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A partir de hoje, a cidade de São Paulo recebe um novo app de mobilidade urbana: o 4 Move. O serviço chega à capital paulistana com o objetivo de ser mais vantajoso, seguro e divertido que a concorrência. Além de reunir as funcionalidades básicas encontradas nos apps como Uber, 99 e Cabify, que já agradam os paulistanos, o 4Move faz uma aposta que segue as tendências globais ao investir na gamificação do app.

Para começar a usar, o usuário primeiro deve escolher seu avatar, boneco que será o seu ícone no app, procedimento similar ao de um videogame. Quando a corrida começa, cada quilômetro rodado é transformado em pontos, que fazem o avatar subir de fase. Cada novo patamar alcançado rende prêmios ao passageiro, que vão de ingressos para o cinema, vouchers para restaurantes, smartphones, até viagens para a Disney ou Cancún com acompanhante e tudo pago, por exemplo.

Os pontos também podem ser transformados em desconto em viagens futuras ou trocados por dinheiro vivo, que pode ser transferido para a conta corrente do usuário.

Existem quatro formas diferentes de viajar com o aplicativo: Blue, a versão mais barata, mas com carros vistoriados pela 4Move para garantir o padrão de conforto; Black, a versão premium, com carros executivos; Táxi Comum e Táxi Executivo. “Nossa ideia é estimular os passageiros a inserir de vez essa opção de transporte na rotina, mas para isso temos que ser vantajosos financeiramente, além de entreter o usuário”, diz o CEO e cofundador da 4Move, Julio Cesar, reforçando que o aplicativo não vai praticar tarifa dinâmica.

Ao Startupi, Julio fala sobre a estratégia da empresa de premiar os usuários. “Nossa ideia é ser a opção mais vantajosa e divertida para o usuário e para os motoristas. Por isso, ao invés de investir parte do nosso faturamento em propagandas para atrair mais pessoas, preferimos investir em recompensar as que já estão com a gente e estimular elas a trazerem seus amigos, criando uma rede mais segura e confortável.”

“Nascemos demonstrando e criando um efeito maravilhoso que fazia tempo que não acontecia nas redes sociais. Os primeiros usuários testaram o serviço e automaticamente criou-se uma rede de compartilhamento e recomendações que fez com que o app fosse baixado mais de 100 mil vezes nas três primeiras horas”, explica o CEO.

“Vamos brigar com as grandes, mesmo sem ser grande, mas com uma estratégia criativa e com foco nos clientes”, avisa Julio Cesar. Foto: Divulgação.Para usar o app, é preciso ser convidado. Cada novo usuário poderá personalizar um código para ser compartilhado entre os seus amigos. Quando cada um desses amigos utilizar o código para fazer o primeiro acesso, os pontos de quilômetros rodados deles também serão contabilizados na conta do usuário que fez o convite, acelerando o processo de recolher prêmios, converter os descontos ou receber o dinheiro de volta. “Queremos que o 4Move seja o melhor aplicativo tanto para o usuário, quanto para o motorista”, explica George Gomes, CIO e cofundador da startup.

Treinamento e apoio aos motoristas parceiros

“A popularização dos aplicativos de transporte no Brasil se deve muito ao serviço diferenciado que era prestado quando os produtos ainda eram novidade, e abandonar isso irrita muito os usuários”, relembra Cesar. Com isso em mente, a 4Move construiu em sua sede em Alto de Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista, um Centro de Excelência em Atendimento para dar treinamento e suporte aos motoristas parceiros.

Além de dicas de atendimento, comportamento com os passageiros e segurança, o espaço tem infraestrutura para que os veículos passem por vistoria antes de entrarem em ação e os motoristas só são aceitos por meio de indicação de veteranos bem avaliados.

Durante esse período, os parceiros são informados que o sistema de avaliação, em que os passageiros atribuem notas de 0 a 5, afeta diretamente no valor recebido pela corrida – notas mais altas valem mais dinheiro. 

A cada corrida realizada, os motoristas também somam pontos e podem convidar amigos para usar o app e aumentar seu faturamento. Os bônus por quilômetros rodados, notas altas e elogios dos passageiros viram pontos que também serão trocados por mais dinheiro e prêmios. “A ideia é que o motorista tenha ferramentas e seja motivado a prestar o melhor serviço possível, pois isso interfere diretamente na capacidade de faturamento dele”, explica Adriano Soncini, sócio.

