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Para incentivar os turistas a visitar o Cantão dos Grisões, na Suíça, a Agência Jung von Matt/Limmat AG criou, para o Departamento de Turismo daquele país, uma peça para mídia exterior que 'conversa' com as pessoas.

Instalada numa estação de trem em Zurique, o totem com tela de vídeo, tem como protagonista um morador da pequena aldeia de Vrin, que fala diretamente com o público. Ele convida as pessoas a ir visitá-lo nas montanhas - e imprime bilhetes de trem para aqueles que aceitam - como um antídoto para a vida estressante da cidade.

O homem até se oferece para falar com os patrões e os professores daqueles que embarcariam na "aventura", para pedir desculpas por suas ausências.

Confira o vídeo, "The Great Escape"https://youtu.be/l8Y5MDVhZDQ

Fonte: Clube de Criação São Paulo com Agency Spy.

 

A Agência F/Nazca Saatchi Saatch, sediada em São Paulo, levou o troféu para casa num feito histórico. 

Em 2013, quando a F/Nazca Saatchi & Saatchi criou o hoje clássico filme "Alma" para a marca de câmeras alemã Leica, muitos disseram que, como todo bom clássico, aquele anúncio seria insuperável. Trazendo a própria câmera contando sua história, o vídeo, produzido pela Sentimental, emocionou amantes da fotografia e faturou diversos Leões em Cannes. Agora, a agência criou o filme "100" para celebrar os 100 anos da marca alemã e a abertura da Leica Gallery São Paulo, e promete fazer os fãs da marca ficarem na dúvida sobre qual comercial é o melhor.

Para quem gosta de fotografias, o novo filme de "Leica" contém uma chuva de referências a registros fotográficos históricos. São mais de 35 menções a imagens clássicas. Em seus dois minutos de duração, a produção enaltece a influência da marca alemã que, por meio de suas câmeras, ajudou a tirar a Fotografia do estúdio e a trouxe para a vida real, ampliando o universo dos fotógrafos e transformou para sempre a relação da humanidade com esta arte.

Para traduzir todos os efeitos desta influência, releituras de instantes que sensibilizaram o mundo porque capturaram o realismo e a espontaneidade de um momento são mostradas. 

Vale observar como a fotografia de Bjorn Charpentier conseguiu reproduzir cenas clássicas de maneira sutil. Além disso, a sobreposição de algumas fotos clássicas sobre outras é algo de tirar o chapéu. Quem for fã de Henri Cartier-Bresson vai ter arrepios durante todo o filme.

Um detalhe: será muito difícil "pegar" todas as referências na primeira reprodução. O site oficial da campanha pode ser acessado aquihttp://leicagallerysp.com.br/

Fonte: ADNews.


Ficha técnica
Agência: F/Nazca Saatchi & Saatchi
Categoria: Film
Cliente: Leica Gallery São Paulo
Título: 100
Produto: Leica Institucional
Duração: 120"
Diretores executivos de criação: Fabio Fernandes / Eduardo Lima
Chefe da Arte: João Linneu
Criação: Bruno Oppido / Romero Cavalcanti / Thiago Carvalho / João Linneu


O projeto pretende colocar redes Wi-Fi gratuitas nos orelhões das principais cidades do mundo, começando por Nova York.

O Google quer colocar redes Wi-Fi gratuitas nos orelhões das principais cidades do mundo, a começar por Nova York. O projeto batizado de Intersection está sendo capitaneado pela SidewalK Labs, uma espécie de startup dentro do Google criada para desenvolver soluções para cidades.

A ideia é que orelhões antigos sejam substituídos por totens dotados de um painel semelhante ao de um tablet e que servirão não apenas como um hotspot para conexão com a web, mas vão oferecer ainda outras conveniências como espaço para carregar o telefone e fazer chamadas locais.

Segundo reportagem da Bloomberg, a meta é transformar 10 mil orelhões em Nova York até o fim do ano para depois expandir o projeto a outras localidades.

Será que serve para os nossos orelhões?

Com informações Link.


Aberto ao público da capital paulista no final de maio, o Instituto Chão, uma organização sem fins lucrativos, quer incentivar o consumidor a pensar em toda a cadeira produtiva do alimento que chega à sua mesa. Os produtos são vendidos pelo mesmo valor pago pelo produtor ou pela distribuidora. E todos eles são cultivados com técnicas de produção orgânica.

Os alimentos e as mercadorias vêm de várias partes do Brasil. O Instituto mostra que produtos saudáveis podem ser mais acessíveis. “O objetivo é inverter a lógica de mercado. Que quanto mais organizado estiver o processo de produção, quanto mais crescer o projeto, mais barato fiquem os produtos para o consumidor”, destacou recentemente em entrevista Fábio Mendes, um dos fundadores do Instituto Chão.

O consumidor pode adquirir o produto de duas maneiras: comprando a mercadoria diretamente ou se associando ao clube da loja e pagando uma mensalidade. Se você estiver em São Paulo e quer conhecer mais o Instituto Chão, ele funciona na Rua Harmonia, 123, Vila Madalena. O local abre de segunda a sábado, das 10h às 20h.

