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No caso das faixas exclusivas de ônibus, o compromisso original de Haddad, de 150 km, foi superado com folga - cidade já tem 386 km.

Se em áreas como saúde e educação os planos do prefeito Fernando Haddad (PT) ainda estão engatinhando, em temas como mobilidade e desenvolvimento social o petista fez em dois anos e meio de gestão mais do que o prometido para todo o mandato. Das 123 metas previstas no programa, 9 foram cumpridas e superadas.

Na área de transporte e mobilidade, dos 11 compromissos previstos, oito já foram integralmente cumpridos ou têm índice de execução superior a 50%. Uma das principais promessas na área é implementar 150 quilômetros de corredores de ônibus até o fim de 2016. No momento, de acordo com a Prefeitura, 51,9% da meta está cumprida, com 37,9 km das obras em andamento, 62 km com obras contratadas e 26 km em licitação. Já no caso das faixas exclusivas de ônibus, a meta original, de 150 km, foi superada com folga - a capital paulista já tem 386 km de vias segregadas para os coletivos municipais.

As ciclovias também continuam sendo instaladas. De acordo com o site da Prefeitura, 51,3% da meta de uma rede de 400 km de vias para bicicletas está cumprida. Desde junho de 2014, foram concluídos 238,3 km - já incluído o trecho da Avenida Paulista, inaugurado no domingo.

Haddad também conseguiu cumprir integralmente uma das principais bandeiras de campanha, a criação do bilhete único nas modalidades diário, semanal e mensal. Implementou ainda 151 linhas de ônibus com funcionamento durante toda a madrugada.

Mais temas

Na área de desenvolvimento social, o plano de inserir no programa Bolsa Família 228 mil novas famílias também foi além do esperado - a meta foi atingida e atualmente são 269.650 beneficiários.

A área de cultura também tem bom índice de execução. Das oito metas previstas, quatro já foram cumpridas e três têm taxa de cumprimento superior a 50%, de acordo com os critérios da administração municipal. Haddad se comprometeu, por exemplo, a fomentar 500 projetos pelo programa VAI (Valorização de Iniciativas Culturais) e já apoiou em sua gestão 644.

O prefeito também alcançou bons números no tema de espaços públicos, com três das cinco metas integralmente cumpridas. O plano previa a instalação de 42 áreas de conexão Wi-Fi aberta em locais públicos - até o momento, 120 pontos foram implementados, ou seja, 250% da meta. A iluminação pública teria 18 mil novos pontos e a cidade ganhou 53.489. A administração diz ainda ter criado em cada uma das 32 subprefeituras um programa de requalificação do espaço público e melhoria do bairro, com 296 obras concluídas em todos os distritos.

No tema de participação e transparência, a gestão cumpriu quatro das sete metas previstas, entre elas a criação dos conselhos participativos em todas as subprefeituras e dos conselhos da cidade, de transportes e de esporte, lazer e recreação. Outras três instâncias temáticas estão prometidas pela Prefeitura, incluindo o conselho de transparência e controle social.

Comparação

Considerando o balanço anterior do programa de metas, divulgado no site da Prefeitura em dezembro de 2014, o número de compromissos integralmente cumpridos por Haddad dobrou: passou de 16 para 32.

Na outra ponta, caiu de 40 para 15 o número de metas que apresentam taxa de execução inferior a 25%.

Edison Veiga e Fabiana Cambricoli no Estado de S.Paulo. 

Quando Nabil Bonduki assumiu a Secretaria de Cultura da cidade de São Paulo, anunciou que olharia com atenção para o cinema. A concretização da primeira leva de 30 filmes com o selo SP Cine, muitos deles prontos para chegar às salas de exibição ainda em 2015 e 2016, é uma mostra de que o projeto não ficou só no papel.

Para garantir que estes filmes estejam disponíveis ao público, a SP Cine promete entregar nos próximos meses 20 salas em bairros populares, que terão sessões a preço popular. Além disso, está em pauta facilitar as filmagens de produções na cidade, de acordo com o secretário, “para poder fazer com que São Paulo seja um cenário natural do cinema”.

Após a entrevista coletiva na sede da Prefeitura que anunciou os contemplados nas primeiras linhas do programa, Bonduki falou ao TelaTela.

