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Uma startup do Arizona (EUA), criou um ônibus que reúne tudo o que seria um veículo do futuro. Batizado de Olli, o ônibus é impresso em 3D, com direito a algumas partes recicláveis, é movido a energia elétrica e não precisa de motorista, com capacidades totalmente autônomas e que podem ser usadas em um modelo de corrida sob demanda, como o Uber. Quanta coisa, né? Já mencionei que uma parceria com o Watson, plataforma cognitiva da IBM, leva comandos de voz para o veículo?
 

Quem produziu tudo isso foi a Local Motors, empresa que cria conceitos fora da caixa que podem dar muito certo no mercado. O último lançamento deles foi o Strati, um carro que também foi impresso em 3D. No caso do Olli, o modelo é ainda mais interessante porque ele também é autônomo e pode ser usado para compartilhamento de corrida. O plano da empresa é abrir micro-fábricas nos Estados Unidos — e no mundo — para produzir o ônibus sob demanda.

Já que o projeto em 3D está pronto, é basicamente uma questão de conseguir os materiais necessários e esperar algum comprador. Em cerca de 11 horas — 10h para a produção e 1h para a montagem — o Olli sai da fábrica pronto para ser usado. E, por meio de parcerias, já pode sair pelas ruas. Em entrevista à AFP, John Rogers, cofundador e CEO da empresa, disse que é apenas uma questão das autoridades reguladoras permitirem o uso do Olli.

Interior do Olli. Foto: Divulgação.

Um dos maiores desafios para o Olli é o que Rogers chama de fielding, ou seja, adaptar o Olli às especificações locais de cada região e oferecer o serviço para governos locais e outros compradores. A comparação com o Uber é válida porque os passageiros podem chamar o veículo a partir de um aplicativo no celular. Ele carrega até 12 pessoas. Imagina que legal se essa ideia emplaca e podemos ir de ônibus impresso em 3D ao trabalho? O custo de produção do Olli não foi revelado, mas o Strati era vendido por US$ 5 mil.

A parceria com a IBM traz a inteligência do Watson para o miniônibus. Com comandos de voz que reconhecem linguagem natural, o passageiro pode falar “me leve ao trabalho” e também perguntar como o Olli funciona. Graças à aprendizagem de máquina, também será possível recomendar destinos aos passageiros. Como aponta o Recode, esse é o começo da transição de motoristas de ônibus humanos para ônibus autônomos.

Para testar a tecnologia, a Local Motors fará várias corridas no evento da empresa que acontecerá em National Harbor, a 16 km da capital dos Estados Unidos, Washington, DC. Visitantes poderão ver como funciona o processo de fabricação e futuramente até crianças poderão aprender como se dá a reciclagem de carros impressos (que conceito). Um porta-voz da Local Motors disse que é possível que haja centenas de Olli’s até o final do ano, com programas-piloto na Flórida e em Nevada.

Será que esse projeto vai dar certo?

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Por  no Tecnoblog.

 


A Coca-Cola, a PepsiCo e a Ambev (fabricante do Guaraná Antártica, Soda e Sukita) anunciaram nesta quarta-feira (22) que vão deixar de vender refrigerantes para escolas com alunos de até 12 anos de idade.

Segundo as três empresas, os refrigerantes devem parar de ser vendidos nas escolas a partir de agosto.

Em lugar da bebida, serão vendidos nas cantinas escolares apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos. Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências.

A iniciativa, de acordo com as empresas, tem o objetivo de combater a obesidade infantil. As fabricantes justificam que, no momento do recreio, os alunos vão à cantina da escola sem orientação ou a companhia de responsáveis e podem acabar consumindo açúcares em excesso.

"Crianças abaixo de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo", informaram em nota. 

A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. As empresas também pretendem fazer ações de sensibilização para que supermercados, atacados e outros estabelecimentos não vendam suas marcas de refrigerante para as escolas.

O comunicado das empresas

"A obesidade é um problema complexo, causado por muitos fatores, e as empresas de bebidas reconhecem seu papel de ser parte da solução. A partir de agosto, a Coca-Cola Brasil, a Ambev e a PepsiCo Brasil vão ajustar o portfólio de bebidas vendidas diretamente às cantinas de escolas no país. A principal mudança é que as empresas venderão às escolas para crianças de até 12 anos (ou com maioria de crianças de até essa idade) apenas água mineral, suco com 100% de fruta, água de coco e bebidas lácteas que atendam a critérios nutricionais específicos. O novo portfólio tem como referência diretrizes de associações internacionais de bebidas. Novos produtos lançados pelas empresas poderão ser incluídos, no futuro, seguindo essas referências.

