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A partir do próximo sábado (19) a Prefeitura de São Paulo irá iniciar uma série de 22 audiências públicas para discutir e debater com os cidadãos as ações do programa “Rua Aberta”. A iniciativa tem o objetivo de abrir para pedestres e ciclistas ruas e avenidas de grande relevância no perímetro de 1 a 3 quilômetros, aos domingos e feriados, das 10h às 17h. Com o impedimento do trânsito de veículos motorizados, a intenção é que as vias recebam atividades artísticas, esportivas, gastronômicas e culturais gratuitas.

No sábado (19), serão três audiências públicas nas subprefeituras de Aricanduva (zona leste), Campo Limpo (zona sul) e Sé (centro). Esta última será realizada no Vão Livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP), a partir das 10h, para debater a abertura da avenida Paulista. No domingo (20), serão mais duas audiências nas regiões da Cidade Ademar (zona sul) e Lapa (zona oeste). Os encontros, que têm o Ministério Público Estadual como convidado, acontecerão até serem encerrados no dia 17 de outubro, em São Mateus e Cidade Tiradentes, ambos na zona leste. Confira abaixo a programação das discussões.

Além de incentivar a apropriação dos espaços públicos da cidade, consolidando as relações sociais nos bairros, as políticas do programa “Rua Aberta” também visam incentivar a comercialização de artesanatos e alimentos de baixo custo, considerando os empreendedores e artistas locais como peças fundamentais neste processo, promovendo a inclusão cultural, geração de renda e a recuperação urbana de espaços degradados e sem uso. A iniciativa envolve as secretarias municipais de Coordenação das Subprefeituras, Transportes, Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, Cultura, Segurança Urbana, Esportes, além da CET e da Agência São Paulo de Desenvolvimento.

Cultura
Na área cultural, a restrição aos veículos irá permitir a realização de atividades que envolvam apresentações ao vivo de teatro, dança, música e artesanato.

Esportes
Para incentivar práticas de esporte e lazer espontâneo, será possível fornecer materiais esportivos, como bolas, coletes e kits de recreação para as comunidades. Além disso, a ação também permitirá eventualmente a realização de campeonatos e festivais esportivos.

Trabalho e empreendedorismo
Com o programa será possível realizar feiras gastronômicas e de artesanato, incentivando os empreendedores locais. Também está previsto no projeto a abertura de espaços para cooperativas e redes de economia solidária, a promoção de serviços aos empreendedores (abertura de crédito, informações sobre a legislação e cursos voltados ao empreendedorismo) e a busca de patrocínio e apoio de empresas privadas.
 
Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação.
 
 


A partir desta segunda-feira (14) até o próximo sábado (19), a zona sul de São Paulo será tomada por poesia, música, arte e bate-papo durante a FELIZS – Feira Literária da Zona Sul. Organizada pelo Sarau do Binho, diversos encontros acontecerão em praças, bibliotecas e espaços culturais. 

Desejo antigo de quem trabalha com cultura na região, a feira foi sonhada há mais de dois anos. “Inicialmente a proposta era para [a feira durar] um dia, mas o desejo e as parcerias foram acontecendo e a transformamos num evento para (ser realizado ao longo de) uma semana. Sentimos que havia uma grande predisposição por parte de parceiros, artistas e coletivos”, explica Diane Padial, coprodutora da feira. 

A programação do evento foi elaborada tendo como critério a participação de coletivos e artistas que integram o Sarau do Binho, itinerante desde que o bar do Binho, no Campo Limpo, foi fechado, além da presença de outros movimentos culturais da zona sul.

Luan Luando, Serginho Poeta, Elizandra Souza, Sergio Vaz e Tula Pilar são alguns poetas confirmados em rodas de conversas. Além disso, haverá apresentações de músicos como Camila Brasil, Emblues Beer Band, Zinho Trindade e Grupo Candearte. As intervenções artísticas ficarão a cargo de O Menor Sarau do Mundo e Correspondência Poética. “A expectativa é que seja um grande encontro, um momento de trocas para falarmos de nós mesmos”, diz Mara Esteves, coprodutora da feira da feira, e membro da Brechoteca e do Brincantes Urbanos. 
 