TelaTela – Como o circuito da SP Cine se relaciona com a rede já existente? Será uma concorrente ou uma alternativa?

Nabil Bonduki – De maneira nenhuma é uma concorrência. Na verdade, nós estamos chegando onde as redes privadas não chegam. São locais da cidade onde não existem salas de cinema, e nós acreditamos que não vai haver concorrência. Talvez até o contrário: criar salas de cinema em locais que não têm sala poderá fazer com que mais pessoas fiquem apaixonadas pelo cinema e possam a partir daí frequentar inclusive outras salas do circuito comercial. Eu não vejo como concorrência, eu acho que uma rede é uma rede, quando ela cresce é como uma cadeia. Um setor alimenta o outro e com isso nós vamos ter mais possibilidades de ver cinema, e principalmente o cinema brasileiro em São Paulo.

Lembrando que não é só o cinema paulista, ou o cinema brasileiro, que não tem tela. Muitos cinemas, de muitos lugares do mundo não têm telas em São Paulo. Vamos lembrar que no período da Mostra Internacional de Cinema temos muitos e muitos filmes de muitos lugares que só passam ali na Mostra, e são filmes muito bons, muito interessantes, que não entram no circuito comercial. Então na verdade esse circuito de salas de cinema da Prefeitura será, sem dúvida nenhuma, um impulso importante para toda a produção mais independente do mundo todo poder se apresentar na cidade de São Paulo.

Esse circuito de salas de cinema da Prefeitura será, sem dúvida nenhuma, um impulso importante para toda a produção mais independente do mundo todo poder se apresentar na cidade de São Paulo”

As salas da SP Cine vão estar abertas também para essas produções internacionais?Vão. Elas vão ter uma produção variada, a ideia não é que ela só vai ter filme brasileiro, ou só “filme-cabeça”, filmes autorais, porque nós precisamos também formar público. E às vezes a gente forma público garantindo que ele possa ter acesso a outros tipos de filmes que até são mais fáceis de deglutir.

A ideia é que a gente tenha a SP Cine junto com um bom programador, privado, que poderá se associar à prefeitura, para que a gente possa fazer um programação variada. Que tenha cinema brasileiro, tenha cinema independente, e possa ter até algumas produções de Hollywood, que são aquelas que vão permitir que uma população, que hoje não consegue pagar o preço de um shopping, de repente possa ter acesso num cinema da Prefeitura.

A SP Cine pretende também fazer mais oficinas e workshops em Ceus e Centros Culturais? Como a Prefeitura vê estas iniciativas?

Nós temos várias iniciativas da Prefeitura voltadas à oficinas de criação, com participação da população. Com certeza o audiovisual é uma das linguagens, além das oficinas de teatro, de música, dança, as mais diferentes manifestações culturais. O audiovisual, com a SP Cine, vai ganhar mais espaço dentro dessa possibilidades.

Nós estamos num processo também de implantar um Laboratório de Audiovisual, o LEIA (Laboratório de Experimentação e Inovação Audiovisual), em que nós vamos poder desenvolver pequenas empresas, startups e empresas audiovisuais, gerando uma ampliação da economia criativa na cidade e um conjunto maior de pessoas capacitadas para participar do audiovisual, porque com a abertura do espaço em tela nas TVs pagas nós temos hoje uma grande demanda por audiovisual, e nem sempre existe pessoal capacitado para poder trabalhar.

Iluminadores, maquiadores, cenógrafos, uma enorme quantidade de pessoal que é necessário para as produções de audiovisual poderá se formar nessas oficinais e nesses espaços de formação.

Como esse projeto de facilitar as filmagens em São Paulo irá funcionar na prática e a partir de quando a gente vai poder ver mais filmes serem rodados no espaço público da cidade?

Nós já temos um setor dentro da Secretaria, mas ele precisa ser reestruturado para que ele possa efetivamente cumprir o papel de agilizar e tornar fácil a filmagem na cidade de São Paulo.

Isso terá que ser feito também num trabalho articulado com outras secretarias municipais, em especial com a CET (Companhia de Engenharia de Trafégo) e com as subprefeituras e também com a Secretaria de Serviços que são secretarias que têm que atuar para interromper o trânsito, para autorizar as filmagens, para garantir uma infra-estrutura necessária, por exemplo, de energia elétrica, pra poder filmar no espaço público. Mas é um esforço que neste segundo semestre nós vamos agilizar para poder fazer com que São Paulo seja um cenário natural do cinema.