Mercado

Existem quatro formas diferentes de viajar com o aplicativo. Imagem: Reprodução.

O plano da 4Move é dominar 10% do mercado de São Paulo já nos primeiros 12 meses de operação. “Vamos brigar com as grandes, mesmo sem ser grande, mas com uma estratégia criativa e com foco nos clientes”, avisa Julio Cesar. A empresa nasce com um aporte na casa dos 10 milhões de reais, proveniente de grandes investidores internacionais. “Por isso vamos apostar em construir uma rede de usuários e parceiros que nos faça crescer com foco em qualidade e em uma convivência mais humana”, diz o CFO e cofundador da empresa, Hector Felippe.

Assista o video e entenda como funciona.

O aplicativo está disponível para download na Apple Store e GooglePlay.

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Fonte: Startupi.

‘Mulheres invisíveis‘. Foto: Catarina Martins Tenório / Divulgação. Maria Guimarães não viveu nos anos 1960 de Peggy Olson, a publicitária da série “Mad Men”, mas bem que poderia. Afinal, para ela, pouca coisa mudou: as salas de criação das agências continuam apinhadas de machos alfa, com duas ou três mulheres tentando remar contra a maré.

Cansada desse seriado da vida real, ela e a sócia, Thais Fabris, que vivia a mesma situação, resolveram criar a consultoria de comunicação 6510 (leia “meia cinco dez”) há dois anos e meio. O grande sonho, no entanto, só ganhou forma agora: está no ar, desde setembro, o primeiro banco de imagens totalmente dedicados a fotos de mulheres da vida real, o Mulheres Invisíveis. Ali não há espaço para a loura, alta, magra e deslumbrante que seus colegas adoram pôr nas propagandas de cerveja — ou de qualquer outra coisa que precise de figuras femininas.

— Nossa ideia sempre foi fotografar mulheres que não aparecem na mídia, apesar de serem a cara do nosso país. Escolhemos negras de cabelos crespos, tatuadas, gordas, lésbicas, trans e não binárias. Gente que está aí, vivendo a vida, mas não tem espaço na publicidade — conta Maria, de São Paulo, que escolheu o nome 6510 pelo fato de “65% das brasileiras não se identificarem com a forma como são retratadas nas propagandas” e pelos 10% de mão de obra feminina nas áreas criativas das agências no Brasil.

Imagem do banco ‘Mulheres invisíveis‘ - Foto: Catarina Martins Tenório / Divulgação.

Para o Mulheres Invisíveis, que, até o momento, tem cerca de cem imagens, a ideia inicial é mostrar duas situações que dificilmente fogem dos esteriótipos: a mulher trabalhando e fazendo exercícios físicos.

— É muito raro achar foto de uma mulher negra ou gorda trabalhando num escritório. E é corriqueiro procurar este tipo de ambiente em bancos de imagens — diz Maria, de 30 anos. — O assunto ginástica também é clichê: há sempre alguém magro fazendo uma atividade muito difícil.

As modelos (três delas em fotos destas páginas) foram selecionadas pelo coletivo Catsuo, formado pela fotógrafa Catarina Martins, pela stylist Suyane Ynaya e pela diretora de arte e beleza Lídia Thays. As três foram responsáveis por toda a concepção visual do projeto e fizeram uma seleção de personagens via Facebook, como costumam fazer nos editoriais de moda do coletivo.

Imagem do banco ‘Mulheres invisíveis‘ - Foto: Catarina Martins Tenório / Divulgação. — A gente optou por não usar agência de modelos, apesar de algumas trabalharem como tal. Aquelas meninas são pessoas do nosso cotidiano. Costumamos falar que é um casting real: nossas amigas e amigas de amigos que conseguem imprimir esse olhar — conta Catarina, de 24 anos, quatro deles dedicados à fotografia de moda, e que hoje colabora também com o coletivo Mooc e com a Conspiração Filmes.

