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São Paulo São Encontros

A cidade de São Paulo celebra seus 464 anos convidando a população para uma grande festa com diversos gêneros musicais, do pop ao sertanejo. A Festa da Cidade acontecerá no Vale do Anhangabaú a partir das 11h do dia 25, se estendendo até o meio-dia do dia seguinte. 

As cantoras Tulipa Ruiz, Letrux e Raquel Virgínia, da banda As Bahias e a Cozinha Mineira, participam do tributo a Rita Lee. Foto: Reprodução.As cantoras Tulipa Ruiz, Letrux e Raquel Virgínia, da banda As Bahias e a Cozinha Mineira, participam do tributo a Rita Lee. Foto: Reprodução.Para ampliar ainda mais o acesso à programação comemorativa, as atividades serão descentralizadas e acontecerão também no Centro Cultural de Cidade Tiradentes (zona leste), Centro Cultural da Juventude (zona norte), Centro Cultural do Grajaú (zona sul), Centro Cultural Tendal da Lapa (zona oeste) e os teatros Décio de Almeida Prado e Paulo Eiró (zona sul) e Cacilda Becker (zona oeste).

“Conseguimos fazer uma programação potente no Centro. Mas, para garantir que todos tenham acesso e possam conhecer espaços culturais próximos de suas casas, em todas as regiões da cidade, é muito importante que tenhamos também programação nos centros culturais e teatros. A comemoração do aniversário de São Paulo é uma oportunidade para a população conhecer estes lugares de maneira diferente e muito divertida”, ressalta o secretário municipal de Cultura, André Sturm.

A abertura das atividades no Vale do Anhangabaú, dia 25 de janeiro, ao meio-dia, fica por conta da cantora Paula Fernandes que lançou recentemente o DVD “Amanhecer ao vivo” com canções como “Eu vim te ver” e “Olhos de Céu”, além de versões de clássicos do sertanejo como “Nuvem de lágrimas” e “Desculpe, mas eu vou chorar”.

Paula Fernandes lançou recentemente o DVD “Amanhecer ao vivo”. Foto: Divulgação.Paula Fernandes lançou recentemente o DVD “Amanhecer ao vivo”. Foto: Divulgação.A partir das 15h, Letrux, Tulipa Ruiz, Raquel Virgínia e Thiago França fazem um tributo à cantora Rita Lee. A inspiradora desta homenagem é considerada ícone do rock brasileiro e também a “mais completa tradução” de São Paulo, de acordo com Caetano Veloso, por isso, terá seus principais sucessos como “Desculpe o Auê”, “Flagra”, entre outros, interpretados pelas cantoras convidadas.

A carioca Anitta, que lançou recentemente o hit “Vai malandra”, cujo clipe já alcançou mais de 120 milhões de visualizações, se apresenta às 23h15. Além desta música, a cantora deverá apresentar também “Bang”, “Deixa ele sofrer”, entre outros sucessos. Na sequência, se apresentam a Banda Uó, Jaloo e banda Glória Groove e o grupo BaianaSystem com a cantora Karol Conka.

Além dos shows, o Anhangabaú também contará com objetos infláveis lúdicos, partidas de Gaymada e Hocus Pocus, um tablado de Mágica, além de um palco de karaokê comandado pelo Blocokê. Também fazem parte da celebração de aniversário as festas Discopédia, Savana Som Sistema, Feminine Hi Fi, Calefação Tropicaos, Pilantragi e Baile dos Ratos que vão avançar madrugada adentro.

A carioca Anitta se apresenta às 23h15. Foto: Divulgação.A carioca Anitta se apresenta às 23h15. Foto: Divulgação.Quem quiser curtir a festa no centro da cidade também poderá prestigiar apresentações dos corpos artísticos do Theatro Municipal de São Paulo. A Orquestra Sinfônica Municipal, regida por Roberto Minczuk, traz um programa, dia 25, às 14h, com a abertura da ópera “O Guarani”, de Carlos Gomes e também o tema e a marcha imperial do filme “Star Wars”, composições de John Williams. O Balé da Cidade apresenta, às 19h, a coreografia “Das tripas...coração”, criada e dirigida por Ismael Ivo, diretor da companhia de dança.

Já na sexta-feira, dia 26, às 12h, a Orquestra Experimental de Repertório apresenta diversas aberturas de óperas, entre elas, de “Fosca”, de Carlos Gomes e “Norma”, de Vicenzo Bellini, além da 1ª Suíte de “Carmen”, de Georges Bizet.

