Encontros - São Paulo São

São Paulo São Encontros

1. Pisar em toda a América Latina na maquete do Memorial.
2. Alargar bastante o passo para conseguir descer a escadaria do MASP. E aproveitar uma das maravilhosas exposições do museu.

Tela de Agostinho Batista de Freitas retrata o Museu. Imagem: Divulgação.

3. Assistir algum show grátis no Vale do Anhangabaú.
4. Tomar um café na esquina da Avenida Ipiranga com a Avenida São João e cantarolar mentalmente a música do Caetano.
5. Assistir um desfile das clássicas Vai-Vai ou Rosas de Ouro no Sambódromo do Anhembi.
6. Tomar uma dose de leite de onça no Bar da Dona Onça enquanto admira o Copan.
7. Visitar o lindo saguão da prefeitura depois de atravessar o Viaduto do Chá.

Foto: José Cordeiro.

8. Visitar os corpos dos estudantes mortos, além de 713 (MMDC) ex-combatentes no Obelisco Mausoléu.
9. Assistir um filme alternativo no CineSesc.
10. Ou então um filme blockbuster em uma sala chique, tipo as do Shopping Cidade Jardim.
11. Tomar uma cervejinha na Vila Madalena.
12. Ver os detalhes do Viaduto Santa Ifigênia e aproveitar para comprar uns produtos eletrônicos na região.13. Assistir uma apresentação do coral do Mosteiro de São Bento e — se estiver cheio da grana — tomar o café da manhã lá.

Foto: Divulgação.

13. Assistir uma celebração de missa na Catedral da Sé.
14. Dar um passeio no local sede da fundação da cidade, o Pateo do Collegio.
15. Tomar um café e comprar alguns livros em uma das unidades da Livraria da Vila.
16. Comer uma coxinha no Frangó e depois passear pela praça da Matriz na Freguesia.
17. Desbravar o Centro Universitário Maria Antônia e descobrir que por ali rolaram muitas tretas antes da ditadura.
18. Buscar uma obra rara na Biblioteca Mario de Andrade.

Foto: Jose Cordeiro.

19. Passear por Santa Cecília o bairro dos modernos que você pode chamar de seu!
20. Assistir a um concerto na Sala São Paulo e ficar chocado com a beleza do edifício.
21. Beber um drink no Skye Bar vendo aquela vista linda da cidade depois de admirar a arquitetura criada pelo Ruy Ohtake.
22. Subir até o terraço Itália e comer uma sobremesa com vista do centro da cidade.
23. Descer na estação Sumaré do Metrô e ficar vendo as obras do artista plástico Alex Flemming — e se tiver coragem saltar de lá de bungee jumping
24. Fazer um piquenique com amigos na Praça Por do Sol.

Praça do Por do Sol. Fotos Públicas.

25. Ficar com as pernas doendo depois de fazer a trilha do Pico do Jaraguá.
26. Se apaixonar reprodução da Villa italiana, no topo do edifício Martinelli.
27. Ficar completamente destruído na trilha do Parque Estadual da Cantareira e ao mesmo tempo mesmerizado quando chega na Pedra Grande.
28. Visitar os espaços escondidos do Parque Ibirapuera, como a Serraria, e curtir um pouco de paz.
29. Participar o festival da Cerejeira no Parque do Carmo.
30. Perder umas boas horinhas visitando a Biblioteca São Paulo, no Parque da Juventude.

Foto: Divulgação.

31. Andar de skate ou só ficar tomando uma cervejinha vendo a banda passar na Praça Roosevelt.
32. Tirar um domingo para visitar o Jardim Botânico e fazer as mini trilhas fofas que tem por lá.
33. Comer uma farta porção de Bolinho de Arroz do Ritz.
34. Celebrar o Ano Novo Chinês e o Japonês na Liberdade.
35. E, se estiver na vibe, se juntar ao grupo de pedalada que visita o centro velho da cidade.

Vale do Anhangabau. Fotos Públicas.

36. Desbravar os food trucks da Rua Augusta durante o dia.
37. Tomar uma cerveja no Bahia, também na Augusta.
38. E ainda na região comer uma coxinha no BH Lanches.
39. Depois disso tudo, encarar uma das mil baladas da rua.
40. Conhecer o novo Sesc 24 de maio e dar um pulo na piscina da cobertura do prédio com vista para a cidade.

Foto: Divulgação.

41. Ir em uma das festas que rolam Nos Trilhos.
42. Em um dia mais tranquilo, tomar uma cervejinha no Marokita, na Avanhandava.
43. Ver uma corrida no autódromo de Interlagos.
44. E ficar correndo atrás das galinhas no Parque da Água Branca.
45. Ficar um bom tempinho na fila do Theatro Municipal mas ser compensado com um lindo balé da cidade. Ou pode pular a fila e comprar por aqui.

Theatro Municipal de São Paulo. Foto: Wikimedia.

46. Fazer uma selfie no Beco do Batman.
47. Visitar TODAS as 17 unidades do SESC e eleger a sua preferida.
48. Acompanhar um sarau na Casa das Rosas.
49. Fazer uma visita guiada pela Faculdade de Direito do Largo do São Francisco.
50. Ficar de queixo caído com a Casa Modernista.

 Foto: Divulgação.

51. Se perder em meio às estantes da Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
52. Assistir uma peça na Vila Maria Zélia e torcer muito para que role a revitalização.
53. Lutar para conseguir chegar na Casa de Vidro, mas se dar conta de que vale super a pena porque é lindo.
54. E quem sabe tomar um drink na Galeria Metrópole.
55. Pedalar no Minhocão em um final de semana. Ele é aberto para pedestres e ciclistas de segunda à sexta, das 21h30 às 6h30 e 24 horas aos finais de semana.

Passeio de bicicleta no Minhocão. Fotos Públicas.

56. Comer um pão quentinho na centenária Padaria São Domingos.
57. Conseguir enxergar todos os detalhes do vitral da Caixa Cultural.
58. Sentir um frio na espinha ao entrar na cripta da Catedral da Sé.
59. Visitar o túmulo das personalidades históricas no Cemitério da Consolação.
60. Ficar encantado com o borboletário do Catavento Cultural.

Foto: Divulgação.

