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Você pode ter milhares de reais guardados em sua garagem sem saber. Mas, ainda que saiba, esse dinheiro todo nunca mais estará em suas mãos. Ao menos não 100% dele.

O site 'Meu carro é um monstro' calcula o quanto um carro custa - e já custou - por mês, por semana e por ano. Colocando o modelo, o ano de fabricação e o ano de compra, é possível simular o quanto já se perdeu de dinheiro e até mesmo a quantidade de poluentes que foi jogada no meio ambiente pelo veículo.

Supondo que um Gol, da Volkswagen, modelo 1.6, fabricado e comprado em 2013 por R$ 27.543,00 reais (a plataforma já diz o valor do veículo na época da compra. Só é preciso preencher os campos do modelo, ano de fabricação e ano de compra).

Hoje, dois anos depois, os gastos com o veículo no total já teriam alcançado R$ 85.138,20. Ou R$ R$ 1.807,41 por mês. O cálculo é feito baseado em gastos como combustível, impostos, seguro, manutenção e estacionamento.

Considerando-se que a renda média mensal do brasileiro foi de R$ 2.033 reais no ano passado, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), um carro popular ainda representa um custo bastante elevado para o bolso do brasileiro.

Além dos custos em reais, o site informa a quantidade de poluentes que já foi jogada na atmosfera pelo veículo, de acordo com a quilometragem e a periodicidade da manutenção e troca de óleo. No caso desse exemplo, em dois anos, 10,8 toneladas de CO2 já foram jogadas na atmosfera. "Plante 65 árvores que fica tudo certo", sugere o serviço.

O site

Automóveis emitem gás carbônico e são grandes poluentes. Imagem: Getty Images.Automóveis emitem gás carbônico e são grandes poluentes. Imagem: Getty Images.

Criado pelo empreendedor e engenheiro eletrônico Israel Lot, a plataforma, surgiu após a percepção dele, de que as pessoas têm dificuldade me saber, de fato, o quanto custa para ter um carro. "Por estar envolvido no mercado de veículos, percebi que as pessoas muitas vezes não sabem o quanto custa o carro delas", diz Lot. "E, em muitos casos, elas não sabem também como calcular isso". Junto com outros dois sócios, Lot tem uma rede de compartilhamento de veículos em Curitiba (PR), o Fleety.

Bem humorado, o site é simples e fácil de navegar. No final das contas, é apresentado o nome do 'monstro' que leva o veículo. No caso do Gol, a criatura foi batizada de 'Volkisvagum Golium'. "O estilo de vida nosso consumista não é sustentável e tem muita gente repensando essa forma de consumo nossa", diz Lot. "O carro é o segundo bem mais valioso depois da casa, mas diferente da casa, ele não é um ativo, é um passivo. O dinheiro empregado do carro vai se perder ao longo do tempo".

Israel Lot diz que a reação das pessoas é bastante positiva. "Ontem mesmo alguém me disse que poderia ter 300.000 reais guardados se não tivesse aquele carro", conta. É um número que assusta".

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Marina Rossi no Cidades Inteligentes do El País.

Infelizmente, o racismo ainda se manifesta de várias maneiras na sociedade. Mesmo depois de tantos anos, pessoas negras ainda precisam lutar por mais espaço e igualdade. Foi por isso que a bibliotecária Ketty Valencio, de 34 anos, criou a Livraria Africanidades, especializada somente em literatura de autoras negras.

A ideia de Ketty é dar visibilidade para obras alternativas da literatura negra, especialmente as que ainda não são tão reconhecidas. Entre as estantes da livraria estão: feminismo, ficção, não ficção, poesia, religião, nacionais e ciências sociais. Tudo focado na cultura negra. Além disso, Ketty também percorre eventos e festivais literários.

A livraria começou na forma digital, mas agora também ganha espaço em uma loja física. O novo espaço – inédito até então no país – conta com um acervo de 200 títulos diferentes e a decoração traz trabalhos das grafiteiras Gabi Bruce, Nene Surreal e Linoca, que seguiram a temática de livraria.

