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No dia 18 de dezembro, foram anunciados os projetos vencedores do concurso nacional de arquitetura para o restauro e a modernização do edifício-monumento do Museu Paulista (MP), localizado no bairro do Ipiranga, em São Paulo. O concurso foi lançado no último 7 de setembro, dentro das comemorações do Museu do Ipiranga em Festa. De um total de 13 trabalhos inscritos, nove foram habilitados para a participação. Como critérios de avaliação, foram considerados aspectos como racionalidade, funcionalidade e exequibilidade técnica; respeito às características materiais, estruturais, composição e documentais do edifício; criatividade, solução estética e inovação do projeto; atendimento às especificidades do uso e das soluções de circulação e acessibilidade; e adoção de critérios e soluções de projeto para a sustentabilidade ambiental.

Imagem: Cortesia / H+F Arquitetos.Imagem: Cortesia / H+F Arquitetos.O projeto vencedor foi escolhido por uma comissão julgadora composta de 11 membros indicados pela promotora do concurso, incluindo representantes dos órgãos de tombamento federal, estaduais e municipais, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e por parceiros institucionais, como Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo.

O júri foi presidido pelo pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP, Marcelo de Andrade Roméro, e formado pela diretora do Museu, Solange Ferraz de Lima; pela professora do MP, Maria Aparecida de Menezes Borrego; pela museóloga Vera Lúcia Bottrel Tostes; pelo professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU), Angelo Bucci; pelo presidente do Ibram, Marcelo Mattos Araújo; pelo engenheiro João Appleton; e pelos arquitetos Marcos José Carrilho (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan), Walter Luiz Fragoni (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico – Condephaat), Mariana de Souza Rolim (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo – Conpresp) e Sabrina Studart Fontenele Costa (IAB). O grupo recebeu, ainda, o auxílio de uma comissão técnica composta de especialistas renomados das áreas e coordenada pelo professor Paulo Garcez Marins.

Veja, abaixo, os projetos premiados:

Primeiro lugar - H+F Arquitetos

Imagem: Cortesia H+F Arquitetos.Imagem: Cortesia H+F Arquitetos.

Imagem: Cortesia H+F Arquitetos.Imagem: Cortesia H+F Arquitetos.

Equipe Arquitetura e Restauro: Eduardo Ferroni, Pablo Hereñú; Amanda Domingues, Anna Beatriz Ayroza Galvão, Camila Paim, Carolina Klocker, Griselda Kluppel, João Pedro Sommacal De Mello, Joséphine Poirot-Delpech, Levy Vitorino, Michele Meneses de Amorim, Olympio Augusto Ribeiro.

Segundo lugar - Pires Giovanetti e Guardia + Metropole Arquitetos

Imagem: Cortesia de Pires Giovanetti e Guardia + Metropole Arquitetos.Imagem: Cortesia de Pires Giovanetti e Guardia + Metropole Arquitetos.

Imagem: Cortesia de Pires Giovanetti e Guardia + Metropole Arquitetos.Imagem: Cortesia de Pires Giovanetti e Guardia + Metropole Arquitetos.

Arquiteto Responsável: Anna Helena Villela, Juca Pires e Silvio Oksman.
Equipe: Vito Macchione, Ariel Somekh, Maria Beatriz Aves de Souza, Bruna Lima Caracciolo.

Terceiro lugar - Vigliecca & Associados

Imagem:Cortesia de Vigliecca & Associados.Imagem:Cortesia de Vigliecca & Associados.

Imagem:Cortesia de Vigliecca & Associados.Imagem:Cortesia de Vigliecca & Associados.

Autores: Héctor Vigliecca, Luciene Quel, Ronald Werner Fiedler, Neli Yumi Shimizu.
Arquitetos responsáveis: Héctor Vigliecca, Luciene Quel, Ronald Werner Fiedler, Neli Yumi Shimizu.
Equipe: Fernanda Gomes Trotti, Pedro Ichimaru Bedendo, Carolina Passos, Kelly Cristina Coquetto Bozzato.