61. E adorar os peixinhos e peixões do Aquário da Cidade.
62. Sentir arrepios mas ficar encantado com os répteis do Instituto Butantã.
63. Bater uma comida árabe no meio da loucura da 25 de Março.
64. Visitar o Solar da Marquesa de Santos imaginar como era morar lá.
65. Ou então entrar no Casa da Imagem e se dar conta que você está na primeira residência da cidade.

Foto: Sylvia Masini.

66. Se esbaldar no lanche do Seu Oswaldo.
67. E também em um bauru gigante do Ponto Chic.
68. Chocar-se com a grandiosidade do Centro Cultural Correios de São Paulo e se perguntar como nunca tinha ido lá.
69. Comprar um pôster maravilhoso na Feira Plana, uma das maiores feiras de arte impressa do País.
70. Se sentir muito futurista visitando a parte tecnológica do Museu do Futebol.

Foto: Divulgação.

70. Tirar um dia todo para visitar o MAC-USP / Museu de Arte Contemporânea.
71. Ver uma peça estranha no Satyros e sair um pouco chocado.
72. Comer um sanduíche de Pernil no Estadão, a qualquer hora do dia.
73. Assistir a um show no Auditório Ibirapuera e ficar encantado com o foyer da Tomie Ohtake.
74. Tirar uma tarde para visitar a Pinacoteca, tomar um lanche no café flor e passear no Parque da Luz.

Foto: Divulgação.

75. Fazer umas comprinhas no Bom Retiro e ficar muito feliz por pagar R$ 10 em uma blusinha.
76. Andar de bike no Parque Villa-Lobos.
77. Mergulhar no filé à parmegiana do Degas.
78. Ou então no Polpettoni do Jardim de Napoli.
79. Assistir a largada de uma Corrida de São Silvestre.
80. Ficar três horas em uma fila de uma exposição do MIS só pela experiência.

Foto: Leticia Godoy.

81. E depois comer o nhoque rústico do Chez MIS.
82. Perder-se no meio da loucura que é a curadoria do Museu Afro Brasil.
83. Se perder para encontrar o Centro Cultural São Paulo.
84. Curtir um rock no Café Piu-Piu ou no Hangar.
85. Assistir a um filminho grátis na Galeria Olido.
86. Encantar-se com a estrutura do Red Bull Station.

Foto: Red Bull / Divulgação.

87. Ir em uma feirinha na Praça das Artes.
88. Descobrir mais sobre seus ancestrais no Memorial do Imigrante.
89. Ver um musical grandioso no Teatro Santander.
90. Descobrir um pouco mais sobre a cultura alemã no Instituto Goethe.
91. Ficar encantado com a arquitetura da Casa Vilanova Artigas.
92. Assistir uma peça de três horas do Zé Celso no Teatro Oficina e reclamar para o resto da vida.

Foto: Marcos Camargo.

93. Comer uma macarronada nas cantinas do Bixiga.
94. E desbravar a fila da Festa da Nossa Senhora Achiropita para comer uma fogazza maravilhosa.
95. Dar uma sambadinha na apresentação de chorinho dos velinhos da Praça Benedito Calixto, aos sábados.
96. E também comer uma comidinha típica de Belém do Pará.
97. Comer um sanduíche de mortadela no Mercado Municipal.
98. Comer uma comida típica boliviana na Feira Kantuta.

Foto: Divulgação.

99. Comprar frutas, flores e plantas no Ceagesp.
100. Garimpar uma pechincha na feirinha de antiguidades do Bixiga.
101. Beber uma cerveja no Bar da Loca e bater um papo com o Zé das Medalhas.
102. E depois ir para o Charm da Paulista que fica aberto 24 horas.
103. Ir no sambão no sábado na Praça Dom José Gaspar.
104. E aproveitar para dar aquela espiada na Biblioteca Mario de Andrade.

Foto: Jose Cordeiro.

105. Tomar um chá completo na Fundação Ema Klabin.
106. Se encantar com a estrutura da Casa de Dona Yaya e ficar super chocado com história da antiga moradora.
107. Sentir um frio na espinha ao entrar em uma das celas do Memorial da Resistência.
108. Meditar no Pavilhão Japonês e depois visitar o acervo do prédio.
109. Conhecer o recém inaugurado Museu Judaico de São Paulo.
110. Conhecer, visitar exposições e aproveitar o acervo de fotografias do novo IMS - Instituto Moreira Salles da Paulista.

Foto: Divulgação.

111. Ver o painel escondido do Cândido Portinari na galeria Galeria Califórnia.
112. Passear pelo meio do canteiro de obras da Vila Itororó.
113. Sentir-se nos primórdios da cidade visitando a Casa do Bandeirante.
114. Aplaudir de pé o sarau Cooperifa.
115. Acompanhar uma das apresentações do Ilú Obá De Min.
116. Pedalar pelas ciclofaixas de lazer no final de semana.

Avenida Paulista em tarde de sol. Fotos Públicas.

117. Deixar o seu relato no Museu da Pessoa.
118. Ver a beleza das diferenças do Museu da Diversidade Sexual.
119. Fazer um tour guiado pelo metrô de São Paulo.
120. Assistir uma peça no Tucarena e saber um pouco mais sobre a história da cidade.
121. Passear pela Paulista e dar um pulo na Japan House para conhecer as riquezas da arte japonesa.

Foto: Divulgação.

122. Pegar o Expresso Turístico e ir para Jundiaí ou Mogi das Cruzes.
123. Tirar um dia zen e visitar o Templo Zu Lai.
124. Ou então meditar um pouco no Solo Sagrado de Guarapiranga.
125. Sair desbravando a Cidade Universitária e ver o que rola de programação no dia.
126. Tomar um sol na lage do Centro Cultural São Paulo.
127. Ver um filminho em uma das muitas mostras da Cinemateca Brasileira.

Foto: Divulgação.

128. Assistir uma apresentação de música descolada na Casa de Francisca.
129. Ver pelo menos uma Bienal de Arte de São Paulo de cabo à rabo.
130. Fazer uma longa trilha no Parque Estadual do Juquery.
131. Juntar uma galera e ir ao Salão do Automóvel.
132. Fugir da muvuca do final de semana e cair no samba de primeira no Traço da União. 

Foto: Divulgação.