Além de diversidade, a outra ideia da iniciativa é trazer soluções para orçamentos apertados. Segundo Maria, em sites estrangeiros, até há algumas poucas opções de “mulheres invisíveis”, mas que chegam a custar US$ 600. Não mais: nessa leva de fotos é possível baixar uma por US$ 10, dependendo da quantidade de créditos comprados no Fotolia, site que hospeda a galeria de imagens.

Para quem sentiu falta de outros tipos de mulheres no banco, Maria avisa que ele vai crescer em breve. E muito por causa da colaboração de gente que soube, pelas redes sociais, do lançamento do Mulheres Invisíveis.

É a primeira coleção de banco de imagens com fotos que mostram a cara das brasileiras que a gente vê nas ruas. Foto: iStock. — Fizemos uma “instamission” (missão no Instagram, que convida usuários a postarem de acordo com determinados temas) para as pessoas fotografarem tipos de mulheres que queriam ver. Agora, estamos pegando autorização dessas fotos para colocar no banco — conta Maria, que prevê novidades até o início do ano que vem.

No total, são mais de 100 imagens criadas pela 65|10 em parceria com o coletivo CatsuStreet e à venda nos bancos de imagens da Adobe: o Fotolia e o Adobe Stock.

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Por Talita Duvanel no Jornal O Globo.

Ao decidir comprar um imóvel no bairro de Campos Elísios, no centro de São Paulo, saltaram aos olhos da curadora, empresária e pesquisadora de cultura urbana Caru Albuquerque o baixo valor e o espaço dos apartamentos, além dos detalhes históricos esculpidos nos edifícios. Ela comprou e reformou um apartamento no Edifício Cícero Prado, na Avenida Rio Branco, ícone da arquitetura modernista.

A empresária e pesquisadora de cultura urbana Caru Albuquerque. Foto: Helvio Romero/ EstadãoQuando olhou com atenção ao redor, porém, Caru começou a sentir falta de serviços básicos: bares, restaurantes e farmácias. Para acessá-los, precisava recorrer a estabelecimentos de bairros vizinhos, como Santa Cecília. Também começou a perceber que amigos e parentes tinham medo de visitá-la, pela proximidade com a região da Cracolândia. Conversando com moradores do bairro, concluiu que as demandas dela eram as mesmas da vizinhança.

Caru aproveitou, então, sua experiência na área da cultura e da pesquisa urbana e criou no início deste ano um projeto para tentar incluir o bairro no roteiro histórico e cultural da cidade, com economia criativa e promoção de eventos culturais. Nasceu o ‘Subcentro‘, um projeto cultural que busca chamar atenção de moradores, turistas e empresários da cultura para o Campos Elísios.

O projeto está mapeando ateliês, galerias, centros culturais, bares e restaurantes para articular a realização de eventos coletivos que estimulem a movimentação de pessoas no bairro. O evento de lançamento do projeto aconteceu neste domingo (22) na Praça Olavo Bilac, perto do Elevado Presidente João Goulart, o Minhocão.

Além da feira, roteiros históricos por casarões e equipamentos culturais do bairro estão sendo preparados. “O Campos Elísios é o subúrbio do centro, por isso o nome Subcentro. O nosso bairro tem mesmo características de interior. A verticalização em massa não atingiu o bairro, que tem muitos imóveis tombados”, explica Caru. “Queremos fazer um site com toda a programação dos eventos do bairro”.

Estigma

Projeto, criado no início do ano por curadora, tenta incluir novamente o tradicional bairro de Campos Elísios no roteiro histórico e cultural. Foto: Folhapress.Octavio Pontedura, sócio-proprietário da Refúgios Urbanos – imobiliária com foco na história e na arquitetura – diz ter observado, de alguns meses para cá, um movimento, “ainda tímido”, de gente mais jovem passando a procurar apartamentos no bairro.

Segundo ele, são pessoas com idade entre 35 e 40 anos, solteiras ou casadas, e sem filhos. “Apartamentos nessa região são amplos e confortáveis. Quem escolhe um apartamento desses quer morar bem dentro da sua casa.”

Mas, de acordo com o empresário, imóveis no bairro ainda carregam um estigma de insegurança. “A primeira coisa que a pessoa pensa é na Cracolândia”.