A Biblioteca Mário de Andrade receberá apresentações musicais e atividades literárias. Às 11h, Cida Moreira e Roberto Camargo apresentam show intimista no auditório. Na parte da tarde, às 16h, a atriz Rosi Campos conduz uma leitura encenada.

A Praça da República recebe pela primeira vez a programação do Hip Hop Celebration, com a presença de Sampa Crew, Dexter, Thaíde, entre outros. As performances serão intercaladas com uma batalha de B.Boys e DJs.

A Praça da República recebe pela primeira vez a programação do Hip Hop Celebration. Foto: Divulgação.A Praça da República recebe pela primeira vez a programação do Hip Hop Celebration. Foto: Divulgação.Centros Culturais e Teatros

A programação de aniversário também estará presente nas outras regiões da cidade em teatros e centros culturais com shows, atividades infantis, apresentações circenses e também, abre espaço para a população prestigiar os artistas locais, a partir das 10h do dia 25. Rael, Gog, Mc Linn da Quebrada, Lei Di Dai são alguns nomes que se apresentarão nestes espaços.

Na Zona Leste, o Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes receberá o rapper Gog. Já na Zona Sul, a população poderá assistir à peça “Arigós – Primeiros Riscos Da Borracha” no Teatro Paulo Eiró, às 21h e curtir a presença do cantor Rael no Centro Cultural Grajaú. O Centro Cultural Da Juventude, na Zona Norte, terá o rap de Lei Di Dai e Rimas & Melodias e o funk de Mc Linn da Quebrada. A Zona Oeste contará com a apresentação do grupo As Choronas no Teatro Décio de Almeida Prado, apresentação do espetáculo teatral “Mártir” no Teatro Cacilda Becker e uma programação dedicada ao circo no Centro Cultural Tendal Da Lapa, uma referência a esta linguagem artística na cidade. A programação nos centros culturais e teatros acontecem a partir das 10h do dia 25.

Mais informações, acesse: www.prefeitura.sp.gov.br/cultura

Com informações da SMC / PMSP.

Em São Paulo, empresários estão investindo em casas de jazz mesmo diante de uma das maiores crises econômicas da história do País. Apesar dos desafios impostos pela recessão, as apostas estão dando certo.

É o caso do Tupi or not Tupi, na Vila Madalena. Aberto no começo do ano passado, o espaço já recebeu Ivan Lins, Rosa Passos, João Donato e outros grandes nomes da música brasileira. “Tivemos um bom começo. Conseguimos crescer e temos muitos planos para 2018”, diz Angela Soares, sócia da Tupi.

Para manter as contas em ordem, a empresária aluga o ambiente para eventos e reuniões durante o dia. À noite, além de receber as apresentações dos artistas, a casa funciona como restaurante. “Sem essas atividades extras, não conseguiríamos segurar o orçamento”, afirma.

Na visão de Angela, há espaço para mais lugares como o Tupi em São Paulo. “Existe uma carência por casas que toquem música instrumental, choro, samba, jazz”. Prova disso, diz ela, é o desempenho do local, que ainda não completou um ano de vida. “Estamos recebendo um número relevante de espectadores e o apoio dos músicos”, afirma a empresária.

Suspensa para as festas de final de ano, a atividade noturna da Tupi volta no dia 19, com apresentação da cantora Mônica Salmaso.

Nos fundos

Foto: Ric Pereira.Foto: Ric Pereira.

O plano de Maximo Levy também parecia arriscado. Ele abriu a nova casa do Jazz nos Fundos em julho de 2016, no meio da recessão. Segundo o empresário, os primeiros meses foram difíceis, mas a situação melhorou recentemente.

“A crise não passou batido por ninguém. No começo foi complicado, tivemos que nos esforçar mais porque o consumo [na casa] estava baixo. Mas hoje as coisas já estão melhores, temos uma procura maior e mais movimento.”

E o investimento continuou durante 2017. “Trabalhamos com vários projetos, como uma cozinha nova, e agora temos expectativas felizes para 2018”, afirma Levy.

A nova casa do Jazz nos Fundos fica em Pinheiros, a alguns metros da propriedade antiga, e é bem maior que a antecessora. Assim como o Tupi, o Jazz nos Fundos depende de outras fontes de renda para sobreviver. “Às vezes alugamos o espaço, fazemos trabalhos de curadoria externa e ainda temos a venda de comidas e bebidas”, diz o empresário.

Foto: Fernando Moraes.Foto: Fernando Moraes.Levy também está à frente do Jazz B, que recebe shows em um espaço um pouco menor, na República. A casa foi aberta em 2013, quando o Jazz nos Fundos completava sete anos de vida.