“Nossa intenção é a celebração, já que criar um espaço de acolhimento e fortalecimento é uma forma de resistir. A maioria dos espaços que sempre estamos é de dominação masculina, de controle e queremos o oposto, ou seja, o espaço trará segurança para que possamos realizar atividades juntas, favorecendo a autonomia e o protagonismo”, destaca Ketty.

Formada em biblioteconomia, Ketty é também pesquisadora, pós-graduada em gênero e diversidade sexual na Unifesp e MBA-Bens Culturais: Cultura, Gestão e Economia na FGV faz curso de especialistas de Cultura, educação e relações étnico-raciais na USP e após sete anos trabalhando em bibliotecas, investiu no próprio negócio e conta com um viés inédito: o protagonismo das mulheres negras na literatura mundial.

Um breve passeio pelo site e é possível encontrar livros de autoras como Alice Walker, Angela Davis, Jarid Arraes, Maria Firmino, Noémia de Sousa, entre outras.

De acordo com ela, a inauguração da livraria em um espaço físico é também uma forma de fazer política. “É algo inconsciente e pensando na minha trajetória de vida, lembro que eu só queria vender uns livros escritor por autores e autoras negras. Parece simples e ao mesmo tempo é algo que as pessoas acham revolucionário. Estou reivindicando a minha representatividade e isso parece ser uma coisa tão transgressora, ainda que não devesse ser”, enfatizou.

Além da livraria física, Ketty possui também um site, com o acervo da livraria, que permite a compra virtual e também o pagamento parcelado e traz títulos que dificilmente são encontrados nos grandes magazines ou livrarias online, fazendo, mais uma vez um recorte que preza pela inclusão de autores independentes, pouco conhecidos e/ou acessados.

A livraria possui estantes como feminismo, ficção, não ficção, poesia, religião, nacionais, ciências sociais, entre outras, mas tudo voltado à cultura negra. Além do site, Ketty também percorre eventos e festivais literários, evidenciando o formato que se propõe a ser acessível e viável.

“Algo que eu acredito é que quando uma mulher avança, todas avançam. Não adianta eu avançar sozinha e não trazer comigo outras mulheres, até porque, dentro de mim habitam várias mulheres, algumas que fazem parte da minha família, do meu sangue e outras que passaram por mim, algumas que eu não conheci, mas que estão comigo e para onde eu for, vou levá-las. Quero escrever uma nova história, as próximas gerações que virão e as que estão aqui tem que ser diferente, tem que ter condições de vida plena e se eu e outras mulheres conseguirmos ajudar, meu sonho vai ser desenvolvido. Espero que consigamos”, pontua.

Sobre a empreendedora

Ketty Valencio, de 34 anos, criou a Livraria Africanidades, especializada em literatura de autoras negras. Foto: Lucas Hirai / Instagram.Ketty Valencio, de 34 anos, criou a Livraria Africanidades, especializada em literatura de autoras negras. Foto: Lucas Hirai / Instagram.Ketty Valêncio é de família negra, vive na zona Norte de São Paulo, é formada em biblioteconomia, pós-graduada, foi membro do Coletivo de Mulheres Matilde Magrassi de Guarulhos, realiza um cineclube feminista e uma roda de conversa também em Guarulhos. Em 2014, foi uma das editoras da revista Mulheres de Palavra, com a participação de várias protagonistas do movimento hip-hop.

Serviço

Livraria Africanidades
Endereço: Rua Aimberê, 1.158, Perdizes – São Paulo, SP
Informações: http://www.livrariafricanidades.com.br/ 
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Por Jéssica Balbino do Margens.

Imagem do Instagram @leroymerlinbrasilImagem do Instagram @leroymerlinbrasilPlanejar a própria cozinha, pensar em cada detalhe do banheiro ou do closet, escolher com carinho cada cantinho desses cômodos. E depois, com ajuda de especialistas, colocar o sonho em prática. 

Numa cidade como São Paulo, onde a pressa parece pontuar a maioria das ações, cuidar do próprio ambiente – sem terceirizar a tarefa – soa até meio retrô.