Experiência internacional 

Na opinião do arquiteto e urbanista Valter Caldana, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é comum o movimento de jovens adultos de morar e desenvolver a economia criativa em áreas degradadas. Bairros de Nova York, Paris, Londres e Amsterdã já passaram por processo semelhante décadas atrás.

“Isso aconteceu em grandes cidades do mundo nas décadas de 1980 e 1990, que é esse retorno ao centro, a um modo de vida que não dependa tanto de deslocamentos, onde você muda o padrão de consumo”, explica o professor.

Ele diz ainda que iniciativas da comunidade, como o projeto Subcentro, são importantes para jogar luz a “uma São Paulo belíssima que não vemos mais, pois está encoberta pela poeira da metrópole”.

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Por Juliana Diógenes em O Estado de S.Paulo. 

Empreendedores que usam as redes sociais para alavancar seus negócios devem ficar atentos a esta iniciativa do Instagram no Brasil. Nos dias 25 e 26 de outubro a plataforma realiza a segunda edição do #InstaMarket, no Pavilhão da Bienal do Parque Ibirapuera, em São Paulo  (SP).

Nos dois dias, o Instagram abre espaço para que empreendedores discutam o futuro dos negócios e de quebra, aprendam a usar a plataforma como estratégia de alavancagem operacional. No local, os participantes vão encontrar cerca de 40 negócios independentes dos seguintes setores: arte, acessórios, moda, decoração, beleza e gastronomia.

Em nota, a plataforma informou que o intuito do evento é a troca de experiências entre empreendedores e apresentar exemplos de economia criativa. Além dos negócios, o #InstaMarket promoverá workshops gratuitos com o tema “Insta para Empresas”. As vagas são limitadas, logo os interessados devem fazer a inscrição por meio deste  link.

“Serão conteúdos voltados para quem quiser aprender mais sobre como utilizar as ferramentas criativas da plataforma e aprimorar a maneira como faz negócios, já que apenas no último mês, mais de 180 milhões de pessoas visitaram um website, ligaram, enviaram um e-mail ou mensagem pelo Direct , procurando mais informações sobre um negócio na plataforma”.

Mercado promissor

Dados da plataforma indicam que atualmente o cala tem mais de 15 milhões de contas comerciais, ou seja, de empresas de qualquer porte e ramo de atividade. “O evento reunirá parte dessas micro, pequenas e médias empresas brasileiras que têm no Insta a sua vitrine de negócios e que, agora, se encontrarão no mundo off-line”.

As vendas online têm grande potencial de crescimento no País e podem ser alavancadas com o uso das redes sociais. Grandes empresas como o Magazine Luiza, por exemplo, já usaram plataformas sociais para a venda de produtos e para os pequenos negócios, ter uma loja no Instagram ou no Facebook ,  pode ser a forma de empreender com custo mais baixo e bom resultado. 

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Fonte: Brasil Econômico.

Quando falamos saudável, queremos dizer: aquelas culinárias naturais alternativas, que têm um olhar diferente para o alimento, seja por utilizar somente orgânicos, trabalhar de uma forma nova com alimentos para os quais muita gente não dá muito valor, defender o conceito de comida viva, praticar o vegetarianismo ou veganismo, enfim, usar a criatividade para criar pratos que são alimentos verdadeiros, e não somente comida com baixo valor nutricional. 

Há muitos deles pela cidade mas aqui, temos uma pequena lista de alguns que merecem atenção. 

1. Goa

O Goa prioriza o uso de vegetais sem agrotóxicos nas preparações e não utiliza quase nenhum elemento de origem animal. Foto: Restorando.Goa é aquele lugar pra se levar uma pessoa que diz que não gosta de comida saudável e vegetariana – eles não são do tipo que acham que comida saudável é só salada, e nem forçam a barra com pratos do tipo: purê de chuchu. Lá tudo brilha aos olhos, enche a boca de água e – o mais importante – é bom pra caramba. O cliente pode escolher entre 2 entradas, 3 pratos principais (com direito a uma repetição) e duas sobremesas. Os sucos mais deliciosos e nutritivos que você poderia imaginar podem ser repetidos quantas vezes você quiser. O preço de tudo isso? Justíssimo.
 