Na opinião dele, existe demanda para shows do gênero em São Paulo. “[O jazz] não é uma área fácil, o público é um pouco seleto, mas com certeza há procura por esse tipo de trabalho”, afirma.

A lista de artistas que o Jazz nos Fundos e o Jazz B receberam nos últimos anos é extensa. Entre os brasileiros, já se apresentaram Hamilton de Holanda, André Mehmari, Nelson Ayres e o Trio Corrente. Do exterior, vieram, entre outros, o pianista cubano Pepe Cisneros, o guitarrista americano Mike Moreno e a clarinetista israelense Anat Cohen.

Novidade

Foto: Dominic Perri.Foto: Dominic Perri.

A quantidade de opções para quem gosta de jazz vai aumentar mais neste ano. Em junho, a Blue Note, que já tem casas em Nova York, Milão, Tóquio e Rio de Janeiro, vai abrir uma filial em São Paulo, em local ainda não definido.

“Começamos no Rio de Janeiro, no ano passado, porque boa parte dos turistas está lá e a casa tem um nome reconhecido internacionalmente”, afirma Daniel Stain, CEO da Blue Note no Brasil.

O empresário vê um “aumento vertiginoso” do número de shows e festivais de jazz pelo País, o que garantiu a vinda da casa para São Paulo. “Percebemos uma demanda bastante grande atualmente, inclusive das pessoas mais jovens.”

Segundo ele, um dos principais desafios econômicos da Blue Note é trazer grandes nomes do jazz para o Brasil com o real desvalorizado. “O dólar está muito alto e nós não podemos repassar esse valor para os clientes, que estão se recuperando da crise.”

Stain diz ainda que o investimento no período de crise é estratégico, pois ajuda a “formar” o público que acompanhará o trabalho da casa durante os próximos anos. “Quando a economia estiver mais forte, o local já terá um nome estabelecido e poderá aproveitar essa fase melhor.”

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Por Renato Ghelfi no DCI.

Se você é uma daquelas pessoas que gosta fazer amigos e provar a culinária de outros países, você vai gostar do Global Food Week. Um Festival feito por imigrantes de vários países que moram em São Paulo e gostam de cozinhar e para que visitantes de diversas nacionalidades possam matar a saudade de casa em experiências gastronômicas com anfitriões de seus países natais.

Mas é também uma oportunidade para quem quer experimentar a comida de outros países. Além da imersão cultural que só é possível em um ambiente familiar, em boa companhia e com a troca de experiências.

Os encontros do Festival são realizados pelo site Dinneer, de economia compartilhada que une pessoas que cozinham com pessoas que gostam de novas experiências gastronômicas. O site, é uma espécie de Airbnb dos jantares, e também o maior restaurante do mundo sem ter nenhum restaurante. 

O diferencial é que o Dinneer vai além de um simples jantar, oferecendo acesso a experiências únicas, como por exemplo uma onde a anfitriã, curadora cultural, oferece um jantar medieval em seu apartamento.

O Festival, que vai de 27 de fevereiro a 5 de março, já está cadastrando anfitriões e também já é possível reservar diversas experiências gastronômicas de diferentes nacionalidades. Saiba mais: www.globalfoodweek.com

Já pensou em um jantar italiano, com um chef italiano à mesa? Ou mesmo de outro país?

O Festival é uma oportunidade para quem gosta de experimentar comida de outros países. Foto: Divulgação.O Festival é uma oportunidade para quem gosta de experimentar comida de outros países. Foto: Divulgação.Entre as experiências que você encontra no festival Global Food Week, chefs profissionais e cozinheiros amadores servem em suas casas pratos típicos de países como Portugal, Argentina, Itália, Peru e México.

Muito além da comida, a proposta é uma verdadeira imersão cultural. Momento em que se pode conhecer o anfitrião, que recebe e cozinha para os visitantes, trocar ideias e experiências de vida. Você também fica sabendo um pouco sobre a história da culinária servida, a origem dos ingredientes e a paixão que o anfitrião tem pela cozinha.

O anfitrião

A Dinneer ficou conhecida como a “Arbnb da comida” por suas características de colaboração. Foto: reprodução / Facebook.A Dinneer ficou conhecida como a “Arbnb da comida” por suas características de colaboração. Foto: reprodução / Facebook.Para quem quer ser anfitrião não é necessário ser profissional. É preciso ter um espaço para receber os visitantes, mesmo que seja a casa de um amigo ou familiar, não podendo ser um estabelecimento comercial. O perfil ideal são pessoas receptivas que gostem de conversar e que enxerguem valor em compartilhar uma refeição.

