necessidades humanas mais básicas que precisa ser satisfeita para garantir a sobrevivência.

Os 12 milhões de habitantes do município de São Paulo ingerem milhões de refeições diariamente. Uma multidão de bocas e de aparelhos digestivos são acionados em diferentes momentos do dia e da noite para deglutir diversos tipos de alimentos, uns mais saudáveis do que outros.

Milhares de toneladas de alimentos naturais e industrializados são consumidos nos 3 milhões de domicílios e nos 12.500 restaurantes existentes no município de São Paulo. Esses restaurantes, localizados no maior município da metrópole, vendem 1.700.000 refeições por dia. Estima-se que 30% dos alimentos que entram nas moradias são desperdiçados.

Os 12 milhões de habitantes do município de São Paulo ingerem milhões de refeições diariamente. Foto: Denise Xavier.Os 12 milhões de habitantes do município de São Paulo ingerem milhões de refeições diariamente. Foto: Denise Xavier.Em geral, a maioria das pessoas que vive nas grandes cidades não sabem a origem dos alimentos consumidos no café da manhã, no almoço e no jantar. Tanto os alimentos naturais (animais e vegetais) quanto os industrializados, comercializados velozmente naquelas grandes cidades, percorrem longos e diversificados trajetos que ligam os locais de produção aos locais de consumo final nas casas, bares, restaurantes e padarias, dentre outros estabelecimentos comerciais que funcionam em São Paulo.

As grandes cidades possuem verdadeiros circuitos alimentares que conectam locais de produção, armazenamento, distribuição, comercialização, consumo e disposição final de resíduos sólidos gerados pelo consumo alimentar. Muitos desses circuitos possuem problemas de funcionamento e provocam impactos ambientais negativos. A imensa demanda por alimentos existentes nas grandes cidades como São Paulo faz com que tais circuitos alcance locais bastante distantes. O consumo de alimentos importados baseia-se em circuitos que envolvem outros países e continentes. Diante disso, os habitantes das grandes cidades ficam cada vez mais alienados em relação às origens dos alimentos por eles ingeridos cotidianamente.

A alienação alimentar vivida pelos moradores das grandes cidades é algo evidente. Eles não sabem o que comem. Não sabem a origem daquilo que comem. Não sabem as condições daquilo que comem. Não sabem os efeitos daquilo que comem. Afora os problemas sanitários dos alimentos vigiados, controlados e fiscalizados por órgãos governamentais, há um desconhecimento generalizado em relação aos efeitos positivos e negativos que os alimentos consumidos podem provocar no organismo humano. Isso gera uma grave situação de insegurança alimentar e nutricional que afeta todos os grupos sociais que habitam o município de São Paulo, principalmente os mais pobres.

Junto com outros aspectos da vida urbana (como o stress e o sedentarismo), a alienação e insegurança alimentar e nutricional, bem como o excessivo consumo de alimentos industrializados, podem ser apontados como as causas do sobrepeso e da obesidade de jovens e adultos que fazem parte da população do município de São Paulo aonde, em 2012, aproximadamente 17,5% dos jovens de 12 a 18 anos tinham sobrepeso e 5,5% eram obesos.

Dentre os adultos com mais de 18 anos daquele município, 52% tinham sobrepeso e 18% eram obesos.

Iustração: Ivan Pereira AlvesIustração: Ivan Pereira Alves

Os circuitos alimentares curtos propostos pelo governo do município de São Paulo devem incluir, basicamente:

  • Os produtores agrícolas – atualmente, há mais de 400 produtores agrícolas somente nas zonas rurais das porções sul do município de São Paulo;
  • Os centros de armazenamento e distribuição mantidos pelo governo municipal – há um desses centros em funcionamento desde 1995 no sul do município de São Paulo, com 7,6 mil metros quadrados de área, e há projeto para implantar outro desses centros na parte leste daquele município;
  • As instituições de capacitação e assistência técnica ao produtor agrícola mantidas pelo governo municipal – atualmente há 2 instituições desse tipo em funcionamento no município de São Paulo, denominadas Casas de Agricultura Ecológica, uma localizada na parte sul e outra na parte leste da cidade;
  • As escolas municipais – o município de São Paulo possui 2,5 mil escolas municipais de ensino fundamental aonde são servidas, diariamente, 2 milhões de refeições aos estudantes nas quais são utilizadas 2,3 toneladas de frutas e legumes todos os meses;
  • Os mercados municipais – o município de São Paulo possui 32 mercados municipais localizados em diferentes bairros da cidade e dedicados, principalmente, à comercialização de alimentos agrícolas;
  • Os restaurantes populares estaduais – o município de São Paulo possui 21 restaurantes geridos por entidades privadas aonde são servidas refeições a preços muito baixos subsidiadas pelo governo do Estado de São Paulo;
  • As feiras de rua – atualmente, há 880 feiras de rua no município de São Paulo cujas bancas são montadas, semanal ou diariamente, em ruas e espaços públicos aonde comercializam, principalmente, frutas, verduras, legumes e pescados, dentre outros tipos de alimentos;
  • As usinas de compostagem – por enquanto, o município de São Paulo possui somente 1 usina de compostagem que processa 5 toneladas de resíduos sólidos orgânicos oriundos de podas de árvores e de parte das feiras de rua.

Em 2016, a Bloomberg Philantropies concedeu um prêmio de US$ 5 milhões para o governo do município de São Paulo a fim de apoiar a implementação daquele circuito curto alimentar.

Assista o video “São Paulo Food Circuit - Bienal de Arquitetura Seul 2017“ produzido pela Equipe Belas Artes.

Para mais informações sobre a Bienal de Arquitetura de Seul, acesse: http://seoulbiennale.org/en/

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Fontes: Arch Daily Brasil e Centro Universitário Belas Artes.

'Pare Azul' da Appmoove.'Pare Azul' da Appmoove.O mercado de mobilidade urbana é uma área muito explorada pelas startups. O empreendedor Nichollas Marshell é um Nichollas Marshell. Foto: Divulgação.Nichollas Marshell. Foto: Divulgação.fornecedor da prefeitura de São Paulo e conta quais são os desafios enfrentados para virar um fornecedor da administração pública. Ele criou um app de zona azul, que é um sistema de estacionamento rotativo em São Paulo.

A cidade de São Paulo tem cerca de 40 mil vagas de Zona Azul, que só podem ser pagas em aplicativos. A empresa do Nichollas é uma das 16 fornecedoras do serviço em SP. O projeto envolve não só o aplicativo, mas também a customização, de acordo com o que a prefeitura quer disponibilizar, como preço e informação, já que é um serviço público feito por uma empresa privada. E tem que ser feito de uma forma bem criteriosa.

Os cuidados começam já no processo que escolhe a empresa que vai ser contratada: por meio de licitação. Com a prestação de serviço para a prefeitura de São Paulo, Nichollas Marshell fatura R$ 80 mil por mês e agora vai começar a atuar em mais duas cidades.

O professor de estratégia do Insper, Sandro Cabral, explica que caso a empresa não cumpra aquilo que foi prometido, pode sofrer sanções e essas sanções variam de multas até a impossibilidade de realizar transações com o governo no futuro.

O aplicativo criado pelo Nicholas funciona assim: o motorista seleciona o veículo que quer estacionar e o período de tempo que quer estacionar. E a compra de créditos para pagar as vagas também é feita pelo próprio aplicativo, que mostra no mapa quais ruas têm o estacionamento rotativo. O empresário explica que há dois anos não se falava de Zona Azul de app digital.