133. Assistir uma final de campeonato no Pacaembú.
134. Ver um grande show internacional no Morumbi.
135. Comer um pastel na barraca do Seu Zé, na feira do Pacaembú.
136. Fazer um bate e volta e comprar um artesanato em Embu das Artes.
137. Ver o tapete de Corpus Christi em Santana do Parnaíba.
138. Visitar o Mirante 9 de Julho para tomar um drink e ver a vista da cidade.

Foto: Divulgação.

139. Comprar uma camiseta de banda na Galeria do Rock.
140. Se acabar no samba da Praça Roosevelt, o Vai Se Quiser.
141. E dançar um forró delícia no Canto da Ema.
142. Comer uma tapioca no Centro de Tradições Nordestinas.
143. Ir em uma festa na Casa das Caldeiras.

Foto: Divulgação.

144. Ouvir uma musiquinha e comprar um livro muito surrado na Passagem Literária da Consolação.
145. Folhear um exemplar raro na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin.
146. Comprar um Vinil (mesmo que para decoração) no Feirão da Mocca.
147. Andar de skate no parque Zilda Natel, perto da Sumaré.
148. Visitar a imponente Catedral Metropolitana Ortodoxa, na Vergueiro.
149. Participar da Parada Gay de São Paulo para ver o colorido da diversidade.
149. Passar pelo menos um carnaval na cidade em desfilar nos blocos.

Multidão assiste show na Avenida Paulista esquina com a Rua da Consolação. Fots Públicas

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Por Iran Giusti da BuzzFeed, Brasil. Edição: São Paulo São.

O Réveillon da Avenida Paulista, uma das mais tradicionais festas de Ano Novo do país, reunirá no palco atrações como Claudia Leitte, Sambô e Latino, além da apresentação de um DJ. 

O palco terá um cenário em linhas modernas, com painéis de LED de alta definição que reproduzirão conteúdos exclusivos e diferentes em todas as apresentações. Além disso, canhões de laser coloridos vão iluminar a avenida. Esta edição do Réveillon na Paulista quer estreitar ainda mais o relacionamento com o público. Quem estiver na avenida poderá enviar mensagens de paz e positividade no Facebook do evento: @revnapaulista, com a hashtag #revnapaulista2018. Estas declarações serão projetadas nos painéis do palco.

A festa tem abertura prevista para 20h do dia 31 e segue até as 2h30 do dia 1º. O palco do espetáculo ficará em um novo local da Avenida Paulista: entre as ruas Bela Cintra e Haddock Lobo.

A iluminação será especial e contará com mais de 500 mil watts de potência, além de 1 milhão de watts de som ao longo da avenida. Pessoas que estiverem a um raio de mais de dois quilômetros poderão curtir cada momento da festa. O show pirotécnico terá duração de cerca de 15 minutos.

Segurança e infraestrutura

Ao todo, 150 toneladas de ferro, aço e alumínio serão utilizadas no palco e nas estruturas ao longo da Paulista. Haverá ainda 20 geradores para os 4 milhões de watts necessários para alimentar as torres espalhadas pela avenida, toda a estrutura do palco e os painéis de LED.

Para garantir a segurança do evento, mais de 3 mil pessoas vão atuar na montagem e desmontagem das estruturas e na realização dos shows. Haverá ainda centenas de agentes da Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana, Companhia de Engenharia de Tráfego e seguranças particulares. Os profissionais têm apoio de viaturas, motocicletas, bases comunitárias, além de câmeras instaladas em pontos estratégicos da avenida.

Serviços

Para proporcionar conforto e praticidade aos visitantes, 80 pontos de alimentação irão garantir opções para comer e beber. Além disso, os participantes terão à disposição cerca de 400 banheiros químicos e 6 postos médicos equipados com UTI móvel, médicos e enfermeiros em pontos estratégicos. Pessoas com mobilidade reduzida também terão lugar garantido, posicionados próximo ao palco com acesso pela lateral da Rua Haddock Lobo.

Histórico

O Réveillon na Paulista foi criado em 1996, com o objetivo de oferecer uma opção de entretenimento em um período de confraternização. A partir de 2001, a festa entrou para o calendário oficial da cidade. A primeira versão contou com a presença de 200 mil moradores e visitantes. 

No ano passado, durante o Réveillon na Paulista 2017, o palco foi montado no cruzamento com a Brigadeiro Luís Antônio, próximo do número 500, e teve 13 x 20 metros. As atrações escolhidas para animar o público durante a virada de ano foram DJ Leandro Pardi, Edson e Hudson, Emicida. Daniela Mercury (contagem regressiva para a virada do ano), Elza Soares, Bixiga 70 e Glória.

Para oferecer uma melhor experiência ao público, 8 telões foram instalados na Avenida Paulista, e a festa também contou com 11 caçambas de lixo, 370 sanitários químicos (20 destinados para pessoas com deficiência), 500 barricadas e 2,5 mil grades.

Para manter a segurança no local, foi realizada uma revista preventiva. Várias opções de barracas de bebidas e alimentos credenciadas também fizeram parte do evento.

O Réveillon da Paulista 2018 é gratuito.

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Fonte: Secom / PMSP.

Quando pensamos em São Paulo já associamos a cidade com uma enorme quantidade de prédios e lugares cinzas, certo? Acontece que nem sempre é assim: mesmo em meio ao barulho e caos, é possível encontrar recantos que nos tragam paz e nos fazem lembrar que existe verde em São Paulo.

Seja para fazer alguma coisa diferente no final de semana ou quem sabe fugir dos problemas, São Paulo tem lugares incríveis que compensam a falta de verde na cidade.

Confira a galeria abaixo:

Parque do Ibirapuera

Foto: Shutterstock.

Embora seja um dos lugares mais visitados em São Paulo, não tem como negar que o Parque do Ibirapuera tem todo um charme e encanto extremamente convidativo.  É certo que em alguns períodos do dia é possível encontrar o parque mais lotado, mas nada que estrague a beleza do passeio - afinal, ainda sim dá para encontrar lugares menos cheios, pois estamos falando do segundo maior parque da cidade. Ficar admirando o tempo passar por lá é um dos programas preferidos dos paulistanos que amam a natureza. Serviço Av. Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana Diariamente das 05h às 00h.

Viveiro Manequinho Lopes

Foto: Reprodução/Ibirapuera.org (site oficial).