Diego Olivares no Tela Tela.

Lançado nesta quarta (1º), programa prevê criação de projetos pedagógicos voltados à alimentação saudável nas unidades escolares, para que professores e alunos possam fazer refeições juntos e os hábitos alimentares sirvam de exemplo para as crianças.

A Prefeitura de São Paulo lançou na tarde desta quarta-feira (1º) o programa “Na Mesma Mesa”, que promoverá hábitos alimentares saudáveis nas escolas municipais a partir de uma interação mais próxima entre alunos e professores no momento da refeição.

O objetivo da iniciativa, que foi apresentada em evento no Centro Educacional Unificado (CEU) Butantã, é que, ao fazer as refeições ao lado dos professores, os alunos aprendam a importância da alimentação saudável e levem as práticas para dentro de suas casas.

“Na refeição, não tem professor, aluno ou funcionário. Estarão todos em volta de uma mesa, se alimentando e olhando um para o outro, trocando experiências. Ali se educa tanto quanto na sala de aula. É um momento rico do dia e que ficará muito mais enriquecido, colocando professores e alunos sentados frente a frente”, afirmou o prefeito Fernando Haddad.

“Nosso sonho é que isso chegue nas famílias, fazendo com que aos alunos e professores na escola tenham uma alimentação mais saudável e essas crianças possam chegar em casa e ajudar a mãe e o pai a mudarem seus padrões de alimentação. Alimentar é compartilhar”, disse o secretário municipal da Educação, Gabriel Chalita.

As unidades escolares interessadas devem apresentar projetos envolvendo hábitos alimentares saudáveis, com cronogramas de refeições conjuntas envolvendo alunos e professores. Os projetos deverão ser aprovados pelas Diretorias Regionais de Educação (DREs).

A interação pretendida não seria possível sem o lançamento do programa, porque os professores recebem vale-refeição e não é permitida a alimentação na escola. A participação da unidade educacional no “Na Mesma Mesa” não irá interferir no pagamento do benefício aos educadores.

“No programa, reconhecemos e reforçamos mais uma vez o papel do professor. Professor não é dador de aula, é gestor de sonhos, é fundador de mundos e referência no espaço que habita. Portanto, quando ele compõe com seus alunos a mesa de refeição, isso traz uma forma de construção diferenciada”, disse a secretária-adjunta da Educação, Emília Cipriano.

O programa se soma a outras ações tomadas pela Prefeitura na melhoria da alimentação escolar desde o início da gestão, como o aumento, de 1% em 2012 para 23% neste ano, do percentual de recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) investidos em produtos de agricultura familiar.

“Estamos reduzindo produtos alimentícios e trocando-os por alimentos integrais. Por exemplo, está acontecendo a substituição dos bolos, que faziam os lanches das crianças, por frutas, o que nos coloca em um patamar mais elevado que o preconizado pelo Pnae”, afirmou a diretora do Departamento de Alimentação Escolar (DAE), Erika Fischer.

A primeira-dama e coordenadora do programa São Paulo Carinhosa, Ana Estela Haddad, também participou do evento.

Parceria

Além do lançamento do programa “Na Mesma Mesa”, a Secretaria Municipal da Educação assinou ainda um convênio com a Nestlé para aplicação do programa “Nutrir Crianças Saudáveis”. A iniciativa promove hábitos alimentares saudáveis e atividade física para crianças em idade escolar, capacitando educadores desde 1999.

No período, mais de 19 mil profissionais de 7 mil escolas foram capacitados em todo Brasil, impactando na formação de mais de 2 milhões de crianças.

“Vamos compartilhar tecnologia social para incluir o tema no dia a dia das escolas, transformando a hora da educação em um momento para educar”, afirmou o presidente da Nestlé, Juan Carlos Marroquin.

Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação, Prefeitura.

 

Pessoas que moram nas ruas da cidade de São Paulo foram surpreendidas na madrugada da última quarta-feira (1º) com uma ação social inédita: receberam cachecóis produzidos por crianças que representam o oposto de suas realidades, estudantes do colégio Porto Seguro, um dos mais elitizados do país.

