Causas - São Paulo São

São Paulo São Causas

 

Fundação que oferece trabalho de educação integral gratuito a mais de 20 mil crianças e adolescentes ativa financiamento coletivo para melhorar e ampliar projetos nacionais.

Com o objetivo de continuar e melhorar seu trabalho de educação integral, a fundação Fé e Alegria criou uma campanha que mostra pequenas histórias de crianças que sonham com um futuro mais promissor. O projeto, iniciado na segunda quinzena de junho, ficará no ar até o dia 28 de Agosto e tem como meta a arrecadação de R$ 20.000,00.

"Acreditamos que quando o doador acompanha o crescimento da campanha e vê sua colaboração ser empregada em causas como a nossa, ele participa com mais prazer e se sente parte do projeto. Por isso optamos pelo financiamento coletivo" - destaca o Pe. Álvaro Negromonte, Diretor Presidente da fundação no Brasil.

Para os colaboradores, que podem participar doando de R$20 a R$150, foram criadas recompensas personalizadas. São caderninhos com citações de sonhos das crianças atendidas pela Fé e Alegria, marcadores de livro e uma cópia da tiragem restrita da obra "Eu, José Maria Vélaz", a recém-lançada biografia do fundador da instituição.

A ação foi desenvolvida e as peças foram criadas em caráter 'Pro Bono' pela Agência Meshup: http://www.meshup.com.br/

Sobre Fé e Alegria

Com 34 anos de atuação no Brasil, a fundação conta com centros educativos em 20 cidades de 14 estados (AM, BA, CE, ES, MG, MT, PB, PE, RN, RJ, RS, SC, SP, TO).

Um trabalho de educação popular de qualidade e projetos para promoção social que transformam a vida de mais de 20 mil entre crianças, adolescentes, jovens e adultos. Sua ação educativa e social visa a todos aqueles que vivem às margens da sociedade, sofrem com a miséria, a fome, a dependência e, freqüentemente, com a “invisibilidade”.

E chega a ambientes urbanos, rurais e indígenas, sempre na busca por conhecer a realidade local e por valorizar e revitalizar as culturas e as experiências populares. Mais informações sobre a fundação Fé e Alegria no site: www.fealegria.org.br

Contato Imprensa: Emails: [email protected] / [email protected]

Telefone: (11) 3262-228

 


Pesquisa realizada pelo Ibope Conecta mostra a opinião de mil usuários sobre os portais que ajudam a economizar dinheiro e exercer papel de cidadão.

Por encomenda do site Catraca Livre, o Ibope Conecta pesquisou entre os sites e portais de notícias brasileiros aqueles que mais estimulam a cidadania e auxiliam na economia de dinheiro. Foram entrevistados mil usuários em todo País, das classes A, B e C, homens e mulheres com mais de 18 anos. Na cidade de São Paulo, 400 pessoas participaram. Os entrevistados elegeram o G1 como o site que melhor incentiva a cidadania, com 42% dos votos. Em segunda posição houve empate técnico entre R7 (34%), Uol (32%) e Folha de S. Paulo (32%). Na terceira posição está Veja (28%) e O Globo (25%).

Considerando apenas o público paulista, o G1 lidera com 41% dos votos e Folha de S. Paulo, com 40%. Em segundo lugar ficaram Catraca Livre (35%) e R7 (32%). Terceira posição é preenchida por Uol, Veja e Estadão, com 31%, 29% e 29% dos votos, respectivamente.

Já em relação aos sites e portais que auxiliam na economia de dinheiro em âmbito nacional, os primeiros colocados são G1 (34%) e Uol (31%), R7 na segunda, com 26% e, empatados na terceira colocação estão Catraca Livre (21%), Exame (21%), Folha de S. Paulo (20%), Google News (19%), Yahoo (19%), Terra (18%) e Veja (18%).

Os sites que mais auxiliam os paulistanos a economizarem dinheiro são o Catraca Livre, com 38% dos votos e G1 com 37%. Em segundo lugar, Uol (28%), Folha de S. Paulo e R7, ambos com 26%. A terceira é de Exame, Veja e Estadão, com 20%, 18% e 18%, respectivamente. A pesquisa foi realizada na penúltima semana de julho.

