Como é viver no Largo do Arouche? Episódio da websérie ‘A Vida no Centro’ conta

Esse movimento tem atraído um público jovem adulto, que tem tornado o local mais dinâmico e vibrante. São pessoas que gostam da vida urbana contemporânea ao mesmo tempo em que valorizam a história de um dos locais mais tradicionais da cidade. Mas como é viver no Largo do Arouche hoje? O que esse movimento revela sobre o novo momento do Centro de São Paulo, região que vive uma efervescência cultural e gastronômica?

O jornalista Edgard Maciel, morador do Arouche em cena da websérie. Imagem: A Vida no Centro / Youtube.

É isso o que a websérie A Vida no Centro mostra em seu novo episódio, “A Vida no Arouche”. Produzido pela startup A Vida no Centro, hub de inovação e cultura sobre o Centro de São Paulo, o vídeo traz depoimentos de pessoas que se mudaram ou frequentam a região. No vídeo, eles contam o que pensam sobre o Arouche e como aproveitam as opções de lazer, cultura e gastronomia do local e seu entorno. O conteúdo pode ser acessado por meio do canal A Vida no Centro no YouTube.

Transformação positiva

O nome, Largo do Arouche é uma homenagem à José Arouche de Toledo Rendon, nascido em São Paulo no ano de 1756. Foto: São Paulo Antiga.

A websérie foi idealizada por Clayton Melo e Denize Bacoccina, fundadores do “A Vida no Centro”. O episódio que retrata especialmente a região do Arouche contou com o apoio da construtora BKO. “Nós acreditamos na zona central da capital paulista porque foi aqui onde tudo começou, e as melhorias nessa região repercutem positivamente no resto da cidade”, afirma Alexandre Carola, diretor comercial da BKO. “Por isso queremos estar juntos de iniciativas que mostrem e incentivem lugares importantes do centro, como o Arouche”, diz.

Imagem em 3D do projeto de revitalização do Largo do Arouche: uma face diferente para a região. Imagem: Triptyque.

“O objetivo com esse vídeo foi mostrar como o Arouche está se transformando. É um lugar muito tradicional, que passou por diferentes momentos nas últimas décadas e que está a cada dia mais vibrante”, diz Denize Bacoccina. “Como um hub de inovação e cultura sobre o centro, procuramos criar situações para que as pessoas se envolvam cada vez mais com a região. E o Largo simboliza muito bem essa conexão entre a tradição e o caráter cosmopolita do Centro”, afirma Clayton Melo.

Assista o vídeo aqui!

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Fonte: A Vida no Centro

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