Mas, aos poucos, seguindo uma tendência europeia, cada vez mais brasileiros têm buscado dar um novo significado à palavra casa. “Vejo que, a exemplo do que já ocorre na França há um tempo, esse movimento está acontecendo aqui no Brasil também. Observo que os mais jovens, especialmente, tendem a se envolver mais com o ambiente onde vivem, cuidam eles mesmo de todos os aspectos de uma reforma e delegam menos essa tarefa aos outros”, diz Isabelle Dossa, médica francesa, há 30 anos no Brasil.

Essa mudança de comportamento certamente propicia mais trocas e mais convívio com amigos e familiares, pois planejar um canto da casa implica em envolver numa relação pessoas que compartilham o mesmo espaço. 

Inspirada nessas ideias, e apostando nessa tendência de comportamento, a Leroy Merlin abriu na últim terça-feira (5/12) uma megaloja na Marginal Tietê, na região da Lapa. 

“Nossa proposta é fomentar mais esse conceito de participação mesmo. A nova unidade – na verdade um espaço antigo repaginado – foi feita para as pessoas que amam suas casas”, explica Alain Ryckeboer, diretor geral da Leroy Merlin no Brasil. 

Bons momentos, não apenas produtos

Alain Ryckeboer. Foto: Divulgação.Alain Ryckeboer. Foto: Divulgação.Um dos diferenciais está em estimular que os clientes pensem como gostariam de organizar seus espaços. Eles planejam pelo site e mostram as ideias para os especialistas da loja, que os orientam e finalizam o projeto junto com o cliente”, diz Ryckeboer. A elaboração do esboço não exige conhecimento técnico. É um processo intuitivo, facilitado pelo próprio site da Leroy Merlin. 

“A experiência nos mostra que nessas escolhas estão envolvidos todos os membros da família, o que é muito interessante, pois é um movimento que, muito além da venda, contribui para aproximar as pessoas”, avalia Ryckeboer.

Ao fechar o projeto, o cliente pode partir para a loja para encontrar os elementos que irão compor sua cozinha, por exemplo. 

A tarefa é prazerosa, e não faltarão opções, dada a imensa gama de itens à disposição dos consumidores: 100 mil ao todo, espalhados por 12 mil metros quadrados por enquanto. O tamanho da unidade irá crescer ano que vem, quando será ampliada. Ao todo, serão 20 mil metros quadrados de área, o maior “home center“ da América Latina.  

E, junto a esse complexo comercial, mais uma novidade: a Zôdio, também francesa, chega ao Brasil e se une à Leroy Merlin (ambas pertencem ao gigante Grupo francês Adeo).

Prometendo experimentações para casa e para quem quer empreender, os produtos da Zôdio acabam por complementar os da Leroy, segundo o diretor Foto de seguidor da Zôdio no Instagram.Foto de seguidor da Zôdio no Instagram.geral da empresa, Gauthier Lenglart.

O diferencial da Zôdio está na forma como distribui seus produtos (18 mil): criando ambientes. A sensação ao entrar na loja é de estar entrando numa casa montada. Tem cozinha, quarto, salas. Na cozinha, os clientes – chamados de habitantes pelos vendedores – podem fazer um bolo, por exemplo, nas oficinas oferecidas, e depois degustá-lo na sala de jantar. 

A ideia, de acordo com Lenglart, é “criar bons momentos às pessoas, não apenas vender produtos”.

O espaço oferece um ateliê para personalização de canecas, outro para costura. Ali o habitante encontra material para confeccionar o que deseja e participa também de cursos.

“Sabemos que as pessoas gostam de fazer suas próprias coisas. Então investimos muito na linha do ‘faça você mesmo’”, diz Lenglart.

E as crianças também têm diversão garantida. “Há um espaço para oficinas voltadas para elas. Até mesmo aniversários podem ser ali comemorados, tamanho o clima intimista. 

