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O levantamento mostra que a música sertaneja é líder em canções que citam mobilidade, com percentual de 27,9% das menções. Foto: Getty Images.O levantamento mostra que a música sertaneja é líder em canções que citam mobilidade, com percentual de 27,9% das menções. Foto: Getty Images.

Música e mobilidade sempre andaram juntos! Seja no fone de ouvido, enquanto alguns andam de ônibus, metrô, trem, ou até mesmo a pé; seja no rádio do carro, a música dita o ritmo das cidades. De forma inédita, o Instituto se propôs a entender esta relação e comprovou que as canções têm sido um retrato do trânsito ao longo dos tempos. Criado para promover conscientização sobre mobilidade humana, incentivando práticas mais inteligentes e seguras, o Instituto Mobih é o responsável por este estudo, que considera composições desde os tempos de Roberto Carlos, nos anos 60, até Projota, nos dias atuais.

Cada brasileiro gera em média 1 kg de lixo por dia, ou seja, 365 kgs por ano, segundo o Panorama 2017 da Abrelpe. Isso resulta, só na cidade de São Paulo, em 18mil toneladas diárias de resíduos que custam aos cofres públicos 1,5 bilhões anuais para coleta, transporte e serviços de limpeza urbana; recursos que poderiam ser encaminhados para outras finalidades como saneamento básico e educação.

Florestas distantes também têm profundos impactos sobre a vida nas cidades. Foto: CIAT / Flickr.Florestas distantes também têm profundos impactos sobre a vida nas cidades. Foto: CIAT / Flickr.

Em geral, as pessoas não costumam associar cidades e árvores, mas a verdade é que as áreas urbanas dependem de florestas saudáveis para sobreviver. Esse entendimento levou 45 cidades de todo o mundo a se unirem à iniciativa Cities4Forests, lançada no último dia 12, comprometendo-se a proteger, gerenciar e restaurar florestas em três escalas: florestas internas, próximas e distantes.

"Para atrair novos leitores e facilitar o acesso às obras literárias e acadêmicas, bibliotecas do mundo inteiro têm buscado digitalizar seus acervos. Imagem: Reprodução."Para atrair novos leitores e facilitar o acesso às obras literárias e acadêmicas, bibliotecas do mundo inteiro têm buscado digitalizar seus acervos. Imagem: Reprodução.

Ter acesso ao conhecimento nunca foi tão fácil: com poucos cliques, qualquer pessoa com um computador ou smartphone conectado à internet pode ter em mãos toda a obra de Machado de Assis ou o acervo pessoal completo do poeta Fernando Pessoa. Isso sem contar milhares de ensaios acadêmicos, livros técnicos ou documentos históricos.

A maioria das pessoas vivem hoje em cidades, que estão crescendo rapidamente. Estamos vivendo na era da urbanização, uma era que começou no início do século 19, quando grandes massas de pessoas decidiram estar mais perto umas das outras em vez de perto da terra.

Não existe dúvida de que mais cedo ou mais tarde a grande maioria de nós, humanos, estaremos vivendo em cidades. Ainda assim, podem haver exageros sobre até que ponto já chegamos nesse caminho e isso tem implicações importantes.

Manchetes recentes, citando novos números lançados pela Comissão Europeia, informaram que "tudo que você ouviu sobre urbanização global estava errado". Os pesquisadores, ao usar imagens de satélites mais avançadas e dados populacionais globais, afirmaram que 84% da população mundial mora em áreas urbanas, em vez dos 55% estimados pela Divisão de População das Nações Unidas em 2018.

Em um novo estudo para o Instituto de Gestão Urbana da Universidade de Nova York nós apresentamos argumentos amparados por amplas evidências, afirmando que os números da Comissão Europeia não são plausíveis se quisermos que a palavra "urbano" mantenha qualquer significado já conhecido.

O argumento divide-se em três pontos principais:

Primeiro, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho, 27% da força de trabalho global foi empregada na agricultura em 2015. Isso, somado à estimativa de acréscimo no emprego em vilas não-agrícolas (30%) e com o tamanho das famílias nas áreas rurais sendo 15% maior do que nas áreas urbanas, sugere que não mais do que 60% da população mundial vivia em cidades em 2015.

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