Cultura do “faça você mesmo” tem inspirado empresas a serem cada vez mais inovadoras - São Paulo São

Nos últimos anos, o avanço tecnológico inspirou a retomada da cultura do “Faça você mesmo”, e muitos espaços dedicados a ensinar as pessoas a fabricarem os seus próprios produtos começaram a proliferar na capital paulista. Em São Paulo, existem aproximadamente 25 espaços que oferecem aos chamados “makers” (nome dado às pessoas comuns que gostam de criar os seus próprios produtos) cursos ou ferramentas que auxiliam na produção própria de acessórios, roupas e objetos para decoração.

O “Faça você mesmo” tem origem no conceito americano do DIY – “Do It Yourself” -, muito associado ao movimento punk, nos anos 70, e ao cenário da música alternativa e à produção mediática independente, tais como os fanzines e as rádios piratas, por exemplo.  O fato é que este comportamento tomou força no mundo inteiro e, no Brasil, vem crescendo desde meados dos anos 2000. 

Com tantas possibilidades de interação entre os inventores, e o crescimento de uma cultura que tem na democratização a palavra-chave para a criação de diversos produtos, as empresas estão transformando as suas organizações, realizando cada vez mais inovações que possam ser abertas, democráticas e compartilhadas. Grandes montadoras, como a Renault, por exemplo, têm recorrido às tecnologias abertas para o desenvolvimento de protótipos. E outras empresas de segmentos diversos também têm investido nessa mudança de cultura organizacional.

Imagem / Reprodução.Imagem / Reprodução.Conceitos inovadores estão associados ao sucesso de empresas globais segundo pesquisa da Revista Forbes. O que faz a diferença para os inovadores de sucesso? Para começar, de acordo com a pesquisa, todos compartilham o que podemos descrever como um conjunto básico de capacidades de inovação, os chamados "table-stakes":

- Na fase de idealização, elas tem uma capacidade de obter informações sobre as necessidades dos clientes e uma compreensão da relevância potencial das tecnologias emergentes.

- Na fase de desenvolvimento do produto, uma capacidade de se envolver ativamente com os clientes para comprovar a validade dos conceitos e avaliar o potencial e os riscos do mercado e a capacidade de alavancar as plataformas de produtos existentes em novos produtos.

- Na fase de comercialização, a capacidade de trabalhar com usuários-piloto para implementar produtos com cuidado, mas rapidamente, e para coordenar toda a organização para um lançamento efetivo.

Uma das empresas que há algum tempo já trabalha e estimula a prática do conceito do “Faça você mesmo” é a Leroy Merlin. O site da rede, por exemplo, disponibiliza um canal no qual apresenta vídeos com dicas atualizadas para quem tem o desejo de criar e inovar, por conta própria, em sua casa. 

Recentemente, a empresa inaugurou a loja da Marginal Tietê, unidade que foi ampliada para proporcionar mais inovação e facilidade aos consumidores Imagem Instagram / Zodio.Imagem Instagram / Zodio.paulistas. De olho no movimento “maker”, e com a proposta de compartilhar ideias e inovações com os seus clientes, a nova unidade chega ao mercado com a Loja Zôdio, uma das bandeiras do Grupo Adeo, controlador da Leroy Merlin, cuja logomarca enfatiza a frase: “Ouse ser Você”. 

A proposta é a autenticidade, e que pretende oferecer ao consumidor tudo o que ele precisa para criar o seu próprio lar. Na Leroy Merlin, a Loja Zôdio inspira a “vivência de paixões”. Isso significa que será possível caminhar por dentro de uma casa montada, fazer aulas de crochê ou tricô, ou participar de um ateliê culinário, colocar a mão na massa e depois sentar-se a mesa de jantar para experimentar a comida. 

Neste ano, a Leroy Merlin também lançou um canal do YouTube chamado "Casa de Verdade", que tem como principal objetivo gerar um conteúdo prático e didático para quem quer mexer na casa com as próprias mãos.

Escapar do stress das grandes cidades, da vida moderna, e colocar a mão na massa para a criação de produtos inovadores. Os consumidores de hoje estão em busca de originalidade e as empresas que modificarem a sua cultura organizacional para investirem no segmento “maker” terão processos cada vez mais rentáveis, ágeis, criativos e apaixonantes. 

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Por Juliana Welling da Redação.

 


Este conteúdo é um oferecimento Leroy Merlin.

 

 



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