Encontros - São Paulo São

São Paulo São Encontros

A Associação Cultural Casa das Caldeiras celebra neste domingo dia 30 de abril das 13h às 20h a parceria efetuada em 2015 com a Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo e o Ministério da Cultura via o Programa Cultura Viva, como Ponto de Cultura através do seu programa de residência artística - Obras em Construção, cujo objetivo foi de fortalecer durante 2 anos a ação cultural dos grupos e artistas residentes na Casa das Caldeiras e que atuaram em diferentes comunidades da cidade, ampliando o acesso aos meios de produção, circulação e fruição de bens e serviços culturais.Imagem: Reprodução.Imagem: Reprodução.Na mesma ocasião, acontecem atividades do Programa Manual da Família - A Arte de Educar no Século XXI. Projeto de sensibilização, fortalecimento dos indivíduos em seus mais variados formatos de família e que propõe uma grande transformação social através do convívio familiar. A ideia e integrar toda a população para juntos ir em busca de uma transformação verdadeira através de boas práticas que podem contribuir para uma sociedade mais harmoniosa, afetiva e uma vida mais leve.

A programação 

Das 10h30 ÀS 13h: acontecerá uma Vivência com a equipe do projeto do Manual.

Neste encontro serão promovidas dinâmicas propostas no Manual da Família, troca de informações e vivências com o intuito de se perceber e perceber o outro, valorizando as características de cada individuo. Com atividades lúdicas e muito inspiradoras, a Vivência Família Ação promove um encontro de trocas verdadeiras com o intuito de estimular práticas saudáveis para uma melhor convivência em família. Qualquer um pode participar! Basta se inscrever com antecedência!

Das 14h às 17h: Oficina com Como Como Escola Ecogastronomia que tem vagas limitadas.

É necessário se inscrever com antecedência: www.comocomo.eco.br/ 
A Oficina atua na construção de um sistema alimentar que seja excelente no sabor e ao mesmo tempo que regenera a saúde das pessoas e do meio ambiente. Conceitos contra o Desperdício e Otimização de Recursos. Preocupação com todo o ciclo do alimento, desde o cultivo, utilização, alimentação, até o descarte. Inscrição obrigatória por email - [email protected]m.br (sujeito a lotação).

Das 14h às 19h: Oficina com a artista Carolina Velasquez - Performances Fabulosas - Aula de performance e improvisação com obras da artista (Os Fabulosos).

A partir de palavras chave dadas aos participantes, tem inicio uma execução e a partir de cada corpo, sua memória e contexto de repertório de gestos. Uma criação por parte dos participantes que pode ser individual, coletivo no âmbito familiar ou coletivo por parte de todas as famílias envolvidas.

Técnicas de meditação para todas as faixas etárias, sem a exigência de regras para a movimentação corporal. Pais e filhos passam a perceber o corpo, os gestos do familiar neste laboratório de improvisação, além de refletir sobre a relação da criança com o medo e com outros sentimentos. Ao final, um bate papo informal com a artista sobre características de cada família e experiências.

Das 13h às 20h: Atividades propostas pelo artista Maurício Cardoso com o projeto Estados Transitórios.

O artista apresenta aos participantes possibilidades de desenvolvimento de ocupações dinâmicas artísticas em grupo, através da apropriação e re-significação de objetos de seu cotidiano, com ênfase maior em objetos descartados e deixados à margem, pelos caminhos e ruas da cidade. 

Das 13h até às 20h: vídeos e exposições das oficinas realizadas pelos artistas Leandro Moraes, Carmem Munhóz, André Renaud, Jakub Szczesny, Jerome Bittencourt. 

Leandro Moraes – Famílias por Famílias no CRAS Lago Azul, Franco da Rocha (exposição fotográfica). Objetivo dessa oficina foi trabalhar o olhar dos jovens e suas relações afetivas na família, através da fotografia. 

Carmem Munhóz, - Com a pesquisa da pintura aquarela e os limites psíquicos/físicos/corporais/motores e relacionais sócio culturais, a artista cria uma performance sócio inclusiva. A ação artística tem o objetivo de criar um momento de participação interativa, construindo criativamente arte de impacto e participação além das limitações e conceitos. Resultado da oficina de pintura inclusive realizada na Associação Lar Ternura - Zona Sul.

André Renaud - A exposição Arquitetura Popular Espontânea - resultado do projeto desenvolvido durante residência artística em 2015. Catalogação em forma de desenhos e aquarelas dos resultados da coleta de materiais descartados em canteiros de obra, caçambas de entulho, etc., que posteriormente serviram de matéria-prima ao projeto de um abrigo construído em lugar específico. Seguindo em direção contrária ao processo convencional de um projeto de arquitetura, tendo como ponto de partida determinados materiais e suas especificidades para então pensar uma forma que abrigue o ser humano.

Jakub Szczesny - Arquiteto polonês apresenta Hortas Urbanas, resultado de sua residência no Centro Cultural Ocupe São João, São Paulo. Oficina de construção da Horta Comuntária com residentes da ocupação, ativistas, estudantes, professores e artistas.

Jerome Bittencourt - artista residente que apresentou uma oficina de Parkour em São Mateus. O Parkour é uma divertida prática de transpor obstáculos em qualquer ambiente. Subir muros, pular, correr e se equilibrar são alguns dos desafios existentes.