Outro passeio muito bacana dentro do Parque Ibirapuera é a visita ao  Viveiro Manequinho Lopes, espaço de produção de mudas para plantio em áreas públicas da cidade. O local possui coleções vivas de espécies vegetais com um rico acervo de 200 espécies diferentes de plantas com potencial paisagístico e à disposição dos visitantes. Com entrada gratuita, a paisagem colorida deixa qualquer um encantado e certamente faz qualquer um esquecer os problemas e se sentir fora da agitada São Paulo! Serviço Avenida República do Líbano, 1151 - Parque do Ibirapuera Segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Parque da Água Branca

Foto: Reprodução / Governo de São Paulo.

Quer conhecer um lugar com muito verde e ir na contramão do agito dos parques da capital? O  Parque da Água Branca, na Zona Oeste, é a melhor opção! Com espaço dedicado para meditação, leitura de livros e trilhas em meio às árvores, o local é uma ótima opção para ir durante a semana, no final de tarde! Ao contrário do que pensam, o lugar costuma permanecer com clima tranquilo, longe da agitação dos centros urbanos, mesmo que esteja localizado em uma grande avenida. Lá, é normal encontrar galinhas, cisnes e filhotes de aves andando harmoniosamente em meio aos visitantes, coisa que dificilmente encontramos em uma cidade movimentada. Para quem quer fazer um programa diferenciado, aos sábados é realizado um café da manhã com produtos livres de agrotóxicos junto com uma feira. Serviço Avenida Francisco Matarazzo, 455 - Água Branca Segunda a Domingo, das 6h às 20h.

Jardim Botânico

Foto: Shutterstock.

O Jardim Botânico é um dos passeios mais legais para quem curte natureza em São Paulo. O local é um dos pontos mais sossegados da capital, sem contar que abriga um paisagismo incrível. São diversas árvores e flores para se observar, sem mencionar a estufa e o lago. Seja para um final de semana ou durante a semana, o roteiro é um dos passeios obrigatórios para todos os paulistanos! Serviço Avenida Miguel Estéfano, 3031 - Parque do Estado Terça a domingo, das 9h às 17h R$ 5 (R$ 3 meia entrada).

Parque do CarmoFoto: Shutterstock.

Localizado em uma antiga fazenda de um rico empresário, o  Parque do Carmo  é considerado o segundo maior parque da capital paulista, perdendo apenas para o Parque Estadual da Cantareira. Com cerca de 6 mil árvores, entre cerejeiras e eucaliptos, lagos naturais e diversas espécies de animais. Além disso, o local conta com o Museu do Meio Ambiente. Com tanto verde e tantas opções de atividades, dificilmente o visitante se sente incomodado no local. Nos dias de semana, o parque costuma ser ainda mais tranquilo do que aos finais de semana. Serviço Avenida Afonso Sampaio Souza, 951 - Itaquera Diariamente, das 5h30 às 20h.

Parque Ecológico do Tietê

Foto: Shutterstock.

Considerado um dos lugares verdes mais completos da capital, o Parque Ecológico do Tietê possui diversas opções de atividades. Para quem ama natureza, o passeio é um prato cheio, além de ser um excelente lugar para reunir os amigos e fazer um piquenique. Por lá é possível reservar (com até 30 dias de antecedência) uma das diversas churrasqueiras ou até mesmo utilizar os quiosques cobertos. Não é permitida a entrada de animais domésticos. Para a diversão, é possível alugar bicicletas e pedalinhos por um valor acessível. Quem quiser mais informações ou fazer uma reserva, basta entrar no  site . Serviço Rua Guirá-Acangatara, 70 - Eng. Goulart Segunda a Domingo, das 8h às 17h

Parque Ecológico do Guarapiranga

Foto: Shutterstock.

Que tal curtir a natureza em uma das regiões mais privilegiadas de São Paulo? Beirando a represa, o  Parque Ecológico do Guarapiranga  agrada por seu sossego e localização. Longe das ruas e prédios, o local é um dos pontos mais remotos da cidade. Além disso, por lá encontramos praias artificiais - as águas da represa são próprias para banho, o que possibilitou a criação de 18 praias em sua orla! Entre as mais visitadas, está a Praia do Sol, que é exclusivamente para banhistas. Existem praias específicas dedicadas à prática de esportes náuticos, como a do Parque Náutico, onde é possível andar de jet ski, vela, lancha e etc. Serviço Estrada da Riviera, 3286 - Riviera Paulista Segunda a Domingo, das 8h às 17h.

Parque Estadual da Cantareira

Foto: Shutterstock.Para quem deseja fugir dos parques lotados e ter a sensação de que está fora da cidade, uma excelente opção de passeio é o  Parque Estadual da Cantareira .  É surpreendente que haja uma floresta de Mata Atlântica tão grande a apenas 10 km do centro de São Paulo! Trilhas, mirantes, muito verde e contato com a natureza são destaque por lá. Um dos pontos mais visitados do lugar é a Pedra Grande, incrível mirante de 6.780 metros, de onde se pode ter uma visão panorâmica da cidade!  Serviço Rua do Horto, 1799 - Horto Florestal Sábados, domingos e feriados, das 8 às 17h.

Parque Estadual do Jaraguá

Foto: Shutterstock.

O  Parque Estadual do Jaraguá fica localizado na região noroeste de São Paulo e abriga um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica dentro da capital. O local é conhecido principalmente pelo  Pico do Jaraguá, que, com seus 1.350 metros de altitude, é considerado um dos pontos mais altos da cidade. A vista panorâmica de São Paulo, junto com trilhas, passeios e diversas atividades em meio à natureza, fazem do lugar um incrível destino de ecoturismo sem precisar sair da capital. Serviço Rua Antônio Cardoso Nogueira, 539 - Pirituba Segunda a Domingo, das 7h às 17h.

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Por Juliana Sartori no Guia da Semana do Terra.

A cidade de São Paulo tem somente dois rios próprios para banho, ambos localizados no extremo sul da cidade. Nas regiões de Parelheiros e Marsilac, dezenas de famílias que aproveitam fins de semana ou feriados ensolarados para se refrescar às margens dos rios Monos e Capivari.

Os rios fazem parte do Polo de Ecoturismo de São Paulo, criado por meio da lei 15.953 de 2014 para orientar as atividades na região e estimular o seu desenvolvimento econômico e social. A região é um tesouro, que abrange um patrimônio natural, histórico e cultural.

