Causas - São Paulo São

São Paulo São Causas

 

Já noticiamos uma série de iniciativas (superbacanas!) que estimulam o cultivo de hortas públicas nas cidades mundo afora. Entre elas, o projeto Beacon Food Forest, nos EUA, e o The Incredible Edible Todmorden, na Inglaterra. Agora finalmente chegou a vez do Brasil aderir ao movimento.

Estimulados pelo botânico Ricardo Cardim, que comanda a iniciativa, moradores de São Paulo se uniram para criar a primeira minifloresta pública de São Paulo – que eles batizaram de Floresta de Bolso. Montada em uma área que estava totalmente abandonada (veja o antes e depois nas fotos abaixo!), entre a Avenida Hélio Pellegrino e a Rua Clodomiro Amazonas, no bairro Vila Olímpia, a floresta vai trazer uma série de benefícios para a região.


Fotos: Ricardo Cardim.

Clima mais ameno, ar mais puro, resgate da biodiversidade local, maior retenção de água da chuva, evitando enchentes, redução de barulho e poeira e aumento da umidade do ar estão entre eles. Sem contar que a partir de agora os moradores poderão colher, de graça, os alimentos que nascerem na minifloresta urbana.

As mudas plantadas foram patrocinadas pelos próprios moradores da região, que colocaram a mão na massa (ou melhor, na terra) para fazer a iniciativa acontecer – com a supervisão de Cardim. Agora, a empresa Farah Service será parceira da comunidade na manutenção da minifloresta.

Que seja a primeira de muitas Florestas de Bolso em São Paulo!

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 no Greenest Post.

 


Para aqueles que não conseguiram obter uma cópia do livro 
Prédios de São Paulo, esta campanha é uma tentativa de reimpressão do 1º volume e uma nova chance de obter nosso presente para a cidade de São Paulo.

Na primeira tiragem, mais de 900 pessoas foram ao lançamento no Museu da Casa Brasileira para retirar quase metade dos 2000 exemplares que tinham sido produzidos e que se esgotaram em menos de dois meses. Resultado? Muita gente ficou na vontade.

Os pedidos foram tantos que a lista de reserva já tem dezenas de fãs à espera de uma nova impressão. Por esse motivo a Equipe Prédios de São Paulo quer produzir mais 500 cópias (tiragem mínima) para contemplar aqueles que não puderam ou não tiveram tempo de comprar o seu exemplar na primeira oportunidade.

Apoie a campanha e nos ajude a continuar com o objetivo de difundir e exaltar as belezas arquitetônicas da metrópole paulistana, alcançando mais apaixonados por São Paulo e pela arquitetura brasileira como um todo. Clique, assista o vídeo e saiba mais.

 

Produzido pela GAPS Editora, o livro tem o formato de 22 cm x 21 cm, capa dura e 228 páginas compostas por textos do idealizador Matteo Gavazzi, Ana Clara Queiroz, Julia Urrutia, Mariana Cazaroli e Nathalia Colli; prefácio de André Scarpa e ilustração exclusiva da Nara Rosetto; curiosidades sobre a execução do projeto, fatos históricos dos prédios e fotografias, muitas fotografias, de Emiliano Hagge e Milena Leonel.
 

Os custos da campanha serão de impressão, frete e porcentagem do Partio, não haverá pontos de retirada mas sim envio via sedex (2 a 4 dias úteis) para apoiadores dentro do estado de São Paulo e envio pac (4 a 9 dias úteis) para os moradores fora do estado de São Paulo.

 

Assim que batermos a meta o livro vai para impressão pois já está pronto, então vai chegar rapidinho para os apoiadores! O período para impressão é de 20 a 30 dias, para um livro bem caprichado, feito com muito carinho pela gráfica Vallilo.

Acesse: www.prediosdesaopaulo.com e www.startando.com.br/predios-de-sao-paulo-o-livro e saiba mais.


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Fonte: Partio - Conquistas Culturais.


