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Amoreira, pitangueira, laranjeira, limoeiro, goiabeira, jaboticabeira, pés de mexerica e acerola dividem com uma horta de ervas e um jardim de flores 4,5 mil metros quadrados de área verde no bairro da Lapa, em São Paulo. O local testemunha uma iniciativa bem-sucedida de educação ecológica.

Lá funciona a Emei (Escola Municipal de Educação Infantil) Dona Leopoldina, uma referência na área, que fez parte do projeto "Dedo Verde na Escola ­ Cultivando a Alfabetização Eco­lógica na Educação Infantil", entre 2009 e 2012.

O projeto terminou, mas a escola incorporou a educação ecológica e as práticas com os alunos que permitem a manutenção das iniciativas de plantio, cultivo, estudos e de atividades ao ar livre. Além disso, a escola organiza a coleta seletiva de recicláveis, tem composteira, minhocário, um sistema de captação de água da chuva e nas salas de aula os alunos aprendem ciências com terrários, aquários e um borboletário. As crianças aprendem a cuidar na natureza como algo simples e cotidiano.

A experiência da implantação do projeto virou livro, escrito por Monica Pilz Borba, pedagoga e educadora ambiental, fundadora do Instituto 5 Elementos e criadora do programa. Monica coordena atualmente o projeto EcoAtivos, do Programa Criança e Consumo do Instituto Alana, que apoia a formação em educação para a sustentabilidade de 2.500 professores de 500 escolas nas cinco regiões brasileiras.

Antes do projeto, conta Monica, as escolas não aproveitavam grandes áreas livres de que dispunham para nenhuma atividade. Foto: Divulgação.Antes do projeto, conta Monica, as escolas não aproveitavam grandes áreas livres de que dispunham para nenhuma atividade. Foto: Divulgação.

"Dedo Verde na Escola - Cultivando a Alfabetização Ecológica na Educação Infantil", lançado no dia 8 de agosto, quinta, em São Paulo, relata o processo de transformação desta escola e também de outra escola municipal da Lapa, a Ricardo Gonçalves.

Em todo o mundo, aglomerados urbanos apresentam, em maior ou menor grau, diferenças sociais e econômicas. Refletidos no espaço, esses desequilíbrios de renda e acesso à educação, saúde, saneamento e infraestrutura geram rupturas mais ou menos visíveis - embora drasticamente sentidas.

Assentamento Kya Sands em Joanesburgo, África do Sul. Foto: © Johnny Miller / Unequal ScenesAssentamento Kya Sands em Joanesburgo, África do Sul. Foto: © Johnny Miller / Unequal Scenes

Prato vegano em Praga, República Tcheca. Foto: Lucie Gaspari.Prato vegano em Praga, República Tcheca. Foto: Lucie Gaspari.

Segundo o aplicativo Happy Cow, um dos guias de restaurantes mais populares do mundo veg, Londres, na Inglaterra, é o lugar com mais opções para os “herbívoros” no mundo. São quase 300 restaurantes locais cadastrados na plataforma.

A avaliação do app leva em conta não o número total de restaurantes, mas a densidade num raio de oito quilômetros nos pólos gastronômicos das cidades e a impressão dos usuários.

Em segundo na lista vem Berlim, na Alemanha, seguida de Nova York e Portland. Tel Aviv é a representante oriental do ranking.

Pesquisa coordenada pelo Instituto de Física (IF) da USP calculou que veículos movidos a diesel, como caminhões e ônibus, são responsáveis por cerca da metade da concentração de compostos tóxicos na atmosfera, tais como benzeno, tolueno e material particulado. É um valor muito alto, segundo os pesquisadores, considerando-se que ônibus e caminhões representam somente 5% da frota veicular. A região metropolitana de São Paulo tem mais de 7 milhões de veículos.