O polo é formado pela Mata Atlântica, atravessada pela Serra do Mar e certificado como Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Além dos rios Monos e Capivari, os únicos limpos da cidade, segundo a Prefeitura de São Paulo, e nove cachoeiras onde o banho é liberado, a região é habitada por uma diversidade de espécies de vegetação nativa, como bromélias e palmito-juçara, e animais, como onças, jaguatiricas, jararacas, corais, antas e preguiças.

A região também possui mirantes, pesqueiros, feiras de artesanato, oito aldeias indígenas Guarani, centros ecumênicos de diversas religiões, e uma enorme cratera formada pelo impacto de um meteoro há 36 milhões de anos, tudo isso passível de visitas monitoradas por agências de turismo que atuam em conjunto, de forma comunitária.

“Aqui praticamos turismo sustentável, ou seja, respeitando a comunidade. Há aldeias e vilas centenárias, e um rico ecossistema, então é preciso gerar renda sem impactar o entorno”, explica o gestor ambiental e agente de turismo Lucas Duarte, de 25 anos. “No caso dos rios, a maior parte das cachoeiras foi estudada para ter um controle sobre o número de visitas”, continua.

Acesso às cachoeiras dos rios Monos e Capivari são feitas por trilhas na Mata Atlântica. Alguns caminhos precisam de guias por serem maiores e mais perigosas, mas é sempre recomendado falar com agências antes das viagens. Foto: Marcelo Brandt / G1.
O Plano Diretor, aprovado em 2014, significou um avanço para as regiões de Parelheiros e Marsilac, pois foram enquadradas como Zona Rural, medida que protege justamente o ecoturismo e a agricultura ao impedir a expansão horizontal.

“Penso que depois dessa mudança no zoneamento, a Prefeitura Regional de Parelheiros se diferenciou das outras prefeituras regionais. Por exemplo, aqui temos outra dinâmica para poda de árvore, já que é uma Área de Proteção Ambiental (APA). A conservação das vias rurais tem outra demanda, pois são feitas com pedras, e não com asfalto”, argumenta o gestor ambiental Lucas Duarte.

“Por tudo isso e pela importância do nosso trabalho no Polo, já que ele também ajuda a preservar o ecossistema ao frear a urbanização, a Prefeitura Regional de Parelheiros precisa de um departamento de turismo para concentrar essas demandas e levá-las até as secretarias, pois são realmente diferentes das necessidades das outras Prefeituras Regionais”, completa.

Ilustração: Infográfico G1.

Em 2015, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) entregou um estudo encomendado pela SPTuris, que apontou diretrizes do que se tornou o Plano de Desenvolvimento do Turismo Sustentável.

Cerca de 500 mil pessoas visitam as cachoeiras do extremo sul de São Paulo todos os anos. De acordo com Lucas Duarte, a maioria dos frequentadores acaba sendo moradores da Zona Sul de São Paulo ou grupos de excursões promovidas pelo Sesc.

Rio Monos


O ponto de encontro da reportagem com o guia turístico da agência Toca da Onça foi o antigo Posto de Atendimento ao Turista (PAT) localizado na Avenida Senador Teotônio Vilela. De lá, a equipe seguiu de carro por estradas de terra em mau estado de conservação, mas razoavelmente bem sinalizadas, em um percurso de aproximadamente uma hora até a cachoeira Poço das Virgens, com águas do Rio Monos.

Grupo de amigos descansa na Cachoeira Poço das Virgens, com águas do Rio Monos. Acesso ao local é gratuito, após trilha suave em meio à Mata Atlântica. Foto: Marcelo Brandt / G1.No caminho é possível visitar a antiga estação de trem Evangelista de Souza, ponto de parada da linha que transportava passageiros de Mairinque até Santos. Os trilhos permanecem no local mas atualmente servem apenas ao transporte de carga, para o lamento dos moradores da região.

A equipe cruzou com grupos de amigos e de escoteiros na estrada, que seguiam para as cachoeiras a pé na estrada de terra. Quem quiser chegar à cachoeira somente com a mochila nas costas, como esses grupos, deve chegar ao Terminal Parelheiros e tomar outra condução até o bairro da Barragem, antes de caminhar por mais de 3 km seguindo a linha de trem.

O Rio Monos nasce nas imediações da barragem do reservatório da Billings. As águas seguem seu curso e o rio apresenta cachoeiras, geralmente dentro de propriedades particulares.

Os donos dos sítios e fazendas cobram cerca de R$ 10 de entrada para promover uma infraestrutura básica aos visitantes. No caso do Poço das Virgens, o proprietário do Sítio do Bambu não se incomoda que os visitantes deixem seus carros na entrada, mas como não há cobrança, também não há qualquer tipo de infraestrutura.
Guia turístico Lucas Duarte apresenta a trilha em meio à Mata Atlântica até a Cachoeira Poço das Virgens, com águas com Rio Monos, na Zona Sul de São Paulo. Foto: Marcelo Brandt/G1.

É recomendado que os visitantes tomem cuidado na cachoeira, levem seus repelentes, protetores solares, antialérgicos e lanches. Também não há sinal de rede para acessar a internet móvel nas cachoeiras. Em caso de emergência é possível recorrer aos bombeiros, à Guarda Civil Metropolitana (GCM) e à Polícia Militar.

O acesso à cachoeira, que faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA) Capivari-Monos e é uma das mais visitadas da região, é feito após uma suave trilha de dez minutos em meio à Mata Atlântica.

Rio Capivari


O acesso à cachoeira Marsilac, com águas do Rio Capivari, não é livre como à cachoeira Poço das Virgens. O local já passou por estudos e hoje sabe-se que ele pode atender até 300 pessoas por dia para garantir sua preservação.

Turistas aproveitam dia de sol nas águas do Rio Capivari, na região de Marsilac, Zona Sul de São Paulo. Cobrança de R$ 10 na entrada permite infraestrutura para prática de esportes. Foto: Marcelo Brandt / G1.

A administração do espaço e a reserva das visitas é feita pela agência Selva SP. Esta cachoeira apresenta boa infraestrutura aos turistas, pois a cobrança da entrada no valor de R$ 10 ajudou a montar no local um pequeno restaurante, vestiário, equipamentos para prática de esportes radicais e a contratação de funcionários para garantir a segurança do público que se diverte no rio.

