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São Paulo São Encontros

Quando pensamos em São Paulo já associamos a cidade com uma enorme quantidade de prédios e lugares cinzas, certo? Acontece que nem sempre é assim: mesmo em meio ao barulho e caos, é possível encontrar recantos que nos tragam paz e nos fazem lembrar que existe verde em São Paulo.

Seja para fazer alguma coisa diferente no final de semana ou quem sabe fugir dos problemas, São Paulo tem lugares incríveis que compensam a falta de verde na cidade.

Confira a galeria abaixo:

Parque do Ibirapuera

Foto: Shutterstock.Foto: Shutterstock.

Embora seja um dos lugares mais visitados em São Paulo, não tem como negar que o Parque do Ibirapuera tem todo um charme e encanto extremamente convidativo.  É certo que em alguns períodos do dia é possível encontrar o parque mais lotado, mas nada que estrague a beleza do passeio - afinal, ainda sim dá para encontrar lugares menos cheios, pois estamos falando do segundo maior parque da cidade. Ficar admirando o tempo passar por lá é um dos programas preferidos dos paulistanos que amam a natureza. Serviço Av. Pedro Álvares Cabral - Vila Mariana Diariamente das 05h às 00h.

Viveiro Manequinho Lopes

Foto: Reprodução/Ibirapuera.org (site oficial).Foto: Reprodução/Ibirapuera.org (site oficial).

Outro passeio muito bacana dentro do Parque Ibirapuera é a visita ao  Viveiro Manequinho Lopes, espaço de produção de mudas para plantio em áreas públicas da cidade. O local possui coleções vivas de espécies vegetais com um rico acervo de 200 espécies diferentes de plantas com potencial paisagístico e à disposição dos visitantes. Com entrada gratuita, a paisagem colorida deixa qualquer um encantado e certamente faz qualquer um esquecer os problemas e se sentir fora da agitada São Paulo! Serviço Avenida República do Líbano, 1151 - Parque do Ibirapuera Segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.

Parque da Água Branca

Foto: Reprodução / Governo de São Paulo.Foto: Reprodução / Governo de São Paulo.

Quer conhecer um lugar com muito verde e ir na contramão do agito dos parques da capital? O  Parque da Água Branca, na Zona Oeste, é a melhor opção! Com espaço dedicado para meditação, leitura de livros e trilhas em meio às árvores, o local é uma ótima opção para ir durante a semana, no final de tarde! Ao contrário do que pensam, o lugar costuma permanecer com clima tranquilo, longe da agitação dos centros urbanos, mesmo que esteja localizado em uma grande avenida. Lá, é normal encontrar galinhas, cisnes e filhotes de aves andando harmoniosamente em meio aos visitantes, coisa que dificilmente encontramos em uma cidade movimentada. Para quem quer fazer um programa diferenciado, aos sábados é realizado um café da manhã com produtos livres de agrotóxicos junto com uma feira. Serviço Avenida Francisco Matarazzo, 455 - Água Branca Segunda a Domingo, das 6h às 20h.

Jardim Botânico

Foto: Shutterstock.Foto: Shutterstock.

O Jardim Botânico é um dos passeios mais legais para quem curte natureza em São Paulo. O local é um dos pontos mais sossegados da capital, sem contar que abriga um paisagismo incrível. São diversas árvores e flores para se observar, sem mencionar a estufa e o lago. Seja para um final de semana ou durante a semana, o roteiro é um dos passeios obrigatórios para todos os paulistanos! Serviço Avenida Miguel Estéfano, 3031 - Parque do Estado Terça a domingo, das 9h às 17h R$ 5 (R$ 3 meia entrada).

Parque do CarmoFoto: Shutterstock.Foto: Shutterstock.

Localizado em uma antiga fazenda de um rico empresário, o  Parque do Carmo  é considerado o segundo maior parque da capital paulista, perdendo apenas para o Parque Estadual da Cantareira. Com cerca de 6 mil árvores, entre cerejeiras e eucaliptos, lagos naturais e diversas espécies de animais. Além disso, o local conta com o Museu do Meio Ambiente. Com tanto verde e tantas opções de atividades, dificilmente o visitante se sente incomodado no local. Nos dias de semana, o parque costuma ser ainda mais tranquilo do que aos finais de semana. Serviço Avenida Afonso Sampaio Souza, 951 - Itaquera Diariamente, das 5h30 às 20h.

Parque Ecológico do Tietê

Foto: Shutterstock.Foto: Shutterstock.

Considerado um dos lugares verdes mais completos da capital, o Parque Ecológico do Tietê possui diversas opções de atividades. Para quem ama natureza, o passeio é um prato cheio, além de ser um excelente lugar para reunir os amigos e fazer um piquenique. Por lá é possível reservar (com até 30 dias de antecedência) uma das diversas churrasqueiras ou até mesmo utilizar os quiosques cobertos. Não é permitida a entrada de animais domésticos. Para a diversão, é possível alugar bicicletas e pedalinhos por um valor acessível. Quem quiser mais informações ou fazer uma reserva, basta entrar no  site . Serviço Rua Guirá-Acangatara, 70 - Eng. Goulart Segunda a Domingo, das 8h às 17h

Parque Ecológico do Guarapiranga

Foto: Shutterstock.Foto: Shutterstock.