O site e as razões: http://www.institutochao.org/

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Daniel Froes para o RPA (Razões para Acreditar).

Lançada pela ProjectHub em parceria com a Virada Sustentável, a chamada criativa pretende ampliar as oportunidades para Empreendedores Criativos viabilizarem seus projetos transformadores e aumentarem as chances de conexão com investidores e parceiros da principal iniciativa de mobilização para a sustentabilidade em São Paulo.

Para participar é fácil: os criativos devem inscrever seus projetos já aprovados no ProaAC-ICMS (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo) e liberados para captação de recursos no até o dia 26 de junho. Clique e se inscreva: http://goo.gl/nNUrm6

Desta forma, artistas, oficineiros, palestrantes, movimentos, coletivos, escolas, organizações, fundações e faculdades que tenham projetos culturais ligados à sustentabilidade têm a oportunidade de ampliar e divulgar seu trabalho com todos aqueles que compartilham o interesse no tema, podendo participar da programação oficial da Virada Sustentável, que acontecerá em agosto em São Paulo.

Os projetos selecionados poderão receber investimento dos patrocinadores parceiros do evento para as edições de 2015 ou 2016. Além disso, poderão ter acesso às oportunidades de conexão e conhecimento oferecidas pela ProjectHub para sua rede de Empreendedores Criativos. 

A lista dos aprovados será divulgada do dia 10 de julho, na página da ProjectHub no Facebook: https://goo.gl/71ExEZ

Por Equipe ProjectHub

 

Os cerca de 300 corretores da incorporadora Tecnisa, em São Paulo, passaram anos enchendo seus carros com catálogos dos imóveis à venda — o que geralmente resultava em bagunça, papéis amassados e perda de tempo. 

Essa era a regra até que, neste ano, a empresa passou a oferecer um aplicativo que permite acessar uma cópia digital de todos os catálogos em tablets e smartphones.

A solução não era, obviamente, complexa. Mas o que chamou a atenção no caso da Tecnisa foi a rapidez. Da decisão de resolver o problema à implantação total, foram menos de dois meses. Isso porque a incorporadora recorreu à startup Asapp, com sede na capital paulista, que já tinha um serviço na medida para esse tipo de demanda.

Assim como a Tecnisa, outras grandes empresas têm buscado startups para resolver seus problemas — e também repensar parte de seus negócios. A lista inclui os bancos Bradesco e Itaú, as fabricantes de bebidas Coca-Cola e Pernod Ricard e a fabricante de cosméticos Natura.

O objetivo de todas elas é o mesmo: aproximar-se da nova geração de empreendedores digitais e aproveitar as ideias que eles têm a oferecer. “As startups trabalham com eficiência e custo menor. É importante estar perto delas para incorporar essa cultura e aprender a inovar”, diz Erica Jannini, superintendente de canais digitais do Itaú.

Os grandes conglomerados têm vários caminhos para encontrar as startups mais indicadas. Um deles é interno. Monta-se um escritório para hospedá-las, como o Itaú, em parceria com o fundo Redpoint e.ventures, fará em São Paulo a partir de setembro.

Outras empresas de grande porte escolhem estratégias mais pontuais. Organizam os chamados hackathons, encontros de programadores que recebem um desafio e, muitas vezes, viram a noite atrás de uma solução. Ou promovem concursos — caminho seguido pelo Bradesco.

No segundo semestre de 2014, o banco recebeu projetos de inovação de 550 startups. No começo deste ano, selecionou os oito melhores e nos próximos meses deverá escolher os vencedores. As startups que entregarem produtos inovadores serão contratadas como as mais novas fornecedoras do banco.

“Mesclamos a experiência de uma grande empresa com a ousadia de uma startup”, diz Fernando Freitas, gerente executivo do Bradesco para a área. Entre as grandes empresas há ainda as que terceirizam a seleção — contratam consultores para escolher os empreendedores digitais mais indicados a suas necessidades.

Foi a agência de marketing A.Senses que apresentou os fundadores da startup Boozebox, de São Paulo, aos executivos da Pernod Ricard no começo do ano. A Boozebox tinha desenvolvido uma máquina de coquetéis no estilo de uma chopeira. “A solução estava alinhada com nossa estratégia. Investimos num piloto para, mais tarde, darmos uma maior escala a esse projeto”, afirma André Limaverde, gerente de marketing em pontos de venda da Pernod Ricard.

Para as grandes empresas não existe uma estratégia de aproximação ideal. Elas escolhem a mais adequada a cada projeto. O que talvez seja o ponto em comum é a tendência de evitar apostas. Em geral, as grandes empresas procuram startups que tenham encontrado uma solução funcional. Entre as startups, também há algumas preferências quando o assunto é associar-se a uma empresa de grande porte.

“O mais importante não é o dinheiro, não é o espaço físico e não é a mentoria. É o acesso ao mercado”, afirma o administrador Marcelo Nakagawa, professor de empreendedorismo da escola de negócios Insper. Em resumo, o foco dos empreendedores digitais costuma ser menos o “start” e mais o “up”.

Felipe Serrano na Exame.