Além da vestimenta contra o frio, ganharam cupcakes, cobertor e um kit com escova de dentes, creme dental, preservativo, sabonete, meias, água mineral, um pacote de bolachas e um sanduíche.

A mobilização foi feita pelo grupo Entrega por São Paulo, que usa as redes sociais para arregimentar voluntários e doações.

Há cerca de um ano, eram oito amigos envolvidos, "na raça". Na última ação, já havia 200 pessoas engajadas, que conseguiram arrecadar material suficiente para 650 kits –ao mesmo tempo em que faziam uma espécie de balada social em plena praça Charles Miller, na região central, ponto de concentração da trupe.

"Não estamos ligados a nenhuma religião, a nenhum partido e a nenhuma empresa. Isso ajuda a motivar as pessoas a acreditar mais na ideia, a se juntar", diz Lucas Caldeira Brant de Tolentino, 31, líder da ação.

A única exigência para participar das entregas, que acontecem uma vez por mês, é ser maior de 18 anos.

Os voluntários –a maior parte jovens de classe média– dividem-se em seis frentes de distribuição de mantimentos em áreas como o Minhocão e a Ceagesp.

"Temos uma postura de respeito às pessoas em situação de rua. Às que querem conversar, falar da vida, além de receber o kit, damos toda a atenção. Às que não querem, apenas deixamos os donativos e saímos", afirma Marcela Branco, 26, da coordenação do Entrega.

A bióloga Amanda Francisco, 21, participava pela primeira vez. Conheceu o movimento pelo Facebook e resolveu se engajar, com três amigas de idades semelhantes, por uma questão pitoresca.

"Estava participando apenas de ações voltadas para cães e gatos. Achei que era hora de fazer algo pelas pessoas também, né?!"

Escola

A participação dos alunos do Porto Seguro na ação foi programada por um mês e envolveu 180 crianças com idades entre 5 e 7 anos.

"Fizemos uma apresentação nas salas, com fotografias, mostrando as necessidades básicas de um ser humano e explicando que algumas pessoas não tinham acesso a quase nada", diz Tolentino.

Surgiu dos alunos a sugestão de produzir os 650 cachecóis. Eles também doaram 250 cobertores e 300 pacotes de bolacha.

"As crianças precisam de bons modelos, de modelos reais, para se inspirarem, para entenderem e praticarem solidariedade. Elas sentiram que poderiam fazer algo concreto produzindo os cachecóis", diz a professora Bianca Rodrigues Corsi, que coordenou o projeto na escola.

Cledson Danilo, 32, há quatro meses morando nas ruas do bairro de Santa Cecília (na região central da cidade), foi um dos que receberam cachecol. "Show de bola", disse sobre a iniciativa.

Mais dois colégios estão inscritos para participar de ações do Entrega. Para saber mais: www.facebook.com/entregaporsp

Jairo Marques na Folha de S.Paulo.

A ONG Cidades Sem Fome transforma terrenos públicos e particulares da zona leste de São Paulo em hortas comunitárias.

O projeto começou em 2004 e foi criado pelo alemão Hans Dieter Temp, que é formado em Administração de Empresas e é Técnico em Agropecuária e Políticas Ambientais. A zona leste de São Paulo foi escolhida pois é um local muito carente.

O objetivo desse projeto é melhorar a situação dos moradores da região através de trabalhos sustentáveis de agricultura urbana por meio da produção de alimentos orgânicos. Além de realizar projetos de Hortas Comunitárias, a ONG Cidades Sem Fome também desenvolve Hortas Escolares e Estufas Agrícolas em espaços que não são ocupados. Esse trabalho tem o intuito de gerar oportunidades de trabalho e melhorar a alimentação de crianças e adultos.

Cerca de 21 hortas comunitárias já foram criadas pela ONG Cidades Sem Fome e 15 hortas foram implantadas em escolas públicas. Um dos principais objetivos do Projeto Hortas Escolares é disponibilizar um fácil acesso a uma alimentação saudável, prevenir a desnutrição de crianças da zona leste de São Paulo. Esse trabalho envolve os alunos, pais e professores.

A ONG Cidades Sem Fome também atua no estado do Rio Grande do Sul desde 2009 com o Projeto Pequenos Agricultores Familiares. O trabalho das hortas comunitárias que já era feito em São Paulo foi adaptado para a cidade de Agudo, no Rio Grande do Sul.