Que tal curtir a natureza em uma das regiões mais privilegiadas de São Paulo? Beirando a represa, o  Parque Ecológico do Guarapiranga  agrada por seu sossego e localização. Longe das ruas e prédios, o local é um dos pontos mais remotos da cidade. Além disso, por lá encontramos praias artificiais - as águas da represa são próprias para banho, o que possibilitou a criação de 18 praias em sua orla! Entre as mais visitadas, está a Praia do Sol, que é exclusivamente para banhistas. Existem praias específicas dedicadas à prática de esportes náuticos, como a do Parque Náutico, onde é possível andar de jet ski, vela, lancha e etc. Serviço Estrada da Riviera, 3286 - Riviera Paulista Segunda a Domingo, das 8h às 17h.

Parque Estadual da Cantareira

Foto: Shutterstock.Foto: Shutterstock.Para quem deseja fugir dos parques lotados e ter a sensação de que está fora da cidade, uma excelente opção de passeio é o  Parque Estadual da Cantareira .  É surpreendente que haja uma floresta de Mata Atlântica tão grande a apenas 10 km do centro de São Paulo! Trilhas, mirantes, muito verde e contato com a natureza são destaque por lá. Um dos pontos mais visitados do lugar é a Pedra Grande, incrível mirante de 6.780 metros, de onde se pode ter uma visão panorâmica da cidade!  Serviço Rua do Horto, 1799 - Horto Florestal Sábados, domingos e feriados, das 8 às 17h.

Parque Estadual do Jaraguá

Foto: Shutterstock.Foto: Shutterstock.

O  Parque Estadual do Jaraguá fica localizado na região noroeste de São Paulo e abriga um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica dentro da capital. O local é conhecido principalmente pelo  Pico do Jaraguá, que, com seus 1.350 metros de altitude, é considerado um dos pontos mais altos da cidade. A vista panorâmica de São Paulo, junto com trilhas, passeios e diversas atividades em meio à natureza, fazem do lugar um incrível destino de ecoturismo sem precisar sair da capital. Serviço Rua Antônio Cardoso Nogueira, 539 - Pirituba Segunda a Domingo, das 7h às 17h.

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Por Juliana Sartori no Guia da Semana do Terra.

A cidade de São Paulo tem somente dois rios próprios para banho, ambos localizados no extremo sul da cidade. Nas regiões de Parelheiros e Marsilac, dezenas de famílias que aproveitam fins de semana ou feriados ensolarados para se refrescar às margens dos rios Monos e Capivari.

Os rios fazem parte do Polo de Ecoturismo de São Paulo, criado por meio da lei 15.953 de 2014 para orientar as atividades na região e estimular o seu desenvolvimento econômico e social. A região é um tesouro, que abrange um patrimônio natural, histórico e cultural.

O polo é formado pela Mata Atlântica, atravessada pela Serra do Mar e certificado como Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Além dos rios Monos e Capivari, os únicos limpos da cidade, segundo a Prefeitura de São Paulo, e nove cachoeiras onde o banho é liberado, a região é habitada por uma diversidade de espécies de vegetação nativa, como bromélias e palmito-juçara, e animais, como onças, jaguatiricas, jararacas, corais, antas e preguiças.

A região também possui mirantes, pesqueiros, feiras de artesanato, oito aldeias indígenas Guarani, centros ecumênicos de diversas religiões, e uma enorme cratera formada pelo impacto de um meteoro há 36 milhões de anos, tudo isso passível de visitas monitoradas por agências de turismo que atuam em conjunto, de forma comunitária.

“Aqui praticamos turismo sustentável, ou seja, respeitando a comunidade. Há aldeias e vilas centenárias, e um rico ecossistema, então é preciso gerar renda sem impactar o entorno”, explica o gestor ambiental e agente de turismo Lucas Duarte, de 25 anos. “No caso dos rios, a maior parte das cachoeiras foi estudada para ter um controle sobre o número de visitas”, continua.

Acesso às cachoeiras dos rios Monos e Capivari são feitas por trilhas na Mata Atlântica. Alguns caminhos precisam de guias por serem maiores e mais perigosas, mas é sempre recomendado falar com agências antes das viagens. Foto: Marcelo Brandt / G1.Acesso às cachoeiras dos rios Monos e Capivari são feitas por trilhas na Mata Atlântica. Alguns caminhos precisam de guias por serem maiores e mais perigosas, mas é sempre recomendado falar com agências antes das viagens. Foto: Marcelo Brandt / G1.
O Plano Diretor, aprovado em 2014, significou um avanço para as regiões de Parelheiros e Marsilac, pois foram enquadradas como Zona Rural, medida que protege justamente o ecoturismo e a agricultura ao impedir a expansão horizontal.