Museu do Ipiranga foi fechado à visitação pública foi fechado à visitação pública em 2013 e, desde então, o prédio vem passando por uma série de intervenções estruturais. Paralelamente, o museu começou a tratar da transferência de seus acervos para viabilizar a execução das obras, tendo sido concluídas e reabertas ao público a Biblioteca e a área de Documentação Histórica e Iconografia.

O vencedor terá o prazo de 12 meses, a contar da assinatura do contrato, para a elaboração do projeto executivo, com um custo de R$ 5,6 milhões. Com o projeto finalizado, a USP poderá efetuar a licitação das obras, que deverão ter início em 2019. A previsão é que o museu seja reaberto em 2022, nas celebrações do Bicentenário da Independência. O edifício passará a ser dedicado exclusivamente à visitação pública, com exposições e espaços de fruição visual de sua arquitetura monumental. 

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Por Eduardo Souza no Arch Daily.

Classificar cidades pode ser uma tarefa bastante arriscada. Como podemos ser objetivos e justos quando este planeta de 7,6 bilhões de habitantes nunca chegou nem perto de um consenso? Entretanto, a empresa de consultoria Resonance Consultancy assumiu este desafio com base nas opiniões que realmente importam: "moradores e turistas".

Pesquisas foram feitas com moradores locais e turistas à respeito de 23 diferentes fatores (agrupados em seis categorias - lugar, produto, programação, pessoas, prosperidade e promoção). A metodologia pretende ser de fácil compreensão para a classificação das qualidades da cidade e sua reputação. Na categoria "pessoas", por exemplo, os pesquisadores analisaram a taxa de imigração e a diversidade humana de uma cidade, incluindo o número de residentes estrangeiros. Também foi levado em consideração quantas vezes uma cidade é mencionada nas plataformas digitais como o Facebook, o Google e até o TripAdvisor. Além disso, as cidades também foram classificadas quanto à qualidade de seus bairros, marcos históricos e parques.

Categorizamos estes seis fatores de avaliação: lugar, produto, programação, pessoas, prosperidade e promoção. Em suma, o desempenho obtido nestas seis categorias reflete a "equidade relativa de um lugar" e fornece dados para compará-las umas com as outras.

Aqui estão as 10 melhores cidades de acordo com o relatório "World's Best Cities Report" de 2018.

#10 Chicago, EUA

Foto: Pedro Lastra.Foto: Pedro Lastra.

“Ao longo de seus dois séculos de existência, a cidade de Chicago se tornou uma das mais importantes cidades do país. Possui algumas das melhores infra-estruturas urbanas do mundo - o que chamamos de "hardware urbano" que compõe nossa categoria "produtos" (na qual Chicago alcançou a sétima posição globalmente) e uma das mais difíceis de classificar. Museus, aeroportos e sistemas de transporte público levam anos para serem construídos e são caros de manter, mas são vitais para seus habitantes e também para que seus visitantes possam explorar livremente seu território“.

#9 San Francisco, EUA

Foto: Patrik Gothe.Foto: Patrik Gothe.

“No coração da Califórnia, a história se repete. Jovens sonhadores e ambiciosos são atraídos por esta cidade e todas as oportunidades que ela pode oferecer: primeiramente vieram em busca do ouro, e depois eles vieram para mudar o mundo (2017 foi o 50º aniversário do Verão do Amor ). Atualmente, as pessoas vem à San Francisco para reinventar a si mesmos. Vanguarda da contracultura por anos e anos, San Francisco agora é o berço das principais novidades tecnológicas - muitas vezes as inovações produzidas no Vale do Silício, 45 minutos ao sul, são testadas primeiramente em suas ruas.“

#8 Barcelona, Espanha

Foto: Erwan Hesry.Foto: Erwan Hesry.

“A efervescente capital catalã é uma mistura de praia, arquitetura e cultura. Um desenho urbano impressionante e edifícios muitas vezes surreais proporcionam à Barcelona uma atmosfera única. Bairros repletos de cores pulsam ao ritmo alternativo entre modernidade e sofisticação. As longas faixas de areia à beira mar e seus parques estão em uma simbiose perfeita com o clima idílico durante todo o ano, onde é possível jantar ao ar livre em qualquer um dos seus inúmeros cafés aconchegantes“.