A dica para quem se torna anfitrião é caprichar na descrição do menu, valorizando todos os detalhes da experiência, colocar fotos interessantes e convidativas. A plataforma ainda sugere que se faça uma “experiência piloto” através do site para criar um anúncio ainda melhor. O preço é decisão do anfitrião, mas a recomendação aqui é começar com um valor competitivo e lembrar que o anfitrião e seus co-anfitriões também participarão da experiência, o que também influencia nos custos.

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Da redação com informações Dinneer.

A cantora e compositora Mariana Aydar é o grande destaque da abertura do Festival de Pré-carnaval da Casa do Baixo Augusta. Na quinta-feira, 11 de janeiro, a partir das 21h30, a paulistana faz um show especial com participação do bloco “Forrozin”, que busca valorizar a música regional e nordestina no carnaval de rua paulistano. O show tem entrada gratuita e sujeita à lotação da Casa.

Com produção do Acadêmicos do Baixo Augusta, o bloco sai no dia 12 de fevereiro (segunda de carnaval) e se concentra na esquina da Ipiranga com São João (em homenagem à festa junina), com participação especial de Gilberto Gil, que vai tocar com a banda de Mariana ao longo do trajeto.

O Festival de Pré Carnaval

Com rodas de samba, blocos, fanfarras, festas e oficinas, o Festival de Pré Carnaval será realizado entre os dias 11 e 31 de janeiro e oferece uma programação vasta e quase toda gratuita para abrir o calendário da folia paulistana. “O Acadêmicos do Baixo Augusta acredita que o carnaval de rua é respaldado em duas questões fundamentais: comunidade e tradição. Por isso a proposta é reunir diversas expressões da comunidade e da tradição dessa festa, de manifestações que acontecem há muito tempo e que, cada uma a seu jeito, contribuíram para a criação dessa cultura de carnaval que a cidade tem”, afirma Ale Youssef, diretor da Associação Acadêmicos do Baixo Augusta.

Ensaios com maiores blocos da cidade

O Festival de Pré Carnaval reúne ainda alguns dos maiores blocos de rua de São Paulo, em ensaios especiais. No dia 21, a Roda de Samba do Acadêmicos do Baixo Augusta recebe a Confraria do Pasmado, da Vila Madalena. No dia 25, a festa será junto com o Tarado Ni Você. Já no dia 31, para encerrar a programação, a Casa recebe o bloco Casa Comigo.

Foto: Cris Faga / Folhapress.Foto: Cris Faga / Folhapress.Os ensaios também unem grupos como o Unidos do Swing, que traz uma pitada de Jazz para o carnaval de rua, o Samba da Vela (19), tradicional roda de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo, e o Samba do Sol (14), que busca resgatar o samba de raiz paulista, além do show do Charanga do França (18), que faz referência às tradicionais charangas que costumavam animar as torcidas de futebol nos estádios brasileiros.

As festas Pardieiro (13), Selvagem (26) e Venga Venga (27) também fazem parte da programação, com edições especiais dentro da Casa do Baixo Augusta, com contribuição de R$ 20,00.

No domingo, 28 de janeiro, a partir das 11h, as crianças tem o Bloco Baixinho Augusta, para reunir toda a família.

Além de ensaios, festas e encontros inesquecíveis, o Festival de Pré Carnaval do Baixo Augusta ainda oferece oficinas de drag queen (15 a 20), que vai dar dicas de make e beleza para divas, além de oficina de máscaras (15 a 16) para a folia. No dia 30, recebe ainda o lançamento do livro “Pecados Carnavais”, de Rafael Guedes. “Toda cidade que tem uma cultura de carnaval tem algum tipo de ação pré carnavalesca. E como São paulo se transformou, nos últimos anos, numa das capitais do carnaval de rua, faz sentido a gente ter um aquecimento bastante intenso, por meio de um festival como esse”, ressalta Youssef.

Serviço

Mariana Aydar @ Festival de Pré Carnaval do Baixo Augusta.
Data: Quinta-feira, 11 de janeiro de 2018.
Horário: Abertura da Casa: 20h.
Show: 21h30.
Entrada gratuita e sujeita à lotação da Casa.

Festival de Pré Carnaval do Baixo Augusta.
Datas: de 11 a 31 de janeiro de 2017.
Local: Casa do Baixo Augusta.
Endereço: Rua Rego Freitas, 553 (Esquina com Rua da Consolação) – Consolação - São Paulo / SP.