A Prefeitura de São Paulo aderiu ao movimento conhecido mundialmente como Hora do Planeta (Earth Hour). No próximo sábado (19), as luzes de oito monumentos da cidade se apagarão entre as 20h30 e 21h30, demonstrando a preocupação da capital com os efeitos do aquecimento global e das mudanças climáticas. Neste período, as luzes de símbolos históricos de cidades do mundo inteiro que participam do movimento também se apagarão.

Em São Paulo, os monumentos que farão parte da iniciativa serão o Viaduto do Chá, Ponte das Bandeiras, Biblioteca Mário de Andrade, Monumento às Bandeiras, Estátua do Borba Gato, Theatro Municipal, Pateo do Colégio e a fonte do Lago do Ibirapuera.

A Hora do Planeta é um movimento simbólico, promovido pela organização não-governamental WWF (World Wide Fund for Nature), na qual governos, empresas e a população são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora, para mostrar seu apoio e chamar a atenção para os efeitos das mudanças climáticas.

Em 2015, a Hora do Planeta foi seguida por 172 países e mais de 8 mil cidades, incluindo a capital paulista. Pelo mundo, a Ópera de Sydney, a Torre Eiffel (Paris), o Big Ben (Londres) e as Pirâmides de Giza (Egito) foram alguns dos ícones mundialmente famosos que ficaram no escuro durante 60 minutos. Neste ano, o movimento já conta com a participação de mais de 60 municípios.

Como participar?
Para participar da Hora do Planeta 2016, basta apagar as suas luzes entre 20h30 e 21h30 no sábado 19 de março. O simples gesto de apagar as luzes por sessenta minutos tem o significado de convidar a uma reflexão sobre a questão ambiental e os desafios impostos pelas mudanças climáticas.

Todos podem participar. Além de apagar as luzes, é possível fazer mais, envolvendo parceiros, clientes, amigos e familiares na campanha. O WWF-Brasil estimula que todos os interessados realizem a sua própria Hora do Planeta, com eventos públicos ou privados.

Serviço
Hora do Planeta 2016.
Data e Horário: Sábado, 28 de março, das 20h30 às 21h30.
Locais: Viaduto do Chá, Ponte das Bandeiras, Biblioteca Mário de Andrade, Monumento às Bandeiras, Estátua do Borba Gato, Theatro Municipal, Pateo do Colégio e a fonte do Lago do Ibirapuera.
 
AssinaturaEmail_HP
 

Mais
Até o momento, são 150 cidades brasileiras - entre elas, 25 capitais -, somando mais de 500 monumentos que vão apagar as luzes durante sessenta minutos, juntando-se ao maior ato simbólico do Planeta. Sorocaba.O movimento visa chamar a atenção de líderes mundiais para que tomem medidas urgentes e eficazes para deter o aquecimento global informa a WWF Brasil.


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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação / Portal da Prefeitura.


De acordo com Odaymara Cuesta, da Krudas Cubensi, uma banda cubana de hip-hop formada por lésbicas, há uma pessoa homossexual em cada família de Cuba.

Mas muita coisa precisa mudar em Cuba antes que seus cidadãos lésbicos, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) possam expor suas verdadeiras identidades sem medo de discriminação, em um país no passado notoriamente hostil a eles, disse Cuesta.

"Cuba é um país muito misógino, e é difícil ser uma pessoa lésbica ou gay aqui", disse Cuesta à Fundação Thomson Reuters, em entrevista por telefone, de Havana.

"Ainda que a nova geração seja mais aberta e tolerante, precisamos nos educar melhor sobre os relacionamentos homossexuais e os direitos dos LGBT", ela acrescentou. Nos primeiros anos da revolução iniciada em 1959, a homossexualidade era vista como contrarrevolucionária, e os líderes socialistas de Cuba enviavam homossexuais a campos de trabalho para reeducação. 

Mas os direitos dos homossexuais fizeram grandes avanços no país nos últimos anos. Em 2010, o ex-presidente Fidel Castro disse lamentar a discriminação sofrida pelos homossexuais cubanos depois de sua revolução, afirmando que ela foi "uma grande injustiça".