Economia, conforto e convívio

“As mulheres brasileiras são mais artesanais do que as francesas. Constatamos isso numa pesquisa por mais de 500 casas de famílias no Brasil”, explica o diretor da Zôdio. Foi com base nesse dado e na rede de seguidores – cerca de 250 mil – que a loja foi pensada. 

A Leroy Merlin já havia dado recentemente, outro passo em direção à maior facilidade e funcionalidade da compra com o Clique e Retire em funcionamento na Loja da Marginal Tietê e nas demais unidades da rede. Em casa, ou em qualquer lugar, através do site, o cliente vê o estoque da Leroy Merlin, faz a escolha dos produtos de que necessita para a sua construção, reforma ou decoração e retira tudo na loja.

Neste ano, a empresa também lançou um canal do YouTube chamado "Casa de Verdade", que tem como principal objetivo gerar conteúdo prático e didático para quem quer mexer na casa com as próprias mãos.

Assim como a Leroy Merlin, a Zôdio também investiu muito em tecnologia para atrair a clientela, buscando sempre dinamizar o atendimento e encurtar o tempo de espera no caixa.

Na cerimônia de inauguração, era visível o entusiasmo de todos os envolvidos na preparação do novo espaço que contempla as duas empresas.Foto: Divulgação.Na cerimônia de inauguração, era visível o entusiasmo de todos os envolvidos na preparação do novo espaço que contempla as duas empresas.Foto: Divulgação.

Um dos diferenciais está em estimular que os clientes pensem como gostariam de organizar seus espaços. Foto: Divulgação.Um dos diferenciais está em estimular que os clientes pensem como gostariam de organizar seus espaços. Foto: Divulgação.

Na cerimônia de inauguração, era visível o entusiasmo de todos os envolvidos na preparação do novo espaço que contempla as duas empresas. Por trás dos discursos, ficou claro que nova loja opera com os conceitos de economia e conforto, fundamentais numa cidade como São Paulo, sem deixar de focar no convívio entre as pessoas. “Os workshops oferecidos aqui, as oficinas e as redes sociais são maneiras que criamos de estimular esses encontros de alguma forma”, pontua Ryckeboer.

Quem visita os espaços sai de lá com uma sensação muito boa, talvez nunca experimentada por alguns: a de que é possível tornar a tarefa de cuidar da casa um momento muito especial, repleto de delicadeza e prazer. 

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Por Maria Lygia Paternosso da Redação.



Este conteúdo é um oferecimento Leroy Merlin.


Quando tinha 11 anos, Meghan Markle - a atriz norte-americana e noiva do Príncipe Harry da Grã- Bretanha  escreveu uma carta a uma marca de produtos de limpeza que, em sua propaganda, restringia às mulheres o papel de cuidar das panelas sujas da cozinha. Os executivos resolveram mudar o comercial na época, mas até hoje a representação feminina na mídia continua bastante limitada e estereotipada. Apesar dos avanços, já está claro que a mudança só acontecerá verdadeiramente quando existirem mais mulheres na criação dessas campanhas. Por isso, coletivos feministas e projetos liderados por mulheres são tão importantes e necessários.
O núcleo Hysteria da Conspiração Filmes - divisão de produção de conteúdo formada por diretoras, produtoras e jornalistas - tem o objetivo de criar um ecossistema de apoio à projetos concebidos e realizados por mulheres, não necessariamente sobre temas femininos. Em processo de organização desde o início do ano, o grupo conta com um time fixo de 10 profissionais da produtora e mais de 500 parceiras, entre roteiristas, diretoras, youtubers, designers, jornalistas, entre outras especializações.

Renata Brandão, CEO da Conspiração, explica que a criação da Hysteria veio da necessidade de se ter conteúdo concebido, realizado e com curadoria de mulheres, sem estereótipos e limitações. “Num processo autocrítico, percebi um número grande de mulheres dentro da produtora e do nosso mercado com grande potencial autoral, mas com pouca autonomia ou oportunidades reais”, disse ela.

E de onde veio o nome? 

