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O Google anunciou na última quarta-feira, 10, que está lançando uma nova empresa que pretende melhorar as cidades usando a tecnologia. Chamada de Sidewalk Labs, a companhia será dirigida por Dan Doctroroff, que já foi CEO da Bloomberg e vice-prefeito de desenvolvimento econômico e reconstrução de Nova York. “É um investimento modesto, mas esperamos que possa melhorar a vida de bilhões de pessoas ao redor do mundo”, explica Larry Page em seu perfil no Google+

A Sidewalk Labs vai focar na construção de novos produtos, plataformas e parcerias para tratar de questões importantes como custo de vida, transporte eficiente e o uso de energia. A companhia deve funcionar de maneira semelhante ao Calico, laboratório lançado no ano passado pela gigante de tecnologia em parceria com a empresa farmacêutica Abbvie.

"Numa época em que as preocupações sobre patrimônio urbano, custos, saúde e meio ambiente estão se intensificando, a mudança tecnológica sem precedentes vai permitir que as cidades sejam mais eficientes, ágeis, flexíveis e resistentes", explica Doctoroff em um comunicado à imprensa.

Ainda não há informações sobre como a empresa vai trabalhar exatamente, mas Page explica que é uma iniciativa de longo prazo. “Apostas como esta são difíceis de fazer, mas Sergey e eu sempre acreditamos que elas são importantes. E à medida que mais e mais pessoas vivem, trabalham e se estabelecem em todo o mundo, as oportunidades para melhorar os ambientes urbanos são infinitas”, finaliza.

Fonte: BusinessInsider

 


Beth Viveiros, 38, criou uma padaria com a cara dos novos tempos: pão artesanal de alta qualidade, estratégia de marketing digital e serviço com foco em solução para o cliente. Seus pães e bolos são frescos, feitos em fornadas planejadas apenas uma vez por semana. Muito diferente do serviço da padaria da esquina, que usa massa de pão congelada e pré-pronta, um pão de baixa qualidade que não chega crocante nem até o fim do dia.

A cada segunda-feira a padeira escolhe as receitas que vai assar e lança um post sobre as fornadas da Beth Bakery no Facebook (onde a página da padaria é avaliada com 5 estrelas) e no Instagram. Com um sistema de e-commerce simples, os pedidos de reserva começam a chegar no mesmo dia. Não raro, a venda é total, e os produtos estão esgotados antes de irem para o forno.

Às quartas e quintas-feiras, ela assa bolos, biscoitos e cookies. Na madrugada, começam as fornadas do pão salgado de fermentação natural, que já está em pré-fermentação há muitas horas. Toda a produção é embalada com carinho e, nas primeiras horas da sexta-feira, começa a ser distribuída por motoqueiros para a casa dos clientes no centro expandido de São Paulo.

A micropadaria assa uma média de 90 pães, 50 bolos e 350 biscoitos por semana, com preço médio de 12 reais por pão. A produção pequena permite que Beth cuide pessoalmente de todo o processo, além de fazer o relacionamento com clientes, sem perder o fim de semana ou o lucro.

Um negócio pequeno, artesanal, único 

Mas a padaria nasceu “micro” por força da necessidade. O investimento inicial foi de apenas 10 mil reais, gastos em equipamentos: uma masseira de 12 litros, uma batedeira de 6 litros e um forno com duas câmaras. A mágica acontece na cozinha do do apartamento de Beth, no bairro da Aclimação, na capital paulista.

A opção irredutível por um processo artesanal e, em alguns casos, pela fermentação natural também ajudou a determinar o modelo de negócio de Beth: “Não uso fermentos industriais, melhoradores de farinhas, conservantes, essências ou outros aditivos”

Nos pães salgados, quando opta pela fermentação natural, a padeira tem que administrar processos de fermentação que podem levar 24 ou 36 horas. Tanto trabalho resulta em um pão de sabor mais rico, e que dura pelo menos uma semana com frescor.