Em São Paulo, o serviço acabou de completar um ano de uso. A capital paulista foi a cidade pioneira a ser 100% digital nessa questão. A cidade tem mais de 8,5 milhões de veículos.Ou seja, há muito espaço para vender para o governo no Brasil, onde 13% do PIB são compostos por compras públicas.

AppMoove - Pare Azul

Contato: [email protected]
Site: www.pareazul.com.brwww.appmoove.com.br

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Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

Entre os dias 5 e 12 de novembro, a capital paulista recebe a terceira edição da São Paulo Tech Week (SPTW). O evento busca reforçar o posicionamento da cidade como hub global de inovação e estimula as organizações a utilizarem a semana como plataforma para negócios, para exposição de produtos e serviços inovadores e para formar novos talentos.

A expectativa é que sejam realizados mais de 200 eventos focados no futuro da tecnologia, envolvendo cerca de 75 mil pessoas e incentivando a geração de negócios e as iniciativas sociais para inclusão digital, desenvolvimento e formação de novos talentos.

Evento terá também a apresentação dos conceitos da Inteligência Artificial de uma maneira prática e acessível. Imagem: iStock.Evento terá também a apresentação dos conceitos da Inteligência Artificial de uma maneira prática e acessível. Imagem: iStock.O presidente da São Paulo Negócios, agência responsável pela organização da SPTW, Juan Quirós, enfatiza que o objetivo do festival é espalhar pela cidade diversas atrações explorando o que promete ser o futuro, fazendo do município palco para experimentação de tecnologias inovadoras. “O importante é mostrar ao Brasil e ao mundo que São Paulo é o lugar certo para investir e fazer negócios em tecnologia”, destaca Quirós.

Um dos eventos-âncora do festival, o IT Forum Expo acontece nos dias 7 e 8 de novembro, espera 8 mil profissionais da área e trará palestrantes como Lucas Vargas, CEO do Viva Real; Marco Antonio Carvalho, Head de Growth Management Latam do Facebook; Fernando Nogueira Cesar, Gerente de OEM e Soluções IoT da Dell; Marcelo Porto, presidente da IBM Brasil; e Fiamma Zarife, diretora-geral do Twitter no Brasil, entre muitos outros.

Outros destaques da agenda:

- Remada na Quebrada [5 de novembro]: ação gratuita mantida por moradores do Grajaú (zona sul da capital paulista) para estimular a prática do remo e o contato com a represa Billings. Na SPTW, o projeto irá realizar um workshop  – livre para todas as idades – que promove a vivência náutica com barcos feitos com garrafas Pets. A atividade custa R$25,00 por participante e acontece das 10h às 13h.

- B2Mamy Start Social [7 de novembro]: em parceria com a Adesampa, o B2Mamy Start Social vai conectar e preparar mães para o ecossistema empreendedor. Será um dia inteiro de inovação para as mães empreendedoras que movimentam a economia em comunidades da cidade de São Paulo. O evento é gratuito e acontece das 9h às 18h.

- Oficina de pilotagem de drones [7 de novembro]: esta oficina tem como objetivo introduzir os conhecimentos e práticas de pilotagem de três diferentes tipos de drones. A oficina acontece das 13h às 17h e é destinada a maiores de 16 anos. Valor R$150,00.

- Oficina de montagem de drones [9 de novembro]: oficina que tem como objetivo a iniciação as técnicas e informações necessárias para a construção de pequenos drones. O evento acontece das 13h às 17h e é destinada a maiores de 16 anos. Valor R$150,00.

- Hypnocreative [10, 11 e 12 de novembro]: treinamento vivencial que aborda os desafios e dilemas enfrentados nos novos contextos, capacitando os participantes para a compreensão dos fluxos criativos por meio de técnicas de hipnose. O workshop acontece a partir das 19h30 no dia 10 e nos dias 11 e 12 o dia inteiro. O valor é R$1.800,00.