#7 Dubai, EAU

Foto: David Rodrigo.Foto: David Rodrigo.

“A relação de Dubai com o design, a arquitetura e a cultura de consumo nunca poderia ser descrita como discreta e restrita, muito pelo contrário. O prédio mais alto do mundo, a corrida de cavalos mais lucrativa do planeta. As fontes dançantes mais impressionantes já construídas. A única propriedade sete estrelas do mundo. E, porque superlativos jamais bastam para esta cidade, o shopping mais visitado do planeta. Sim, tudo é impressionante na cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos.“

#6 Cingapura

Foto: Mike Enerio.Foto: Mike Enerio.

“Poucas cidades se desenvolveram tanto e tão rapidamente como a cidade-estado de Cingapura ao longo dos últimos 50 anos. A transformação meteórica desta antiga colônia, politicamente instável e pobre em recursos, em um dos maiores centros de distribuição (o mais movimentado do mundo) e, posteriormente, em uma das mais importantes cidades da Ásia, tem em sua engenharia sua marca mais ambiciosa.“

#5 Tóquio, Japão

Foto: Andre Benz.Foto: Andre Benz.

“A dinâmica cidade de Tóquio, suas inovações e alta eficiência hipnotizam todos os seus visitantes. Mas somente quando analisamos os motivos para o desenvolvimento desta magnifica engenharia e a qualidade de seu design que nos damos conta de outro importante elemento: a resiliência - quando a população deste país precisa lidar com a radiação nuclear, terremotos e tsunamis ou ainda, como foi visto nos últimos sete anos, todo os três simultaneamente.“

#4 Moscou, Rússia

Foto: Astemir Almov.Foto: Astemir Almov.

“Intrigante e cada vez mais chamativa, a capital da Rússia é uma mina de ouro e cultura desde tempos imemoriais. Qualquer pessoa que visite a Rússia irá dizer que se sente profundamente influenciado por sua cultura - pelo menos aqueles que visitam a capital do país - é algo que não se pode fugir: você vai ser enfeitiçado por Moscou no momento em que pisar nesta cidade infinitamente fascinante e dinâmica“.

#3 Paris, França

Foto: Thomas Birke.Foto: Thomas Birke.

“O compromisso com a alta qualidade em tudo que se produz nesta cidade faz com que Paris fique no coração de cada visitante, ansiosos por um breve retorno e fazendo com que muitos antecipam uma primeira visita. Apesar dos contínuos ataques terroristas nos últimos anos, os parisienses se recusam a desistir de sua alegria de viver e do seu orgulho incomparável por sua cidade - orgulho que foi cultivado, defendido, dilacerado e resgatado ao longo das margens do Sena e de suas avenidas por mais de mil anos“.

#2 Nova York, EUA

Foto: Jake Rajs.Foto: Jake Rajs.

“A cidade americana com melhor classificação neste Ranking não poderá nunca ser definida, muito menos apresentada em tão poucas linhas. Rótulos como "a cidade que nunca dorme" foram forjados à muito tempo em referência a esse reino noturno das atividades humanas. Hoje, representa a ambição sem limites por superar os limites do que é possível em um contexto urbano, enquanto procura um futuro mais sustentável para sua cidade“.

#1 Londres, Inglaterra

Foto: Modern Architecture London.Foto: Modern Architecture London.

“Londres, atualmente, pode ser representada por um Diagrama de Venn bem conciso e multi-cultural com centros comerciais luxuosos, universidades e faculdades cobiçadas (a cidade conta com mais de 40 instituições de ensino superior) e, por fim, restaurantes para satisfazer o paladar de um número cada vez maior de visitantes curiosos. Ela reina soberana no topo do ranking das melhores cidades do mundo porque é a única cidade do planeta que alcançou o Top 10 em todas as seis categorias.“

Saiba mais sobre as cidades no link https://www.bestcities.org/

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Fonte: AD Editorial Team.

Os deputados estaduais de São Paulo aprovaram na quarta-feira (27) um projeto de lei que estabelece a "Segunda sem Carne" em todos o estado. A proposta pretende restringir a venda de pratos com carne em restaurantes, bares e refeitórios públicos às segundas-feiras. 

