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A Agência CC&P criou, em parceria com o Metrô de São Paulo, uma websérie com o objetivo de mostrar para o público o trabalho que há nos bastidores do maior sistema de transporte metroviário do Brasil – e um dos maiores do mundo. Intitulada “Entrelinhas – Histórias em Movimento”, a websérie, com seis episódios, têm funcionários e passageiros reais como personagens e já começou a ser veiculada nos ambientes digitais como sites de notícias, Youtube e redes sociais do Metrô.

No livro são transmitidos relatos históricos sobre o mosteiro e sua relação com a cidade, tudo por meio da comida. Foto: Divulgação.No livro são transmitidos relatos históricos sobre o mosteiro e sua relação com a cidade, tudo por meio da comida. Foto: Divulgação.

O Mosteiro de São Bento de São Paulo é muito famoso pelo canto gregoriano entoado pelos monges e pela beleza de sua igreja histórica, mas é também conhecido por sua loja onde são comercializados pães, bolos, biscoitos e outras delícias monásticas.

Há 50 anos a cidade de São Paulo se despedia do seu sistema de bondes elétricos. Tudo foi definido em 1949 quando o crescimento da metrópole superava as expectativas e o ônibus a diesel era a solução prometida para se chegar mais longe sem os supostos “inconvenientes” das panes elétricas.

Começou na Augusta, depois foram os Jardins que perderam seus coletivos, enterrados por asfalto, simplesmente. A promessa era que além dos ônibus diesel a cidade tivesse mais trolleybus (trólebus) no futuro. Mas assim como as Grandes Avenidas de Prestes Maia, o plano fracassou. 

Ao longo dos anos 1950 a extinção do bonde chegava à Zona Norte, Zona Leste e toda a Zona Oeste nos bairros de Pinheiros e Lapa, ano a ano, carro por carro, sendo que alguns bairros ainda servidos por bondes puxados por animais. Em seu lugar, asfalto sobre os paralelepípedos. Sem plano de metrô, que em Buenos Aires já existia desde 1913, amargamos com a falta de planejamento. Aqui no Brasil passamos de 2,2 milhões de habitantes em 1929 para 4,4 milhões em 1938. Já havia demanda para metrô e curiosamente havia espaço de sobra para construir.

Pequenas ou grandes, as cidades de todo o mundo têm desafios comuns, em especial os trazidos pela rápida urbanização e pelas mudanças climáticas. As Nações Unidas estimam que 4 bilhões de pessoas —mais da metade da população global— vivem nos centros urbanos. Até 2050, mais de dois terços da população mundial viverá nas cidades, o que gerará uma demanda crescente por moradias acessíveis, sistemas de transporte bem conectados e outras infraestruturas e serviços, além de empregos.

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