Renata Brandão, idealizadora da Hysteria e CEO da Conspiração Filmes. Foto: Divulgação.Renata Brandão, idealizadora da Hysteria e CEO da Conspiração Filmes. Foto: Divulgação.

Renata explica: “Hystera ou Hysteros significa útero, em grego. É um termo indissociável do feminino e está em circulação há mais de dois mil anos. Alguns autores acreditam que ela se modifica conforme o contexto sócio-cultural vigente da época”. Já foi usado para designar transtornos nervosos em mulheres e até associado à bruxaria. “Mas sabemos que o termo continua em uso. “Você é histérica” e “Você está histérica”, por exemplo. O fato é que ele sempre foi usado para calar uma mulher, que é o oposto do que estamos fazendo. Resolvemos nos reapropriar do termo histeria. Nos apossamos do que é nosso para ressignificar”, finaliza.

Entre os programas originais da nova plataforma, estão Tudo, websérie em que a atriz Maria Ribeiro aborda assuntos que vão de casamento à Coreia do Norte, e Alerta de tubarão, em que a fundadora do YouPix Bia Granja entrevista influenciadoras especializadas em diferentes temas. Hysteria traz também coproduções, como a segunda temporada da série online “Nosso amor a gente inventa”, apresentada por Sarah Oliveira.

Filmes e séries de ficção, publicitários e até produções eróticas estão no radar das realizadoras. A Hysteria também tem interesse na aquisição de produtos prontos para a plataforma, como a série Curta Mulheres, já disponível no site, e em coproduções para televisão. Para o GNT, o coletivo está produzindo a série de ficção Desnude, com conteúdo sensual para mulheres. O lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2018.

A atriz Maria Ribeiro estrela a websérie Tudo. Foto: Divulgação.A atriz Maria Ribeiro estrela a websérie Tudo. Foto: Divulgação.Masp e Google estão entre as primeiras marcas parcerias para os próximos anos, para realização de projetos de branded content: para o Masp, a Hysteria documentará o processo criativo de estilistas e artistas famosos na criação das peças. Já para o Google,  fará uma série sobre mulheres empreendedoras.

Projetos de áudio e texto incluem a curadoria de textos e reportagens em sites e coletivos de mulheres, além da produção de podcasts e playlists. No podcast “Rascunhos Esquecidos de Uma Caixa Sem Saída”, as atrizes convidadas – Debora Bloch, Mariana Ximenes e Marina Lima, entre outras – leem uma emocionante compilação de e-mails anônimos jamais enviados. Hysteria também ganhou uma música e videoclipe originais com a cantora Leticia Novaes, a Letrux.

Além da plataforma, entram na lista filmes de ficção, séries para a TV, clipes, criação para marcas, experiências off-line e – por que não? – produções eróticas. Foto: Hysteria / Divulgação.Além da plataforma, entram na lista filmes de ficção, séries para a TV, clipes, criação para marcas, experiências off-line e – por que não? – produções eróticas. Foto: Hysteria / Divulgação.O grupo também projeta a expansão da Hysteria para projetos físicos, já planejando seu primeiro festival de música, o Festival Hysteria. O evento com curadoria de Claudia Assef e Lalai Persson reunirá shows em praças, bares e clubes de São Paulo em 2018.

Assista o Vídeo Manifesto com Letícia Novaes, a Letrux, musa do Hysteria e da torcida do Flamengo.

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Fontes: Meio & Mensagem e ELLE Brasil.

Em tempos em que o sentimento da empatia vem sido discutido em diversos setores da sociedade atual, viver em São Paulo é também buscar por serviços de atendimento e lazer que transmitam empatia. Esse sentimento procura “confundir-se com a história do outro”, propondo soluções com inovação, criatividade e reconhecimento daquilo de que precisamos.

Leroy Merlin: especializada em construção e decoração, amplia a sua unidade da Marginal Tietê. Foto: Germano Luders.Leroy Merlin: especializada em construção e decoração, amplia a sua unidade da Marginal Tietê. Foto: Germano Luders.Na capital paulista, algumas empresas têm desconstruído o padrão tradicional de compra e venda no varejo, investindo num modelo que atenda às necessidades das pessoas, oferecendo muito além de produtos, mas novas experiências carregadas de empatia.