A estimativa dos organizadores é de que a feira atraia cerca de três mil pessoas. As atividades começam hoje no Espaço Clariô de Teatro com o lançamento do livro “Sarau do Binho II”, e também com a apresentação da Banda Veja Luz no Sarau do Binho, às 21h. 
 
A programação completa pode ser acessada no site do evento: http://felizs.com.br/

Karol Coelho, do Campo Limpo no blog Mural.



Para quem deseja fugir dos parques lotados e ter a sensação que está fora da cidade, uma excelente opção de passeio é o 
Parque Estadual da Cantareira, no Núcleo da Pedra Grande. É surpreendente que haja uma floresta de 7.916 hectares de Mata Atlântica a apenas a 10 km do centro de São Paulo.

Por ser mais acessível – dá para chegar de ônibus a partir de Santana, na zona norte – o Núcleo Pedra Grande do Parque da Cantareira é o mais visitado. Já fui ao lugar várias vezes e sempre que surge uma oportunidade, eu volto lá para levar amigos que ainda não o conhecem. Há alguns finais de semana, fomos num grupo de sete pessoas fazer um piquenique na Lagoa das Carpas e percorrer os 10 km de trilha. Calma! Este percurso é de ida e volta e o acesso é asfaltado. Para quem não está acostumado, pode ficar um pouco cansado, principalmente na subida, mas se for caminhando devagar e apreciando a natureza, você nem percebe quando chegar ao ponto mais alto: a pedra grande. Da entrada ao mirante são 6.780 metros.

Prepare sua câmera porque se o dia estiver claro, a vista é maravilhosa. Dá para ver vários bairros da zona norte e até o Pico do Jaraguá. Ao lado, fica o Museu da Pedra Grande com maquetes e objetos. Infelizmente, no dia que eu fui estava fechado.

No meio do caminho há trilhas menores que saem do asfalto. A Trilha das Figueiras de 1.200 metros , a Trilha da Bica de 1.500 metros e a Trilha do Bugio, de apenas 300 metros. Se for a primeira vez que você vai, sugiro não ir na ida para não ficar muito cansado. Se na volta ainda estiver disposto, pode escolher uma delas.

Foto: José Cordeiro/ SPTuris.

Posso ir sozinho?

Não é preciso ir com guia, você pode ir sozinho porque as trilhas são todas sinalizadas e de fácil acesso. Na portaria, pode pegar um mapa e o funcionário explica sobre as principais atrações do parque. A infraestrutura conta com vários banheiros no percurso e para a alegria da criançada tem um parquinho ao lado do lago das carpas. Caso não tenha levado lanche, antes de chegar à portaria há várias lanchonetes e ambulantes, que ficam na entrada do Horto Florestal, onde tem o ponto final do ônibus, então não precisa se preocupar, que não vai passar fome. O Parque da Cantareira é bem seguro, os guardas ficam patrulhando o parque de carro e moto.

E sim, você pode levar as crianças. Eu mesma vi várias de quatro, cinco e seis anos. Se elas estiverem acostumadas a andar, vão adorar o passeio. É só ir andando devagar e mostrando as plantas, árvores e quem sabe com sorte você até encontra um bugio. Eu nunca tive esta sorte, só ouvi o barulhão que eles fazem. Outros animais que você pode encontrar no parque são a preguiça, serelepe, quati, suçuarana, macaco-prego e macaco Sauá.

Para quem nunca foi é bom saber que o Parque da Cantareira é um lugar de contemplação e caminhadas, não sendo permitida a prática de esportes, bicicletas ou levar pets. O bom, de fato, é entrar em contato com a natureza e apreciar a vista.

