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Se você mora em São Paulo ou no Rio de Janeiro, prepare-se, elas vão continuar crescendo. São duas das 35 megacidades que a Terra terá em 2025.

Por definição, megacidade é uma área metropolitana que possui mais de 10 milhões de habitantes. Existem hoje 25 cidades desse tamanho no mundo e nos próximos 10 anos outras 10 entrarão nesse grupo.

Os maiores crescimentos se darão na Ásia: Daca, em Bangladesh, vai crescer 53%, Beijim 44% e Nova Delhi 43%.

As maiores cidades em número de habitantes também estarão na Ásia: Tóquio (39 milhões), Nova Delhi (33 milhões), Xangai (28 milhões),  Bombaim (27 milhões) etc.

Repare que não haverá cidade com mais de 10 milhões de habitantes na Europa, na África e na Oceanía.

Rio de Janeiro terá 14 milhões e São Paulo 23 milhões, menos do que a Cidade do México (25 milhões) e Nova Iorque (24 milhões). Los Angeles e Buenos Aires com 16 milhões de habitantes completarão as 6 megacidades das Américas.

É muita gente para uma cidade só!

Jurandir Craveiro no Blog do Jura.

Lei construída em amplo processo participativo pode permitir a criação de creches e postos de saúde em áreas verdes públicas, com compensação ambiental proporcional.

Uma das propostas da nova Lei de Zoneamento, atualmente em discussão na Câmara Municipal, facilitará a instalação de serviços públicos nas áreas periféricas da cidade. A minuta encaminhada para o Legislativo abre a possibilidade de criação de creches e postos de saúde em áreas verdes públicas, com a devida compensação ambiental.

A ideia é utilizar pequenas partes de terrenos de parques e praças para ampliar o atendimento de serviços essenciais, em especial saúde e educação. Essa possibilidade já está prevista no Plano Diretor Estratégico, aprovado em 2014.

“Às vezes tem um parque enorme e precisa de 1.500 metros para colocar uma creche. É uma intervenção pequena num parque grande, para atender uma demanda social. Não é um equipamento para substituir o parque, é um equipamento que vai se adequar ao perfil do parque e qualificá-lo, tudo isso condicionado à contrapartida ambiental e à dimensão do equipamento”, afirmou o prefeito Fernando Haddad.

O Parque Ibirapuera, a Praça Buenos Aires, a Praça Rotary e o Parque da Luz são exemplos de áreas verdes que já possuem serviços públicos integrados.

Segundo o projeto de lei de revisão do zoneamento, a implantação de novos equipamentos em áreas verdes está condicionada à comprovação da necessidade de serviços públicos na região. Estão previstas três formas de compensação ambiental. A principal delas, que será adotada prioritariamente, é a implantação de outra área verde pública, com metragem equivalente ao espaço não permeável ocupado pelo equipamento construído, no mesmo distrito ou subprefeitura.

Outras opções são a qualificação ambiental de área pública municipal já existente na mesma subprefeitura, com aumento da permeabilidade em área igual ou superior à ocupada pelo equipamento, ou a destinação de contrapartida financeira ao Fundo Municipal de Parques.

As áreas de preservação ambiental serão rigorosamente conservadas, e não há previsão de qualquer flexibilização da legislação ambiental, especialmente o Código Florestal.

A minuta da lei também garante que no mínimo 60% da área dos terrenos deve ser obrigatoriamente destinada a áreas verdes livres.

Participação

A proposta enviada pelo Executivo foi amplamente discutida com a sociedade com a realização de 41 oficinas de propostas e audiências públicas e cerca de 8.000 contribuições recebidas e analisadas. Agora, com o início da análise do texto no Legislativo, serão realizados novos encontros e haverá possibilidade de novas contribuições, antes que o projeto de lei seja levado à votação pelos vereadores.