- Impressão 3D – aprenda a materializar seus objetos digitais [11 de novembro]: curso que aborda os conceitos básicos de operação, configuração e manutenção de impressoras 3D, desde a obtenção do arquivo 3D até o acabamento da peça impressa e solução dos problemas mais comuns. O workshop acontece das 9h às 17h e custa R$400,00.

- Mini Robôs Artistas [6 e 7 de novembro]: os adolescentes do Projeto Arrastão montarão “bichos robôs” com peças cortadas a laser, mini motores elétricos e sucatas. Cada robô fará desenhos com canetas acopladas em suas pernas. No dia 6, a oficina acontece das 8h30 às 11h e no dia 7, das 13h30 às 16h.

- Game Design [7 de novembro]: Heloísa Yoshioka ensina a projetar a estrutura de jogos online e offiline. Este workshop acontece das 19h30 às 22h30 e tem valor de R$112,50 e é destinado a designers, gamers e curiosos pela área.

- Oficina Agro – Sensorizando sua horta [8 de novembro]: nesta oficina será conectado uma série de sensores a uma planta. A ideia é mostrar que fazer um protótipo eletrônico nos dias de hoje utilizando o IBM Bluemix é mais fácil do que se imagina. O evento é gratuito e acontece às 19h.

- Introdução à Inteligência Artificial [11 de novembro]: apresentação dos conceitos da Inteligência Artificial de uma maneira prática e acessível. O evento é gratuito e acontece das 9h às 17h.

- Minas Programam na Arena Black Rocks [11 de novembro]: a atividade na Arena Black Rocks é composta por dois momentos. Primeiro, uma conversa sobre a presença das mulheres na tecnologia, divisão sexual do trabalho e racismo no setor da tecnologia. Em seguida, uma atividade prática de introdução à programação, com dicas de como se tornar uma programadora e se identificar com uma linguagem de programação. A atividade é gratuita.

As inscrições para as empresas interessadas em promover eventos durante a SPTW podem ser realizadas no site www.saopaulotechweek.com, onde também é possível conferir a agenda completa do festival.

Serviço

São Paulo Tech Week
Quando: de 5 a 12 de novembro de 2017.
Onde: Transamerica Expo Center e outros locais de São Paulo.
Agenda: www.saopaulotechweek.com/techlovers
Informações: www.saopaulotechweek.com

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Com informações Pineapple Hub.

A partir de hoje, a cidade de São Paulo recebe um novo app de mobilidade urbana: o 4 Move. O serviço chega à capital paulistana com o objetivo de ser mais vantajoso, seguro e divertido que a concorrência. Além de reunir as funcionalidades básicas encontradas nos apps como Uber, 99 e Cabify, que já agradam os paulistanos, o 4Move faz uma aposta que segue as tendências globais ao investir na gamificação do app.

Para começar a usar, o usuário primeiro deve escolher seu avatar, boneco que será o seu ícone no app, procedimento similar ao de um videogame. Quando a corrida começa, cada quilômetro rodado é transformado em pontos, que fazem o avatar subir de fase. Cada novo patamar alcançado rende prêmios ao passageiro, que vão de ingressos para o cinema, vouchers para restaurantes, smartphones, até viagens para a Disney ou Cancún com acompanhante e tudo pago, por exemplo.

Os pontos também podem ser transformados em desconto em viagens futuras ou trocados por dinheiro vivo, que pode ser transferido para a conta corrente do usuário.

Existem quatro formas diferentes de viajar com o aplicativo: Blue, a versão mais barata, mas com carros vistoriados pela 4Move para garantir o padrão de conforto; Black, a versão premium, com carros executivos; Táxi Comum e Táxi Executivo. “Nossa ideia é estimular os passageiros a inserir de vez essa opção de transporte na rotina, mas para isso temos que ser vantajosos financeiramente, além de entreter o usuário”, diz o CEO e cofundador da 4Move, Julio Cesar, reforçando que o aplicativo não vai praticar tarifa dinâmica.

