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Vista da pinacoteca do MASP em 2015. Foto: Eduardo Ortega​​.Vista da pinacoteca do MASP em 2015. Foto: Eduardo Ortega​​.Nesta semana, durante a SP-Arte, o MASP lançou uma edição de seu icônico cavalete de cristal, utilizado para expor as obras de seu acervo. Com o aval e parceria do Instituto Bardi/Casa de Vidro, as novas peças de concreto e vidro foram redesenhadas pelo escritório Metro Arquitetos Associados, conforme o projeto original da arquiteta Lina Bo Bardi. A edição é limitada, cada unidade custa R$ 10 mil e a renda será revertida integralmente para projetos do Museu.

© Romullo Baratto.© Romullo Baratto.

Tirados de cena em 1996, os suportes de concreto, madeira e vidro tiveram seu projeto revisado pelo escritório METRO Arquitetos, que assumiu em  área de expografia do MASP.  Em 2015, o Museu trouxe de volta, os icônicos cavaletes de cristal e uma expografia bastante semelhante à original concebida por Lina Bo Bardi (1914-1992), que, quase cinco décadas depois, continua a impressionar por seu modo inovador de exibir obras de arte em um espaço museológico. 

© Romullo Baratto.© Romullo Baratto.

Neles são exibidas 117 obras do acervo, abrangendo um arco temporal que vai do século 4 a.C. aos anos 2000, mesclando as diversas coleções do museu, espalhadas pela planta livre do segundo andar. Também chamados de cavaletes de vidro, eles havim sido removidos em 1996 e voltarem inseridos no contexto de recuperação das proposições da arquiteta para o MASP. Além disso, apresentam às gerações recentes um projeto expográfico radical que, nos últimos vinte anos, persistiu no imaginário do público brasileiro e internacional, porém conhecido pelos visitantes mais jovens do museu apenas por meio de fotografias ou documentação.

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Da Redação, com informações do MASP.

A poluição urbana é um problema de saúde pública que gera medidas drásticas dos governos para diminuir as emissões de gases tóxicos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 7 milhões de pessoas morrem mais cedo no mundo devido a complicações ligadas aos poluentes nas cidades. Poucos se interessam, porém, aos efeitos sobre os animais domésticos – que, como o homem, respiram cotidianamente o mesmo ar contaminado das metrópoles.