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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) recebe até 31 de maio inscrições de projetos para a Chamada 2016 do Fundo Internacional para a Promoção da Cultura (IFPC).

As atividades elegíveis são produção de obras artísticas e culturais e organização de eventos culturais e artísticos de nível nacional, regional e/ou internacional, que contribuam para o fortalecimento da cultura e da criação artística.

Cartaz do programa da UNESCO / Reprodução.

Podem se inscrever artistas, criadores, organizações não governamentais, organismos privados sem fins lucrativos ou órgãos públicos. A prioridade será dada a artistas e criadores entre 18 e 30 anos.

A seleção final ocorrerá em fevereiro de 2017. Os candidatos escolhidos serão notificados até duas semanas antes da data de seleção.

Veja mais informações aqui.

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Fonte: UNESCO.


Celebrado no dia 19 de abril, o Dia Mundial da Bicicleta deve a celebração a um experimento científico. O químico Albert Hofmann (1906 – 2008) foi um cientista suíço mais conhecido por ter sido o primeiro a sintetizar, ingerir e entender os efeitos psicodélicos da dietilamida do ácido lisérgico, conhecido mundialmente como LSD.

Quando era pesquisador do Sandoz Laboratories (hoje Novartis), localizado na Basiléia, Hoffmann começou a estudar algumas plantas como parte de um programa para purificar e sintetizar princípios ativos para uso como produtos farmacêuticos. Enquanto pesquisava derivados do ácido lisérgico, Hofmann foi o primeiro a sintetizar o LSD-25, em 1938. A principal intenção da síntese foi obter um estimulante circulatório e respiratório, ou seja, um analéptico.

Essa pesquisa foi colocada de lado por cinco anos, até 16 de abril de 1943, quando Hofmann avaliou novamente o material. Enquanto trabalhava com o LSD, ele acidentalmente absorveu uma pequena quantidade através de seus dedos e, sem querer, descobriu seus efeitos poderosos.

Dia Mundial da Bicicleta

Três dias depois, em 19 de abril de 1943, o químico realizou um autoexperimento para determinar os verdadeiros efeitos do LSD e intencionalmente ingeriu 250 microgramas da substância, uma quantidade que ele previu ser uma dose limite (para efeito de comparação, hoje uma dose limite real é de 20 microgramas).

Menos de uma hora depois, Hofmann experimentou alterações súbitas e intensas na percepção. Com receio de que tivesse se envenenado, ele então pediu a seu assistente de laboratório que o acompanhasse até em casa. O uso de veículos estava proibido devido às restrições da 2ª Guerra Mundial e fizeram a viagem de bicicleta.

No trajeto, a condição do cientista se deteriorou rapidamente enquanto ele lutava com sentimentos de ansiedade, alternadamente acreditando que o vizinho do lado era uma bruxa malévola e que ele estava ficando louco. Pouco tempo depois de chegar em casa, Hofman recebeu a visita de um médico. Este não detectou nenhuma anomalia física no paciente, a não ser os olhos extremamente dilatados.

Desde então, 19 de abril é celebrado como Dia Mundial da Bicicleta. Hofmann morreu de causas naturais em 29 de abril de 2008, no vilarejo de Burg, em Leimental, perto de Basileia, na Suíça, com 102 anos de idade. Com mais de 100 artigos científicos publicados, o cientista contou em seu livro “LSD: My Problem Child” (LSD: meu filho problemático, em tradução livre) a experiência de pedalar sob efeitos de LSD.

Curta

Os italianos Lorenzo Veracini, Nandini Nambiar e Marco Avoletta produziram um curta chamado “A Bicyle Trip” como trabalho de conclusão do curso no Centro Sperimentale di Cinematografia em 2007. No filme, é possível acompanhar um pouco do que pode ter sido a viagem vivida por Hofman naquele dia. O Dia Mundial da Bicicleta.

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Enzo Bertolini no Vá de Bike.


O município de São Paulo vai adotar o programa Cultivando Água Boa (CAB) para a gestão de bacias hidrográficas em torno dos mananciais que abastecem a cidade. A parceria foi firmada na última terça-feira (12), na capital paulista. A metodologia empregada pela Itaipu Binacional e diversos parceiros na Bacia do Paraná 3 (na margem brasileira do reservatório da Itaipu) levou o prêmio Water for Life 2015, da ONU-Água, de melhor prática de gestão da água e vem sendo replicada em diversas outras regiões do Brasil e também por outros países.

O acordo de cooperação foi firmado durante o Seminário Água Boa em São Paulo: cenários, práticas e soluções, na Bienal do Parque do Ibirapuera. No local também foi montada uma exposição com fotos, depoimentos e conteúdo do CAB. A mostra segue a partir desta quinta-feira (14) para a Umapaz, no Parque Ibirapuera, onde permanecerá durante todo o ano de 2016.