Redação Meio & Mensagem.

 

Nos dias de hoje, tirar o celular do bolso, fazer uma foto e postá-la em redes sociais pode parecer banal. Mas em 2004, quando o artista catalão Antoni Abad teve a ideia de munir motoboys em São Paulo desse aparelhinho aparentemente indefeso, celulares comuns (e seus donos) estavam longe da atual era da selfie. Sua ideia, batizada de Megafone.net, era dar-lhes a voz que não têm no dia a dia, apesar de serem indispensáveis para a cidade, estimulando registros autorais de suas vidas anônimas para compartilhar com o máximo de pessoas. Um ato social de unir tecnologia à arte, que apesar da atual era de superexposição, continua sendo revolucionário.

Neste sábado, o artista pioneiro na exploração de novas tecnologias e no uso plataforma criativa e de pesquisa estreia em São Paulo a exposição que comemora uma década desse projeto. O evento, que fica em cartaz na Pinacoteca até 18 de outubro, reúne fotos, vídeos e registros documentais das diferentes edições do projeto realizado de 2004 a 2014 em países como Espanha, México, Costa Rica, Brasil, Suíça, Colômbia e Argélia, com curadoria de Cristina Bonet, Soledad Gutiérrez e Roc Parés.

A estreia do evento foi em 2014, no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (Macba), e agora chega à cidade que o inspirou. “O nome Megafone.net foi dado pelos próprios motoboys, que à época eram cerca de 220.000 em São Paulo”, disse Abad que sob esse título reuniu os 13 projetos realizados até o aniversário de dez anos. Segundo ele, que falará com o público da Pinacoteca às 11h30, no sábado de abertura da exposição, cinco deles permanecem ativos, incluindo o dos motoboys paulistanos, que constituíram um grupo e continuam publicando em seu canal *MOTOBOY.


Tudo começou com os taxistas da Cidade do México, um coletivo imprescindível para a abarrotada metrópole latino-americana e ao mesmo tempo denegrido e considerado pouco mais do que um conjunto de perigosos meliantes. “Era 2004 e a tecnologia do celular começava a mostrar todo seu potencial, de modo que decidimos utilizá-la no âmbito artístico para dar voz e visibilidade a coletivos que não costumam aparecer nos veículos de comunicação, em um contexto que não fosse negativo”, explicou o artista, lembrando que as publicações no Facebook via celular só começaram a acontecer em 2009.

Depois das primeiras experiências, Abad envolveu os ciganos de Lleida e León e as prostitutas de Madri em sua iniciativa. Em cada caso a estratégia foi a mesma: entregar celulares a um certo número de pessoas de um determinado coletivo marginal e dar-lhes acesso a uma interface na Internet para que publicassem em tempo real textos, fotos e áudios, com o objetivo de contar suas vidas, frequentemente ignoradas e modificar as percepções equivocadas divulgadas pelos veículos de comunicação. “Por um lado, quisemos liberar socialmente os celulares e por outro utilizar o museu como base de ação e o dinheiro destinado à arte para iniciativas de corte mais social”, afirmou o catalão, que ao se lançar na aventura da arte digital, abandonou uma carreira de escultor e videoartista com excelente projeção no mercado da arte.

Uma das imagens do projeto Megafone.net, de Abad.

“Na realidade, ele decidiu investir o capital de prestígio internacional acumulado em seus primeiros 25 anos de trajetória individual”, afirmou o curador Roc Parés. Em Barcelona, a cidade natal de Abad, o projeto foi realizado com 40 pessoas com deficiências motoras e produzido pelo Centro Arts Santa Mònica. “Nas edições anteriores os participantes explicaram sua realidade, mas o Canal Acessível, de Barcelona, se transformou em uma ferramenta para denunciar as barreiras arquitetônicas e os casos de falta de civilidade”, explicou o artista.

O braço espanhol do projeto lhe valeu em 2006 o Prêmio Nacional do Governo da Catalunha e o Golden Nica, a premiação mais prestigiosa das artes eletrônicas, concedida pelo Ars Electronica Center de Linz (Áustria). As pessoas com deficiência também protagonizaram projetos em Genebra e Montreal, mas Abad continuou trabalhando com outros coletivos desfavorecidos: os refugiados saharauis da Argélia, os imigrantes latinos e asiáticos de Nova York e as vítimas do conflito armado colombiano.

