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São Paulo São Caminhos

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Desde 1905 o escritor brasileiro João do Rio falava em ‘flanar’ pela cidade’. Quase 100 anos depois, o sentido de ‘flanar’ foi ressignificado, mas também trouxe um novo olhar de como podemos nos relacionar com nossa cidade. ‘Flanar’ hoje é um convite à caminhar, esbarrar, reconhecer e aprofundar-se na experiência urbana.

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A nova Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp) será mais funcional e possibilitará melhor mobilidade. O Estado teve acesso aos quatro projetos finalistas do processo seletivo interno do Novo Entreposto de São Paulo (Nesp): em comum estão facilidades logísticas e propostas para resolver os gargalos do entra e sai de caminhões. Não faltam também propostas avançadas, que discutem até o modelo de comercialização das mercadorias.

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As primeiras cidades, datadas de 3.500 AC, inauguraram espaços feitos para encontros, trocas e interações entre pessoas. No decorrer dos séculos, as cidades foram se adaptando de acordo com novos padrões de densidade, zoneamento e transporte. Mas foi no século XX, ou mais especificamente no pós-guerra, que as cidades começaram a mudar radicalmente. Com o surgimento do automóvel, sua valorização enquanto bem de consumo, e a rápida disseminação do seu uso, houve uma inversão total: as cidades foram adaptadas e desenhadas para acomodar as viagens de automóvel. As cidades para pessoas passaram a ser cidades para carros.

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“Nos olhos das pessoas, no bulício, na pressa ou lentidão dos transeuntes; na algazarra e no fragor; carruagens, automóveis, autocarros, caminhões, homens-sanduíche aos tropeções ou de passo arrastado; realejo e fanfarras; no triunfo, no tinido ou na estranha melodia de um aeroplano lá no alto estava aquilo que ela amava: Londres, a vida, este momento de junho.” Clarissa Dalloway, personagem de Virginia Wolf no romance ‘Mrs. Dalloway‘ (1925).