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O artista brasileiro Eduardo Srur participa do Festival das Artes da Coleta de Sucata ("Festival de Arte Chatarra"), em Córdoba, Argentina com um intervenção feita de resíduos recicláveis ​​recolhidos pelo Serviço de Coleta Diferenciada da cidade.
 
No trabalho, realizado com 36 toneladas de material reciclado, foram produzidos 194 fardos, principalmente de plástico, papelão e papel cartonado (tipo Tetra Pack), formando um labirinto de composição geométrica de 100 metros quadrados. A Cotreco, empresa responsável pela coleta e varrição no sul da cidade, promoveu a ação como forma de sensibilizar a sociedade sobre os resíduos que geramos e o valor que eles podem ter quando separados. 
 
"Laberinto", obra del brasilero Eduardo Srur. / Foto: Martín Baez."Laberinto", obra del brasilero Eduardo Srur. / Foto: Martín Baez.
"Labirinto", obra de Eduardo Srur no Festival das Artes de Coleta da Sucata. / Foto: Martín Baez.
 
A empresa recolhe o lixo seco separado por moradores de 104 bairros do sul da cidade e leva para centros verdes de reciclagem do Município, onde as cooperativas Cartoneros, Solidar, Nosso Futuro, CNE e 14 trabalham. Elas separam o lixo, fazem a triagem e o colocam em fardos para que o material possa ser reaproveitado comercialmente.
 
Quanto tempo estes resíduos demoram para se decompor? Papel e papelão, um ano; alumínio e estanho, de 10 a 30 anos; embalagem cartonada, 30; Isopor, 100 anos; plástico, de 100 a 1000 anos; vidro 1000-4000 anos. 
 
"Laberinto", obra del brasilero Eduardo Srur. / Foto: Martín Baez."Laberinto", obra del brasilero Eduardo Srur. / Foto: Martín Baez.
Vista da instalação 'Labirinto' de Eduardo Srur na Praça da Espanha em Córdoba.
 
Eduardo Srur nasceu em 1974 em São Paulo, Brasil, onde vive e trabalha. Ele faz intervenções urbanas impressionantes em São Paulo e participou de inúmeras exposições em Cuba, França, Suíça, Espanha, Holanda, Inglaterra e Alemanha. Define a cidade como uma "galeria" e através de seu trabalho desafia a sociedade sobre o consumo excessivo de resíduos de plástico, sobre reciclagem e sobre as alternativas para encontrar saídas para evitar sermos envolvidos por pilhas de lixo. "A arte existe para promover reflexão, provocar as pessoas, para que elas possam, elas mesmas, construir uma nova perspectiva sobre a forma como vêem as coisas."  

Assista o vídeo da instalação: http://goo.gl/xpXIbU
 
O "Festival de Arte Chatarra" de Córdoba promove a reutilização de materiais e encontra na arte uma ferramenta de transformação e inclusão social. O festival mostra 10 instalações interativas e sustentáveis realizadas com materiais reciclados e fins solidários. 

Esta terceira edição, procurou criar diferentes experiências para envolver o espectador, para que ele fizesse parte dos trabalhos, criar espaços de encontros, reflexão e conscientização. As visitas podem ser feitas até dia 30 de outubro das 10 h às 20h no Museo Palacio Dionisi (Av. Hipólito Yrigoyen 622).
 
Com informações La Voz e Cotreco.
 
 


Dados extraoficiais dão conta que pelo menos cem pessoas vivem nas ruas de Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. O grupo concentra em maior número na avenida Integração, mas são vistos em diversos outros bairros da Capital do Sudoeste Baiano recebendo insumos de ativistas sociais quase que diariamente. 

Vitória da Conquista é uma das cidades mais frias daquele estado. Conhecida como a 'Suiça Baiana', a cidade tem temperaturas muito baixas durante o período do inverno. Além de agasalhos adequados, um bom banho quente faz toda a diferença na hora de ‘espantar’ o frio. Foi pensando nisso, que o empresário Claudio Lacerda criou o 'Banho Solidário' cujo equipamento foi lançado durante o 'Conquista Cidadã', no domingo (20).
 
Construído na cidade, a engenhoca foi adaptada num reboque que será conduzido por uma caminhonete com um tanque d´água. “A iniciativa do 'Banho Solidário' é você levar através do banho a saúde para a população que não tem aceso a um banho. O que que acontece? A higiene, a falta dela por sinal, faz com que você adoeça, a exemplo do câncer pênis. Existe câncer de pênis só pela falta de higiene”, justificou Lacerda. “Então o intuito desse nosso trabalho é levar pelo menos a higiene uma vez por semana e se for necessário que se estenda por mais vezes”, continuou.
 
Foto: Blog do Anderson / Reprodução.
 