Sua sobrinha Mariela Castro, filha de Raúl Castro, esteve na vanguarda da luta pelos direitos dos homossexuais e no ano passado liderou ativistas em um casamento em massa simbólico, para promover a aceitação dos cubanos gays e transexuais. 
Em 2014, a Assembleia Nacional cubana aprovou uma lei trabalhista que proíbe a discriminação por orientação sexual, e cirurgias gratuitas de mudanças de sexo estão disponíveis desde 2008. 

Para Cuesta e Olivia Prendes, do Krudas Cubensi, a música é outra maneira de promover os direitos dos homossexuais. "A música é uma ferramenta muito importante para educar o nosso povo e informá-los sobre quem somos e o que fazemos", disse Prendes. "Por meio da música, lutamos pelos nossos direitos".
 
Prendes disse que quando a banda lançou seu primeiro álbum, em 2003, a comunidade do hip-hop em Cuba ficou chocada, porque era a primeira vez que alguém falava de lésbicas ou de feminismo. "A comunidade do hip-hop é em geral heterossexual e se concentra em questões sociais", ela disse. "Os héteros de Cuba não compreendem que pessoas como nós existem". 

Prendes admitiu que, para ela e Cuesta, que agora dividem seu tempo entre Cuba e os Estados Unidos, a fama tornou mais fácil ser gay. 
 
"A maioria das pessoas nos conhecem, nos admiram e sentem curiosidade sobre quem somos", ela disse. Mas, nas cidades menores e no campo, os cubanos que se identificam como homossexuais não tratam abertamente de sua sexualidade, disse Prendes. 

"Não é fácil ser abertamente homossexual, e muitas pessoas vivem no armário", ela disse. "A realidade privou nosso pessoal do orgulho e da liberação sexual. O discurso do ódio é onipresente". 

Prendes disse esperar que mais amantes da música cubanos mudem suas atitudes para com os LGBT por ouvirem a música de sua banda. "Continuamos a lutar por nossos direitos, ainda estamos lutando pela igualdade no casamento, pelos direitos iguais para os LGBT", ela disse. 

Na América Latina, a Argentina e o Uruguai legalizaram o casamento homossexual, e o mesmo se aplica à Cidade do México, mas em Cuba o casamento gay continua a ser um objetivo distante.

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Magdalena Mis da Fundação Thomson Reuters, em Londres. Tradução de Paulo Migliacci para a Folha de S.Paulo.
 


Todos sabemos o quanto é revoltante ver cães e gatos abandonados, largados, sem receber o carinho que merecem. Pior ainda é saber que a maioria destes animaizinhos não conseguirão sobreviver muito tempo por conta das graves doenças ou, infelizmente, do maltrato humano. Um dos fatores que mais favorecem essa realidade é a superpopulação desses animais, já que assim mais bichinhos ficam expostos a estes problemas. É por isso nós do Instituto MAPAA proporcionaremos castração e cuidados veterinários com segurança a estes animais. Pelo bem estar dos bichinhos, clique ao lado e contribua!

Nosso projeto é atender os animais das regiões mais carentes da cidade de São Paulo/SP em uma clínica itinerante adaptada de um ônibus. Ofereceremos castrações gratuitas e de qualidade para que haja um importante controle populacional e, consequentemente, de zoonoses e verminoses. Em um trabalho pioneiro vamos criar indicadores para campanhas de castração, conscientizaremos a sociedade e construiremos análises sobre as mudanças do local. Clique ao lado e mostre seu suporte a esta causa tão importante!

Inúmeros cães e gatos precisam do nosso apoio, mas antes precisamos do seu!
 
Participar é muito, muito fácil. São dois passos:

1. Escolha o valor da sua contribuição e sua recompensa ao lado.
2. Escolha a forma de pagamento, boleto ou cartão de crédito (parcele em até 6x com parcela mínima de R$ 25).