“Penso que depois dessa mudança no zoneamento, a Prefeitura Regional de Parelheiros se diferenciou das outras prefeituras regionais. Por exemplo, aqui temos outra dinâmica para poda de árvore, já que é uma Área de Proteção Ambiental (APA). A conservação das vias rurais tem outra demanda, pois são feitas com pedras, e não com asfalto”, argumenta o gestor ambiental Lucas Duarte.

“Por tudo isso e pela importância do nosso trabalho no Polo, já que ele também ajuda a preservar o ecossistema ao frear a urbanização, a Prefeitura Regional de Parelheiros precisa de um departamento de turismo para concentrar essas demandas e levá-las até as secretarias, pois são realmente diferentes das necessidades das outras Prefeituras Regionais”, completa.

Ilustração: Infográfico G1.Ilustração: Infográfico G1.

Em 2015, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) entregou um estudo encomendado pela SPTuris, que apontou diretrizes do que se tornou o Plano de Desenvolvimento do Turismo Sustentável.

Cerca de 500 mil pessoas visitam as cachoeiras do extremo sul de São Paulo todos os anos. De acordo com Lucas Duarte, a maioria dos frequentadores acaba sendo moradores da Zona Sul de São Paulo ou grupos de excursões promovidas pelo Sesc.

Rio Monos


O ponto de encontro da reportagem com o guia turístico da agência Toca da Onça foi o antigo Posto de Atendimento ao Turista (PAT) localizado na Avenida Senador Teotônio Vilela. De lá, a equipe seguiu de carro por estradas de terra em mau estado de conservação, mas razoavelmente bem sinalizadas, em um percurso de aproximadamente uma hora até a cachoeira Poço das Virgens, com águas do Rio Monos.

Grupo de amigos descansa na Cachoeira Poço das Virgens, com águas do Rio Monos. Acesso ao local é gratuito, após trilha suave em meio à Mata Atlântica. Foto: Marcelo Brandt / G1.Grupo de amigos descansa na Cachoeira Poço das Virgens, com águas do Rio Monos. Acesso ao local é gratuito, após trilha suave em meio à Mata Atlântica. Foto: Marcelo Brandt / G1.No caminho é possível visitar a antiga estação de trem Evangelista de Souza, ponto de parada da linha que transportava passageiros de Mairinque até Santos. Os trilhos permanecem no local mas atualmente servem apenas ao transporte de carga, para o lamento dos moradores da região.

A equipe cruzou com grupos de amigos e de escoteiros na estrada, que seguiam para as cachoeiras a pé na estrada de terra. Quem quiser chegar à cachoeira somente com a mochila nas costas, como esses grupos, deve chegar ao Terminal Parelheiros e tomar outra condução até o bairro da Barragem, antes de caminhar por mais de 3 km seguindo a linha de trem.

O Rio Monos nasce nas imediações da barragem do reservatório da Billings. As águas seguem seu curso e o rio apresenta cachoeiras, geralmente dentro de propriedades particulares.

Os donos dos sítios e fazendas cobram cerca de R$ 10 de entrada para promover uma infraestrutura básica aos visitantes. No caso do Poço das Virgens, o proprietário do Sítio do Bambu não se incomoda que os visitantes deixem seus carros na entrada, mas como não há cobrança, também não há qualquer tipo de infraestrutura.
Guia turístico Lucas Duarte apresenta a trilha em meio à Mata Atlântica até a Cachoeira Poço das Virgens, com águas com Rio Monos, na Zona Sul de São Paulo. Foto: Marcelo Brandt/G1.Guia turístico Lucas Duarte apresenta a trilha em meio à Mata Atlântica até a Cachoeira Poço das Virgens, com águas com Rio Monos, na Zona Sul de São Paulo. Foto: Marcelo Brandt/G1.

É recomendado que os visitantes tomem cuidado na cachoeira, levem seus repelentes, protetores solares, antialérgicos e lanches. Também não há sinal de rede para acessar a internet móvel nas cachoeiras. Em caso de emergência é possível recorrer aos bombeiros, à Guarda Civil Metropolitana (GCM) e à Polícia Militar.

O acesso à cachoeira, que faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA) Capivari-Monos e é uma das mais visitadas da região, é feito após uma suave trilha de dez minutos em meio à Mata Atlântica.

Rio Capivari


O acesso à cachoeira Marsilac, com águas do Rio Capivari, não é livre como à cachoeira Poço das Virgens. O local já passou por estudos e hoje sabe-se que ele pode atender até 300 pessoas por dia para garantir sua preservação.