Os banheiros servem apenas para tomar banho. Com uma caminhonete, Claudio leva os banheiros pela cidade junto com um reservatório de água. Tudo foi feito pensando na melhor forma de proporcionar um bom banho quente a cada morador atendido, que também recebe os produtos de higiene, a toalha e orientações adequadas sobre a importância da higienização do corpo.
 
“Como ele é móvel, nós vamos circular pela cidade e oferecer o banho com sabonete, shampoo, toalha e até uma roupa. Se acharem que devem, eles entram, tomam o banho quente e pronto. Vamos ter pessoas para ensinar cuidados na área de saúde no momento do banho e sobre o que é preciso fazer na escovação. Também vamos doar escovas e pasta de dente, prevenindo com isso problemas bucais”, completou. A ação conta com apoio de outros empreendedores da cidade.

Com informações: Blog do Anderson e R7.


Em São Paulo, a Casa de Convivência Porto Seguro, localizada no bairro da Armênia, destaca-se entre os abrigos da capital paulista por possuir uma horta comunitária.

Muito além de um prato de comida, um banho ou mesmo um local para lavar suas roupas, a Casa oferece aos moradores em situação de rua da cidade a oportunidade de colocar a mão na terra para o cultivo de legumes, verduras e ervas para chás. Tudo 100% livre de agrotóxicos!

Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã. Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo já garante cinco dias de salada, por mês, para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200 no orçamento da Casa.

Já os moradores em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por eles mesmos. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e têm a oportunidade de fazer, de graça, uma das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.

A Casa de Convivência Porto Seguro ainda oferece aulas de alfabetização, Ensino Fundamental e Ensino Médio aos frequentadores, além de outras atividades complementares – como capoeira, xilogravura e arte em mosaico, feita com lixo coletado nas ruas.

Assista o vídeo e saiba mais: https://youtu.be/9CTwmFQ07NQ

Débora Spitzcovsky / The Greenest Post.

 


Todo mundo pode ser repórter? A jornalista Amanda Rahra acredita que sim. 
 
Projetos como o coletivo Énois, que ela ajudou a criar, buscam transformar moradores de favelas, bairros periféricos e cidades do interior em repórteres. São adolescentes e jovens que aprendem técnicas de texto, foto e vídeo para registrar e documentar o que acontece em suas comunidades. 
 
Em alguns casos, os projetos são fundados por jornalistas que querem mudar a maneira como as favelas e periferias são noticiadas. Em outros, o objetivo é documentar a cultura e os principais acontecimentos do dia a dia locais. “A gente quer que todo moleque possa fazer um vídeo que tenha 17 mil curtidas no YouTube”, diz Rahra. 
 
Abaixo, confira oito projetos de jornalismo comunitário em diferentes cidades do Brasil. Jornalistas interessados em participar como voluntários são bem-vindos.
 
Viva Favela (Rio de Janeiro, RJ) 
O projeto, que integra as ações da ONG Viva Rio, surgiu há 14 anos e passou por algumas mudanças desde então. Atualmente, reúne cerca de 20 colaboradores fixos que produzem reportagens sobre temas ligados às favelas e que são publicadas no site Viva Favela. A ideia é elaborar conteúdos que partam da perspectiva dos moradores das comunidades e que também retratem o cenário cultural destes locais — fugir, portanto, do lugar-comum de violência e pobreza.

Os textos são remunerados e novos colaboradores são bem-vindos. O Viva Favela também promove oficinas de jornalismo em comunidades do Rio. Os cursos duram de três a quatro semanas e os alunos aprendem princípios básicos de reportagem, técnicas de redação, fotografia e debatem temas relacionados aos direitos humanos. A iniciativa é financiada por empresas e organizações parceiras. 
 
Contato: Tel.: (21) 2555-3750 Ramal: 3274.
 
Periferia em Movimento (São Paulo, SP)
É um coletivo formado por jovens de bairros periféricos da zona sul de São Paulo. Promove palestras e debates que abordam temas como a representação da periferia na mídia e direitos humanos. Também realiza oficinas em que jovens discutem o que é reportagem, qual o papel do jornalista, o que é notícia em seus bairros e aprendem técnicas de redação e vídeo. As reportagens produzidas são publicadas no site Periferia em Movimento.

Contato: [email protected] / Tel.: (11) 9 9300-1922.
 
Em seu primeiro ano, promove oficinas de jornalismo e audiovisual para jovens da Vila Cisper, bairro da zona leste de São Paulo. Em breve terá site próprio para divulgação das reportagens. 
 
 
Associação Beneficente de Amparo à Família (Abenaf) – (Carapicuíba, SP) 
A ONG oferece curso de jornalismo comunitário para jovens a partir de 16 anos, além de oficinas de fotografia, que são ministradas por profissionais da área, em trabalho voluntário.