Para chegar ao Rio Capivari, a equipe seguiu percorrendo estradas de terra, com lombadas não sinalizadas que custaram fortes pancadas na parte debaixo do veículo. Quem preferir se aventurar a pé deve chegar até o Terminal Varginha e, de lá, tomar um ônibus até Marsilac, antes de caminhar mais 6 km.

Adultos e crianças se banham na Cachoeira de Marsilac, com águas do Rio Capivari, na Zona Sul de São Paulo. Foto: Marcelo Brandt / G1.

O Rio Capivari também compõe a APA Capivari-Monos, é mais extenso do que o Rio Monos, e a profundidade de ambos varia entre 20 centímetros e 12 metros, aproximadamente.

Além da cachoeira Marsilac, o Rio Capivari também possui as cachoeiras dos Manacás, da Onça e da Lontra, todas acessíveis por trilhas e com número limitado de visitantes.

Grupo de escoteiros se dirige para os rios limpos de São Paulo a pé, na estrada de terra junto a linha de trem que serve ao transporte de carga. Foto: Marcelo Brandt / G1.

Nesta mesma APA, os turistas podem conhecer ainda a cachoeira do Jamil, fruto das águas dos rios Capivari e Monos, que fica em um sítio particular, e outras três cachoeiras, também localizadas em uma propriedade privada, a Fazenda Maravilha.

As três quedas d'água são: a cachoeira do Sagui, onde é possível acessar sozinho, e as cachoeiras Oásis e Raio de Sol, que necessitam de guia turístico, pois possuem trilhas maiores e mais difíceis.

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Por Vivian Reis do G1 / SP.

Quando analisada do alto, a paisagem de São Paulo é uma enorme aglomeração urbana, com sua topografia, suas áreas verdes, seus bairros verticalizados e seu tecido urbano. Revela também todas suas camadas históricas sobrepostas, com edifícios centenários convivendo com espigões com poucas qualidades arquitetônicas. Museus e parques, shoppings centers e condomínios. E é justamente toda sua aparente desordem e heterogeneidade o que a torna uma cidade tão única. 

Para aqueles interessados em conhecer a metrópole de um novo ponto de vista e também, parte de sua história, apresentamos a seguir um roteiro de mirantes e observatórios:

1. Edifício Martinelli

Foto: Ed Matttos / Flickr.

Sob o título de primeiro arranha-céu de São Paulo – posteriormente superado pela construção do Edifício Banespa, o edifício de trinta pavimentos, que começou a ser construído em 1922 e finalizado em 1934, foi considerado um marco à história da construção civil na cidade. A cobertura recebeu visitas pré-agendadas até alguns meses atrás – infelizmente, suspensas por tempo indeterminado para uso da São Paulo Urbanismo. É um dos principais observatórios ao centro paulistano, permitindo visão panorâmica dos bairros adjacentes e pontos turísticos, como o Vale do Anhangabaú e Catedral da Sé, por exemplo.

Endereço: R. São Bento, 405 - Centro, São Paulo - SP, 01011-100.

2. Edifício Altino Arantes / Banespa

Foto: Marcos Issa / Argosfoto.

Finalizado em 1939, com 160 metros de altura, superando a marca alcançada pelo Edifício Martinelli, o Edifício Altino Arantes ou Banespa, como chamado pela maior parte do público, possui 35 pavimentos e vista emblemática do Centro da cidade. Permitiu visitas até 2015, com imensas filas e curiosos tentando conhecer a cidade do alto. Há dois anos está fechado para visitações, quando a equipe responsável decidiu interrompê-las.

Endereço: Rua João Brícola, 24 - Centro, São Paulo - SP, 01014-900.

3. Edifício Mirante do Vale

Foto: Divulgação.

Inaugurado em 1966, com projeto dos engenheiros-arquitetos Aron Kogan e Waldomiro Zarzur, o edifício com 170 metros de altura contempla uma das mais belas vistas de São Paulo. O edifício não dispõe de agendamento para visitação, mas, anualmente, eventos promovidos por importantes marcas utilizam sua cobertura.

Endereço: Av. Prestes Maia, 241, São Paulo – SP.

4. Edifício Itália

Foto: Jardel Sliumba.

O Circolo Italiano, ou simplesmente Edifício Itália, como chamado pela maior parte do público, localizado na Avenida Ipiranga e inaugurado em 1965, carrega o título de segundo maior edifício da cidade de São Paulo. Com 46 pavimentos distribuídos sob 165 metros em altura, abriga no topo o Terraço Itália – reconhecido ponto gastronômico que vislumbra das melhores vistas panorâmicas. Vale destacar que o restaurante não foi previsto na construção do edifício, contanto, ao finalizar, o empresário Evaristo Comolatti, surpreendido com a vista, decidiu dedicar o pavimento ao restaurante para que outras pessoas compartilhassem do mesmo prestígio.

Endereço: Av. Ipiranga, 344 - República, São Paulo - SP, 01046-010.

5. Edifício Copan

Foto: Hélvio Romero / Estadão.

Com sua sinuosa implantação em “S”, o Edifício Copan, do arquiteto Oscar Niemeyer, une unidades residenciais e comerciais, entre 1.160 apartamentos, e conta com uma das melhores e mais prestigiadas visadas, enquadradas pelos brises horizontais em concreto. Se você não é morador, esporadicamente, são realizadas algumas visitas que levam os visitantes ao topo.

Endereço: Av. Ipiranga, 200 - República, São Paulo - SP, 01046-925. 

6. Sesc 24 de Maio

Foto: Matheus Jose Maria / Sesc.

O projeto recém-inaugurado, concebido pelo Pritzker 2006, Paulo Mendes da Rocha conjuntamente ao escritório paulistano MMBB, expressa com clareza o significado da “apropriação” pelo público que transita freneticamente pelo espaço.

No penúltimo pavimento, andar destinado como apoio à área da piscina (localizada na cobertura) abriga restaurante e áreas com espelhos d’água nas bordas do edifício, permitindo fluidez pelo espaço e um quase 360º na vista ao Centro da cidade e prédios adjacentes. Na cobertura, novas e melhores vistas são alcançadas, permitindo visualizar edifícios icônicos, como a Galeria do rock, revelando seus jardins no terraço.

Endereço: R. 24 de Maio, 109 - República, São Paulo - SP, 01041-001.

