Causas - São Paulo São

São Paulo São Causas

Um projeto que tem como essência o espírito de colaboração entre coletivos criativos e o objetivo de derrubar barreiras culturais entre as zonas de São Paulo, espalhando boas ideias, fazendo a criatividade fervilhar e deixando um legado para a cidade.

A transformação é um processo. Não acontece da noite para o dia, mas durante um período decorrente de diversas ações. E só quando se reúne cada pequeno detalhe é possível construir algo maior. Transformar, hoje, é necessário, para que se possa melhorar a cidade em que vivemos. Por isso, Absolut Vodka criou o projeto Transform Your City, convidando toda sorte de artistas e reunindo linguagens para que, juntos, resgatem a identidade cultural da cidade de São Paulo e impactem positivamente na vida das pessoas que habitam a metrópole.

Passamos os últimos meses acompanhando encontros entre coletivos de artistas em cada região da cidade, realizadas com o propósito de estimular a troca de experiências entre os participantes e de resgatar o legado de cada zona de São Paulo. Para cada zona da cidade foi identificada a linguagem artística mais expressiva e chegou-se ao veredito: a zona sul trabalharia a poesia; azona norte, a estética; a zona leste, a performance; e a zona oeste, a música.

Ao final dos encontros, cada grupo de coletivos criou uma forma de impactar a comunidade local destas regiões com ações e intervenções pontuais, além de planejarem ações para uma grande celebração no centro da cidade, onde todas as formas de expressão artística seriam unidas pelo propósito da transformação.

O movimento Venga Venga, junto com Nelson Triunfo, ensaiou uma batalha de dança assimilando passos de diversas etnias, brasileiras e internacionais, ensaiados na quadra da comunidade de Perus, na zona leste. O coletivo Metanol, por sua vez, criou junto com a galera do Quilombaque, um curso de capacitação em produção musical na periferia da zona oeste e realizaram uma intervenção da Orquestra Fantasma de percussão na grande festa.

Na zona sul, o Coletivo Pi promoveu um cortejo com o coletivo Sobrenome Liberdade pelas ruas do Grajaú e, durante o evento, conceberam intervenções performáticas de poesia marginal, além de um espaço de descanso e reflexão repleto de varais poéticos. Por fim, na zona norte, o coletivo Bijari, junto com o coletivo C.I.C.A.S e a escola de samba Acadêmicos de São Jorge, inspirados na estética da escola de samba, criaram uma estrutura móvel capaz de gravar, reproduzir e projetar áudio e vídeo. Na festa, projeções mapeadas coloriram e deram ainda mais vida ao ambiente.

Todos estes encontros, trocas de experiências e concepções resultaram em uma identidade genuinamente paulistana, permeada por registros de todas as regiões do país e do mundo, tal qual é esperado de uma metrópole do porte de São Paulo.

Para registrar os legados que foram deixados, o Instagrafite - galeria colaborativa de arte de rua - foi recrutado para escolher seis artistas com diferentes linguagens. A partir de visitas e vivências nos encontros dos coletivos nas periferias, cada um dos 6 artistas se inspirou para registrar os legados em praças, muros, bueiros e ruas, que ganharam uma nova cara em cada um dos pontos escolhidos da cidade. Entre as plataformas, estão diversos tipos de tintas, criação de mobiliário urbano, entre outras manifestações artísticas. O resultado foi uma rede de intervenções urbanas artísticas que, se conectadas, formam uma garrafa de Absolut, como nas velhas brincadeiras de ligar os pontos da infância.

Agora, a cidade de São Paulo já pode perceber o potencial transformador da arte e da cultura inseridos em seu cotidiano. A quebra de barreiras culturais foi iniciada, e os habitantes da metrópole já podem se deliciar com novos pontos de vista, fusões de linguagens e novas formas coloridas de enxergar o cinza paulistano.

Conteúdo patrocinado na Revista Trip: http://bit.ly/1FCvnby

A agricultura urbana ajuda a promover o acesso de todos à alimentação e ainda é uma ferramenta para trabalhar diversos valores transmitidos através do cuidado com a terra. Diante disso, a Organização Cidade Sem Fome lançou o projeto Horta nas Escolas, que pretende levar o acesso ao plantio a dez escolas públicas em bairros carentes da cidade de São Paulo.

O plantio escolar tem como objetivo aproveitar espaços vazios nas instituições, dando a eles novo sentido e função. As hortas servem como instrumento de educação ambiental e alimentar, ajudando também a diversificar a merenda escolar e a promover o convívio social entre a escola e a própria comunidade em que está inserida.

A ONG responsável pelo projeto Hortas na Escola já possui onze anos de experiência em ações que promovem a agricultura urbana em áreas periféricas da capital paulista. Os trabalhos, liderados pelo fundador Hans Dieter Temp, estão centralizados, principalmente, na zona leste da cidade, que concentra os maiores índices de pobreza em todo o município. Através do plantio, é possível promover a integração social, a alimentação saudável e o desenvolvimento da comunidade local.