Você pode fazer uma pausa para o lanche na própria pedra grande ou se preferir, volte um pouco e entre na trilha que chega ao lago das carpas. Tem algumas mesas para piquenique ou você pode estender uma toalha e dividir guloseimas com seus amigos.

Saiba mais sobre o Parque Estadual da Cantareira

Segundo os historiadores, Cantareira foi o nome dado a serra pelos tropeiros que faziam o comércio entre São Paulo e as outras regiões do país, nos Séculos 16 e 17, devido à grande quantidade de nascentes e córregos encontrados na região.

O nome cantareira vem de cântaro, porque era costume armazenar água em jarros de barro (cântaro) e as prateleiras onde eram guardados chamavam-se cantareiras.

O parque abriga várias nascentes e cursos d'água abastecendo a cidade de São Paulo. Aberto em 1963 abrange a capital, Guarulhos, Mairiporã e Caieiras. É um importante remanescente de Mata Atlântica abrigando várias espécies como o samambaiaçu, figueira, jacarandá, embaúba, entre outros.

Serviço
Parque Estadual da Cantareira
End.: Rua do Horto, 1799 – Horto Florestal – zona Norte – São Paulo.
Horário de funcionamento: aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h.
Tel.: (11) 2203-0115.

Patricia Machado no SP/Passeios Baratos.


A contação de histórias é uma arte secular, que desenvolve a imaginação, o hábito de ouvir e a vontade de ler. Assim como a literatura escrita, ela é capaz de nos levar para outros mundos e viver novas experiências. A fim de incentivar essa tradição, o Sistema Municipal de Bibliotecas da cidade de São Paulo promove mensalmente um circuito de contação de histórias com foco no público infantil, pais e educadores.

Em setembro, 43 bibliotecas e sete pontos de leitura participam do projeto. O Sistema Municipal de Bibliotecas vem trabalhando a narração oral em seus espaços, pensando na mediação de promover o contato com os livros, para ir além da leitura literária, promovendo uma visão do mundo e do processo criativo.

Para estimular o ouvinte, os contadores utilizam diversos recursos, como canto, poesia, e até a manipulação de objetos, como bonecos e tricô. Histórias indígenas, contos populares brasileiros, contos africanos, histórias japonesas, contos de fada e clássicos dos irmãos Grimm fazem parte do repertório de histórias.

O projeto enfatiza a importância das bibliotecas dentro das comunidades, que não são apenas espaços de silêncio e leitura. Em algumas regiões, a biblioteca local é o único equipamento cultural, e a mediação da leitura pode ser feita em formatos diferentes, como a narração oral, uma vez que todas as linguagens dialogam com a literatura, seja o cinema, a música e o teatro. As apresentações interagem com o espaço das bibliotecas, com o intuito de aproximar a comunidade dos livros disponíveis.

Além do Circuito mensal de apresentações de contação de história, o sistema municipal de bibliotecas promove, em outubro, a 11ª edição do festival A Arte de Narrar Histórias.

Confira a programação completa: http://goo.gl/eQ2ZWQ

Fonte: Sistema Municipal de Bibliotecas.


Durante o mês de setembro, quem estiver na capital paulista poderá curtir a cidade de um jeito diferente, mais integrado com a natureza. Tudo por causa da sexta edição do Festival Cultivar, promovido pelo Instituto Árvores Vivas, que vai invadir praças e parques com uma programação intensa e gratuita, para todas as idades, do dia 5 ao 27.

No final do mês, cidades do Rio de Janeiro, Minas e Santa Catarina também participarão e, em outubro (1 a 3), o festival se concentrará em Santa Rita do Passa Quatro e Ribeirão Preto, no interior de SP.

“O Festival Cultivar foi idealizado para estimular a cultura de estar em contato com a natureza todos os dias, mesmo em um ambiente urbano”, diz Juliana Gatti, diretora do instituto e autora do blog Árvores Vivas. “Com sua programação extensa, criamos oportunidades para que a reconexão com a natureza torne-se um hábito, tão essencial quanto beber água”.