Como a produção é pequena e planejada, permite o uso de ingredientes de alta qualidade: farinha integral, ovos orgânicos, frutas e legumes de época. Ela também descarta usar derivados de milho e soja (um espessante natural importante para padarias) para evitar o contato com ingredientes transgênicos.

Há outras padeiras caseiras trabalhando na cidade. Algumas delas são formadas em escolas internacionais e têm experiência em fornos trendy de cidades como São Francisco e Paris. Os pães são espetaculares e as fornadas são vendidas em lista de e-mails com sabor de exclusividade. São produções delicadas, para poucos, e a oferta esgota-se em horas. Pode até ser frustrante passar semanas tentando comprar um pão. A Beth Bakery tem um posicionamento diferente: sua operação de e-commerce e marketing digital é tão charmosa e eficiente quanto a oferta de pães artesanais.

A tecnologia como aliada da simplicidade 

Beth aliou sua produção de alta qualidade a dois serviços que encantam o paulistano: o delivery e a assinatura. Depois de testar entregas de carro e bicicleta, fechou com uma empresa de motoqueiros e cobra taxa de entrega de 10 reais. Já as assinaturas são uma forma de facilitar o pedido e oferecer um desconto: quem preferir pode fazer de uma vez só a compra das próximas quatro semanas (os sabores dos pães ficam de surpresa).

A tecnologia é o ingrediente final da receita do negócio da Beth Bakery. Com a produção pequena e uma janela de venda justinha, de três dias, Beth usa as redes sociais como vitrine. Além de contar, a cada segunda-feira, quais serão as fornadas programadas, Beth investe 25 reais por fornada com anúncios no Facebook, cerca de 120 reais no mês. Ela cruza os dados que coleta dos clientes na loja virtual com o serviço do Facebook e mostra o anúncio com as fornadas da semana para gente que já comprou na bakery. “Uso esse recurso para lembrar clientes que tem fornada nova saindo”, conta. Atualmente, 40% do tráfego do site vem do Facebook, entre links orgânicos e anúncios. “As compras efetivamente concluídas a partir dos anúncios do Facebook correspondem a 12%, sendo que a maior parte ainda vem direto ou pelo e-mail semanal”, afirma. Beth chamou a atenção do Facebook for business, que usou a sua história como um case de sucesso no uso da plataforma feito por pequenos negócios no Brasil.

As fornadas são vendidas apenas pelo site. Nada de telefone ou emails. O sistema usado para o carrinho de compras é da empresa carioca XTech. “Escolhi esta empresa porque eles também são pequenos e podem me dar um atendimento rápido como preciso”, conta Beth. Como forma de pagamento, a bakery aceita Paypal, PagSeguro e até depósitos nos bancos Itaú e Bradesco. Mas não aceita pagamento em dinheiro, cheque ou em Bitcoins.

Beth formou-se em panificação com Rogério Shimura, o mais importante professor de padeiros da cidade, no início de 2014. “Eu não sou chef!”, enfatiza. Fez estágio na empresa de Shimura e aprendeu ali como se faz a produção em larga escala. “A operação dele é para atender restaurantes, saem caminhões de pães com entregas todos os dias”, conta. Só para uma hamburgueria famosa, em Pinheiros, são 300 pães de hambúrguer todos os dias, um volume que não atrai a empreendedora: “Não me vejo em um negócio deste tamanho. Não quero me afastar da cozinha artesanal nem do comando no negócio inteiro. Prefiro ter uma padaria pequena”

Antes de começar a padaria artesanal, Beth tinha uma carreira em uma empresa de engenharia. Seu último job foi montar e atender a estrutura de facilities do escritório do Google em São Paulo. “Sempre tive emprego coxinha”, conta Beth. Filha de uma família classe média, ela diz que quase não teve escolha na profissão. Passou da escola técnica (em secretariado) para uma faculdade de engenharia (que nunca terminou), e logo começou a trabalhar na empresa de engenharia onde passaria 13 anos.