De autoria do deputado Feliciano Filho (PSC), que é ligado à causa animal, o texto proíbe “o fornecimento de carnes e seus derivados às segundas-feiras, ainda que gratuitamente, nas escolas da rede pública de ensino e nos estabelecimentos que ofereçam refeição no âmbito dos órgãos públicos”.

A redação não deixa claro se a medida vale apenas carne vermelha ou se abrange também aves e peixes. Hospitais e unidades de saúde pública ficam isentas desta proibição.

O projeto também obriga restaurantes, lanchonetes e bares a fixar em local visível ao consumidor um “cardápio alternativo sem carne e seus derivados”. O texto prevê multa de 300 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps) em caso de descumprimento (o que equivale, atualmente, a R$ 7.521).

“O reino vegetal é plenamente capaz de suprir as necessidades de uma população. Isso porque uma alimentação sem ingredientes de origem animal é ética, saudável e sustentável. Não se pode esquecer que, assim como nós, os demais animais querem ser livres e ter uma vida normal junto a membros da sua espécie”, argumenta o parlamentar.

Campanha internacional

Imagem: Meat Free Mondays.Imagem: Meat Free Mondays.A Campanha Meat Free Mondays (Segunda Sem Carne) é encabeçada por Paul McCartney no Reino Unido e alcança outros 44 países. O objetivo da mobilização é conscientizar as pessoas para uma alimentação com menor sofrimento animal e impactos negativos no planeta. 

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Da Redação.

“Inaugura-se amanhã o cinema que faltava em São Paulo!”, dizia o anúncio publicado no Estadão na véspera. A abertura do Cine Olido, na avenida São João,  foi um grande acontecimento naquele 13 de dezembro de 1957 para 1.500 convidados, entre eles o governador de São Paulo Jânio Quadros.

A “retumbante festa”, como descreveu o jornal alguns dias depois começou com “holofotes, cordões de isolamento, três bandas de música e bela decoração”. E isso foi só o “trailer”, segundo o texto publicado no Suplemento Feminino. Uma orquestra com 36 músicos regida pelo maestro Rafael Puglielli executou números instrumentais e acompanhou as contoras Cidalia Meireles e Laila Cury. “No requintado ambiente surgiu até o 'raio de lua' que romanticamente se 'derramou' sobre os convidados surpresos”.

A sessão de cinema começou com a exibição de um 'short', como eram chamados os filmes de curta-metragem, um cinejornal sobre o Paraná dirigido pelo documenarista Primo Carbonar. O filme “Tarde Demais para Esquecer”, com os astros Debora Kerr e Cary Grant e que por seis meses seria exibido exclusivamente no Olido, encerrou a programação. Na saída da moderna sala de espera, um órgão completava o encantamento dos presentes, oferecendo-lhes suave música para encerrar a bela noite”.   

O requinte e o glamour que marcaram o início das atividades não eram as únicas atrações oferecidades pelo Olido. Com uma grande opção de salas pelo centro da cidade, o cinema era uma das principais formas de diversão e lazer naqueles tempos. Para se diferenciar da concorrência, o Cine Olido trouxe inovações que já eram vistas fora do país, com a venda antecipada de ingressos com poltrona marcada.

Se hoje isso é comum e corriqueiro, sendo  possível comprar o ingresso, a pipoca e o refrigerente com antecedência em breves cliques no smartphone,  à época essa simples mudança mostrava-se uma pequena revolução para a melhoria das aglomerações nas filas no tradicional sistema de compras.

As vantagens descritas no anúncio dão um panorama de como era concorrido ir ao cinema naqueles dias: “Você evitará sair de casa correndo!; não ficará mais na fila!; não apanhará chuva!; não será mais atropelado para entrar na sala de exibição; sentará com certeza ao lado de sua  esposa, sua noiva, sua namorada, seus amigos, com visibilidade perfeita!”

Uma reportagem do Jornal da Tarde em 1982, quando a grande sala de exibição perdera o glamour e foi dividida em três menores, descreveu como era a solene o ato de ir ao cinema nos áureos tempos. “Ir ao Olido implicava pequenos cuidados elegantes. Desde chegar antes do início da sessão para assistir ao espetáculo musical com piano e orquestra, até trajar-se com o cuidado de quem vai a uma festa, reparando em detalhes como combinar sapato e bolsa ou escolher camisas e vestidos impecavelmente engomados.