Com a intenção de valorizar a cultura local, a qualidade de vida, a saúde e o patrimônio histórico, serão realizados picnics com troca de sementes e mudas, expedições para reconhecimento de espécies de árvores eobservação de aves, oficinas diversas, sessões de cinema, bate-papos e palestras com especialistas em meio ambiente, além da apresentação de novas tecnologias.

“Os temas ambientais têm conquistado relevância, ao longo destes anos em que realizamos o Festival Cultivar”, conta Juliana. “Isso se deve, claro, à crise ambiental que tem se intensificado. Mas é interessante observar a diferença na receptividade tanto do público como dos parceiros (sejam empresas ou governos), desde que lançamos o evento”.

Já pensou dedicar um dia inteiro a atividades próximas à natureza em plena cidade grande? Sobre a importância dessa ação, Juliana acrescenta: “Participar de qualquer atividade da programação do Festival Cultivar é criar uma nova relação com o entorno e consigo mesmo, é despertar valores de respeito, carinho e agradecimento pela vida. É se permitir curtir a natureza, suas riquezas e sabedorias de uma maneira criativa e alegre, deixando que ela faça parte da vida de todos nós em harmonia, para que todos os seres vivos – humanos e não humanos – sejam mais plenos”.

Difícil escolher entre tantas atividades do festival, mas para ajudar na escolha, destacamos aqui algumas atividades imperdíveis, em cada dia:

Dia 5
A abertura do festival acontecerá no Parque Trianon, em plena região da Avenida Paulista, às 14h, com a expedição Origens, liderada por Juliana, que apresentará a exuberância da Mata Atlântica com árvores de mais de 300 anos.

Dia 6
No mesmo parque, das 8h o biólogo Sandro von Matter, diretor do Instituto Passarinhar e autor do blog Avoando, levará o público por uma expedição de Observação de Aves e Sons da Natureza – com dicas de fotografia.

Dia 8
Biodiversidade na Cultura Brasileira é o tema da exposição que será inaugurada no Conjunto Nacional – também na Avenida Paulista – e ficará lá até 21, dia da árvore, com visitas guiadas e atividades em grupo. Destaque para algumas espécies importantes da flora brasileira.

Dia 13
Quem tem interesse por hortas comunitárias não pode perder a expedição “A natureza é PANC”, no Centro Cultural SP. Além da história dessa prática na cidade, a nutricionista Neide Rigo, do blog Come-se, falará sobre as PANCs – plantas alimentícias não convencionais – e comandará mutirão na horta do próprio centro.

Dia 19
Expedição Fotográfica, de Desenhos e Pinturas no Parque da Luz, o primeiro jardim botânico da cidade de São Paulo. Ótima oportunidade para conhecer a história ambiental do parque e aprender a fotografar, além de desenhar e pintar a natureza. Os trabalhos desenvolvidos pelos participantes ganharão exposição em um varal no Parque da Água Branca nos dias 26 e 27, durante as Oficinas Verdes.

Dia 20
O Parque Buenos Aires, no bairro de Higienópolis, terá encontro sobre a Histórias das Árvores que lá habitam, com oficina de sensibilização promovida pelo Instituto Romã, além de contação de histórias para crianças e adultos.

Dias 22, 23 e 24
Criança e Natureza é o tema da programação especial para crianças de escolas públicas e outras instituições, que será realizada no Horto Florestal com expedições para observação de árvores e aves, além de plantios e produção de bombas de sementes. No Museu Florestal Otávio Vecchi, no mesmo parque, a arte se junta a natureza para contar histórias.

Dias 26 e 27
No Parque da Água Branca serão realizadas as Oficinas Verdes, para toda a família. A programação inclui também bate-papos sobre tecnologias ambientais, exposição de arte e natureza, além da exibição de filmes com temáticas voltadas ao meio ambiente no Espaço Cultural Tatersal.