Turistas aproveitam dia de sol nas águas do Rio Capivari, na região de Marsilac, Zona Sul de São Paulo. Cobrança de R$ 10 na entrada permite infraestrutura para prática de esportes. Foto: Marcelo Brandt / G1.Turistas aproveitam dia de sol nas águas do Rio Capivari, na região de Marsilac, Zona Sul de São Paulo. Cobrança de R$ 10 na entrada permite infraestrutura para prática de esportes. Foto: Marcelo Brandt / G1.

A administração do espaço e a reserva das visitas é feita pela agência Selva SP. Esta cachoeira apresenta boa infraestrutura aos turistas, pois a cobrança da entrada no valor de R$ 10 ajudou a montar no local um pequeno restaurante, vestiário, equipamentos para prática de esportes radicais e a contratação de funcionários para garantir a segurança do público que se diverte no rio.

Para chegar ao Rio Capivari, a equipe seguiu percorrendo estradas de terra, com lombadas não sinalizadas que custaram fortes pancadas na parte debaixo do veículo. Quem preferir se aventurar a pé deve chegar até o Terminal Varginha e, de lá, tomar um ônibus até Marsilac, antes de caminhar mais 6 km.

Adultos e crianças se banham na Cachoeira de Marsilac, com águas do Rio Capivari, na Zona Sul de São Paulo. Foto: Marcelo Brandt / G1.Adultos e crianças se banham na Cachoeira de Marsilac, com águas do Rio Capivari, na Zona Sul de São Paulo. Foto: Marcelo Brandt / G1.

O Rio Capivari também compõe a APA Capivari-Monos, é mais extenso do que o Rio Monos, e a profundidade de ambos varia entre 20 centímetros e 12 metros, aproximadamente.

Além da cachoeira Marsilac, o Rio Capivari também possui as cachoeiras dos Manacás, da Onça e da Lontra, todas acessíveis por trilhas e com número limitado de visitantes.

Grupo de escoteiros se dirige para os rios limpos de São Paulo a pé, na estrada de terra junto a linha de trem que serve ao transporte de carga. Foto: Marcelo Brandt / G1.Grupo de escoteiros se dirige para os rios limpos de São Paulo a pé, na estrada de terra junto a linha de trem que serve ao transporte de carga. Foto: Marcelo Brandt / G1.

Nesta mesma APA, os turistas podem conhecer ainda a cachoeira do Jamil, fruto das águas dos rios Capivari e Monos, que fica em um sítio particular, e outras três cachoeiras, também localizadas em uma propriedade privada, a Fazenda Maravilha.

As três quedas d'água são: a cachoeira do Sagui, onde é possível acessar sozinho, e as cachoeiras Oásis e Raio de Sol, que necessitam de guia turístico, pois possuem trilhas maiores e mais difíceis.

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Por Vivian Reis do G1 / SP.

Quando analisada do alto, a paisagem de São Paulo é uma enorme aglomeração urbana, com sua topografia, suas áreas verdes, seus bairros verticalizados e seu tecido urbano. Revela também todas suas camadas históricas sobrepostas, com edifícios centenários convivendo com espigões com poucas qualidades arquitetônicas. Museus e parques, shoppings centers e condomínios. E é justamente toda sua aparente desordem e heterogeneidade o que a torna uma cidade tão única. 

Para aqueles interessados em conhecer a metrópole de um novo ponto de vista e também, parte de sua história, apresentamos a seguir um roteiro de mirantes e observatórios:

1. Edifício Martinelli

Foto: Ed Matttos / Flickr.Foto: Ed Matttos / Flickr.

Sob o título de primeiro arranha-céu de São Paulo – posteriormente superado pela construção do Edifício Banespa, o edifício de trinta pavimentos, que começou a ser construído em 1922 e finalizado em 1934, foi considerado um marco à história da construção civil na cidade. A cobertura recebeu visitas pré-agendadas até alguns meses atrás – infelizmente, suspensas por tempo indeterminado para uso da São Paulo Urbanismo. É um dos principais observatórios ao centro paulistano, permitindo visão panorâmica dos bairros adjacentes e pontos turísticos, como o Vale do Anhangabaú e Catedral da Sé, por exemplo.

Endereço: R. São Bento, 405 - Centro, São Paulo - SP, 01011-100.

2. Edifício Altino Arantes / Banespa

Foto: Marcos Issa / Argosfoto.Foto: Marcos Issa / Argosfoto.

Finalizado em 1939, com 160 metros de altura, superando a marca alcançada pelo Edifício Martinelli, o Edifício Altino Arantes ou Banespa, como chamado pela maior parte do público, possui 35 pavimentos e vista emblemática do Centro da cidade. Permitiu visitas até 2015, com imensas filas e curiosos tentando conhecer a cidade do alto. Há dois anos está fechado para visitações, quando a equipe responsável decidiu interrompê-las.

Endereço: Rua João Brícola, 24 - Centro, São Paulo - SP, 01014-900.