No momento do recreio, os alunos têm acesso às cantinas escolares sem a orientação e a companhia de pais e responsáveis, e crianças abaixo de 12 anos ainda não têm maturidade suficiente para tomar decisões de consumo. Coca-Cola Brasil, Ambev e PepsiCo Brasil entendem que devem auxiliar os pais ou responsáveis a moldar um ambiente em escolas que facilite escolhas mais adequadas para crianças em idade escolar, assim como estimular a hidratação e a nutrição, contribuindo para uma alimentação mais equilibrada.

A escolha do portfólio no Brasil também foi baseada em conversas com especialistas em saúde pública, alimentação e nutrição, além de profissionais e instituições ligadas aos direitos das crianças. A política valerá para as cantinas que compram diretamente das fabricantes e de seus distribuidores. Em relação às demais, aquelas que se abastecem em outros pontos de venda (supermercados, redes de atacados e adegas, por exemplo), haverá uma ação de sensibilização desses comerciantes por meio da qual todos serão convidados a se unir à iniciativa.

As três companhias também estão trabalhando com a ABIR (Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas) para que essas diretrizes de venda de bebidas a escolas sejam um compromisso de todo o setor."

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Do UOL, em São Paulo.


Cerca de 11.000 pessoas receberam o solstício de verão fazendo yoga em Times Square, Nova York, na última segunda-feira.

Christina Cielusniak, uma instrutora de yoga de Nova Jersey, explicou ao Daily News que, sendo o solstício de verão o dia mais longo do ano no hemisfério norte, “este é um ótimo dia para venerarmos o sol”.

O solstício de verão, que na maior parte das vezes acontece no dia 21 de junho, coincide com o dia internacional do yoga, outra das razões para estes encontros anuais em Times Square.

O dia internacional do yoga foi instituído a 14 de outubro de 2014, pela Assembleia Geral das Nações Unidas da ONU.

Veja abaixo, algumas das fotografias do acontecimento deste ano. Aqui, vídeo da AP com reportagem sobre o evento.

 

Vários praticantes na posição "down dog", em plena Times Square. AFP / Getty Images.

 

A posição de criança, foi uma das poses escolhidas para saudar o solstício. AFP/Getty Images.

 

Milhares de pessoas no "Cruzamento do Mundo" para celebrar o dia mais longo do ano. AFP/Getty Images.

 

Muitas pessoas utilizam esta prática milenar como uma forma de relaxar. Getty Images.

 

A concentração e o equilíbrio são duas das bases mais importantes para a prática de yoga. Getty Images.

 

É exemplar, pessoas se reuniram numa das ruas mais movimentadas do mundo para praticarem Yoga. Getty Images.

 

O tempo bom ajudou o grande encontro para a prática de yoga e a celebração. Getty Images.

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Fonte: Daily News. *
Aqui, o texto original em inglês.

 


A coleta seletiva contribui para a preservação do meio ambiente e nos dá a opção de adotar práticas cotidianas mais sustentáveis. Além disso, em casa, podemos criar alternativas eficazes para diminuir a geração de resíduos. Para ajudar nessa missão, fizemos uma lista com sete dicas simples para adotar no dia a dia. Topa experimentar?

1. Evite o desperdício de alimentos 

Antes das compras, é importante se planejar e saber exatamente do que se precisa. Já na hora de cozinhar, devemos levar à panela apenas o necessário. É importantíssimo ficar ligado no aproveitamento máximo das frutas, verduras e dos legumes. Cascas, folhas e talos são ricos em vitamina e não devem ser jogados fora, por exemplo.

Foto: Chico Castro.

2. Fique atento ao plástico

O plástico é hoje um problema mundial e boa parte dele acaba nos rios e oceanos. Por isso, fique muito atento ao descarte desse material. Evite as sacolas plásticas e tenha sacolas reutilizáveis para as compras. Jamais jogue garrafas e sacos no chão da rua nem descarte o plástico no lixo comum: destine-o à coleta seletiva ou aos PEVs (Pontos de entrega Voluntária de recicláveis) da cidade de São Paulo.

3. Crie novos usos para os utensílios 

Sabe a xícara quebrada? E a garrafa de vinho vazia? Esses são dois bons exemplos de objetos que você pode transformar em vasos criativos e exclusivos para deixar a sua casa mais bonita. Reutilizar quase sempre significa dedicar um novo olhar a tudo o que vamos descartar, afinal, há muita matéria-prima que, com um pouquinho de criatividade, ganha vida nova e não precisa ir para a lixeira. Tente.

4. Menos descartáveis e embalagens 

Em casa, esqueça de vez copos, pratos e talheres descartáveis e sempre dê preferência a itens com maior vida útil. Outra dica é estar sempre atento ao volume de embalagens que acompanha certos produtos: toda embalagem vira lixo muito rápido e deve ser evitada. Prefira comprar alimentos a granel, abasteça-se com frutas e verduras das feiras livres e adote materiais de limpeza e cosméticos que possam ser reabastecidos com refil.