 7. Edifício Esther

Foto: Leo Feltran / Divulgação

Localizado em frente à Praça da república, o edifício Esther, projetado pelo arquiteto Álvaro Vital Brasil propicia uma vista única. Até poucos meses atrás só poderia ser usufruída pelos moradores, agora também pode ser conferida por parte do público, por conta da abertura de um restaurante em sua cobertura. Conta com vistas para a Praça e o edifício que atualmente abriga a Secretaria da educação do Estado de São Paulo.

Endereço: Av. Ipiranga (esq. Rua Sete de Abril) - nº 76 - República - São Paulo.

8. Galeria do Rock

Foto: Divulgação.

Inaugurada em 1963, a galeria que liga a Rua 24 de Maio à Avenida São João, numa franca relação entre o espaço público e privado, dispõe de um conjunto de rampas e escadas que conectam seus diferentes pavimentos. Símbolo da diversidade, o espaço concentra um grande público de diferentes tribos e estilos. Um dos ambientes desconhecidos por grande parte do público é a existência do terraço na cobertura, antes não acessado pelo público, que agora pode ser visitado através do passeio Galeria do rock Walking Tour, abordando a história do edifício e percorrendo-o.

Endereço: Av. São João, 439 - República, São Paulo - SP, 01035-000.

9. Edifício Viadutos

Foto: Tuca Vieira / Folhapress.

O edifício projetado e concebido pelo arquiteto autodidata e empreendedor moderno Artacho Jurado, surpreende quem passa pelo Viaduto Nove de Julho com seus 27 pavimentos e ineditismo da linguagem kitsch decorrente da hibridez dos estilos Hollywoodiano, Art Decó e Art Nouveau.

Tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Estado de São Paulo (CONPRESP) em 2002, com seus 368 apartamentos, dispõe de uma das melhores vistas da cidade, aos bairros da Bela Vista, Bexiga e República, por meio do volume que parece solto quando visto da rua, erguido por pilotis pintados em azul, pastilhas coloridas e forma levemente sinuosa.

A cobertura pode ser acessada por moradores ou ainda, permite ser alugada para eventos e ensaios fotográficos.

10. Edifício Planalto

Foto: Tuca Vieira Folhapress.

Também projeto do icônico Artacho Jurado, adepto ao estilo eclético e linguagem que buscava aproximar-se a um "mundo mágico" próprio, claramente evidenciados pelo uso das cores, plasticidade, concepção autoral ao elementos vazados e disposição da planta, este edifício também enfatiza tais pontos.

Contanto, as coberturas dos edifícios de Artacho parecem sempre querer dizer algo a mais. Com destaque no arranjo final do edifício, esta em especial, com seu desenho amebóide e de viga de borda serpenteada em azul, destaca-se no contexto de quem olha ao alto. 

O salão na cobertura, há cerca de três anos, segundo notícias publicadas na mídia, permitia ser alugado. Atualmente, não temos notícia atualizadas sobre o mesmo.

11. Estação Tamanduateí

Foto: Nelson Kon.

A estação Tamanduateí que interliga a linha 10-Turquesa da CPTM e a linha 02-Verde do Metrô de São Paulo, canalizando os passageiros verticalmente pelo espaço, contempla uma sucessão de artefatos arquitetônicos em prol da qualidade espacial - visadas, diferenças no sistema de circulação, luz, ventilação, etc. Especialmente às visadas, no pavimento do metrô, varandas resguardadas por guarda-corpos em concreto, permitem visuais em direção à região do ABC e também, em direção aos bairros do Ipiranga, Mooca e Brás. 

12. Conjunto Nacional

Foto: Carolina Belem.

O edifício híbrido, projetado em 1960, é um dos expoentes da arquitetura híbrida no Brasil. Com usos variados – residencial e comercial, público e privado, dispõe de terraço jardim no bloco horizontal, conflagrando um dos cânones da arquitetura moderna europeia, proposta pela linguagem corbusiana.

O espaço acessado pela sinuosa rampa helicoidal ao centro do volume cria acesso ao pavimento superior interno. Com cobertura em cúpula metálica, permite acesso ao ambiente externo e contemplação às ruas laterais (Augusta e Padre João Manuel) e Avenida Paulista.

Endereço: Av. Paulista, 2073 - Consolação, São Paulo - SP, 01311-300.

13. MAC USP

Foto: Luis Coelho.

Concluído em 1953 pelo arquiteto Oscar Niemeyer, junto às obras do conjunto de edifícios do Parque Ibirapuera, o antigo prédio ocupado pela Sede do Departamento Estadual de Trânsito do estado de São Paulo (Detran-SP) até meados de 2009, o atual MAC - Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, além do importante conjunto de obras, estabelece terraço de acesso livre ao público.

Vislumbrando visada à Avenida Vinte e Três de Maio e Parque do lado oposto, basta apertar o oitavo andar no elevador para acessá-lo. Entre as vantagens do mirante, destaca-se a possibilidade de visitá-lo a qualquer momento, independente de agendamento.

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 - Ibirapuera, São Paulo - SP, 04094-050.

14. Instituto Moreira Salles

Foto: IMS / Divulgação.

Partindo da ideia de elevar a calçada a quinze metros do nível da Avenida Paulista, garantindo visada à mesma e garantindo a privacidade museológica, os arquitetos Vinicius Andrade e Marcelo Morettin, sócios-fundadores do escritório Andrade Morettin Arquitetos, conceberam-no partindo do pressuposto e análise à simbólicas arquiteturas ao longo da via (MASP, Conjunto Nacional, Fundação Cásper Libero e Fiesp). Os visitantes que passam pelo recém-inaugurado edifício privilegiam a bela paisagem urbana.

Endereço: Av. Paulista, 2424 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01310-300.

15. Museu de Arte de São Paulo – MASP

Foto: Markus Lanz.

O icônico Museu de Arte de São Paulo – MASP, projetado em 1968 pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, sob dois pórticos em concreto armado que elevam o edifício, na ideia da arquiteta em “soltar” o edifício do solo, permitindo a quebra entre o espaço público e privado, liberando. Ao fundo da área pública, um linear e extenso banco, permite que os pedestres contemplem a vista do bairro da Bela Vista, tomando como partido a cota mais alta da cidade, o espigão central.

Endereço: Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01310-200.

16. Centro Cultural São Paulo

Foto: Monica Renne.

