Novas lixeiras de metal estão sendo instaladas em vias e praças da cidade de São Paulo - São Paulo São

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A cidade de São Paulo começou a receber lixeiras de metal, mais resistentes do que as anteriores de plástico. No total, 1.908 unidades dos novos modelos já foram instaladas em diferentes regiões da cidade - do centro à periferia.

Foto: Cesara Ogata / Secom.Foto: Cesara Ogata / Secom.

Das unidades instaladas, 1.196 lixeiras são do modelo “Tulipa”, que começou a ser utilizado em fevereiro deste ano. Feitas de ferro com tratamento anticorrosivo, essas papeleiras possuem capacidade para receber até 100 litros de resíduos e são presas no chão. 

As outras 712 são do modelo conhecido como “Robocop”. Feitas de ferro, possuem capacidade de armazenar 50 litros de resíduos e são fixadas nos postes. Elas também possuem uma caixa de metal para apagar cigarros.

Essas novas lixeiras complementam as papeleiras de plástico, que já existiam na cidade. Os novos modelos são mais modernos e resistentes. Com a diminuição dos atos de vandalismo e deterioração, a Prefeitura pretende também economizar o dinheiro dos contribuintes.

Foto: Cesara Ogata / Secom.Foto: Cesara Ogata / Secom.Os novos modelos foram doados pelas empresas Soma e Inova, responsáveis pela varrição na capital. Os novos modelos não estavam contemplados no contrato vigente com as empresas e foram doados sem custos ao governo municipal.

Conforme o contrato, as empresas precisam repor mensalmente 20% das papeleiras na cidade, seja por vandalismo ou higienização. Não há um valor específico para a manutenção das papeleiras, pois a tarifa mensal paga a essas empresas já contempla esse serviço.

De acordo com a AMLURB (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), na época em que o contrato foi firmado com as empresas de varrição, entre 2011 e 2012, foram instaladas 150 mil papeleiras. Somente neste ano, foram repostas, por mês, 4.402 papeleiras, sendo mais da metade devido a depredações, pichações, queima, aplicação de propagandas irregulares e demais tipos de vandalismos.

Georreferenciamento

Foto: Cesara Ogata / Secom.Foto: Cesara Ogata / Secom.Foto: Cesara Ogata / Secom.Foto: Cesara Ogata / Secom.Algumas lixeiras do novo modelo podem ser monitoradas por sistemas de coordenadas geográficas, por possuírem QR Code ou um chip acoplado que permite, por meio de um aplicativo de celular, acompanhar informações em tempo real sobre o estado de limpeza, manutenção, necessidade de substituição e vandalismo. 

Esses registros são armazenados no sistema da empresa e podem ser acessados a qualquer momento para identificar a necessidade de eventuais manutenções, limpezas e higienizações.

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Com informações da Secretaria Especial de Comunicação / Portal da Prefeitura.