Foi justamente a experiência com os processos da engenharia que capacitaram Beth para encarar a vida de empreendedora. “Quando pedi demissão, eu precisava respirar, fazer as coisas que não tinha feito com 20 anos, passear com o cachorro e tomar sol de tarde”, diz ela. “Não tinha planos; mas não dá pra dizer que foi uma decisão sem pensar.” Poucos meses depois de se desligar do mundo da engenharia, Beth já estava na escola de Shimura. Montou a Beth Bakery enquanto ainda estava fazendo aulas, e vendia as fornadas para os amigos.

Os pães vieram com a nova vida  

Sua inspiração vem de pequenas boulangeries na França, no Canadá e na Argentina. “No Brasil, a profissão do padeiro não é valorizada”, diz. “Mas nestes países, os jovens profissionais da panificação estão voltando para cidades pequenas onde podem fazer a diferença na comunidade com seu trabalho, ou abrindo negócios pequenos com uma relação intensa com a comunidade dos bairros em que escolhem ficar.” Muitos deles, nativos digitais, usam as redes para mostrar a produção e deixar o cliente com água na boca. “Decidi apostar na padaria artesanal depois de ver o vídeo dos canadenses da Polestar Hearth“, conta Beth, que também se inspira na americana Barrio Bread e nas argentinas Cocu e L’épi.

A fornada dessa semana já saiu!

Os rapazes da Polestar Hearth baseiam seu negócio em valores como a força na rede de consumidores, lição que Beth procura adotar. Dizem no site: “Por que adotar um plano de assinatura de pães, o breadshare? Porque empreendimentos apoiados pela comunidade permitem que padeiros artesanais e agricultores operem de maneira sustentável, em um mix de habilidades tradicionais e inovadoras, com baixo custo, ferramentas simples e uma rede comunitária que sustentam o negócio fisicamente e espiritualmente”.

Beth acaba de fechar o aluguel de sua cozinha de produção. Ainda não sabe se vai continuar com portas fechadas ou se vai abrir em alguma hora do dia para atender também a vizinhança. Não quer ignorar as oportunidades apenas porque criou um modelo de negócios de sucesso com base em um marketing digital e muita conexão com seu público. Por ora, pretende abrir a portinha discretamente, para oferecer seu pão aos vizinhos do bairro.

Para quem não mora na Aclimação, o endereço continua o mesmo: a internet.

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Giuliana Tatini no Projeto Draft. 

 

Os paulistanos acabam de ganhar um novo lugar para se divertirem na cidade. Desembarca em São Paulo o Escape 60, a primeira empresa brasileira de entretenimento a oferecer um tipo inédito de atração no Brasil: salas temáticas onde grupos se reúnem para solucionar enigmas em apenas 60 minutos. Os jogos são presenciais, temáticos e interativos. Para oferecer a melhor experiência aos clientes, cada sala foi pensada para transportar seus participantes a um mundo lúdico e misterioso, sem interferências do mundo real, onde cada pista leva à solução final.

O conceito surgiu há cerca de três anos, na Ásia. O objetivo foi proporcionar uma opção de entretenimento presencial para aqueles que se interessavam por grandes desafios e que curtiam uma verdadeira experiência sensorial, estimulada pelos detalhes da ambientação – objetos e móveis –, de sons e de tudo que pudesse envolver o participante no clima proposto. O modelo de negócio atravessou fronteiras, e muitos países da Europa e os Estados Unidos abriram salas com esse tipo de atração. O sucesso foi instantâneo e se reflete na fila de espera, que em muitas cidades passa de duas semanas. A diversão já figura entre as principais atrações de entretenimento, segundo o TripAdvisor, das maiores e mais conhecidas cidades do mundo, como: Nova York, Paris, Londres e Roma.

Foi nesse divertido ambiente que quatro brasileiros conheceram o que poderia mudar o mercado de entretenimento no Brasil, até hoje focado em parques de diversão, cinemas, teatros e boliches. Após conhecer a atração, há um ano, durante uma viagem de férias com a família na capital francesa, Jeannette Galbinski, Márcio Abraham, José Roberto Szymonowicz e Karina Papautsky tiveram a ideia de abrir um negócio como este em São Paulo.