Além de um dos projetos arquitetônicos mais democráticos da Cidade, o Centro Cultural São Paulo (CCSP) tem como característica a permeabilidade do espaço, com áreas generosas, bem estruturadas e permitindo uma gama de atividades. No terraço, a área gramada, vislumbra visuais à região do Paraíso e prédios no ponto mais alto dos arredores - a Avenida Paulista.

Endereço: Rua Vergueiro, 1000 - Liberdade, São Paulo - SP, 01504-000

17. Hotel Maksoud 

Foto: Divulgação.

No alto do icônico Hotel Maksoud é possível ter uma estonteante vista panorâmica da cidade, por ser uma das regiões mais altas do centro expandido de São Paulo. Até maio de 2017 o PanAm Club funcionava em sua cobertura. Atualmente a cobertura do edifício está disponível apenas para locação de eventos.

Endereço: Alameda Campinas, 150 - Jardim Paulista, São Paulo - SP, 01330-000.

18. Skye Bar Hotel UniqueFoto: Divulgação.

O hotel Unique, concebido pelo arquiteto Ruy Ohtake, dispõe de um desafiador sistema estrutural. Com gabarito baixo, composto por apenas sete pavimentos, dispõe na cobertura de um conjunto composto por piscina, bar e restaurante. A piscina vermelha, marco entre as piscinas dos hotéis de todo o mundo, dispõe de bar aberto ao público, todas as noites a partir das 18 horas e almoços e jantares somente com reservas, que vislumbram vista ao skyline paulistano, incluindo o Parque Ibirapuera.

Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700 - Jardim Paulista, São Paulo - SP, 01402-002.

19. Mirante 9 de Julho

Foto: Ale Rodrigues.

O espaço destinado propriamente com a intenção de mirante traz consigo o restauro e requalificação, garantindo num simples projeto ao espaço abandonado, a preservação da memoria e visadas à linearidade da Avenida Nove de Julho e entorno.

Endereço: R. Carlos Comenale, s/n - Bela Vista, São Paulo - SP, 01308-080. 

20. Jockey Clube de São Paulo

Foto: Alf Ribeiro / AE.

O espaço que acomoda o hipódromo de Cidade Jardim, por grande espaço e carência de verbas, tem sediado uma série de eventos nos últimos anos, destinados a festivais e ao nicho da Arquitetura de Interiores e feiras de Design, permitindo que o público possa visitar as arquibancadas e contemplar a panorâmica entre o lado leste e oeste das bordas do curso d’água, sob diferentes tomadas de planos – Marginal Pinheiros, Rio Pinheiros, Avenida das Nações Unidas e edifícios ao fundo.

Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1263 - Cidade Jardim, São Paulo - SP, 05601-000.

21. Praça Pôr-do-sol

Foto: Trip Advisor.

Diferentemente dos casos anteriores, apresentado até o instante, aqui não se trata de um edifício ou objeto arquitetônico, mas sim, de um espaço público. No bairro de Alto de pinheiros, a área gramada resguarda uma das mais belas vistas do pôr-do-sol.

Endereço: Praça Cel. Custódio Fernandes Pinheiro, 334 - Alto de Pinheiros, São Paulo - SP, 03178-200.

22. Pico do Jaraguá

Foto: José Cordeiro/ SPTuris.

Ponto mais alto da cidade de São Paulo, com 1.135 metros de altitude, o Pico do Jaraguá proporciona ao visitante o mais incrível panorama da capital paulista (com uma vista que alcança até 55 quilômetros) e um aspecto, no mínimo, inusitado da cidade para os acostumados somente ao incessante movimento da megalópole. Para os aventureiros e amantes da natureza, o acesso ao topo pode ser feito de duas formas: através de uma via asfaltada, a Estrada Turística do Jaraguá, que tem início no km 18 da rodovia Anhanguera e, aos mais dispostos, através da Trilha do Pai Zé, numa caminhada de cerca de dois quilômetros. 

Endereço: Rua Antônio Cardoso Nogueira, 539 – Jaraguá – zona Norte – São Paulo. Tel.: (11) 3945-4532.

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Da Redação com informações de Matheus Pereira na Arch Daily.

Comic Con Experience realiza sua 3ª edição do dia 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. Atualmente, ele é considerado um dos maiores do gênero no mundo e reúne fãs e profissionais de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabilia, ficção científica e colecionáveis ávidos por conhecer as últimas novidades, tudo em uma grande celebração do universo Geek.

A feira acumula números de bastante respeito: a expectativa é que em 2017 um público recorde de 220 mil pessoas passem pelo espaço de 100 mil m² que recebe a feira em seus quatro dias.

A edição de 2016 da CCXP recebeu 196 mil pessoas, batendo o recorde de maior público em comic cons do mundo e entrando mais do que definitivamente no calendário cultural de São Paulo e do Brasil, com milhares de visitantes de outros estados.

O evento contará com a presença dos maiores estúdios de Hollywood que trouxeram trailers especiais, cenas exclusivas e os astros dos filmes do momento além de dos principais atores, diretores e produtores de filmes, games e séries de TV favoritos.

E além dos auditórios para os painéis e workshops, também existe a chance de você esbarrar com centenas de ilustradores, roteiristas, coloristas e artistas gráficos que estão reunidos no Artists’ Alley. Nesse ano, o local que reúne quadrinistas de todo o Brasil e até alguns estrangeiros conta com mais de 490 artistas com suas obras.

Imagem: Divulgação.

O evento vai contar ainda com grandes nomes do cinema e televisão como o homem de preto Will Smith; o representante da casa Lannister de "Game of Thrones", Nikolaj Coster-Waldau e Danai Gurira, a Michonne de "The Walking Dead".

Já a área dedicada totalmente à cultura pop japonesa, a Anime Experience, vai ter lojas, estandes e artes originais. Na mesma pegada dos eventos internacionais, uma série de itens colecionáveis exclusivos estarão à venda na feira, que também vai contar com um concurso de cosplayers.

Nerds e Geeks não são mais um nicho e estão ditando as novas tendências. Foto: Divulgação.

Pegue seu chapéu seletor, escolha a cor de seu sabre de luz e, saiba bem de que universo você veio porque a CCXP desse ano promete.

Serviço

CCXP Comic Con Experience
Data: 7 a 10 de dezembro.
Local: São Paulo Expo.
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 - Água Funda, São Paulo.

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Da Redação.