Página no Facebook: https://www.facebook.com/events/155018198597662/

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Com informações da  Agência Lema.

1. Pisar em toda a América Latina na maquete do Memorial.
2. Alargar bastante o passo para conseguir descer a escadaria do MASP. E aproveitar uma das maravilhosas exposições do museu.

Tela de Agostinho Batista de Freitas retrata o Museu. Imagem: Divulgação.Tela de Agostinho Batista de Freitas retrata o Museu. Imagem: Divulgação.

3. Assistir algum show grátis no Vale do Anhangabaú.
4. Tomar um café na esquina da Avenida Ipiranga com a Avenida São João e cantarolar mentalmente a música do Caetano.
5. Assistir um desfile das clássicas Vai-Vai ou Rosas de Ouro no Sambódromo do Anhembi.
6. Tomar uma dose de leite de onça no Bar da Dona Onça enquanto admira o Copan.
7. Visitar o lindo saguão da prefeitura depois de atravessar o Viaduto do Chá.

Foto: José Cordeiro.Foto: José Cordeiro.

8. Visitar os corpos dos estudantes mortos, além de 713 (MMDC) ex-combatentes no Obelisco Mausoléu.
9. Assistir um filme alternativo no CineSesc.
10. Ou então um filme blockbuster em uma sala chique, tipo as do Shopping Cidade Jardim.
11. Tomar uma cervejinha na Vila Madalena.
12. Ver os detalhes do Viaduto Santa Ifigênia e aproveitar para comprar uns produtos eletrônicos na região.13. Assistir uma apresentação do coral do Mosteiro de São Bento e — se estiver cheio da grana — tomar o café da manhã lá.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

13. Assistir uma celebração de missa na Catedral da Sé.
14. Dar um passeio no local sede da fundação da cidade, o Pateo do Collegio.
15. Tomar um café e comprar alguns livros em uma das unidades da Livraria da Vila.
16. Comer uma coxinha no Frangó e depois passear pela praça da Matriz na Freguesia.
17. Desbravar o Centro Universitário Maria Antônia e descobrir que por ali rolaram muitas tretas antes da ditadura.
18. Buscar uma obra rara na Biblioteca Mario de Andrade.

Foto: Jose Cordeiro.Foto: Jose Cordeiro.

19. Passear por Santa Cecília o bairro dos modernos que você pode chamar de seu!
20. Assistir a um concerto na Sala São Paulo e ficar chocado com a beleza do edifício.
21. Beber um drink no Skye Bar vendo aquela vista linda da cidade depois de admirar a arquitetura criada pelo Ruy Ohtake.
22. Subir até o terraço Itália e comer uma sobremesa com vista do centro da cidade.
23. Descer na estação Sumaré do Metrô e ficar vendo as obras do artista plástico Alex Flemming — e se tiver coragem saltar de lá de bungee jumping
24. Fazer um piquenique com amigos na Praça Por do Sol.

Praça do Por do Sol. Fotos Públicas.Praça do Por do Sol. Fotos Públicas.

25. Ficar com as pernas doendo depois de fazer a trilha do Pico do Jaraguá.
26. Se apaixonar reprodução da Villa italiana, no topo do edifício Martinelli.
27. Ficar completamente destruído na trilha do Parque Estadual da Cantareira e ao mesmo tempo mesmerizado quando chega na Pedra Grande.
28. Visitar os espaços escondidos do Parque Ibirapuera, como a Serraria, e curtir um pouco de paz.
29. Participar o festival da Cerejeira no Parque do Carmo.
30. Perder umas boas horinhas visitando a Biblioteca São Paulo, no Parque da Juventude.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

31. Andar de skate ou só ficar tomando uma cervejinha vendo a banda passar na Praça Roosevelt.
32. Tirar um domingo para visitar o Jardim Botânico e fazer as mini trilhas fofas que tem por lá.
33. Comer uma farta porção de Bolinho de Arroz do Ritz.
34. Celebrar o Ano Novo Chinês e o Japonês na Liberdade.
35. E, se estiver na vibe, se juntar ao grupo de pedalada que visita o centro velho da cidade.

Vale do Anhangabau. Fotos Públicas.Vale do Anhangabau. Fotos Públicas.