Cada jogo comporta um grupo, de dois a 16 participantes, que deve desvendar o mistério por meio de dezenas de pistas e escapar do espaço em até 60 minutos. Caso contrário, são resgatados do local. Estima-se que aproximadamente 20% dos participantes vençam o desafio. Os recordistas, aqui no Brasil, entrarão para o ranking de uma cobiçada Galeria da Fama, que vai estimular de forma divertida a concorrência entre os ávidos por um bom jogo.

Para compor cada ambiente e sua riqueza de detalhes, a equipe criativa de cenografia da Ahcervo foi contratada e contou com a supervisão da sócia e arquiteta Karina Papautsky. “Ficamos muito felizes com os resultados da decoração dos espaços, que remetem de forma fiel aos temas designados para as salas. Cada peça tem seu significado e uma utilidade, e temos certeza de que nossos clientes vão se surpreender ao entrar nas salas. A ideia foi envolver e transportar os participantes para um mundo lúdico e interativo”, afirma Karina.

Complementando o projeto visual do Escape 60, a fachada foi grafitada pelo artista Sipros, que expõe suas habilidades pelas ruas do País desde 1997. O artista é famoso por recriar cenas tanto do cotidiano quanto inusitadas, que mostram a figura humana com perfeição. Por isso, foi escolhido para representar a temática do novo entretenimento da cidade.

A primeira unidade do Escape 60, localizada na Vila Olímpia, na capital paulista, oferece seis salas: A Joia da Coroa, Corredor da Morte, O Falsário, O Laboratório do Dr. Mortare, Operação Resgate e Salvem Nossas Almas (S.O.S.). Elas simulam ambientes como um banco, uma prisão, um ateliê, um laboratório, um quarto de hotel e uma sala de jantar, que foram cuidadosamente projetados e decorados com objetos e móveis, que oferecem pistas para desvendar os enigmas, e também receberam sonorização especial.

Conheça um pouco de cada uma das seis salas, que podem ser escolhidas por famílias, amigos, equipes de trabalho e outros públicos que se interessem pelo tema: 

Suzanne Tanoue na Zoopihttp://bit.ly/1Q7L9QD

 

Para promover o plano TIM beta, voltado para o público jovem, a operadora lança campanha criada pela R/GA. Foi realizada uma intervenção artística pelas ruas de São Paulo, em parceria com a dupla VJ Suave, formada por Ceci Soloaga e Ygor Marotta.

A ação foi captada em um filme (confira abaixo) que apresenta a jornada do personagem Beta, criado a partir de desenhos transformados em animações, feitas quadro a quadro. Usando técnicas de projeção, o Beta "corre" pelas paisagens urbanas, simulando um grafite digital.

A narrativa e interações com a cidade foram realizadas utilizando os Suaveciclos, triciclos adaptados com computador, projetor e bateria.

A projeção para TIM ocupou cerca de 12 pontos de São Paulo, como o Minhocão, muros de casas nos bairros do Pacaembu e Perdizes, Parque da Juventude, Galpões da Mooca, Moinho, entre outros locais.

As filmagens aconteceram durante duas noites em São Paulo. Foram utilizados três projetores com potência de 60 mil lumiens. Mais de 50 pessoas estiveram envolvidas na produção, sob responsabilidade da produtora Bando.

Essa é a primeira vez que o duo de artistas VJ Suave, que assina a iniciativa Mais amor por favor, realizou um projeto para uma marca.

Fonte: Clube de Criação São Paulo 

 

Projeto da FCB Brasil convida donos de impressoras HP com tecnologia ePrint, que permite impressão a distância, a ajudar a ONG na divulgação de cartazes de desaparecidos.