Quota Ambiental

Entre as novidades propostas pelo novo zoneamento está a criação da Quota Ambiental, que associa uma perspectiva de qualificação ambiental à produção imobiliária. A medida fará com que o processo de transformação do espaço urbano, em especial o adensamento demográfico e construtivo, seja acompanhado de melhorias da drenagem –como instalação de dispositivos de retenção das águas pluviais e soluções paisagísticas voltadas à infiltração da água no solo – e medidas de redução das ilhas de calor e de melhoria da paisagem –por meio da arborização e do plantio de diversas espécies vegetais.

A Quota Ambiental exige que essas medidas sejam adotadas para que lotes com área superior a 500m² atinjam uma pontuação mínima necessária para obterem o licenciamento. A proposta ainda prevê incentivos para aqueles que pretenderem pontuação superior à mínima ou que apresentarem soluções sustentáveis comprovadas por certificação especializada.

Fonte:  Secretaria Executiva de Comunicação (SECOM).

O projeto de lei de zoneamento de São Paulo apresentado nesta terça-feira (2) pelo prefeito Fernando Haddad (PT) à Câmara Municipal inibe a construção de grandes condomínios fechados e shoppings, uma vez que institui tamanho máximo para lotes da cidade. Se o lote superar o limite fixado na legislação, é preciso fazer parcelamento do solo, com abertura de ruas de acesso público.

A mudança é significativa porque proíbe a existência de lotes na capital com metragem superior a 10 mil metros quadrados em zonas residenciais. O dispositivo vale para três zonas: Zonas Exclusivamente Residenciais (ZER), Zonas Predominantemente Residenciais (ZPR) e Zonas Corredor (ZCor), área que permite o comércio em regiões estritamente residenciais.

Em documento enviado à Câmara, Haddad argumenta que os valores adotados como limite máximo de área do lote tomaram por base a quadra como unidade de referência.

Na prática, a medida impede a criação de grandes shoppings ou condomínios fechados. Terrenos deste tamanho, agora, terão de ser parcelados e divididos em lotes menores, com abertura de ruas de acesso público.

A prefeitura diz que a limitação do perímetro dos lotes vai evitar a formação de grandes quadras que geram descontinuidade do sistema viário e que resultam em longas distâncias a serem percorridas, o que é incompatível com a escala do pedestre e com os preceitos da mobilidade urbana.

O impacto deverá ser sentido em regiões que devem passar por processo de reocupação, como as áreas ao redor da marginal do Tietê e nas laterais da via férrea da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em bairros como Mooca, na zona leste, e Ipiranga, na zona sul, que devem receber uma operação urbana.

Outras zonas terão limite de até 15 mil m². Em algumas zonas, o limite não se aplica, como a Zona Especial de Proteção Ambiental (Zepam).

Desenvolvimento econômico

As Zonas de Desenvolvimento Econômico (ZDE), também criadas por Haddad nesta nova lei, terão limite máximo ainda menor: 500 metros quadrados.

Além da ZDE, a nova proposta da Prefeitura cria a Zona Predominantemente Industrial - 2 (ZPI-2), áreas destinadas a usos industriais compatíveis com diretrizes previstas no Plano Diretor para territórios da Macrozona de Proteção e Recuperação Ambiental.

Segundo a Prefeitura, as medidas buscam o fortalecimento do setor produtivo na periferia.

Fonte: Folha de S.Paulo 

 

Capital paulista é a nona colocada do mundo e a primeira do Brasil em ranking sobre os panoramas urbanos das grandes metrópoles.

A cidade de São Paulo entrou para um novo ranking: o das metrópoles com skylines (panorama urbano) mais impactantes. A classificação é feita pelo grupo alemão Emporis, que reúne informações sobre edifícios de todo o mundo. 

A capital paulista ficou na nona posição, entre 100 cidades classificadas, à frente de outras capitais brasileiras, como Rio de Janeiro (25ª) e Recife (30ª). Também ultrapassou metrópoles famosas como Londres, na Inglaterra, Paris, na França, e Sydney, na Austrália. 