Participaram do seminário o diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu Binacional, Nelton Friedrich; a presidente do Instituto Ecoar, Miriam Dualibi; além de gestores públicos, parlamentares ligados à questão da água, integrantes dos Comitês de Bacias, ONGs, universidades, associações comunitárias e empresas.

O programa

O CAB contém 20 programas desdobrados em 65 projetos interconectados e estruturados de forma conjunta e participativa. Os principais são: Educação Ambiental ; Gestão por Bacias Hidrográficas; Gestão da Informação Territorial; Saneamento na Região; Desenvolvimento Rural Sustentável/Vida Orgânica; Plantas Medicinais; e os programas de inclusão social, produtiva e tecnológica de segmentos socialmente vulneráveis, como indígenas, catadores de materiais recicláveis e pescadores artesanais. 

Um dos aspectos principais do CAB está no fortalecimento das comunidades locais. O envolvimento comunitário fica evidente já nas etapas de implantação do programa em cada uma das microbacias hidrográficas em ações de sensibilização, diagnóstico e planejamento participativo das ações de recuperação dos passivos ambientais. O processo é concluído com o Pacto das Águas, quando todos os participantes firmam o compromisso de realizar as ações de recuperação. Atualmente, 217 microbacias estão sendo recuperadas em torno do reservatório da Itaipu).

“Um dos principais diferenciais da metodologia está nesse processo participativo, de democracia direta e de responsabilidade compartilhada. É isso que dá vitalidade ao programa”, afirma o diretor de Coordenação da Itaipu, Nelton Friedrich, responsável pela coordenação geral do CAB.

Referência

Os bons resultados alcançados em 13 anos do Cultivando Água Boa tem repercutido nacional e internacionalmente, o que se traduz em diversas parcerias para a replicação da metodologia do programa em outras bacias hidrográficas. Com os governos do Paraguai e da Argentina, o CAB tem colaborado para a recuperação de microbacias na margem paraguaia da Itaipu e também na binacional Yacyretá, localizada no Rio Paraná, 400 quilômetros a jusante de Itaipu.
Em 2013, o CAB se tornou um instrumento de cooperação do governo brasileiro com países latino-americanos e com a Espanha. Hoje, projetos-piloto estão sendo implantados na Guatemala, República Dominica e no país ibérico (nas cercanias de Madri e Vitoria-Gastéiz). 

No Brasil, os governos de Minas Gerais e do Distrito Federal adotaram o programa como política pública em 2015. E, agora, o município de São Paulo se une a esses governos. A capital paulista enfrentou por quase dois anos uma das piores secas de sua história. A situação voltou a se normalizar no final de 2015.

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Da redação do Cultivando Água Boa.
 


Como parte de sua atual política urbana, que visa o interesse coletivo, a Prefeitura de São Paulo sancionou no último mês de fevereiro a Lei de Consórcio Imobiliário de Interesse Social, que regulamenta a celebração de consórcios imobiliários entre a Prefeitura e os proprietários de imóveis que estejam ociosos (não edificados, subutilizados ou não utilizados) na cidade.
 
Com a nova Lei, os proprietários desses imóveis ociosos poderão negociar com a Prefeitura a devolução dessas áreas para o mercado. Nesse caso, a Prefeitura incorpora o imóvel, constrói apartamentos de interesse social e paga ao proprietário o custo do terreno em unidades no empreendimento. Essa prática é comum no mercado imobiliário privado, e é conhecida como “contratos de permuta”.
 
O objetivo da Lei é que os consórcios sejam adotados para a produção prioritária de HIS (Habitação de Interesse Social), a fim de colaborar na diminuição do déficit de moradias. Ela estabelece ainda que a definição dos imóveis seja pública e transparente, através de um ou mais chamamentos, e de análises criteriosas da viabilidade do empreendimento e do seu aproveitamento efetivo.
 
Até o momento, o Departamento de Controle da Função Social da Propriedade (DCFSP) já cadastrou 1.575 imóveis com indícios de ociosidade, dos quais 370 estão em análise (que inclui avaliação da situação fundiária, vistorias e outras diligências), 975 foram notificados e 54 estão na etapa de notificação.Após a notificação, o proprietário tem o prazo de 1 ano para dar uso aquele imóvel – não necessariamente social. Caso o imóvel continue ocioso após esse período, o proprietário entra para a lista do IPTU Progressivo no Tempo, em que o valor do imposto é dobrado a cada ano em que o imóvel continuar sem utilidade (limite de 15% do valor do imóvel).
 
Caso o imóvel continue ocioso após cinco anos da primeira notificação, a Prefeitura poderá entrar com processo para sua desapropriação.Todo o processo de cadastramento, análise e notificação dos proprietários é contínuo. Seus resultados podem ser acompanhados nas listagens divulgadas periodicamente no site da secretaria de Desenvolvimento Urbano.