36. Desbravar os food trucks da Rua Augusta durante o dia.
37. Tomar uma cerveja no Bahia, também na Augusta.
38. E ainda na região comer uma coxinha no BH Lanches.
39. Depois disso tudo, encarar uma das mil baladas da rua.
40. Conhecer o novo Sesc 24 de maio e dar um pulo na piscina da cobertura do prédio com vista para a cidade.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

41. Ir em uma das festas que rolam Nos Trilhos.
42. Em um dia mais tranquilo, tomar uma cervejinha no Marokita, na Avanhandava.
43. Ver uma corrida no autódromo de Interlagos.
44. E ficar correndo atrás das galinhas no Parque da Água Branca.
45. Ficar um bom tempinho na fila do Theatro Municipal mas ser compensado com um lindo balé da cidade. Ou pode pular a fila e comprar por aqui.

Theatro Municipal de São Paulo. Foto: Wikimedia.Theatro Municipal de São Paulo. Foto: Wikimedia.

46. Fazer uma selfie no Beco do Batman.
47. Visitar TODAS as 17 unidades do SESC e eleger a sua preferida.
48. Acompanhar um sarau na Casa das Rosas.
49. Fazer uma visita guiada pela Faculdade de Direito do Largo do São Francisco.
50. Ficar de queixo caído com a Casa Modernista.

 Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

51. Se perder em meio às estantes da Livraria Cultura do Conjunto Nacional.
52. Assistir uma peça na Vila Maria Zélia e torcer muito para que role a revitalização.
53. Lutar para conseguir chegar na Casa de Vidro, mas se dar conta de que vale super a pena porque é lindo.
54. E quem sabe tomar um drink na Galeria Metrópole.
55. Pedalar no Minhocão em um final de semana. Ele é aberto para pedestres e ciclistas de segunda à sexta, das 21h30 às 6h30 e 24 horas aos finais de semana.

Passeio de bicicleta no Minhocão. Fotos Públicas.Passeio de bicicleta no Minhocão. Fotos Públicas.

56. Comer um pão quentinho na centenária Padaria São Domingos.
57. Conseguir enxergar todos os detalhes do vitral da Caixa Cultural.
58. Sentir um frio na espinha ao entrar na cripta da Catedral da Sé.
59. Visitar o túmulo das personalidades históricas no Cemitério da Consolação.
60. Ficar encantado com o borboletário do Catavento Cultural.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

61. E adorar os peixinhos e peixões do Aquário da Cidade.
62. Sentir arrepios mas ficar encantado com os répteis do Instituto Butantã.
63. Bater uma comida árabe no meio da loucura da 25 de Março.
64. Visitar o Solar da Marquesa de Santos imaginar como era morar lá.
65. Ou então entrar no Casa da Imagem e se dar conta que você está na primeira residência da cidade.

Foto: Sylvia Masini.Foto: Sylvia Masini.

66. Se esbaldar no lanche do Seu Oswaldo.
67. E também em um bauru gigante do Ponto Chic.
68. Chocar-se com a grandiosidade do Centro Cultural Correios de São Paulo e se perguntar como nunca tinha ido lá.
69. Comprar um pôster maravilhoso na Feira Plana, uma das maiores feiras de arte impressa do País.
70. Se sentir muito futurista visitando a parte tecnológica do Museu do Futebol.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

70. Tirar um dia todo para visitar o MAC-USP / Museu de Arte Contemporânea.
71. Ver uma peça estranha no Satyros e sair um pouco chocado.
72. Comer um sanduíche de Pernil no Estadão, a qualquer hora do dia.
73. Assistir a um show no Auditório Ibirapuera e ficar encantado com o foyer da Tomie Ohtake.
74. Tirar uma tarde para visitar a Pinacoteca, tomar um lanche no café flor e passear no Parque da Luz.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

75. Fazer umas comprinhas no Bom Retiro e ficar muito feliz por pagar R$ 10 em uma blusinha.
76. Andar de bike no Parque Villa-Lobos.
77. Mergulhar no filé à parmegiana do Degas.
78. Ou então no Polpettoni do Jardim de Napoli.
79. Assistir a largada de uma Corrida de São Silvestre.
80. Ficar três horas em uma fila de uma exposição do MIS só pela experiência.

Foto: Leticia Godoy.Foto: Leticia Godoy.

81. E depois comer o nhoque rústico do Chez MIS.
82. Perder-se no meio da loucura que é a curadoria do Museu Afro Brasil.
83. Se perder para encontrar o Centro Cultural São Paulo.
84. Curtir um rock no Café Piu-Piu ou no Hangar.
85. Assistir a um filminho grátis na Galeria Olido.
86. Encantar-se com a estrutura do Red Bull Station.

Foto: Red Bull / Divulgação.Foto: Red Bull / Divulgação.