 
O projeto  acontecerá assim:
 

Kickante é um site seguro e é um dos maiores sites de crowdfunding do mundo arrecadando fundos para causas nobres no Brasil afora e tirando muito projeto sensacional do papel.

O ônibus-clínica já está quase pronto, então o dinheiro arrecadado aqui será destinado à compra dos equipamentos que faltam. Serão adquiridos: autoclave, termômetro para geladeira, um computador, colchões térmicos, sistema de provisão de oxigênio e ventilação mecânica, anestesia inalatória, monitor multiparâmetros cirúrgico, aspirador cirúrgico, equipamentos de entubação, adesivação do ônibus, pneus dianteiros e um gerador de energia.

Com este projeto vamos educar a sociedade enquanto teremos a oportunidade de conhecer a realidade ainda mais de perto, realizando triagens e castrações doze meses por ano. Temos como objetivo educar a sociedade sobre as demais espécies com quem dividimos o nosso dia a dia e a nossa habitação. Os relatórios que emitiremos com essa parceria nos possibilitará prever os resultados das castrações, que só terão efeito a médio e longo prazo. Levaremos também palestras e peças de teatro a comunidades e escolas para que os cidadãos tenham plena consciência da situação dos animais.

Ainda precisamos de vários equipamentos, nos dê seu suporte!
 

 

Um pouco sobre o Instituto

O MAPAA foi fundado em 2011 como uma entidade com forças voltadas ao combate das origens sistêmicas dos problemas de descaso e maus-tratos aos animais. Trabalhamos pelo bem estar e pelo direitos dos animais ainda a serem conquistados. Somos uma organização sem fins lucrativos e nossa missão é trabalhar para que os animais e os recursos naturais sejam tratados com atenção, respeito e consciência.

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Instituto MAPAA no Kickante. Acesse o site e saiba como contribuir.
 


Em abril de 2012, o executivo Rudi Fischer largou uma bem-sucedida carreira no Banco Itaú para trabalhar em casa e ficar mais próximo da primeira filha, Anna Laura, então com três anos de idade. Um mês depois, no entanto, a menina morreu tragicamente em um acidente de carro.

A dor da perda seria parcialmente aplacada naquele mesmo ano, durante uma viagem a Israel, quando Fischer fez uma espécie de imersão nos preceitos do judaísmo. “Aprendi que deveria realizar algo positivo em nome dela para ajudar a elevar sua alma”, lembra. Faltava o formato para implementar o plano, que foi encontrado em Jaffa, a 50 quilômetros de Jerusalém, quando ele conheceu um escorregador adaptado para crianças com deficiência (possuía uma rampa em vez de escada).

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O primeiro parquinho infantil acessível da cidade de São Paulo, inaugurado em unidade da AACD. Foto: divulgação.


Nasceu ali a ideia de construir o primeiro parquinho infantil acessível da cidade de São Paulo, que foi inaugurado no dia 25 de janeiro último em uma unidade da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), no Parque da Mooca, na Zona Leste.

Batizada de Anna Laura Parques para Todos, a iniciativa conta com a colaboração da própria AACD, que disponibilizou terapeutas para ajudar a projetar os brinquedos, ao lado de engenheiros e arquitetos voluntários. Ao todo são quinze peças no local, como balanços para crianças com dificuldades motoras e equipamentos com recursos para o uso por cadeirantes.

O investimento total foi de 120 mil reais, bancados integralmente por Fischer, hoje aposentado do mercado financeiro. A ação será levada adiante com a inauguração de mais espaços semelhantes, o próximo no Parque do Cordeiro, em Santo Amaro, ainda neste ano. Outros devem ser implantados em cidades como Recife e Porto Alegre. “É emocionante poder ajudar o próximo por meio de uma homenagem à minha filha”, diz. Ele ainda pretende lançar um livro com a história da menina nos próximos meses e fundar uma ONG de auxílio a pais em luto.

O parque fica na rua Taquari, 549, e abre para o público às segundas, quartas e sextas, das 10h às 12h e terças e quintas, das 15h às 17h.
 
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Fonte: Fisioteraloucos.

 

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