Entre os próximos projetos artístico-sociais de Antoni Abad, está o desenvolvimento de um gadget para que pessoas cegas possam publicar seus próprios conteúdos navegando em um mapa desenvolvido especialmente eles. “O ser humano comum costuma percorrer os mesmos caminhos todos os dias, mas, se quiser mudá-los, basta olhar ao seu redor e escolher novas rotas. Os cegos não têm essa possibilidade, por isso estamos trabalhando em um dispositivo que lhes permita se aventurar por uma cidade criando intervenções em um mapa e se guiando por elas”, explica. A previsão é que a ideia seja testada pela primeira vez em setembro, na Austrália.

Camila Moraes no El País.

 


Finalmente! A fonte da força de Mônica foi revelada por Maurício de Souza.

A "dentucinha" mais famosa do Brasil está, junto com sua mãe, em uma campanha à favor da amamentação. É isso que mostra um novo desenho feito pelo cartunista Maurício de Souza em que Mônica aparece bem pequenininha sendo amamentada por sua mãe e ganhando todos os nutrientes mais saudáveis possíveis para crescer cheia de força e saúde.

A ideia é dar total apoio à Semana Mundial do Aleitamento Materno, que vai do dia 1º a 8 de agosto de 2015.

Mais de 170 países, incluindo o Brasil, preparam ações para chamar a atenção sobre a importância do tema. Aqui no Brasil, será realizada a campanha "Defensores da Amamentação", que quer mobilizar as redes sociais e conscientizar as pessoas sobre a importância do aleitamento materno e os benefícios para mães e bebês.

 

amamentaçãoamamentação


"Nosso objetivo é conscientizar mulheres e homens sobre os benefícios do aleitamento materno para que as recém mamães sintam-se encorajadas a iniciar e persistir mesmo com as dificuldades que possam acontecer. Queremos mostrar que o apoio é algo que vem não somente de outras mulheres que já viveram isso, mas também dos pais, amigos, avós e profissionais de saúde. Por isso, o seu apoio é muito importante", diz a organização.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o aleitamento materno é a melhor forma de fornecer ao recém-nascido todos os nutrientes necessários para um crescimento saudável. O leite materno promove o desenvolvimento sensor e cognitivo da criança, além de protegê-la contra doenças crônicas e infecciosas.

Andréa Martinelli no Brasil Post.

 


Com doações que superaram R$ 120 mil em 45 dias, projeto de jornalismo independente obtém financiamento para estruturar site com reportagens pelo Brasil com foco em direitos humanos, justiça social e democracia.

A rede Jornalistas Livres, um projeto coletivo e independente, nasceu de maneira rápida e urgente. No dia 11 de março de 2015, um grupo de jornalistas - da “velha e da jovem guarda” – decidiu cobrir as manifestações nas ruas programadas para o dia 15 de março, quando diversos movimentos encabeçaram um “Fora Dilma”. Diante da leitura que faziam da cobertura geral da mídia e do que consideraram ser uma “narrativa única”, esses profissionais se organizaram para fazer reportagens na web e oferecer um conteúdo alternativo ao apresentado pelos veículos tradicionais. “Depois, sentimos que não podíamos desmobilizar aquele grupo e continuamos trabalhando, já com o sentido de formar uma rede de coletivos de comunicação”, conta Eduardo Nunomura, jornalista e professor de comunicação que faz parte do projeto.





Em curto tempo, o grupo ganhou a adesão de profissionais independentes e coletivos (formado por repórteres, redatores, fotógrafos, cinegrafistas, editores, artistas, comunicadores, hackers, ativistas), todos unidos por conceitos que são a luta pela ampliação dos direitos humanos e sociais e a defesa irrestrita da democracia. O projeto tem a colaboração de mais de 50 produtores de conteúdo. A grande maioria são profissionais de São Paulo. Mas surgiram mais dois núcleos dos Jornalistas Livres: no Paraná e em Minas Gerais. E outras praças estão em formação, esclarece o grupo.

