Colunistas - São Paulo São

São Paulo São Colunistas

A| professora e historiadora paranaense, Vivi Ferreira Mendonça que mantém o blog Vou de Bike e Salto Alto. Foto: Divulgação.A| professora e historiadora paranaense, Vivi Ferreira Mendonça que mantém o blog Vou de Bike e Salto Alto. Foto: Divulgação.

Você sabia que andar de bicicleta no dia a dia diminui em mais de 40% os riscos de câncer e problemas cardíacos? Uma revisão de 73 estudos publicados na National Library of Medicine, dos Estados Unidos, concluiu que mulheres ativas têm 25% menos chances de desenvolver câncer de mama do que as sedentárias. Por isso é tão importante incentivar a bicicleta nas políticas públicas, melhorando assim a saúde da população.

Imagem: Shutterstock.Imagem: Shutterstock.

Portugal é um país pequeno. Uma comparação recorrente, por exemplo, é com o tamanho de Pernambuco. O país inteiro é do tamanho do estado nordestino em vários critérios. São 92 mil km2 para os portugueses, contra 98 mil km2 para os pernambucanos. Pouco mais de 10 milhões de pessoas vivem em solo português, enquanto cerca de 9,3 milhões habitam as terras pernambucanas. A maior estrada portuguesa, a lendária EN102, que corta o país de norte a sul em pouco mais de 700 km, não conseguiria unir São Paulo a Vitória, no Espírito Santo, por exemplo.

O Profeta Gentileza e sua delicadeza em flores astrais, físicas e espirituais, distribuídas e semeadas, ao longo de anos, pela Cidade Maravilhosa e terras de Araribóia, foi telúrico, metafórico e visceral.

Rua em Nørrebro bairro de Copenhague, capital da Dinamarca,  uma das mais seguras do mundo para pedestres. Foto: F.D.Walker.  Rua em Nørrebro bairro de Copenhague, capital da Dinamarca, uma das mais seguras do mundo para pedestres. Foto: F.D.Walker.

Todos precisam se locomover, independentemente da idade, do gênero, da cor, da condição social e das limitações físicas. Mas no Brasil, país conhecido pela desigualdade, a mobilidade não é inclusiva. Estudos mostram que, nas grandes cidades brasileiras, pretos e pardos levam 14 minutos a mais por dia em seus deslocamentos quando comparados com pessoas brancas. Mulheres negras, em sua maioria, vivem mais distantes dos eixos de transporte coletivo, como metrô e trens, do que o restante da população. E pessoas idosas não conseguem atravessar nas faixas de pedestre com segurança porque os tempos semafóricos são muito curtos para a travessia. Deficientes físicos encaram muitos desafios, com as diversas barreiras à acessibilidade nas ruas, bem como as dificuldades no transporte público.

Aston Martin DB5: o carro do agente secreto se transformou em objeto de desejo de fãs de automóveis e colecionadores no mundo todo. Foto: Divulgação.Aston Martin DB5: o carro do agente secreto se transformou em objeto de desejo de fãs de automóveis e colecionadores no mundo todo. Foto: Divulgação.

Sean Connery (Edimburgo, 25 de agosto de 1930 — Nassau, 31 de outubro de 2020) ficou marcado por um grande papel no cinema. Seu 007 é um daqueles personagens que marcam época, mexem com a cultura e influenciam hábitos.

Nunca consumi tanto azeite quanto nesta minha etapa de vida portuguesa. Foto: Getty Images.Nunca consumi tanto azeite quanto nesta minha etapa de vida portuguesa. Foto: Getty Images.

Portugal é o oitavo maior produtor de azeite do mundo, mas deverá ter uma queda na produção na safra 2020/2021, de acordo com os dados recentes do relatório da Comissão Europeia. E o que eu tenho a ver com isso? Talvez o fato de não passar um dia sem “azeitar” a goela possa explicar alguma coisa. Nunca consumi tanto azeite quanto nesta minha etapa de vida portuguesa. Que me perdoem a soja, o girassol, o milho, o gergelim, o coco, mas óleo para mim é o que sai da prensa das azeitonas. Nem sei se é correto abrir mão dos outros ou praticamente dar exclusividade para o bom e velho azeite, mas vai em tudo, sem muito critério para os virgens, os extra virgens ou os mais “simples”: desde chuchar o miolo do pão com um pouquinho de sal, passando pelo refogado da cebola e do alho, pelas sopas, pelos ovos e bifes fritos, até, claro, para cobrir a bela bacalhoada. Eu certamente puxo para cima o consumo per capita português, que é de aproximadamente sete litros por ano (era de pouco mais de 2,5 litros nos anos 1990). Na verdade, acho que estou mais para os gregos, que consomem cerca de 15 litros por ano. Pensando bem, será que não gasto uma embalagem daquelas de dois litros por mês?