3. Edifício Mirante do Vale

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

Inaugurado em 1966, com projeto dos engenheiros-arquitetos Aron Kogan e Waldomiro Zarzur, o edifício com 170 metros de altura contempla uma das mais belas vistas de São Paulo. O edifício não dispõe de agendamento para visitação, mas, anualmente, eventos promovidos por importantes marcas utilizam sua cobertura.

Endereço: Av. Prestes Maia, 241, São Paulo – SP.

4. Edifício Itália

Foto: Jardel Sliumba.Foto: Jardel Sliumba.

O Circolo Italiano, ou simplesmente Edifício Itália, como chamado pela maior parte do público, localizado na Avenida Ipiranga e inaugurado em 1965, carrega o título de segundo maior edifício da cidade de São Paulo. Com 46 pavimentos distribuídos sob 165 metros em altura, abriga no topo o Terraço Itália – reconhecido ponto gastronômico que vislumbra das melhores vistas panorâmicas. Vale destacar que o restaurante não foi previsto na construção do edifício, contanto, ao finalizar, o empresário Evaristo Comolatti, surpreendido com a vista, decidiu dedicar o pavimento ao restaurante para que outras pessoas compartilhassem do mesmo prestígio.

Endereço: Av. Ipiranga, 344 - República, São Paulo - SP, 01046-010.

5. Edifício Copan

Foto: Hélvio Romero / Estadão.Foto: Hélvio Romero / Estadão.

Com sua sinuosa implantação em “S”, o Edifício Copan, do arquiteto Oscar Niemeyer, une unidades residenciais e comerciais, entre 1.160 apartamentos, e conta com uma das melhores e mais prestigiadas visadas, enquadradas pelos brises horizontais em concreto. Se você não é morador, esporadicamente, são realizadas algumas visitas que levam os visitantes ao topo.

Endereço: Av. Ipiranga, 200 - República, São Paulo - SP, 01046-925. 

6. Sesc 24 de Maio

Foto: Matheus Jose Maria / Sesc.Foto: Matheus Jose Maria / Sesc.

O projeto recém-inaugurado, concebido pelo Pritzker 2006, Paulo Mendes da Rocha conjuntamente ao escritório paulistano MMBB, expressa com clareza o significado da “apropriação” pelo público que transita freneticamente pelo espaço.

No penúltimo pavimento, andar destinado como apoio à área da piscina (localizada na cobertura) abriga restaurante e áreas com espelhos d’água nas bordas do edifício, permitindo fluidez pelo espaço e um quase 360º na vista ao Centro da cidade e prédios adjacentes. Na cobertura, novas e melhores vistas são alcançadas, permitindo visualizar edifícios icônicos, como a Galeria do rock, revelando seus jardins no terraço.

Endereço: R. 24 de Maio, 109 - República, São Paulo - SP, 01041-001.

 7. Edifício Esther

Foto: Leo Feltran / DivulgaçãoFoto: Leo Feltran / Divulgação

Localizado em frente à Praça da república, o edifício Esther, projetado pelo arquiteto Álvaro Vital Brasil propicia uma vista única. Até poucos meses atrás só poderia ser usufruída pelos moradores, agora também pode ser conferida por parte do público, por conta da abertura de um restaurante em sua cobertura. Conta com vistas para a Praça e o edifício que atualmente abriga a Secretaria da educação do Estado de São Paulo.

Endereço: Av. Ipiranga (esq. Rua Sete de Abril) - nº 76 - República - São Paulo.

8. Galeria do Rock

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

Inaugurada em 1963, a galeria que liga a Rua 24 de Maio à Avenida São João, numa franca relação entre o espaço público e privado, dispõe de um conjunto de rampas e escadas que conectam seus diferentes pavimentos. Símbolo da diversidade, o espaço concentra um grande público de diferentes tribos e estilos. Um dos ambientes desconhecidos por grande parte do público é a existência do terraço na cobertura, antes não acessado pelo público, que agora pode ser visitado através do passeio Galeria do rock Walking Tour, abordando a história do edifício e percorrendo-o.

Endereço: Av. São João, 439 - República, São Paulo - SP, 01035-000.

9. Edifício Viadutos

Foto: Tuca Vieira / Folhapress.Foto: Tuca Vieira / Folhapress.

O edifício projetado e concebido pelo arquiteto autodidata e empreendedor moderno Artacho Jurado, surpreende quem passa pelo Viaduto Nove de Julho com seus 27 pavimentos e ineditismo da linguagem kitsch decorrente da hibridez dos estilos Hollywoodiano, Art Decó e Art Nouveau.

Tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental do Estado de São Paulo (CONPRESP) em 2002, com seus 368 apartamentos, dispõe de uma das melhores vistas da cidade, aos bairros da Bela Vista, Bexiga e República, por meio do volume que parece solto quando visto da rua, erguido por pilotis pintados em azul, pastilhas coloridas e forma levemente sinuosa.