A Leroy Merlin, por exemplo, que amplia a sua unidade da Marginal Tietê nesta terça-feira, dia 5/12, pretende oferecer aos paulistas maior facilidade e inovação. A ideia é reduzir o tempo de espera e aperfeiçoar a experiência de compra dos clientes. A empresa é considerada multiespecialista do lar, por ser especializada em construção, acabamento, bricolagem, decoração e jardinagem com 80 mil itens divididos em 15 setores.

As mudanças vão desde os horários de funcionamento da loja (Segunda a sábado, das 6h30 às 23h. Domingos, das 8h às 22h. Feriados, das 6h30 às 23h.), alternativas inteligentes à falta de tempo e ao corre-corre comuns às grandes metrópoles, até o investimento em tecnologia, como a venda via website e pelo smartphone. Neste ano, o mobile commerce completa 20 anos de existência e os investimentos na tecnologia, no mundo todo neste segmento, devem ultrapassar US$ 516 bilhões somente em 2017. Portanto, cada vez mais, as empresas estão de olho neste nicho.

Para quem gosta de fazer experimentações em casa e também quer apostar no empreendedorismo, a Loja Zôdio, uma das bandeiras do Grupo Adeo, controlador da Leroy Merlin, chega ao novo espaço oferecendo aos clientes a possibilidade de se “vivenciar paixões”. Isso significa que será possível caminhar por dentro de uma casa montada, fazer aulas de crochê ou tricô, ou participar de um ateliê culinário, colocar a mão na massa e depois sentar-se a mesa de jantar para experimentar a comida. Uma experiência pra lá de sensorial, diga-se de passagem.

Inovar com empatia é um dos grandes desafios para as empresas, atualmente. Muitas delas estão desenvolvendo hubs de inovação como forma de acelerar esse processo na criação de grandes ideias, mas que sejam também eficientes em conversar com simplicidade com o público, contando histórias e suprindo as reais necessidades das pessoas. 

A Leroy Merlin deu recentemente outro passo em direção à maior facilidade e funcionalidade da compra. Trata-se do Clique e Retire, que estará em funcionamento na Loja da Marginal Tietê e nas demais unidades da rede. Em casa, ou em qualquer lugar, através do site, o Cliente vê o estoque da Leroy Merlin, faz a escolha dos produtos de que necessita para a sua construção, reforma ou decoração e retira tudo na loja, de forma ágil e confortável.

Neste ano, a empresa tembém lançou um canal do YouTube chamado "Casa de Verdade", que tem como principal objetivo gerar um conteúdo prático e didático para quem quer mexer na casa com as próprias mãos.

Pode-se dizer que o varejo é um mercado que vem propondo diversas inovações aos consumidores, sendo um setor promissor na transformação dos negócios. Um dos desafios, porém, é oferecer produtos e serviços que estejam munidos de empatia, um valor cada vez mais urgente e fundamental aos novos tempos.

Cena da “Casa de verdade”, da Leroy Merlin, web série inspirada nos momentos vividos em uma residência real. Foto: Reprodução.Cena da “Casa de verdade”, da Leroy Merlin, web série inspirada nos momentos vividos em uma residência real. Foto: Reprodução.

Os formatos inovadores em curso, as mudanças nas relações empresa e clientes, as experiências geradas e a facilidades na escolha dos produtos, vão proporcionar maior economia e conforto, estimular o convívio entre as pessoas, amigos e familiares, e também maior participação de todos nas tarefas da casa. Isto já é comum nos países desenvolvidos onde cuidar dos afazeres, fazer compras de objetos e instalá-los, promover reformas e se ocupar da manutenção da casa, fazem parte do dia a dia das pessoas sem stress. E cada vez que transformamos a nossa casa, ela nos transforma um pouco é sempre bom lembrar.

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Por Juliana Welling da Redação.