2. Zona Cerealista

Ao lado do Mercado Municipal de SP, no quadrilátero das ruas Santa Rosa, Mendes Caldeira, da Alfândega e Álvares de Azevedo. Foto: Divulgação.
Atrás do Mercadão, alguns quarteirões formam o paraíso dos apaixonados por grãos, queijos, azeites, frutas secas, e especiarias em geral. E, o melhor – com qualidade lá em cima, e com o preço justíssimo. Apesar de ser muitas vezes esquecida pela mídia, a Zona Cerealista é a melhor opção em SP para quem quer encontrar produtos bons e baratos. Depois de conhecer lá, você nunca mais vai achar normal pagar R$ 10 por um saquinho de granola chinfrim nos mercados comuns.

3. Cachoeira Natural


O Cachoeira não serve carne vermelha e não utiliza banha de porco, gordura hidrogenada, caldos industrializados ou amaciantes em seus pratos. Foto Divulgação.

Mostramos acima um restaurante gourmet vegetariano, e agora é a vez do Cachoeira Natural, restaurante no estilo self-service. O cardápio oferece mais de 70 opções de pratos naturais, entre saladas, sushis, pratos quentes, sobremesas light, sucos naturais entre outros. Entre os destaques do menu, fica a lasanha de shimeji com molho branco, um suflê verde, à base de shinguensai, cebolinha, salsinha e espinafre e o omelete de nirá, uma mistura de ovos e condimentos. De noite, de terça a domingo, o espaço se transforma no Bar do Camarão, onde diversas opções do crustáceo são servidas além do buffet de saladas e sucos naturais com frutas da época.

 

4. Gulabi Hari (ex Gopala Hari)

 

O Gulab Hari é um restaurante Vegetariano e Vegano com uma forte inspiração indiana, facilmente percebida em seus aromas e temperos marcantes. Foto: Divulgação.

Há 22 anos em um dos pontos mais concorridos de São Paulo, próximo à Av. Paulista, tornou-se referência não só entre os vegetarianos. Os “não vegetarianos” são, hoje, 80% do seu público, provando que cozinha sem carne não significa cozinha sem sabor. Ao contrário, o cardápio assinado pela Chef Nrihari Devi, diariamente no comando do Gulab Hari, se destaca por sabores notáveis.
 
5. Prime Dog Lanchonete

Prime Dog é uma das primeira lanchonetes fast food da cidade com opções vegetarianas e veganas. Foto: Divulgação.

Quem disse que vegano não tem direito a um fast food de vem em quando? Nessas horas, vale lembrar do Prime Dog Lanchonete. Ele não é totalmente vegetariano, mas merece espaço aqui por ser uma lanchonete inovadora ao oferecer um cardápio bacana para os veganos/vegetarianos. Lá é possível encontrar hamburguer e lanches veganos, com direito a “vegarella” e “tofupiry”, além de Beirutes, hotdogs e sobremesas sem nenhum ingrediente de origem animal. Destaque para os cupcakes e o alfajor.

6. Frutaria Paulista 

 

Semelhante a uma barraca de feira, a Frutaria Paulista reúne sucos, cremes de frutas e lanches naturais. Foto: Reprodução.

Deu vontade de tomar um suco excêntrico, tipo cupuaçu ou graviola, no meio da madrugada de domingo? Corre pra Frutaria Paulista. Ela fica bem no finzinho da Av. Paulista, e serve sucos e uma variedade de frutas frescas, 24h por dia, 7 dias da semana. O preço não é super acessível mas vale a pena por causa da qualidade das frutas servidas. Ah, eles fazem delivery nas proximidades.

7. Sorveteria Soroko

O ambiente é realmente simples, parecido com sorveteria de bairro do interior: mesas chumbadas no chão, bancos fixos, lixeira em formato de palhaço e freezers sem glamour.  Foto: Divulgação.

Veganos e pessoas com restrição ao leite batem cartão nesta sorveteria simples, de jeitão interiorano. Eles tem sorvetes normais, mas atraíram o público vegano porque têm várias opções de sorvetes sem leite e outros derivados de animais. Entre as sugestões à base de soja, estão flocos, chocolate e banana. Há outros sabores, também produzidos lá mesmo, como quindim e pétalas de rosa, que se revezam na bancada. A Sorveteria é famosa também pelo seu açaí na tigela.

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Da Redação com informações Hypness.