A cobertura pode ser acessada por moradores ou ainda, permite ser alugada para eventos e ensaios fotográficos.

10. Edifício Planalto

Foto: Tuca Vieira Folhapress.Foto: Tuca Vieira Folhapress.

Também projeto do icônico Artacho Jurado, adepto ao estilo eclético e linguagem que buscava aproximar-se a um "mundo mágico" próprio, claramente evidenciados pelo uso das cores, plasticidade, concepção autoral ao elementos vazados e disposição da planta, este edifício também enfatiza tais pontos.

Contanto, as coberturas dos edifícios de Artacho parecem sempre querer dizer algo a mais. Com destaque no arranjo final do edifício, esta em especial, com seu desenho amebóide e de viga de borda serpenteada em azul, destaca-se no contexto de quem olha ao alto. 

O salão na cobertura, há cerca de três anos, segundo notícias publicadas na mídia, permitia ser alugado. Atualmente, não temos notícia atualizadas sobre o mesmo.

11. Estação Tamanduateí

Foto: Nelson Kon.Foto: Nelson Kon.

A estação Tamanduateí que interliga a linha 10-Turquesa da CPTM e a linha 02-Verde do Metrô de São Paulo, canalizando os passageiros verticalmente pelo espaço, contempla uma sucessão de artefatos arquitetônicos em prol da qualidade espacial - visadas, diferenças no sistema de circulação, luz, ventilação, etc. Especialmente às visadas, no pavimento do metrô, varandas resguardadas por guarda-corpos em concreto, permitem visuais em direção à região do ABC e também, em direção aos bairros do Ipiranga, Mooca e Brás. 

12. Conjunto Nacional

Foto: Carolina Belem.Foto: Carolina Belem.

O edifício híbrido, projetado em 1960, é um dos expoentes da arquitetura híbrida no Brasil. Com usos variados – residencial e comercial, público e privado, dispõe de terraço jardim no bloco horizontal, conflagrando um dos cânones da arquitetura moderna europeia, proposta pela linguagem corbusiana.

O espaço acessado pela sinuosa rampa helicoidal ao centro do volume cria acesso ao pavimento superior interno. Com cobertura em cúpula metálica, permite acesso ao ambiente externo e contemplação às ruas laterais (Augusta e Padre João Manuel) e Avenida Paulista.

Endereço: Av. Paulista, 2073 - Consolação, São Paulo - SP, 01311-300.

13. MAC USP

Foto: Luis Coelho.Foto: Luis Coelho.

Concluído em 1953 pelo arquiteto Oscar Niemeyer, junto às obras do conjunto de edifícios do Parque Ibirapuera, o antigo prédio ocupado pela Sede do Departamento Estadual de Trânsito do estado de São Paulo (Detran-SP) até meados de 2009, o atual MAC - Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, além do importante conjunto de obras, estabelece terraço de acesso livre ao público.

Vislumbrando visada à Avenida Vinte e Três de Maio e Parque do lado oposto, basta apertar o oitavo andar no elevador para acessá-lo. Entre as vantagens do mirante, destaca-se a possibilidade de visitá-lo a qualquer momento, independente de agendamento.

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 - Ibirapuera, São Paulo - SP, 04094-050.

14. Instituto Moreira Salles

Foto: IMS / Divulgação.Foto: IMS / Divulgação.

Partindo da ideia de elevar a calçada a quinze metros do nível da Avenida Paulista, garantindo visada à mesma e garantindo a privacidade museológica, os arquitetos Vinicius Andrade e Marcelo Morettin, sócios-fundadores do escritório Andrade Morettin Arquitetos, conceberam-no partindo do pressuposto e análise à simbólicas arquiteturas ao longo da via (MASP, Conjunto Nacional, Fundação Cásper Libero e Fiesp). Os visitantes que passam pelo recém-inaugurado edifício privilegiam a bela paisagem urbana.

Endereço: Av. Paulista, 2424 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01310-300.

15. Museu de Arte de São Paulo – MASP

Foto: Markus Lanz.Foto: Markus Lanz.

O icônico Museu de Arte de São Paulo – MASP, projetado em 1968 pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, sob dois pórticos em concreto armado que elevam o edifício, na ideia da arquiteta em “soltar” o edifício do solo, permitindo a quebra entre o espaço público e privado, liberando. Ao fundo da área pública, um linear e extenso banco, permite que os pedestres contemplem a vista do bairro da Bela Vista, tomando como partido a cota mais alta da cidade, o espigão central.

Endereço: Av. Paulista, 1578 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01310-200.

16. Centro Cultural São Paulo

Foto: Monica Renne.Foto: Monica Renne.

Além de um dos projetos arquitetônicos mais democráticos da Cidade, o Centro Cultural São Paulo (CCSP) tem como característica a permeabilidade do espaço, com áreas generosas, bem estruturadas e permitindo uma gama de atividades. No terraço, a área gramada, vislumbra visuais à região do Paraíso e prédios no ponto mais alto dos arredores - a Avenida Paulista.