Os Jornalistas Livres divulgam suas reportagens pela mídia social. O projeto está hospedado também no Mediumuma plataforma para publicação de conteúdo. Mas para crescer era preciso mais. Assim, lançaram uma proposta de crowdfunding via Catarse. A meta era arrecadar R$ 100 mil para bancar, entre outras coisas, um site para veicular as reportagens produzidas em rede. Mas o grupo conseguiu mais do que pretendia nos 45 dias de ação no Catarse (ela se encerrou no dia 8 de julho). São mais de R$ 120 mil arrecadados, o que servirá para ajudar a expandir o conteúdo e ampliar a rede. Mesmo sem ainda ter fechado oficialmente a arrecadação, a rede já havia enviado repórteres para Brasília para cobrir desde uma manifestação de povos indígenas até a votação do projeto de redução da maioridade penal.

O grupo define como uma de suas metas seguir os atributos clássicos do melhor jornalismo (ineditismo das histórias, caráter provocador, abordagem original, excelência de textos, imagens e edição). Um dos desafios, a partir da criação do site, será encontrar meios de se viabilizar financeiramente. Por sinal, desafio de outros veículos, inclusive os tradicionais. “O crowdfunding foi, a um só tempo, a possibilidade de iniciar um movimento com recursos e provar que a força que nos move são as pessoas que ainda têm esperanças por um jornalismo de qualidade”, afirma Nunomura.

'Jornalistas Livres' - assista o video e saiba mais: https://youtu.be/qLmfVUvvsfs

A página no Facebookhttps://goo.gl/VtJdfN

Fonte: Meio & Mensagem. 

As aves tem vida difícil na cidades. Elas colidem com arranha-céus e com linhas de energia e, por vezes, perdem a noção em seus vôos pois a iluminação brilhante à noite impede que naveguem se orientando pelas estrelas.

Uma intervenção urbana, em Londres, foi projetada para tornar a vida das aves um pouco mais fácil ao fornecer alguns habitats extras para elas. As pessoas podem colocar casinhas para pássaros em postes ou faróis de rua durante a época de nidificação para que as aves tenham um novo lugar para morar.

"Eu vivo em Londres há cerca de 10 anos, mas eu realmente cresci no campo", diz o designer Robin Howie, que criou o Nest Project (Projeto Ninho). "Então, eu acordava todos os dias ouvindo o canto dos pássaros e cercado pela natureza. Depois de alguns anos vivendo na cidade, me dei conta de que algumas coisas estavam faltando."

Além de fornecer um habitat temporário, as casinhas para os pássaros também são destinadas a assinalar a falta da natureza nas cidades. "Eles podem se tornar casas para as aves, mas também destacar que a natureza poderia ser encontrada no meio urbano", diz ele. "Elas são um tipo de intervenção urbana e casa ao mesmo tempo."

O projeto também exige um pouco de trabalho lúdico e voluntário: o suporte no fundo do ninho funciona como um apontador de lápis. Howie espera que aqueles que comprarem uma casinha possam passar uma semana apontando o lápis e usar as aparas para preencher o fundo do ninho.

"Qualquer um pode comprar essa casa de passarinho e colocá-la pela cidade, mas eu quero que as pessoas envolvidas com o projeto sintam como que estão contribuindo para a construção dela", diz ele. "Quando a pessoa apontar o lápis, deve pensar que isso é uma pré etapa para preencher o ninho, fazê-lo mais acolhedor e confortável."

Ao contrário da maioria das intervenções urbanas, esta pode precisar de autorização oficial. "Você não vai querer ter trabalho, subir o ninho para o passaro começar uma vida nova, e depois algum autoridade da cidade vir retirá-lo e levar embora", diz Howie. Por conta disso, o Projeto Ninho vem com um conjunto de instruções que explica como pendurá-lo e como lidar com as autoridades da cidade.

Os novos protótipos ainda não foram testados pois passou a época de nidificação em Londres. E no futuro, Howie vai promover duas variações adicionais: uma casinha que mostre fotos dos pássarinhos bebês em seu interior e outra que monitore a poluição do ar local.

O site do projeto: http://goo.gl/h7rsLj