Nas escolas, a iniciativa ganha ainda mais funções. “O projeto Horta nas Escolas também atuará como instrumento de fortalecimento pedagógico, uma vez que as atividades ali desenvolvidas ajudam o professor a co-relacionar diferentes conteúdos e coloca em prática a interdisciplinaridade com os seus alunos. A matemática pode ser um exemplo, com o estudo das diferentes formas dos alimentos cultivados, além disso, o estudo do crescimento e desenvolvimento dos vegetais pode ser associado com o próprio desenvolvimento”, esclarece a descrição do projeto no site Kickante, de financiamento coletivo.

De acordo com o informativo, o contato das crianças com os alimentos que elas mesmas plantam, colabora para transformar a relação delas com os vegetais, promovendo uma alimentação mais saudável. “Na infância é que o ato alimentar pode ser vastamente explorado, pois é nesta fase que a curiosidade é extremamente aguçada, os preconceitos ainda não foram adquiridos e onde surge a possibilidade de formação de um senso crítico mais amplo”, diz o site.

A Cidades Sem Fome pretende inserir as hortas em dez escolas públicas em bairros carentes de São Paulo. A proposta é aproveitar áreas inutilizadas, oferecendo novas oportunidades a alunos e professores. Para que isso seja possível, a organização busca angariar 15 mil reais, que serão usados no financiamento de toda a estrutura e mão de obra necessária para a aplicação do projeto. O valor mínimo para doações é R$ 10 e a ajuda pode ser feita através deste link.

Fonte: Ciclo Vivo. Mais fotos: http://bit.ly/1L4VGWp

O bem sucedido movimento Parque Minhocão, que já conseguiu transformar a ideia de desativar progressivamento o elevado Costa e Silva para carros em lei, aprontou mais uma de suas estratégias criativas.

Agora, quem passeia pelo elevado nos horários em que a passagem dos carros já é vedada (a partir das 21h30 e aos domingos e feriados) pode navegar na internet usando sinal wi-fi grátis instalado no apartamento sede do movimento, que fica no edifício triangular na esquina da avenida São João com a alameda Glete. Em breve, pinturas e placas indicativas no minhocão vão tornar mais fácil saber onde acessar. O sinal tem 200 MB de potência e comporta até 300 usuários ao mesmo tempo. Pode ser captado em um raio de até 100 metros do apartamento do Parque Minhocão.

A rede se chama freewiman. Wiman é a empresa italiana que cedeu gratuitamente a instalação, os roteadores e paga também pelo sinal de fibra ótica. Ao acessar a rede, o usuário deverá optar pela conexão via Facebook ou Google+. Depois, será convidado a curtir a página do movimento no Facebook, mas pode pular essa etapa. Segundo membros do Parque Minhocão, alguns moradores do entorno já descobriram o sinal e estão usando o wi-fi nos dias de semana. O sinal foi pensado para os usuários do elevado, mas fica aberto permanentemente. 

Vanessa Correa, blog 'Seres Urbanos' na Folha de S.Paulo. 

 

 

O "Garagem Fab Lab" é o primeiro e mais ativo Fab Lab independente do Brasil!

Fab Labs são plataformas / laboratórios de fabricação digital que fazem parte de uma rede mundial nascida em 2001 no MIT e que hoje conta com mais de 490 labs nos cinco continentes!

Através do uso de ferramentas de fabricação digital como impressoras 3D, cortadoras a laser e fresadoras CNC - além de recursos de eletrônica e programação - somos capazes de construir (quase) qualquer coisa, além de tirar idéias, sonhos e projetos do papel.

O Garagem faz parte dessa rede é independente, começou a coragem de investir em um negócio sem modelos prontos e com uma pegada de inovação social, onde o lucro exerce um papel importante, mas é secundário.

Os protagonistas da iniciativa estão alterando o contrato social da empresa inicial para se tornarem uma entidade sem fins lucrativos. Precisam mudar para um outro espaço físico onde possam fazer mais coisas e tenham mais liberdade para experimentar, trabalhar com outros materiais e técnicas. Enfim, fazer coisas normais de um laboratório de inovação que não são compatíveis com o ambiente de escritório em que estão hoje.

O São Paulo São recomenda o apoio à iniciativa através do sistema de crowdfunding.  No Catarse é possível saber mais e ajudar a erguer a nova casa Fab Lab: http://goo.gl/5cnOPj

O artista plástico Rodrigo Machado, os cineastas Filipe Machado e Gustavo McNair, dão sua contribuição para a melhoria da cidade e registram em vídeos as intervenções. Fazem pequenos reparos, recolocam pastilhas nas calçadas, ajustam postes de sinalização.

O projeto Serviços Gerais nasceu em 2011, quando os três conversavam sobre ações que pudessem trazer “alguma reflexão das pessoas para a relação delas com a cidade”, explica Rodrigo.

“Juntamos a capacidade do Rodrigo de lidar com vários tipos de material e ferramentas, nossa vontade de registrar a cidade e a inquietação geral de querer fazer algo por São Paulo”, destaca Filipe.

Até hoje, foram feitas 33 em vários locais e eles registram em video: http://goo.gl/d4TEtx

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