Endereço: Rua Vergueiro, 1000 - Liberdade, São Paulo - SP, 01504-000

17. Hotel Maksoud 

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

No alto do icônico Hotel Maksoud é possível ter uma estonteante vista panorâmica da cidade, por ser uma das regiões mais altas do centro expandido de São Paulo. Até maio de 2017 o PanAm Club funcionava em sua cobertura. Atualmente a cobertura do edifício está disponível apenas para locação de eventos.

Endereço: Alameda Campinas, 150 - Jardim Paulista, São Paulo - SP, 01330-000.

18. Skye Bar Hotel UniqueFoto: Divulgação.Foto: Divulgação.

O hotel Unique, concebido pelo arquiteto Ruy Ohtake, dispõe de um desafiador sistema estrutural. Com gabarito baixo, composto por apenas sete pavimentos, dispõe na cobertura de um conjunto composto por piscina, bar e restaurante. A piscina vermelha, marco entre as piscinas dos hotéis de todo o mundo, dispõe de bar aberto ao público, todas as noites a partir das 18 horas e almoços e jantares somente com reservas, que vislumbram vista ao skyline paulistano, incluindo o Parque Ibirapuera.

Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 4700 - Jardim Paulista, São Paulo - SP, 01402-002.

19. Mirante 9 de Julho

Foto: Ale Rodrigues.Foto: Ale Rodrigues.

O espaço destinado propriamente com a intenção de mirante traz consigo o restauro e requalificação, garantindo num simples projeto ao espaço abandonado, a preservação da memoria e visadas à linearidade da Avenida Nove de Julho e entorno.

Endereço: R. Carlos Comenale, s/n - Bela Vista, São Paulo - SP, 01308-080. 

20. Jockey Clube de São Paulo

Foto: Alf Ribeiro / AE.Foto: Alf Ribeiro / AE.

O espaço que acomoda o hipódromo de Cidade Jardim, por grande espaço e carência de verbas, tem sediado uma série de eventos nos últimos anos, destinados a festivais e ao nicho da Arquitetura de Interiores e feiras de Design, permitindo que o público possa visitar as arquibancadas e contemplar a panorâmica entre o lado leste e oeste das bordas do curso d’água, sob diferentes tomadas de planos – Marginal Pinheiros, Rio Pinheiros, Avenida das Nações Unidas e edifícios ao fundo.

Endereço: Av. Lineu de Paula Machado, 1263 - Cidade Jardim, São Paulo - SP, 05601-000.

21. Praça Pôr-do-sol

Foto: Trip Advisor.Foto: Trip Advisor.

Diferentemente dos casos anteriores, apresentado até o instante, aqui não se trata de um edifício ou objeto arquitetônico, mas sim, de um espaço público. No bairro de Alto de pinheiros, a área gramada resguarda uma das mais belas vistas do pôr-do-sol.

Endereço: Praça Cel. Custódio Fernandes Pinheiro, 334 - Alto de Pinheiros, São Paulo - SP, 03178-200.

22. Pico do Jaraguá

Foto: José Cordeiro/ SPTuris.Foto: José Cordeiro/ SPTuris.

Ponto mais alto da cidade de São Paulo, com 1.135 metros de altitude, o Pico do Jaraguá proporciona ao visitante o mais incrível panorama da capital paulista (com uma vista que alcança até 55 quilômetros) e um aspecto, no mínimo, inusitado da cidade para os acostumados somente ao incessante movimento da megalópole. Para os aventureiros e amantes da natureza, o acesso ao topo pode ser feito de duas formas: através de uma via asfaltada, a Estrada Turística do Jaraguá, que tem início no km 18 da rodovia Anhanguera e, aos mais dispostos, através da Trilha do Pai Zé, numa caminhada de cerca de dois quilômetros. 

Endereço: Rua Antônio Cardoso Nogueira, 539 – Jaraguá – zona Norte – São Paulo. Tel.: (11) 3945-4532.

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Da Redação com informações de Matheus Pereira na Arch Daily.

Comic Con Experience realiza sua 3ª edição do dia 07 a 10 de dezembro no São Paulo Expo. Atualmente, ele é considerado um dos maiores do gênero no mundo e reúne fãs e profissionais de quadrinhos, cinema, TV, games, anime, RPG, memorabilia, ficção científica e colecionáveis ávidos por conhecer as últimas novidades, tudo em uma grande celebração do universo Geek.

A feira acumula números de bastante respeito: a expectativa é que em 2017 um público recorde de 220 mil pessoas passem pelo espaço de 100 mil m² que recebe a feira em seus quatro dias.

A edição de 2016 da CCXP recebeu 196 mil pessoas, batendo o recorde de maior público em comic cons do mundo e entrando mais do que definitivamente no calendário cultural de São Paulo e do Brasil, com milhares de visitantes de outros estados.

