Colunistas - São Paulo São

São Paulo São Colunistas

Nós estamos em pleno “Setembro Amarelo”, mês de conscientização sobre o suicídio no Brasil. Além de procurar conscientizar a população sobre as circunstâncias entorno ao suicídio, a campanha tem como objetivo reduzir os estigmas sociais e ambiguidades sobre o tema, trazendo estatísticas e discutindo os aspectos sociológicos do suicídio, e encorajando o diálogo positivo e o envolvimento como um meio de prevenir a sua ocorrência.

Imagem: Divulgação.Imagem: Divulgação.

Quinta-feira passada, dia 29/08,  fui num bate-papo com a artista Ana Teixeira. Ela está com uma exposição no Centro Universitário Maria Antônia, “É tarde, mas ainda temos tempo”. A imagem que segue aqui vem com uma integração minha à exposição da artista, a toalha de mesa de chitão de casa. Exatamente um movimento dela na forma como cria seus trabalhos. O outro é sempre parte central de seus projetos. E o espaço público seu foco de ações.

Os astecas distinguiam e reconheciam diversas constelações e se baseavam muitos dos seus ciclos temporais. Calendário. Imagem: Reprodução.Os astecas distinguiam e reconheciam diversas constelações e se baseavam muitos dos seus ciclos temporais. Calendário. Imagem: Reprodução.

Conhecida também como tríplice aliança, mexica ou tenochca, a civilização asteca foi um notável, civilizado e poderoso povo mesoamericano fundador da cidade-estado México-Tenochtitlán (localizada no território atual da Cidade do México), que se converteu em uma cultura dominante na região até a chegada dos conquistadores europeus. A capital, o ponto central de Tenochtitlan era o Templo Mayor, o Grande Templo, uma grande pirâmide escalonada com uma escada dupla que levava até dois santuários geminados – um dedicado a Tlaloc, e o outro a Huitzilopochtli. O nome azteca tem origem de um nome místico dos pioneiros chichimecas que se assentaram na região de Aztlán, dos quais os mexicas surgiram, contemplando os restos de sua tradição como uma ilha originária.

Com tanta comida boa em Portugal, é exagerada a fama do bacalhau? Foto: NCultura.Com tanta comida boa em Portugal, é exagerada a fama do bacalhau? Foto: NCultura.

E aí, tem comido muito bacalhau? A pergunta dos amigos brasileiros se repete e é sempre um bom ponto de partida para falarmos como anda a vida por aqui. Mas definir Portugal como o país do bacalhau é bastante limitante. Depois de quase dois anos por aqui, posso dizer sem erro que o porco, em forma de rojões ou bifanas, por exemplo, tornam a gastronomia portuguesa tão deliciosa quanto o peixe salgado. Arroz de pato, polvo a lagareiro, sardinhas assadas, caldeiradas de enguias, arroz de marisco, alheiras, cozido à portuguesa, amêijoas, caldo verde... a lista não termina, mesmo que a gente fique apenas nos pratos salgados. De qualquer forma, a pergunta dos amigos brasileiros faz algum sentido. Sim, tenho comido muito bacalhau por aqui. Aliás, eu e praticamente toda a população portuguesa.

APOIE O SÃO PAULO SÃO

Ajude-nos a continuar publicando conteúdos relevantes e que fazem a diferença para a vida na cidade.
O São Paulo São é uma plataforma que produz conteúdo sobre o futuro de São Paulo e das cidades do mundo.

bt apoio