Contato: [email protected] / Tel.: (11) 2835-3579

Você Repórter da Periferia (São Paulo, SP)
O projeto dos jornalistas Thais Siqueira e Ronaldo Matos promove oficinas de educomunicação para jovens da periferia de São Paulo. A ideia é que eles possam produzir pautas novas e positivas sobre as regiões mais afastadas da cidade, que costumam ganhar as páginas dos jornais em situações ligadas à violência. Há aulas de vídeo, foto, edição e redação. As reportagens produzidas durante os cursos podem ser conferidas no blog Desenrola e Não Me Enrola.

Contato: [email protected] / [email protected]

Rede Mocoronga de Comunicação Popular – (Santarém e região, PA)
A Rede Mocoronga de Comunicação Popular surgiu em 1996 está presente em 35 comunidades ribeirinhas dos rios Tapajós e Arapiuns, no Pará (todas elas têm entre 50 e 200 famílias). O projeto atua na formação de jovens e adolescentes, que participam de oficinas para formação de repórteres comunitários.

Os participantes aprendem a produzir programas de rádio, vídeos e reportagens, de maneira que possam alimentar redes sociais, jornais e blogs. A principal frente de atuação da rede, entretanto, é o rádio. O meio de comunicação tem importância singular na Amazônia, especialmente nas comunidades mais isoladas em que outros veículos chegam com mais dificuldade — só há internet em 15 das localidades atendidas pela rede, por exemplo. A sede do projeto, que fica em Santarém, auxilia os jovens na edição, produção e difusão de programas, que são transmitidos em rádios comunitárias e rádios-poste.

Contato: [email protected] / Tel (93) 3067-8000.
 
Énois (São Paulo, SP) 
É uma agência-escola de jornalismo pra jovens de 14 a 21 ano. Além de promover cursos presenciais de redação, foto e vídeo, tem uma plataforma online de educação à distância (EAD) que conta com mil alunos. A rede de colaboradores, que se formou a partir das aulas de jornalismo que as fundadoras Amanda Rahra e Nina Weingrill davam em comunidades periféricas da cidade, reúne cerca de 300 pessoas de bairros como Capão Redondo e Vila Brasilândia e também de fora do Estado. 
 
O conteúdo produzido nas aulas e pelos colaboradores fixos ganha as redes por dois meios: a página Na Responsa!, fruto de parceria com o site Catraca Livre e a Ambev, e o blog Énois, parceria com o Brasil Post. Contato: [email protected] / Tel: (11) 2506-9601 
 
A ONG trabalha com alunos de escolas públicas das comunidades urbanas e rurais de Currais Novos, Mossoró, Açu, Nísia Floresta, Florânia, Natal, Campo Grande e Itajá. Através de oficinas de audiovisual, fotografia e texto, o projeto aborda temas como patrimônio e memória cultural, igualdade de gênero, cultura popular e protagonismo de crianças e adolescentes. As produções dos alunos são exibidas em eventos nas comunidades e no canal de TV a cabo Rede Potiguar de Televisão Educativa e Cultural, transmitido na região. 
 
Contato: [email protected]

F
onte: Blog Novo em Folha.


 
 

 
Mamilos femininos e masculinos, nus, estampam paredes e muros da capital paulista. Em folhas de tamanho A3, em impressão preto e branco e no estilo lambe-lambe eles atraem os olhares de quem passa pelo Largo da Batata, em Pinheiros, ou pela Praça XIV Bis, na Bela Vista.
 
A ousadia não tem rostos. As fotos pertencem a 12 pessoas, voluntárias e anônimas, entre as quais uma transsexual e uma senhora de 65 anos. Todas elas emprestaram seus peitos à causa de uma dupla de feministas cuja intenção é questionar as interdições e tabus que recaem sobre o corpo das mulheres.
 
- A Constituição diz que homens e mulheres são iguais e possuem os mesmos direitos. Então por que os homens podem andar sem camisa sem problemas e as mulheres não, podem até ser presas por isso? - questiona a psicóloga e blogueira Letícia Bahia, uma das idealizadoras do movimento chamado de "Mamilo Livre".
 
No Brasil, os seios femininos entraram no centro de uma discussão pública graças a diversos incidentes em que mulheres foram repreendidas por amamentar em público. Em um desses casos, em fevereiro de 2014, a modelo Priscila Navarro Bueno foi censurada por seguranças do Museu da Imagem e do Som (MIS) enquanto amamentava seu bebê. A repercussão do caso provocou, alguns dias depois, um mamaço - dezenas de mães foram à porta do MIS amamentar seus filhos coletivamente.
 
Para Letícia Bahia, no entanto, a questão extrapola o direito à amamentação sem constrangimentos. Qualquer mulher deveria poder andar livremente cobrindo ou não os seios. Segundo Letícia, que trabalha como educadora sexual de adolescentes, a questão por trás da proibição da nudez é o machismo.
 