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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação / Portal da Prefeitura.

 


O termo “biofilia” é utilizado pela Universidade de Harvard para definir o grau em que os seres humanos estão conectados com a natureza e com outras formas de vida.

Timothy Beatley, autor do livro “BiophilicCities: Integrating Nature into Urban Design and Planning”, aplica o termo biofilia às cidades que apresentam um desenho urbano que permite aos habitantes desenvolverem atividades e um estilo de vida que os deixa aprender com a natureza e comprometer-se com seu cuidado. Além disso, as instituições locais das cidades biofílicas destinam parte do orçamento dos seus governos para cumprir este compromisso. 

Para Beatley, o projeto biofílico tem aumentado nos últimos anos, particularmente nos edifícios que buscam integrar características naturais, como luz, ventilação e vegetação; no entanto, a grande maioria dos centros urbanos não tem canalizado seus esforços para desenvolver esta tendência. 

Conheça, a seguir, sete características das cidades biofílicas.

1. Natureza abundante nas proximidades das cidades com grande número de habitantes. 

Para alcançar esta característica, as cidades biofílicas possuem programas públicos de infraestrutura de áreas verdes que lhes permitem destinar uma porcentagem de seu orçamento para financiar estes projetos. Levando isso em conta, Nova York se qualifica como uma cidade biofílica, já que conta com o programa PlaNYC, que pretende que em 2030 cada habitante da cidade tenha um espaço público verde a 10 minutos de caminhada. Seattle também se classifica como uma cidade biofílica, porque tem o plano Seattle P-Patch, que visa construir um jardim urbano comunitário para cada 2.500 habitantes. 

2. Afinidade entre cidadãos, flora e fauna nativa

Bentley considera o clima, a flora e a fauna como características que definem o lar urbano. Por isso, considera fundamental que as autoridades municipais eduquem, estimulem e incentivem os habitantes a conhecer as espécies locais e nativas da flora e fauna, para que as comunidades valorizem seus benefícios ambientais e procurem preservá-los. 

Em Wellington, Nova Zelândia, esta prática já é uma realidade graças ao trabalho de mais de sessenta grupos comunitários e voluntários de conservação que nos últimos anos tem realizado 28.000 horas de serviço em 4.000 hectares de reservas naturais. No caso de Oslo, Noruega, mais de 81% dos habitantes visitou em 2012 os bosques que rodeiam a cidade, o que demonstra o valor que os residentes dão pela paisagem natural. 

3. Oportunidades para estar ao ar livre e desfrutar da natureza

A urbanização leva à falta de áreas verdes e à valorização dos terrenos baldios como um verdadeiro prêmio. Para não criar a sensação de que faltam espaços verdes, pode-se conectar os parques urbanos existentes através de caminhos que facilitem o acesso a essas áreas por parte dos moradores. Assim, as cidades biofílicas oferecem várias opções para se estar ao ar livre e realizar caminhadas.

Singapura já conectou seus parques, integrando 200 quilômetros de caminhos por meio de passarelas elevadas que permitem que habitantes de diferentes pontos da cidade entrem nos parques. Entretanto, Anchorage, Alaska, tem 1,6 km de caminhos naturais a cada 1000 habitantes. Estes são multiusos e dão a possibilidade de serem utilizados durante todo o ano, tanto para realizar passeios como para esquiar. 

4. Ambientes multissensoriais

A integração de espaços naturais e corredores ecológicos na trama urbana podem ajudar a criar as condições necessárias para novos espaços multissensoriais, onde os sons naturais são tão apreciados como a experiência visual de percorrer um parque.  Um exemplo de espaços multissensoriais é um projeto norueguês que busca iluminar oito rios de Oslo. Isto será parte de Akersleva, um corredor que permitiria aos cidadãos do centro da cidade se transportar até os parques próximos passando por caminhos com 14 áreas de silêncio. 

5. As cidades biofílicas concedem um papel importante à educação no campo da natureza

A educação sobre a natureza pode promover a adoção de uma vida sustentável por parte da população. As cidades biofílicas dão importância à educação em campo, porque dá a possibilidade de unir-se com outras pessoas para conectar-se com a natureza, podendo ser através de caminhadas guiadas, acampamentos ou voluntariado para recuperar áreas naturais. 

Em Limerick, Irlanda, vários grupos ambientalistas estão trabalhando com o município para educar a população sobre a biodiversidade e as espécies selvagens nativas. Urban Tree Project  e Limerick City Biodiversity Network são dois novos grupos que tem envolvido a população local com a natureza, oferecendo visitas guiadas, conferências e recursos online para aprender sobre a importância da biodiversidade.