 

Este conteúdo é um oferecimento Leroy Merlin.

A Questtonó lançou estudo sobre mobilidade urbana no What Design Can Do 2017. Imagem: Divulgação.A Questtonó lançou estudo sobre mobilidade urbana no What Design Can Do 2017. Imagem: Divulgação.A Questtonó, consultoria de inovação com 24 anos de atuação e escritórios em São Paulo, Nova York e Rio de Janeiro, lançou no What Design Can Do 2017 - realizado na semana passada em São Paulo - um estudo que aponta para o futuro da mobilidade em grandes centros urbanos. 

Em um painel que debateu "O fim dos carros ou um novo começo?", ao lado de especialistas no tema, como Renata Grande, da Ford; Caio Vassão, arquiteto, urbanista e professor especializado em metadesign, e Natália Garcia, do projeto Cidades Para Pessoas, Barão di Sarno, designer e sócio fundador da Questtonó, apresentou Digital Rails: uma visão sistêmica para criar novas experiências em mobilidade.

“Acreditamos que a solução para os problemas complexos da atualidade deve ser sistêmica." Levi Girardi, CEO da Questtonó. Foto: Divulgação. “Acreditamos que a solução para os problemas complexos da atualidade deve ser sistêmica." Levi Girardi, CEO da Questtonó. Foto: Divulgação. Se há apenas dois ou três anos as pessoas imaginavam tratar-se de um futuro distante ou de um filme de ficção científica quando se falava em carros autônomos, agora sabemos que é apenas uma questão de tempo para que nossas vidas estejam cercadas por eles. Todos os dias, empresas como Google, Uber e Tesla aplicam testes e pequenas atualizações em sua tecnologia, o que nos aproxima cada vez mais de uma nova era.

Digital Rails propõe uma solução de baixo custo para que a transição entre os dias atuais e a era dos carros autônomos, uma realidade iminente, seja harmônica. O projeto otimiza a infraestrutura já existente nas grandes metrópoles, abre possibilidades para a integração da iniciativa pública e privada e permite que o sistema autônomo atinja sua máxima eficiência, além de coexistir com carros convencionais e outros modais.

Como funciona?

Inspirado no sistema circulatório do corpo humano, Digital Rails coordena semáforos inteligentes e veículos autônomos. Imagem: Divulgação.Inspirado no sistema circulatório do corpo humano, Digital Rails coordena semáforos inteligentes e veículos autônomos. Imagem: Divulgação.A partir de uma malha de vias dedicadas a carros sem motoristas, orquestrada virtualmente por um sistema aberto de dados (open API), a plataforma virtual Digital Rails coordena semáforos inteligentes e veículos autônomos para garantir aos passageiros uma rota sempre verde, que nunca pára. O sistema foi inspirado no sistema circulatório do corpo humano e idealizado com base em três pilares: sistema aberto de dados, faixa exclusiva para veículos autônomos e formação de comboios.

"Estamos vivendo um movimento de revolução não só do automóvel, mas de um modelo de indústria, de comportamento das pessoas, impulsionado em grande parte pela evolução cada vez mais veloz da tecnologia. Por isso acreditamos que a solução para os problemas complexos da atualidade deve ser sistêmica", disse Levi Girardi, CEO da Questtonó.

Visite www.questtonomobility.com e assista ao vídeo para saber mais sobre o projeto.

Todos os dias, empresas como Google, Uber e Tesla aplicam testes e pequenas atualizações em sua tecnologia. Imagem: Divulgação.Todos os dias, empresas como Google, Uber e Tesla aplicam testes e pequenas atualizações em sua tecnologia. Imagem: Divulgação.

Sobre a Questtonó

Criada em 1993, a Questtonó é uma consultoria de inovação com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Nova York. Seu time formado por estrategistas, designers, pesquisadores, engenheiros e comunicadores mergulha de cabeça em todas as fases dos projetos - da investigação à implementação - para conectar pessoas e marcas, propondo soluções sistêmicas e relevantes para a sociedade.

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Com informações da Profile R.P.