O ranking, de acordo com o site da Emporis, é obtido pela pontuação atribuída a cada edifício de grande altura da cidade, de acordo com a área que ocupa. O cálculo não inclui torres de televisão, mastros, pontes ou outras estruturas. 

Veja quais cidades estão no top 10, em ordem decrescente: http://bit.ly/1IY8vns

Fonte: Estadão. 

Muitos das propagandas mais inspiradas e incríveis, do ano passado, não foram encontrados na TV, na mídia impressa ou na midia on-line.

Elas foram encontrados fora, nas ruas e outros ambientes, onde os anunciantes se jogaram no mundo real e trouxeram novas dimensões para suas marcas. São exemplos de possibilidades criativas que poderiam ser pensadas por aqui.

Confira no link, 14 dos favoritos da ADWEEK. Todos eles poderosos para fazer, imediatamente, marcas relevantes e incrivelmente legais.

Aqui:  http://bit.ly/1AsPZfv

Iniciativa visa recuperar um milhão de metros quadrados de passeios públicos ao custo de R$ 40 mi; quem não arrumar antes, receberá a conta.

A Prefeitura de São Paulo vai recuperar e construir um milhão de metros quadrados de calçadas, até o final do ano, a um custo total de R$ 40 milhões – ou R$ 40 por metro quadrado. Segundo o prefeito Fernando Haddad (PT), desse total, 85% serão cobrados de donos de terrenos particulares com calçadas por fazer ou reparar em barros pertencentes às 32 subprefeituras da capital. Em 28 delas, as obras já foram iniciadas.

Pelo plano da prefeitura, o dono de calçada notificado – possibilidade que consta em lei municipal de 2013 – terá até 60 dias para fazer o reparo. Caso o faça, a multa não será cobrada. Se não fizer, a própria prefeitura o fará, mas cobrará a conta, posteriormente, do proprietário.“A lei de 2013 prevê um método inteligente: multa-se aquele cujo passeio esteja em desacordo com a lei, mas são dados a ele 60 dias para fazer o reparo. Se fizer, a multa cai, porque o objetivo não é arrecadar, mas ter o passeio arrumado. Se não arrumar, a prefeitura além de multá-lo, o cobrará pela obra”, disse o prefeito, que, em mais de uma ocasião, reforçou que a iniciativa “nunca foi feita no passado”.

“São Paulo foi toda feita para valorizar o carro – e, portanto, a calçada é só a travessia da rua para garagem – nunca foi feita como local privilegiado para o pedestre. Nosso foco é arrumar o passeio, e a atenção estará nos 300 mil metros quadrados de ruas oficiais sem calçamento e nos mais de 700 mil metros quadrados que colocam em risco o pedestre”, completou o petista.

A Prefeitura prometeu priorizar as obras em calçadas dos entornos de prédios públicos, tais como parques, escolas e unidades básicas de saúde.  Em situações irregulares nesses casos, declarou o prefeito, “eles não são nem [passíveis] de notificação, somos nós [que teremos que arrumar], é para fazer imediatamente”.

Plano de metas para calçadas ainda não atingiu 50% de cumprimento

O cronograma das ações será divulgado nas regiões pelas 32 subprefeituras.  A expectativa é que, apesar de a iniciativa ter sido estudada e levantada por dois meses, a participação dos moradores ajude a corrigir eventuais falhas de planejamento ou execução. A prioridade, porém, será dada para a realização de calçadas onde elas não existem – presentes majoritariamente na periferia, que nos bairros centrais.

O Plano de Metas da gestão Haddad prevê a adequação de 850 mil metros quadrados de passeios públicos até o final do ao que vem. Em 2013, foram tornados acessíveis 112,5 mil metros quadrados, e outros 171 mil em 2014. Com o anúncio de hoje, o objetivo é que, até dezembro do ano que vem, mais de 1,5 milhão de metros quadrados seja reformados ou refeitos na capital.

Janaina Garcia no Terra. 

 

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