Mais inforamações: http://casadascaldeiras.com.br/blog/artigo/tododomingo-especial-ponto-de-cultura

***
Com informação de Luciana Gandelini / Assessoria de Imprensa.

Estádio da Universidade de São Paulo. Foto: Jorge Maruta, Foto: Jornal da USP / Divulgação.Estádio da Universidade de São Paulo. Foto: Jorge Maruta, Foto: Jornal da USP / Divulgação.Você  sabia que existe um estádio esquecido em São Paulo, com a quinta maior capacidade esportiva da metrópole, perdendo apenas para a Arena Corinthians, Morumbi, Pacaembu e Allianz Parque?

Um oásis em meio a Selva de Pedra: o Parque Estadual da Cantareira é o paraíso que você precisa conhecer! Imagens: Renan William Candido / Wikimedia e Editora EPR.Um oásis em meio a Selva de Pedra: o Parque Estadual da Cantareira é o paraíso que você precisa conhecer! Imagens: Renan William Candido / Wikimedia e Editora EPR.

Para aqueles que gostam de fazer um passeio diferente e fugir da rotina, a dica é explorar ao máximo os lugares incríveis que a cidade de São Paulo oferece. A melhor parte é que a maioria desses passeios oferece algo que, muitas vezes, não encontramos em meio ao trânsito e barulho da capital: silêncio e contato com a natureza. 

Engana-se quem acha que para aproveitar áreas verdes e bem preservadas é preciso sair da capital: o Parque Estadual da Cantareira (Núcleo Pedra Grande) é a prova de que é possível encontrar um oásis verde sem ir muito longe. Localizado na Zona Norte, o parque possui uma área com mais de 7 mil hectares de Mata Atlântica, divido em trilhas, lagoas e um mirante de onde é possível ter uma vista panorâmica da cidade.

Ainda não conhece ou quer saber tudo o que dá para fazer por lá? Então confira:

Fotos: Rcezar87 e Renan William Candido / Wikimédia. Fotos: Rcezar87 e Renan William Candido / Wikimédia.

O Parque da Cantareira é um lugar de contemplação e caminhadas, ou seja, ambiente perfeito para curtir a natureza e seu silêncio. Por isso, não é permitida a prática de esportes, bicicletas ou animais de estimação. A dica é vestir uma roupa confortável para explorar as trilhas e áreas verdes do local sem preocupações.

Por lá, o visitante encontra três trilhas, sendo elas: Trilha das Figueiras, Trilha da Bica e Trilha da Pedra Grande. Na primeira, com, aproximadamente, 920 metros de percurso suave, o visitante pode observar as árvores altas que deram o nome à trilha e possivelmente bugios alimentando-se de seus frutos e outras espécies de animais. 

Já na Trilha da Bica, com 1,4 km de percurso suave, o visitante passa ao redor de uma queda d'água em que é possível refrescar-se com a água da bica e observar, se tiver sorte, um bando de quatis que frequenta a área e bugios (espécie de macaco).

A grande atração do parque é certamente a Trilha da Pedra Grande, com seus quase 10 km de extensão (ida e volta). Ela leva até a grande formação de granito, de onde é possível ter uma bela vista panorâmica da cidade. A trilha leva também ao Museu da Pedra Grande.

Fotos: Guasca Tur e José Muniz / Wikimedia.Fotos: Guasca Tur e José Muniz / Wikimedia.

Para quem gosta de fazer piquenique em lugares diferentes, a dica é curtir os espaços dedicados à prática no Parque da Cantareira. Como lá não existe lanchonete, muitos visitantes costumam estender toalhas em meio ao grande gramado para aproveitar ainda mais o espaço. 

Um dos lugares preferidos de quem visita o parque é o Lago das Carpas, que possui alguns quiosques para piquenique e um imenso gramado ideal para deitar ou estender toalhas. Por lá, é possível ainda admirar lindas carpas coloridas no pequeno lago. Para alcançar a área, é necessário pegar a Trilha para a Pedra Grande.

Fotos: Shutterstock.Fotos: Shutterstock.

Um dos pontos positivos do Parque é que não é necessário carro próprio para a visitação. Por ser mais acessível, o Núcleo Pedra Grande do Parque da Cantareira é o mais visitado.  Para chegar de transporte público até o parque, o caminho é o mesmo do Horto Florestal, já que estão localizados um do lado do outro. Por isso, a dica é descer no metrô Parada Inglesa e de lá pegar ônibus da linha 2020-10 Horto Florestal. Mas você também pode descer na Estação Santana e pegar o ônibus Vila Albertina (1775).

Para saber outros números de linhas, fornecendo origem e destino, ligue para o telefone 156 da PMSP ou pelo site da SPTRANS.

Serviço

Endereço: Rua do Horto, 1799, Tremembé.
Horário de funcionamento: Sábados, domingos e feriados, das 8 às 17h.
Preço: R$ 13 (crianças menores de 12 anos, adultos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência não pagam). Estudantes pagam meia-entrada.
Telefone: (11) 2203-0115.

***
Por Juliana Sartori no Guia da Semana.