87. Ir em uma feirinha na Praça das Artes.
88. Descobrir mais sobre seus ancestrais no Memorial do Imigrante.
89. Ver um musical grandioso no Teatro Santander.
90. Descobrir um pouco mais sobre a cultura alemã no Instituto Goethe.
91. Ficar encantado com a arquitetura da Casa Vilanova Artigas.
92. Assistir uma peça de três horas do Zé Celso no Teatro Oficina e reclamar para o resto da vida.

Foto: Marcos Camargo.Foto: Marcos Camargo.

93. Comer uma macarronada nas cantinas do Bixiga.
94. E desbravar a fila da Festa da Nossa Senhora Achiropita para comer uma fogazza maravilhosa.
95. Dar uma sambadinha na apresentação de chorinho dos velinhos da Praça Benedito Calixto, aos sábados.
96. E também comer uma comidinha típica de Belém do Pará.
97. Comer um sanduíche de mortadela no Mercado Municipal.
98. Comer uma comida típica boliviana na Feira Kantuta.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

99. Comprar frutas, flores e plantas no Ceagesp.
100. Garimpar uma pechincha na feirinha de antiguidades do Bixiga.
101. Beber uma cerveja no Bar da Loca e bater um papo com o Zé das Medalhas.
102. E depois ir para o Charm da Paulista que fica aberto 24 horas.
103. Ir no sambão no sábado na Praça Dom José Gaspar.
104. E aproveitar para dar aquela espiada na Biblioteca Mario de Andrade.

Foto: Jose Cordeiro.Foto: Jose Cordeiro.

105. Tomar um chá completo na Fundação Ema Klabin.
106. Se encantar com a estrutura da Casa de Dona Yaya e ficar super chocado com história da antiga moradora.
107. Sentir um frio na espinha ao entrar em uma das celas do Memorial da Resistência.
108. Meditar no Pavilhão Japonês e depois visitar o acervo do prédio.
109. Conhecer o recém inaugurado Museu Judaico de São Paulo.
110. Conhecer, visitar exposições e aproveitar o acervo de fotografias do novo IMS - Instituto Moreira Salles da Paulista.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

111. Ver o painel escondido do Cândido Portinari na galeria Galeria Califórnia.
112. Passear pelo meio do canteiro de obras da Vila Itororó.
113. Sentir-se nos primórdios da cidade visitando a Casa do Bandeirante.
114. Aplaudir de pé o sarau Cooperifa.
115. Acompanhar uma das apresentações do Ilú Obá De Min.
116. Pedalar pelas ciclofaixas de lazer no final de semana.

Avenida Paulista em tarde de sol. Fotos Públicas.Avenida Paulista em tarde de sol. Fotos Públicas.

117. Deixar o seu relato no Museu da Pessoa.
118. Ver a beleza das diferenças do Museu da Diversidade Sexual.
119. Fazer um tour guiado pelo metrô de São Paulo.
120. Assistir uma peça no Tucarena e saber um pouco mais sobre a história da cidade.
121. Passear pela Paulista e dar um pulo na Japan House para conhecer as riquezas da arte japonesa.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

122. Pegar o Expresso Turístico e ir para Jundiaí ou Mogi das Cruzes.
123. Tirar um dia zen e visitar o Templo Zu Lai.
124. Ou então meditar um pouco no Solo Sagrado de Guarapiranga.
125. Sair desbravando a Cidade Universitária e ver o que rola de programação no dia.
126. Tomar um sol na lage do Centro Cultural São Paulo.
127. Ver um filminho em uma das muitas mostras da Cinemateca Brasileira.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

128. Assistir uma apresentação de música descolada na Casa de Francisca.
129. Ver pelo menos uma Bienal de Arte de São Paulo de cabo à rabo.
130. Fazer uma longa trilha no Parque Estadual do Juquery.
131. Juntar uma galera e ir ao Salão do Automóvel.
132. Fugir da muvuca do final de semana e cair no samba de primeira no Traço da União. 

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

133. Assistir uma final de campeonato no Pacaembú.
134. Ver um grande show internacional no Morumbi.
135. Comer um pastel na barraca do Seu Zé, na feira do Pacaembú.
136. Fazer um bate e volta e comprar um artesanato em Embu das Artes.
137. Ver o tapete de Corpus Christi em Santana do Parnaíba.
138. Visitar o Mirante 9 de Julho para tomar um drink e ver a vista da cidade.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

139. Comprar uma camiseta de banda na Galeria do Rock.
140. Se acabar no samba da Praça Roosevelt, o Vai Se Quiser.
141. E dançar um forró delícia no Canto da Ema.
142. Comer uma tapioca no Centro de Tradições Nordestinas.
143. Ir em uma festa na Casa das Caldeiras.

