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Na última sexta-feira (30/06), foram anunciados os 30 restaurantes e bares que farão parte da programação da segunda edição do Taste of São Paulo. A iniciativa, apresentada pelo Santander, apresenta o paraíso dos amantes da boa comida entre os dias 24 e 27 de agosto, no Clube Hípico de Santo Amaro. O evento de lançamento foi realizado no Teatro Santander e recebeu chefs e executivos para falar sobre sua programação e curadoria.

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A região central de São Paulo ganhará a mais nova unidade do Sesc na capital paulista, com a inauguração, no dia 19 de agosto, do Sesc 24 de Maio. Localizado na esquina da rua que dá nome à unidade com a Rua Dom José de Barros, o novo centro cultural, esportivo e de convivência da cidade tem projeto arquitetônico modernizado para um novo uso, que é assinado por Paulo Mendes da Rocha – um dos profissionais mais celebrados do país – e MMBB Arquitetos.

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O Festival comKids Prix Jeunesse Iberoamericano traz em 2017 sete dias de programação com mostras competitivas, debates, workshops e sessões temáticas sobre o audiovisual infantojuvenil.

De 14 a 20 de agosto, o evento vai reunir em São Paulo criadores, roteiristas, diretores, representantes de canais de TV e da web, estudantes do audiovisual e outros profissionais das áreas da cultura e da educação para a premiação das melhores produções originalmente criadas em português ou espanhol para o público infantojuvenil. A edição deste ano será realizada no Sesc Consolação, no Goethe-Institut São Paulo, no Espaço Itaú de Cinema e na Cinemateca Brasileira.

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Belezas naturais que são realçadas no inverno; culinária característica para estações frias e eventos específicos para celebrar o frio são alguns dos fatores levados em conta na elaboração do ranking. A seleção, realizada pelo Ministério do Turismo, tem como objetivo mostrar que o Brasil pode ser, também, um destino de frio. Confira as escolhas:

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Imagem aérea do Central Park em Nova York. Foto: Getty Images. Imagem aérea do Central Park em Nova York. Foto: Getty Images.

Há muitos anos, os parques têm desempenhado um papel fundamental para o êxito das cidades. Os primeiros parques formais, como o Central Park, em Nova York, foram criados no séc. XIX, com o intuito de serem agradáveis e acolhedores, para contrastarem com a realidade densa e suja da vida urbana da era industrial.

Na Europa, os parques públicos surgiram até um pouco antes, ocupando espaços que haviam sido campos de caça ou destinados a feiras. O Hyde Park, em Londres, por exemplo, era um campo de caça que, com o passar dos anos e com as transformações da cidade, aos poucos foi abrindo suas portas para o público geral.

Gradualmente, os espaços públicos exteriores e os seus benefícios foram evoluindo como elementos importantes na estratégia urbana. Os planos de Haussmann em Paris e de Cerdá, em Barcelona, também de meados do séc. XIX, já levavam em conta a criação de parques e espaços públicos. Incluíam quase tudo o que não fosse um edifício como: ruas, largos, praças, faixas de verde e eram planejados como parte integrante de um grande sistema urbanístico.

O Central Park em Nova York. Imagem de 1990 / Reprodução.O Central Park em Nova York. Imagem de 1990 / Reprodução.

Segundo Fred Kent, presidente da Project for Public Spaces, um parque e a sua área envolvente não precisam existir apenas para nos relacionarmos com a natureza, podem e devem também ser espaços para trocas culturais e sociais. Um parque, para ser vivo, deve ter na sua programação várias atividades: mercados e feiras que lhe conferem um dinamismo comercial, incentivar a atividade física como corrida, caminhadas e yoga, proporcionar atividades culturais como cinema ao ar livre, exposições de arte e outros eventos da comunidade. No fundo, dinamizar a socialização entre as pessoas é o mais importante.

Kent defende que a maioria dos parques urbanos tem poucas atividades fora do tema do lazer e, por isso, não atraem pessoas tais como idosos, adolescentes e os que procuram apenas um lugar para caminhar ou sentar dentro da sua rotina diária. A maioria das vezes nem existe uma calçada, um lugar com sombra, nem mesmo um pequeno comércio onde comprar água ou um lanche. O maior problema de isso acontecer é que quando há poucos motivos para as pessoas irem ao parque, menos pessoas o utilizam e, portanto, deixa de ser valorizado.

Mapa do Hyde Park de Londres em 1833. Imagem: Reprodução.Mapa do Hyde Park de Londres em 1833. Imagem: Reprodução.Nos anos 70, em Nova York, o Union Square Park tornou-se um lugar perigoso. Na sua renovação foram usadas estratégias que, entre outras, incluíam a realização semanal de uma feira de produtos naturais. Isso atraiu a comunidade, o mercado propiciou oportunidades para a população vizinha ser empreendedora, fazendo parte ativa da feira, e possibilitou a ligação às fazendas dos arredores da cidade. O parque foi renovado e hoje é um dos principais pontos de visita em Manhatan.

Union Square em Nova York. Foto: Julienne Schaer.Union Square em Nova York. Foto: Julienne Schaer.

O nosso Parque Ibirapuera, inaugurado em 1954, é um bom exemplo do que pode ser um bom parque urbano. Ele é ponto de encontro por excelência. Além dos museus que atraem a parte da população interessada nas artes, conta com uma boa estrutura para práticas de esportes, proporciona uma extensa lista de atividades, o que atrai pessoas dos mais diversos perfis, criando um ciclo positivo na rotina do parque.

Parque Ibirapuera em São Paulo. Foto: El País.Parque Ibirapuera em São Paulo. Foto: El País.

No centro de São Paulo, o Parque da Luz, mais conhecido como Jardim da Luz, é outro bom exemplo de parque em momento de transformação. Ele já foi, em boa parte do século. XX, um parque perigoso, lugar de tráfico de drogas e prostituição. Nos últimos tempos ganhou novos ares e pode ser melhor desfrutado. O espaço ganhou uma programação cultural e desportiva planejada, equipamentos de ginástica, pista de cooper, o maior acervo de escultura e estatuária ao ar livre do estado, um inusitado aquário subterrâneo e, de tempos em tempos, recebe uma feira na entrada do jardim. Enfim, é um bom lugar para visitar ou revisitar.

Parque da Luz na região central de São Paulo. Foto: Hagah.Parque da Luz na região central de São Paulo. Foto: Hagah.

Jan Gehl, arquiteto e urbanista dinamarquês, sublinha a importância de uma transformação gradual no desenvolvimento urbano, com o objetivo de fazer mudanças que sejam sustentáveis, no sentido de dar tempo às pessoas de se ajustarem às mudanças físicas da cidade.

Ao integrar os parques na vida cultural dos bairros, ao atribuir responsabilidades de manutenção às pessoas, ao permitir-lhes criar novos programas e, em alguns casos, até permitir que eles desenhem partes do parque, verifica-se uma renovação da área e seu entorno e mudanças positivas no comportamento da comunidade, muitas vezes em lugares que se acreditava ser impossível.

Atualmente, algumas cidades estão se dando conta de que os parques podem contribuir significativamente para a melhoria da qualidade de vida urbana. Se os parques urbanos evoluírem da sua atual função, que é primariamente de lazer, e adotarem um novo papel como catalisadores da convivência saudável da população, tornam-se um componente essencial na transformação e melhoria das nossas cidades.

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Por Rodrigo Carvalho na Casa Vogue.