6. Investimento em infraestrutura social que ajude a população urbana à compreender a natureza

O investimento nesta área é um excelente indicador de uma cidade biofílica. De acordo com Beatley, as cidades deste tipo investem em torno de 5% do seu orçamento dedicado à biodiversidade e pelo menos colocam em funcionamento um projeto biofílico por ano. Com isso, podem-se construir centros de vida silvestre e museus de história natural, financiar iniciativas escolares e programas de recreação, entre outros. 

Em Portland, Oregon, essa porcentagem do orçamento se superou notavelmente e tem-se feito investimentos em infraestrutura social e “verde”, já que contam com os parques urbanos com maior superfície per capita dos Estados Unidos. Entretanto, N’Parks de Singapura tem um programa de incentivos chamado Skyrise Verde, que financia até 75% dos projetos para jardins urbanos em telhados e paredes verdes. 

7. As cidades biofílicas tomam medidas para apoiar ativamente a conservação da natureza

As cidades devem ter em conta a sua pegada ecológica e os impactos negativos sobre o ambiente que gera a população e as atividades desenvolvidas pela mesma. Para conseguir isso, as cidades - que podem ser chamadas de biofílicas - focam no desenvolvimento compacto e na designação de áreas protegidas através da criação de planos de ação para proteger a biodiversidade do lugar.

Em Nagoya, Japão, 10% do solo está localizado ao lado dos limites urbanos, de modo que fique em um estado não gerenciado e possa ser protegida como reserva natural. Enquanto isso, Phoenix, EUA, comprou 17.000 hectares de deserto a fim de evitar os efeitos negativos da expansão urbana da cidade e designar esta área como um lugar para a conservação da natureza.

Também o caso de Vitória - Gasteiz, no País Basco, cidade que está cercada por um cinturão verde para limitar o desenvolvimento da cidade e proteger o pantanal Salburua. Como este plano tem dado bons resultados, está sendo estudada a possibilidade da criação de um anel verde interno para levar as áreas verdes para dentro da cidade.

Para Beatley, os indicadores que se concentram na introdução e proteção de áreas verdes naturais ao interior das cidades, incentivam a interação dos habitantes com a educação ambiental e restauração dos habitats das cidades. Considerando que mais da metade da população mundial vive em centros urbanos onde há uma carência de natureza, a biofilia tornou-se a melhor opção para as cidades. 

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Constanza Martínez Gaete no Plataforma Urbana. Tradução Archdaily Brasil. 

 


"O Grande Momento" (1957) e "A Hora e a Vez de Augusto Matraga" (1966), dois clássicos do cinema brasileiro dirigidos por Roberto Santos, ganharão novas cópias.
 
Os herdeiros do cineasta (1928-1987) contam que o processo de restauração de "O Grande Momento" foi concluído no começo do ano. Já o de "Augusto Matraga", uma adaptação do famoso conto de João Guimarães Rosa (1908-1967), está em fase de finalização.

A restauração foi realizada pela Cinemateca Brasileira em conjunto com parceiros externos. A família do diretor gostaria de lançar os dois filmes em DVD e na Netflix, mas alega esbarrar em um empecilho com relação a "Augusto Matraga".

As filhas de Guimarães Rosa, explica a viúva do cineasta, não autorizam a distribuição comercial da obra. "As filhas querem um comprovante do contrato de cessão dos direitos autorais do conto. Mas isso ocorreu nos anos 1960, naquela época não havia esse rigor todo na documentação", diz Marília Santos.

"Os direitos do conto foram comprados em 1963, por um produtor chamado Ferdinando Aguiar. Ele não conseguiu fazer o filme e passou os direitos para o Roberto depois. Não temos o contrato. Mas há vários registros da imprensa da época que mostram o Guimarães nas filmagens, na estreia do filme. Caso não tivesse cedido o conto, não teria ido, né?", argumenta Marília.

Procurada, a família de Guimarães Rosa não quis comentar o fato.

"O Grande Momento", filme de estreia de Santos, narra a trajetória de um jovem (Gianfrancesco Guarnieri) angustiado em busca de dinheiro para pagar sua festa de casamento.

Retrato realista dos impasses dos trabalhadores numa grande cidade (São Paulo), o filme foi um dos precursores do cinema novo, movimento que ganhou força nos anos 1960.

Em "A Hora e a Vez de Augusto Matraga", Leonardo Villar interpreta o personagem-título, um fazendeiro violento que revê seus atos após ser vítima de uma emboscada. O longa representou o Brasil na competição oficial do Festival de Cannes em 1966. "As cópias em película destes dois filmes estavam bem deterioradas.

Especialmente o "A Hora e a Vez", que tinha problemas graves no som e em alguns trechos. A restauração veio em ótima hora. Pena que ocorra esse problema com o 'Matraga'", diz Roberto Santos Filho.

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Redação da Ilustrada / Folha de S.Paulo.


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