Foto: Divulgação.Foto: Divulgação.

144. Ouvir uma musiquinha e comprar um livro muito surrado na Passagem Literária da Consolação.
145. Folhear um exemplar raro na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin.
146. Comprar um Vinil (mesmo que para decoração) no Feirão da Mocca.
147. Andar de skate no parque Zilda Natel, perto da Sumaré.
148. Visitar a imponente Catedral Metropolitana Ortodoxa, na Vergueiro.
149. Participar da Parada Gay de São Paulo para ver o colorido da diversidade.
149. Passar pelo menos um carnaval na cidade em desfilar nos blocos.

Multidão assiste show na Avenida Paulista esquina com a Rua da Consolação. Fots PúblicasMultidão assiste show na Avenida Paulista esquina com a Rua da Consolação. Fots Públicas

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Por Iran Giusti da BuzzFeed, Brasil. Edição: São Paulo São.

O Réveillon da Avenida Paulista, uma das mais tradicionais festas de Ano Novo do país, reunirá no palco atrações como Claudia Leitte, Sambô e Latino, além da apresentação de um DJ. 

O palco terá um cenário em linhas modernas, com painéis de LED de alta definição que reproduzirão conteúdos exclusivos e diferentes em todas as apresentações. Além disso, canhões de laser coloridos vão iluminar a avenida. Esta edição do Réveillon na Paulista quer estreitar ainda mais o relacionamento com o público. Quem estiver na avenida poderá enviar mensagens de paz e positividade no Facebook do evento: @revnapaulista, com a hashtag #revnapaulista2018. Estas declarações serão projetadas nos painéis do palco.

A festa tem abertura prevista para 20h do dia 31 e segue até as 2h30 do dia 1º. O palco do espetáculo ficará em um novo local da Avenida Paulista: entre as ruas Bela Cintra e Haddock Lobo.

A iluminação será especial e contará com mais de 500 mil watts de potência, além de 1 milhão de watts de som ao longo da avenida. Pessoas que estiverem a um raio de mais de dois quilômetros poderão curtir cada momento da festa. O show pirotécnico terá duração de cerca de 15 minutos.

Segurança e infraestrutura

Ao todo, 150 toneladas de ferro, aço e alumínio serão utilizadas no palco e nas estruturas ao longo da Paulista. Haverá ainda 20 geradores para os 4 milhões de watts necessários para alimentar as torres espalhadas pela avenida, toda a estrutura do palco e os painéis de LED.

Para garantir a segurança do evento, mais de 3 mil pessoas vão atuar na montagem e desmontagem das estruturas e na realização dos shows. Haverá ainda centenas de agentes da Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana, Companhia de Engenharia de Tráfego e seguranças particulares. Os profissionais têm apoio de viaturas, motocicletas, bases comunitárias, além de câmeras instaladas em pontos estratégicos da avenida.

Serviços

Para proporcionar conforto e praticidade aos visitantes, 80 pontos de alimentação irão garantir opções para comer e beber. Além disso, os participantes terão à disposição cerca de 400 banheiros químicos e 6 postos médicos equipados com UTI móvel, médicos e enfermeiros em pontos estratégicos. Pessoas com mobilidade reduzida também terão lugar garantido, posicionados próximo ao palco com acesso pela lateral da Rua Haddock Lobo.

Histórico

O Réveillon na Paulista foi criado em 1996, com o objetivo de oferecer uma opção de entretenimento em um período de confraternização. A partir de 2001, a festa entrou para o calendário oficial da cidade. A primeira versão contou com a presença de 200 mil moradores e visitantes. 

No ano passado, durante o Réveillon na Paulista 2017, o palco foi montado no cruzamento com a Brigadeiro Luís Antônio, próximo do número 500, e teve 13 x 20 metros. As atrações escolhidas para animar o público durante a virada de ano foram DJ Leandro Pardi, Edson e Hudson, Emicida. Daniela Mercury (contagem regressiva para a virada do ano), Elza Soares, Bixiga 70 e Glória.

Para oferecer uma melhor experiência ao público, 8 telões foram instalados na Avenida Paulista, e a festa também contou com 11 caçambas de lixo, 370 sanitários químicos (20 destinados para pessoas com deficiência), 500 barricadas e 2,5 mil grades.

Para manter a segurança no local, foi realizada uma revista preventiva. Várias opções de barracas de bebidas e alimentos credenciadas também fizeram parte do evento.

O Réveillon da Paulista 2018 é gratuito.

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Fonte: Secom / PMSP.