Essa região sempre apostou na produção do tabaco, mas vinha sofrendo algumas dificuldades com a plantação. Por isso, os agricultores estão aprendendo a diversificar as culturas para criar novas opções de negócios. Duas estufas agrícolas estão sendo usadas nesse projeto.

Se você gostou do projeto, saiba que a ONG Cidades Sem Fome recebe doações. Você pode escolher qual desses trabalhos quer ajudar, pois no site está disponível uma lista de itens que cada um desses projetos está precisando. É possível optar por doações mensais ou anuais ou realizar uma doação única. Saiba mais aqui. A organização já recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais.

Em 2013, Hans Temp foi premiado com o título de Empreendedor Social “Changemaker” pela Rede Ashoka, uma associação global de empreendedores sociais. E em 2011 a ONG Cidades Sem Fome recebeu o Prêmio de Inovação da FINEP na categoria “Tecnologia social”.

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Projeto contemplado pelo edital Redes e Ruas organiza mutirão, neste final de semana, para transformar a Praça do Samba, em Perus, em espaço de integração.

'Se Liga na Praça' é o nome do movimento que reúne três coletivos da cidade em um projeto prazeroso e desafiador: conectar pessoas que frequentam, moram, estudam ou trabalham ao redor de duas praças da cidade para devolver a estes espaços públicos o que ele tem de melhor: seu caráter comunitário e sua recriação como lugar de lazer, debate e inclusão.

Os coletivos são Movimento Boa Praça, Acupuntura Urbana e Atados. Eles carregam trajetórias diferentes nas áreas de intervenção urbana, organização comunitária e articulação de redes de voluntários. As praças estão localizadas em duas regiões da cidade: a Conde Francisco Matarazzo Jr fica na Água Branca, na zona oeste, e a Praça do Samba, em Perus, zona norte.

Redes e Ruas - O 'Se Liga na Praça' é um dos 59 selecionados pelo edital Redes e Ruas 2014, lançado pelas secretarias de Cultura (SMC), Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) e Serviços (SES) da Prefeitura de São Paulo para apoiar projetos de inclusão, cidadania e cultura digital. O projeto começou a ser desenvolvido em fevereiro, na praça Conde Francisco Matarazzo Jr.
Em abril, o local ganhou pinturas, mesa de piquenique, brinquedo de bambu, arvorismo, brinquedos para cachorros e sinalização, por meio de mutirão que juntou vizinhos da praça, pessoas que trabalham por perto, funcionários da subprefeitura da Lapa, moradores de rua da região e pessoas de outros lugares da cidade que toparam ajudar, animadas com a ideia.

Para fortalecer a rede comunitária no entorno das duas praças, a equipe do projeto montou também um canal (atados.com.br/ato/mutirao-comunitario) dentro da plataforma social Atados, que conecta voluntários a instituições para unir pessoas que tenham algo para doar (materiais, serviços, talentos) com iniciativas que precisem desses recursos para ativar ou ressignificar espaços públicos. O canal tem um mapa com os recursos e serviços georreferenciados e filtros de pesquisa por categoria para tornar mais eficiente o contato entre doadores e beneficiados.

Praça do Samba

Neste próximo final de semana, dias 4 e 5, o mutirão acontece na Praça do Samba, em Perus. O espaço já vem recebendo ações do projeto desde o início de maio, com mapeamento do entorno, articulação dos agentes locais e reuniões abertas onde os participantes compartilham ideias, avaliam necessidades e encaminham soluções para a praça. Nos encontros, além da formulação coletiva de um projeto para o espaço, são organizadas atividades de interação e lazer e oficinas de formação.

Atividades do 'Se Liga na Praça', na Praça do Samba: de Tai-chi a conserto de bikes.

Para o mutirão na Praça do Samba estão previstas, entre outras coisas, criação de mosaicos e pinturas, construção de um parquinho e almoço coletivo. A ação acontece em Perus, mas o convite se estende à cidade inteira! Para acompanhar passo a passo essa movimentação, confira a página do grupo A Praça do Samba dos Sonhos que apresenta informações para os interessados em participar como voluntário.

Mutirão do 'Se Liga na Praça'
Dias 4 e 5/7, 9h às 18h
Praça do Samba
Rua Mogeiro, 145, Perus.

Fonte: Portal da Prefeitura.