"Todos os anos cerca de 200 mil pessoas desaparecem no Brasil e cartazes afixados em locais permitidos são o principal meio para ajudar a encontrá-las. Pensando em como aumentar esta divulgação, a FCB Brasil assina para a HP, em parceria com a Associação Mães da Sé/ABCD, o projeto Imprima para Ajudar. A iniciativa tira proveito das mais de 1 milhão de impressoras equipadas com a tecnologia HP ePrint, que permite o envio de impressões a partir de qualquer lugar, para aumentar exponencialmente o alcance do trabalho da ONG nas diferentes regiões do país.  

Nos últimos 19 anos, a Associação Mães da Sé encontrou 4.232 mil pessoas e o projeto têm como objetivo contar com as dezenas de milhares de impressoras HP para criar uma grande rede de solidariedade e distribuição de informações sobre desaparecidos. As pessoas que possuem impressora HP com a tecnologia ePrint podem  acessar o site www.imprimaparaajudar.com.br para se cadastrar e passar a fazer parte da iniciativa.

"A ideia usa a tecnologia da HP de um jeito novo. Ela permite que muitas pessoas que querem ajudar, possam fazer isso de um jeito fácil e prático”, diz Joanna Monteiro, VP de Criação da FCB Brasil. “O projeto Imprima para Ajudarpartiu de uma premissa muito simples, que é colocar a tecnologia da HP a serviço da esperança”, conclui Max Geraldo, VP de Criação da FCB Brasil.

Cada consumidor será identificado pela Associação Mães da Sé, por meio de geolocalização, e receberá automaticamente em suas impressoras cartazes sobre pessoas desaparecidas nas regiões próximas ao seu endereço. Imprimindo centenas de novos cartazes em poucos minutos e aumentando o raio de exposição das informações, para áreas onde normalmente as mães não conseguiriam exibi-las, as chances de encontrar a pessoa aumentam.

“Entendemos que a tecnologia só faz sentido quando soluciona problemas reais das pessoas. Quando a FCB nos procurou com a ideia de parceria com a Associação Mães da Sé, abraçamos imediatamente a possibilidade de conectar dezenas de milhares de clientes a uma causa de grande impacto social, por meio da tecnologia de impressão móvel”, afirma Marcio Furrier, diretor de marketing da unidade de impressão e sistemas pessoais da HP Brasil."

Confira o vídeo case: http://youtu.be/ZWNrbFyp4ek

Fonte: FCB Brasil.

Sabe aquele almoço que você deixou pela metade na praça de alimentação do shopping? Você se esquece dele na hora em que o joga na lixeira, mas saiba que não é por lá que ele fica. Na maioria dos lugares, os resíduos orgânicos são enviados para aterros sanitários, o que nem sempre é a opção mais correta em termos ecológicos. Em São Paulo (SP), o Shopping Eldorado decidiu dar um novo destino a esse lixo: uma composteira criada no telhado do shopping permite transformar restos de comida em adubo, que é utilizado em uma horta orgânica ali mesmo.

Chamado de Telhado Verde, o projeto foi criado em 2012 e tem como meta zerar o envio de lixo orgânico ao aterro em 5 anos. As mais de 10 mil toneladas mensais de resíduos recebem uma enzima que auxilia o processo de compostagem, eliminando o odor e transformando a massa em um poderoso adubo, que é aplicado na horta. Nos 2.500 metros destinados ao projeto, são produzidos legumes e verduras como alface, tomate, manjericão e cebola e plantas como gazânia, lavanda, erva doce e hortelã. A produção, totalmente livre de agrotóxicos, é destinada aos próprios restaurantes do shopping.

Além de evitar o despejo desse tipo de resíduo nos aterros e prover aos restaurantes uma produção orgânica e local de alimentos, a iniciativa ainda permite a economia de energia no uso dos equipamentos de ar condicionado em dias de calor. Por estar presente em uma extensão considerável do telhado do shopping, a horta funciona como uma espécie de camada extra de isolamento térmico, permitindo que a estrutura do Eldorado fique naturalmente mais fresca. Essa é a prova de que adotar iniciativas sustentáveis em uma metrópole como São Paulo não só é possível como já é uma realidade.

Com Hypeness: http://bit.ly/1H31ezV