Ao Startupi, Julio fala sobre a estratégia da empresa de premiar os usuários. “Nossa ideia é ser a opção mais vantajosa e divertida para o usuário e para os motoristas. Por isso, ao invés de investir parte do nosso faturamento em propagandas para atrair mais pessoas, preferimos investir em recompensar as que já estão com a gente e estimular elas a trazerem seus amigos, criando uma rede mais segura e confortável.”

“Nascemos demonstrando e criando um efeito maravilhoso que fazia tempo que não acontecia nas redes sociais. Os primeiros usuários testaram o serviço e automaticamente criou-se uma rede de compartilhamento e recomendações que fez com que o app fosse baixado mais de 100 mil vezes nas três primeiras horas”, explica o CEO.

“Vamos brigar com as grandes, mesmo sem ser grande, mas com uma estratégia criativa e com foco nos clientes”, avisa Julio Cesar. Foto: Divulgação.“Vamos brigar com as grandes, mesmo sem ser grande, mas com uma estratégia criativa e com foco nos clientes”, avisa Julio Cesar. Foto: Divulgação.Para usar o app, é preciso ser convidado. Cada novo usuário poderá personalizar um código para ser compartilhado entre os seus amigos. Quando cada um desses amigos utilizar o código para fazer o primeiro acesso, os pontos de quilômetros rodados deles também serão contabilizados na conta do usuário que fez o convite, acelerando o processo de recolher prêmios, converter os descontos ou receber o dinheiro de volta. “Queremos que o 4Move seja o melhor aplicativo tanto para o usuário, quanto para o motorista”, explica George Gomes, CIO e cofundador da startup.

Treinamento e apoio aos motoristas parceiros

“A popularização dos aplicativos de transporte no Brasil se deve muito ao serviço diferenciado que era prestado quando os produtos ainda eram novidade, e abandonar isso irrita muito os usuários”, relembra Cesar. Com isso em mente, a 4Move construiu em sua sede em Alto de Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista, um Centro de Excelência em Atendimento para dar treinamento e suporte aos motoristas parceiros.

Além de dicas de atendimento, comportamento com os passageiros e segurança, o espaço tem infraestrutura para que os veículos passem por vistoria antes de entrarem em ação e os motoristas só são aceitos por meio de indicação de veteranos bem avaliados.

Durante esse período, os parceiros são informados que o sistema de avaliação, em que os passageiros atribuem notas de 0 a 5, afeta diretamente no valor recebido pela corrida – notas mais altas valem mais dinheiro. 

A cada corrida realizada, os motoristas também somam pontos e podem convidar amigos para usar o app e aumentar seu faturamento. Os bônus por quilômetros rodados, notas altas e elogios dos passageiros viram pontos que também serão trocados por mais dinheiro e prêmios. “A ideia é que o motorista tenha ferramentas e seja motivado a prestar o melhor serviço possível, pois isso interfere diretamente na capacidade de faturamento dele”, explica Adriano Soncini, sócio.

Mercado

Existem quatro formas diferentes de viajar com o aplicativo. Imagem: Reprodução.Existem quatro formas diferentes de viajar com o aplicativo. Imagem: Reprodução.

O plano da 4Move é dominar 10% do mercado de São Paulo já nos primeiros 12 meses de operação. “Vamos brigar com as grandes, mesmo sem ser grande, mas com uma estratégia criativa e com foco nos clientes”, avisa Julio Cesar. A empresa nasce com um aporte na casa dos 10 milhões de reais, proveniente de grandes investidores internacionais. “Por isso vamos apostar em construir uma rede de usuários e parceiros que nos faça crescer com foco em qualidade e em uma convivência mais humana”, diz o CFO e cofundador da empresa, Hector Felippe.

Assista o video e entenda como funciona.

O aplicativo está disponível para download na Apple Store e GooglePlay.

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Fonte: Startupi.