Foto: Chico Castro.

5. Mantenha o guarda-roupa sustentável 

Abra o armário e seja extremamente crítico: quantas roupas e sapatos estão guardados ali há muito tempo sem que você os use? Chegou a hora de partir para uma mudança radical. Troque, venda, doe ou repasse tudo o que você não quer mais. Tudo mesmo! O que não serve para a gente, sempre serve para alguém. O inverso também vale: na hora de renovar o vestuário, uma alternativa descolada e econômica é comprar roupas usadas, à venda em brechós.

Foto: Chico Castro.

6. Vida lonha aos brinquedos 

Ensine os pequenos a conservar os brinquedos desde cedo, estimulando a valorização deles e explicando que têm vida longa e sempre podem servir para outras crianças. Quando o brinquedo já não agradar tanto assim, é hora de passar para alguém mais novo. Quebrou? Conserte. Ou até mesmo invente novos brinquedos reunindo as partes quebradas.

7. Composte os resíduos orgânicos

Que tal criar sua própria horta em casa? É saudável e sustentável. Aproveite e adote uma composteira (sistema para armazenar matéria orgânica como restos de frutas e verduras e cascas de ovos que, decompostos por bactérias e fungos, transformam-se em fertilizante)para aproveitar os resíduos orgânicos gerando adubo para nutrir a terra de vasinho e canteiros.

Clique aqui

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Fontes: SP Cidade Gentil, Programa de Sustentabilidade do Sesc SP, Morada da Floresta e Associação de Agricultura Orgânica.

Ecoponto é um lugar para levar apenas material reciclável, não é? Não. Mas pergunte aos paulistanos e a resposta será semelhante a essa, sempre com uma interrogação no final. Para tirar as principais dúvidas fizemos um guiado que são, para que servem e onde estão localizados na cidade de São Paulo.

Avenida São João nas proximidades do Vale do Anhangabaú, São Paulo – década de 40. Foto: Acervo IMS.Avenida São João nas proximidades do Vale do Anhangabaú, São Paulo – década de 40. Foto: Acervo IMS.

Na década de 1940, em plena expansão populacional e industrial que transformaria a capital paulista numa metrópole, São Paulo foi documentada pela fotógrafa suíça Hildegard Rosenthal (1913-1990).

Rosenthal chegou ao Brasil em 1937, fugindo do nazismo. Em São Paulo, se tornaria uma das primeiras fotojornalistas da impressa nacional, realizando reportagens para veículos estrangeiros e nacionais, como os jornais O Estado de S. Paulo e Folha da Manhã.

Junto com os fotógrafos Militão Augusto de Azevedo (1837-1905), Guilherme Gaensly (1843-1928) e Aurelio Becherini (1879-1939), Hildegard Rosenthal construiu a memória fotográfica da São Paulo “antiga”. As imagens desta matéria fazem parte do acervo do Instituto Moreira Salles e estão no livro Metrópole (2010).

Edifício Barão de Iguape na praça do Patriarca – década de 40.


Viaduto do Chá e Edifício Mappin ao fundo – década de 40.

 

Rua do Seminário e o Edifício Martinelli ao fundo – década de 40. O Edifício Martinelli, inaugurado em 1929, foi o maior arranha-céu da América Latina e também um dos mais charmosos.

 

Avenida São João com a rua Líbero Badaró, São Paulo – década de 40.

 

Praça do Correio. O quarteirão à esquerda desapareceu com a abertura da avenida Prestes Maia – década de 40.

 

Rua 15 de Novembro e Largo da Sé ao fundo – década de 40.

 

Largo da Sé e a Catedral sendo construída – década de 40.

 

Mercado Municipal – década de 40.

 

Mercado Municipal, São Paulo – década de 40.


Mercado Municipal, São Paulo – década de 40.

 

Café na Estação da Luz – década de 40.

 

Ponto de ônibus no centro da cidade - década de 40.

 

Moradora lê jornal no Centro de São Paulo - década de 40.


Casal no bar - década de 40.


Leitor de jornal - 1939.

 

Confeitaria no bairro da Liberdade, São Paulo – década de 40.

 

Rua Direita com a rua 15 de Novembro, a partir do Largo da Sé, São Paulo – década de 40.

 

Bairro da Liberdade, São Paulo – década de 40.

 

Vendedor de frutas na esquina da ladeira Porto Geral com a rua 25 de Março – década de 40.

 

Criança, homem e vendedor na rua - década de 40.

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Alexandre Belém no blog Sobre Imagens.