O evento contará com a presença dos maiores estúdios de Hollywood que trouxeram trailers especiais, cenas exclusivas e os astros dos filmes do momento além de dos principais atores, diretores e produtores de filmes, games e séries de TV favoritos.

E além dos auditórios para os painéis e workshops, também existe a chance de você esbarrar com centenas de ilustradores, roteiristas, coloristas e artistas gráficos que estão reunidos no Artists’ Alley. Nesse ano, o local que reúne quadrinistas de todo o Brasil e até alguns estrangeiros conta com mais de 490 artistas com suas obras.

Imagem: Divulgação.Imagem: Divulgação.

O evento vai contar ainda com grandes nomes do cinema e televisão como o homem de preto Will Smith; o representante da casa Lannister de "Game of Thrones", Nikolaj Coster-Waldau e Danai Gurira, a Michonne de "The Walking Dead".

Já a área dedicada totalmente à cultura pop japonesa, a Anime Experience, vai ter lojas, estandes e artes originais. Na mesma pegada dos eventos internacionais, uma série de itens colecionáveis exclusivos estarão à venda na feira, que também vai contar com um concurso de cosplayers.

Nerds e Geeks não são mais um nicho e estão ditando as novas tendências. Foto: Divulgação.Nerds e Geeks não são mais um nicho e estão ditando as novas tendências. Foto: Divulgação.

Pegue seu chapéu seletor, escolha a cor de seu sabre de luz e, saiba bem de que universo você veio porque a CCXP desse ano promete.

Serviço

CCXP Comic Con Experience
Data: 7 a 10 de dezembro.
Local: São Paulo Expo.
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 - Água Funda, São Paulo.

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Da Redação.

A Semana Internacional de Música de São Paulo já se tornou um dos eventos mais importantes do país quando o assunto é reunir participantes dos mais diversos aspectos da indústria da música.

Ano após ano a SIM oferece mais possibilidades para seus frequentadores no Centro Cultural São Paulo e em 2017 não será diferente, com painéis, speed meetings, showcases, palestras e muito mais.

Ali Barter, cantora e compositora de Melbourne, Austrália. Foto: Divulgação.Ali Barter, cantora e compositora de Melbourne, Austrália. Foto: Divulgação.

A Semana Internacional de Música (SIM) de São Paulo acontece entre os dias 6 e 10 de dezembro. Os shows, gratuitos e abertos ao público, acontecem no Centro Cultural São Paulo (CCSP). Esse ano a SIM expandiu seu alcance no CCSP e também irá ocupar a área do jardim suspenso, onde será montado o Espaço Spotify com debates, coquetéis e pocket shows de artistas nacionais e internacionais.

Metade da programação é formada por mulheres, e se apresentam cantoras como Tiê, Ana Muller, Linn da Quebrada e Xênia França. Entre as atrações internacionais estão as bandas The Gift, de Portugal, Luciano Supervielle, do Uruguai, e Vox Sambou, do Canadá e Haiti.

SIM - Abertura

Foto: Felipe Diniz.Foto: Felipe Diniz.

A festa de abertura da Semana Internacional de Música de São Paulo já virou tradição entre os seus credenciados. Marcada para o dia 6 de dezembro, na Casa Natura Musical, a partir das 21h, a noite de abertura reúne em sua programação a cantora Ava Rocha e o cantor e compositor Jards Macalé. Separados por décadas de carreira, mas aproximados pelas nuances psicodélicas, ambos artistas acabam de ganhar mais um ponto em comum: foram selecionados pelo edital Natura Musical para 2018. Neste ano, o programa teve 33 projetos contemplados, tendo como ponto de partida a efervescência da música brasileira e sua enorme capacidade de reverberar o novo momento do país e do mundo.

Foto: Diego Ciarlariello.Foto: Diego Ciarlariello.Ava Rocha e Jards Macalé terão momentos juntos e sozinhos no palco, enquanto a DJ Donna aquece o som do ambiente antes e depois deste encontro tão especial. Representante da cultura urbana e alternativa brasiliense, a artista aparece na programação como chave para falar sobre mulheres e feminismo na música negra brasileira, com boas doses de rap, R&B, afrobeat, entre outras vertentes.

A quinta edição da SIM São Paulo tem continuidade nos dias 7, 8 e 9 de dezembro, quando concentra a programação diurna da Conferência e de Networking & Business no Centro Cultural São Paulo. A programação noturna, por sua vez, se espalha pela cidade nos dias 7, 8, 9 e 10 de dezembro, com mais de 130 apresentações distribuídas por 24 casas de shows da capital paulista.

Serviço

SIM - Semana Internacional de Música em São Paulo 
Quando: de qua. (6) a dom. (10/12)
Onde: diversos locais; programação em http://www.simsaopaulo.com.br/
Quanto: R$ 280 (credencial no segundo lote; showcases são gratuitos).

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Com informações da SIM - Semana Internacional de Música em São Paulo.