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Tempos atrás, o Citylab publicou um texto intitulado “Cinco razões porque Amsterdã funciona tão bem para bicicletas” (na tradução livre), no qual lista escolhas de desenho urbano e de políticas públicas que tornam a capital holandesa uma referência mundial no uso de bicicletas.

No Brasil, muitos duvidam da capacidade de nossas grandes cidades chegarem a ser novas Amsterdãs, de instituírem a bicicleta como grande meio de transporte diário. E não é à toa, pois estamos mesmo um pouco longe dessa realidade. Porém, algumas pequenas transformações podem gerar grandes mudanças.

A infraestrutura das metrópoles impacta diretamente na vida de seus cidadãos, o que nos leva a considerar a mobilidade humana como um tema essencial para a promoção da qualidade de vida de cada um.

Reverter um cenário de dependência de automóveis é uma questão cultural. E a partir dos avanços trazidos pela tecnologia, vieram mudanças importantes como os veículos elétricos, car sharing, compartilhamento de bicicletas e carros autônomos, por exemplo, todos chegando com o propósito de ajudar no avanço dessa temática.

Quase sempre, estações de metrô costumam ser associadas a barulho, sujeira, confusão, estresse e desordem, não a design ou arquitetura. Entretanto, existem várias estações de metrô do mundo, que quebram esse paradigma, destacando-se essencialmente por sua arquitetura interior e detalhes deslumbrantes.