Dia 27, também no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina
O PicNic de Troca de Sementes e Mudas realizado desde o primeiro Festival Cultivar deu frutos e resultou na criação de uma rede nacional de eventos que têm por objetivo promover a cultura ambiental, conversar a biodiversidade e viabilizar a manutenção da segurança alimentar. Neste dia, ele será realizado no Parque da Água Branca, mas também em outras cidades dos estados de SP, Rio de Janeiro, Minas e Santa Catarina.

Em outubro, no interior de São Paulo

Mas não é só o picnic de troca de sementes e mudas que acontecerá fora da capital paulista. Para promover oCerrado brasileiro e a importância de sua conservação, o Festival Cultivar promoverá atividades em parques das cidades de Santa Rita do Passa Quatro e Ribeirão Preto.

Nos dias 1 e 2 de outubro, escolas da região de Santa Rita poderão participar da Expedição Fotográfica Jequitibá-Rosa no Parque Vassununga, que reúne a maior concentração de árvores dessa espécie – que são as mais antigas do mundo, com cerca de três mil anos – e o maior exemplar paulista. No dia 3, o encerramento do festival acontece no Parque Curupira, em Ribeirão Preto, com ampla programação para o público.

Para saber mais, acompanhe a programação do Festival Cultivar pelo site e pelas redes sociais: Facebook e Twitter.

Mônica Nunes no Conexão Planeta.

 


Como parte da programação do Mês da Cultura Independente, durante o mês de setembro o Edifício Martinelli será palco do projeto “Música nas Alturas”, que levará concertos de jazz e improvisação instrumental para o terraço do prédio, a 130 metros de altura. Com entrada gratuita, os shows acontecerão nos dias 16, 19, 23, 26 e 30, sempre às 19h30. É necessário retirar ingressos com meia hora de antecedência.

A abertura fica por conta do compositor holandês Jozef van Wissen, no dia 16. Além de ter lançado nada menos do que 26 álbuns, ele também fez a partitura do jogo “The Sims Medieval” e a trilha do filme “Only Lovers Left Alive”, de Jim Jarmusch, pela qual recebeu o prêmio de Melhor Trilha Sonora no Festival de Cannes de 2013.

Na semana seguinte, dia 19, assume Vitor Araújo, conhecido por unir a música popular e a erudita. O pernambucano lançou seu primeiro disco com apenas 18 anos, propondo releituras de canções famosas de Chico Buarque, Luiz Gonzaga, Ray Charles, Radiohead. Em 2012, saiu seu segundo álbum, “A/B”, que foi muito bem recebido pela crítica, levando-o ao Festival Circulart 2015, na Colômbia.

Nos dias 23 e 26, os ingleses Trevor Watts e Veryan Weston fazem um duo de saxofone e piano, apresentando o melhor do improviso no jazz. Watts acumula em sua carreira a criação do “Spontaneous Music Ensemble”, ao lado de John Stevens, e participações com músicos como Archie Shepp, Steve Lacy, Don Cherry e Jayne Cortez. Já Weston colaborou com Lol Coxhill, Eddie Prévost, Caroline Kraabel, Phil Minton, entre outros nomes. Juntos oficialmente desde 2000, os dois já lançaram quatro discos.

O encerramento será de responsabilidade do saxofonista, clarinetista e compositor dinamarquês Lars Greve, que mostra, no dia 30, faixas de seu álbum “Breidablik”, totalmente baseado na improvisação. Conhecido por seu talento não limitado a um único gênero, o músico integra vários grupos, como Alex Jønsson 3, Girls In Airports, Maria Faust Group e Markus Pesonen Hendectet.

Serviço
Local: Edifício Martinelli.
Endereço: Av. São João, 35, Centro.
Capacidade: 80 lugares.
Entrada: gratuita (necessário retirar ingressos 30 minutos antes do show).

Dica: Indicas.