Caminhos - São Paulo São

São Paulo São Caminhos

Amostragem feita pela CET entre 13 de janeiro e 31 de outubro de 2014 indica crescimento de 67,5% na velocidade média, resultando na economia de quatro horas semanais aos usuários.

De acordo com um levantamento recente da São Paulo Transporte (SPTrans), em 2015 a velocidade média dos ônibus na cidade de São Paulo durante os horários de pico ultrapassou os 20 quilômetros por hora. O estudo foi feito de março a dezembro de 2013, janeiro a dezembro de 2014 e janeiro a junho de 2015 e considera separadamente os trajetos feitos no sentido Centro – Bairro e Bairro-Centro.

Os dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) apontam que a velocidade média praticada pelos coletivos nas faixas teve aumentos significativos. Uma amostragem feita entre 13 de janeiro e 31 de outubro de 2014, representando 65,7 Km de vias exclusivas, indica um crescimento de 67,5% na velocidade média, com elevação de 12,1 Km /h (antes da implementação) para 20,3 Km/h (após o início da operação). Essa iniciativa resultou na economia de quatro horas semanais aos usuários de ônibus em suas viagens.

Ainda de acordo com os dados, as faixas proporcionaram uma redução no tempo médio de deslocamento nos horários de pico, que no período da tarde era de 69 minutos (em 2012) e caiu para 64 minutos (em 2014). Já no pico da manhã, a média era de 66 minutos (em 2012) e chegou a 63 minutos (em 2014).


Outro resultado positivo produzido pelas faixas é que a lentidão de trânsito, em toda a cidade, tem tido uma desaceleração. Enquanto de 2011 para 2012 houve um crescimento de 14,8% (veja na tabela abaixo), de 2013 para 2014 o aumento ficou em 2,8%. Isto se explica porque, entre outros aspectos, a faixa organiza o trânsito de veículos e estimulou a migração de pessoas para o transporte coletivo. A velocidade nos corredores de ônibus também apresentou melhoras, conforme tabela abaixo:


Fonte: Prefeitura de São Paulo.

Como Caetano Veloso diz na música Sampa, "da dura poesia concreta de tuas esquinas", a beleza de São Paulo não é tão óbvia quanto a de outras cidades.

Com as palavras de Caetano na cabeça, resolvi ir atrás dos grafites de São Paulo e acabei preparando o roteiro abaixo. Ao meu ver, ele revela a essência da vida paulistana e a surpreendente beleza estampada em locais inusitados: de esgotos até os mais altos andares de prédios. A viagem pelos grafites é também uma forma de se conhecer a cidade por meio da crítica social exposta na arte urbana.

Fotografei meus preferidos e será fantástico receber dicas dos leitores do 'Para Inglês Ver' com registro de arte urbana imperdível em São Paulo e em todo o Brasil.

O tour completo de Charles Humphreys da BBChttp://glo.bo/1FUQTlA 

Projeto "Luz Nas Vielas", do coletivo madrilenho BoaMistura, realizado na favela da Vila Brasilândia.

O grupo se propôs a responder à complexidade espacial característica da favela. E trabalhou com o achatamento da perspectiva a partir de um ponto de vista (anamorfose). As palavras beleza, firmeza, amor, doçura e orgulho foram então emolduradas por uma cor lisa para serem lidas igualmente, cobrindo as construções e democratizando o espaço.

E para eles, essas palavras são o melhor retrato da favela: http://goo.gl/sl0q2G

O Urban Land Institute de Washington (ULI) selecionou os seis finalistas para o seu 'Prêmio Urban Open Space (http://on.uli.org/1ovscZj), que reconhece os benefício da revitalização de espaços públicos para a melhoria das condições de vida das comunidades circunvizinhas. Este foi o primeiro ano que o ULI expandiu o programa para incluir inscrições do mundo todo.

Como informações ArchDaily: http://bit.ly/1Mi34xA

 

Investir em infra-estrutura para bicicletas é um movimento moderno e inteligente. Muitas cidades conseguem isso. Nem todas. E muitas ainda estão no meio.

A cada edição, o índice Copenhagen­ize Design Company’s das cidades mais amigas da bicicleta no mundo, evolui. Em 2011, classificou 80 cidades globais; em 2013, classificou- 150. Este ano, foram consideradas as cidades com uma população de mais de 600.000 (com algumas exceções, devido à sua importância política e regional, e para manter as coisas interessantes ). Foram avaliadas 122 cidades.

Conheça a metodologia e as 20 Top: http://wrd.cm/1GVVdX9

Michael Colville-Andersen na Wired.


Longe dos olhos de quem passa pelas ruas movimentadas da capital paulista, há uma agitada vida subterrânea. Trabalhadores correm diariamente debaixo de algumas das principais vias da cidade, sempre em espaços de acesso restrito, para manter o andar de cima funcionando. Nesse lado de baixo, há muitas histórias que poucos conhecem.

Mariana Tramontina e Paulo Terron no TAB: http://tab.uol.com.br/subterraneos/