Ir ao Olido, lembram os frequentadores mais antigos, era um programa completo: era o primeiro cinema da cidade dentro de uma galeria, dos poucos que tinha piano e orquestra e um prefixo musical inesquecível “The Best Things In Life are Free”, uma oportunidade deliciosa para ir ao centro e, quem sabe depois, passear pelas avenidas e escolher uma boa casa de chá ou leiteria para terminar a tarde.”

Com o passar do tempo a região central da cidade foi perdendo o status que outrora possuía de local aonde as pessoas iam para ver e ser vistas, passear e ir aos cinemas, e com o surgimento dos shoppings, os cinemas de rua e mesmo o Olido, localizado em uma galeria, perderam a sua força. Desde 2004, o local vizinho à conhecida Galeria do Rock virou a Galeria Olido, um centro cultural municipal com sala para cinema, espetáculos de dança e local para  exposições.

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Por Cristal da Rocha no Acervo de O Estado de S.Paulo. *Imagens: Blog Salas de Cinema.

Para divulgar seu patrimônio cultural, a USP lança o Entreartes, um aplicativo gratuito que fornece informações sobre as atividades culturais oferecidas pela Universidade e permite que o usuário acumule pontos e troque por brindes ou horas em Atividades Acadêmicas Complementares (AAC).

O aplicativo, desenvolvido pela Superintendência de Tecnologia da Informação (STI), é uma parceria das Pró-Reitorias de Graduação e de Cultura e Extensão Universitária, com a adesão dos Museus da Universidade, das Unidades de Ensino e Pesquisa e dos Órgãos Centrais.

A ideia é dar mais visibilidade e incentivar alunos, docentes e funcionários a participarem das atividades culturais promovidas no âmbito universitário. “A USP tem uma quantidade incrível de atividades culturais, quase todas gratuitas e em todas as áreas. São tantas que muitas vezes mesmo quem está na USP não consegue ficar sabendo de tudo o que acontece e acaba nem participando”, explica o pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária, Marcelo de Andrade Roméro.

Quando uma atividade cultural é inserida no sistema Apolo pelo Museu, pela Unidade ou pelo Órgão Central, o responsável pode optar pela participação no Programa Entreartes. Então, o sistema gera um QR Code que deverá ser afixado em um local visível para que os visitantes possam fazer a identificação no aplicativo.

Todas as vezes que o usuário participar de uma atividade cultural – visitar um Museu, assistir a uma peça, filme, palestra ou concerto, por exemplo – ele deve aproximar o celular do QR Code disponível no local para gerar pontos, que poderão ser acumulados e trocados por livros da Edusp, cartões postais dos Museus da USP, camisetas e moletons.

Os pontos terão validade de um ano e poderão ser resgatados quando o participante acumular o número estabelecido.

Quando uma atividade cultural é inserida no sistema Apolo pelo Museu, pela Unidade ou pelo Órgão Central, o responsável pode optar pela participação no Programa Entreartes. Imagem: Reprodução.Quando uma atividade cultural é inserida no sistema Apolo pelo Museu, pela Unidade ou pelo Órgão Central, o responsável pode optar pela participação no Programa Entreartes. Imagem: Reprodução.“Os alunos de Graduação ainda têm a opção de converter os pontos em horas de Atividades Acadêmicas Complementares (AAC)”, explicou o pró-reitor de Graduação, Antonio Carlos Hernandes.

Detentora de uma grande variedade de coleções, acervos, edifícios históricos, museus e bibliotecas, a USP também desenvolve uma intensa programação cultural regular, com as Orquestras Sinfônica (Osusp) e de Câmara (Ocam), os conjuntos corais do Coralusp, os núcleos de Teatro (Tusp) e Cinema (Cinusp), o Centro Universitário Maria Antonia e de diferentes atividades promovidas pelas Unidades em todos os seus campi.

Disponível para iOS e Android, o aplicativo é gratuito e pode ser encontrado nas lojas Apple e Google Play.

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Fonte: Jornal da USP.