- Para que os homens não desejem o corpo feminino e não se descontrolem, as mulheres têm que se cobrir? Isso é punir a vítima - argumenta a psicóloga, que fez o trabalho em parceria com a fotógrafa Julia Rodrigues, que comanda um projeto para testar a censura da rede social Facebook com fotos com diferentes graus de nudez. Ambas fizeram uma pesquisa jurídica e concluíram que não podem ser processadas ou presas por ferir a sensibilidade pública com seus cartazes. Tampouco podem ter o trabalho retirado das paredes por conta da lei Cidade Limpa que, há alguns anos, impede peças publicitárias e outdoors nas ruas da capital paulista. Mas imaginam que irão chocar. Ao contrário do que acontece nos Estados Unidos e na Europa, onde há grandes dias de "topless", no Brasil ir a uma praia sem a parte de cima do biquini provoca polêmica. Letícia, adepta do uso do "Tata top", um sutiã que imita os mamilos, afirma que costuma provocar reações nas praias. 
 
A peça, vendida no exterior, está disponível em três diferentes cores para se adequar aos tons de pele de quem usa. Agora, Letícia quer esbugalhar os olhos fora das praias. - Aqui no Brasil ainda estamos engatinhando na discussão, mas é importante tirar da internet. Vamos parar de falar para convertidos e abrir para quem discorda também falar, ampliar essa conversa - diz Letícia.

Acesse o site do projeto #mamilolivre 

Mariana Sanches em O Globo.
 

 


Lançado há menos de uma semana - na última quinta-feira (10) - , o aplicativo para smartphone “Tá faltando água” já recebeu cerca de 3 mil denúncias de falta de água em diversos locais da região metropolitana de São Paulo. Com a ferramenta, o usuário pode também visualizar áreas marcadas por outros usuários e inserir locais diferentes de sua residência.

O representante da Aliança pela Água -  rede que reúne mais de 60 entidades não governamentais ligadas à questão hídrica –, João Ramirez, explicou que o grupo foi formado há um ano para discutir o problema em São Paulo. Entre as discussões e estudos feitos, a Aliança propõe formas para enfrentar a crise e uma nova cultura para o uso racional da água.

Para isso, uma das ideias foi criar esse aplicativo. É um app muito simples, que localiza o endereço onde o usuário está. Pode informar também a falta de água em outro endereço. Para instalar, basta procurar na loja Android ou ir no nosso site, onde também há outras notícias sobre a crise. A ideia é ser um ponto de referência sobre o assunto”.

Segundo Ramirez, o objetivo é utilizar os dados para fazer relatórios periódicos e informar as autoridades sobre a real situação da falta de água em São Paulo. “No dia do lançamento, o Ministério Público disse que também pretende usar essas informações e enviá-las para os órgãos competentes”, disse ele.

Outro ponto positivo que Ramirez destacou é o de que, ao fazer o login no aplicativo, o usuário precisa se cadastrar e isso cria um canal de comunicação entre o denunciante e a rede. “Assim é possível encontrar essas pessoas para saber se a situação continua. A experiência que vemos é que, em cinco dias, temos a mesma quantidade de reclamações que a Sabesp [Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo] diz ter em um mês”, contou.

Ramirez ressaltou que a partir das notificações será fácil detectar todas as áreas onde a falta de água se repete com frequência e assim levar aulas sobre como lidar com isso e replicar as informações por meio de agentes locais. “Queremos também levar o aplicativo para locais mais distantes onde a informação não chega”, disse.

A aposentada Sônia Maria Jardim Passarelli, reside no bairro de Santana, zona norte da capital paulista, e contou que fica sem água todos os dias. As reclamações para a Sabesp são constantes, tanto por parte dela, quanto dos vizinhos. “A água vem pela manhã e às 13h já acaba. Às vezes não sobe para a caixa e nós temos que vir no registro pegar de balde. Já ficamos dez dias sem água muitas vezes. No dia 7 de setembro faltou e se estendeu por vários dias”, disse Sônia Maria.

A dona de casa Ana Landi di Pietro, também de Santana, já sente a falta de água há muito tempo e ressalta que, atualmente, só tem água no período da manhã e mesmo assim muito fraca. “É preciso correr para fazer as coisas na parte da manhã porque acaba rápido. Tenho tentado armazenar água da chuva, que reservo para lavar quintal. No mais é só varrer, porque quando a água vem guardamos para as outras necessidades da casa”.

A Sabesp foi procurada para comentar o aplicativo, mas até o fechamento desta matéria ainda não havia se pronunciado.

Flávia Albuquerque, com edição de Denise Griesinger para a Agência Brasil.