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Ele nasceu inglês, foi comprado por russos e tomado por japoneses. Passou por duas guerras até parar no fundo do mar. Antes, serviu de hospital e fábrica. Transportou carvão, soldados, sardinha. Para os brasileiros, seu papel mais importante foi o de trazer os primeiros 781 imigrantes japoneses ao país, no longínquo 1908.
 
A história do navio Kasato Maru, símbolo do início da comunidade japonesa no Brasil, está prestes a ser resgatada. Literalmente. A pedido de brasileiros e por intermédio da Embaixada da Rússia em Brasília, integrantes da Sociedade Geográfica Russa, instituição de pesquisas do país, devem mergulhar em julho nas águas geladas perto do estreito de Bering, onde o navio afundou, em 1945, para remover suas peças e trazê-las ao país.

Ainda não se sabe quais itens estão preservados depois de 71 anos sob as águas do mar, mas envolvidos no projeto almejam recuperar âncoras, leme e utensílios como metais e louças.

O acervo encontrado será exposto em Moscou e outras cidades russas e deve desembarcar em 2017 no porto de Paranaguá, no Paraná.

O termo de cooperação científica para viabilizar a empreitada foi assinado neste mês pela Sociedade Geográfica Russa e o Itapar (Instituto Tecnológico e Ambiental do Paraná), órgão que ficará responsável pela guarda do material.

Segundo Acef Said, presidente do instituto, o destino final das peças ainda será definido com a comunidade japonesa no Brasil, mas algumas certamente serão enviadas a São Paulo e Curitiba, nos Estados que receberam maior número de imigrantes.

 
Ficha técnica
Comprimento: 122 m.
Capacidade: 6.209 toneladas/ 2.070 passageiros.
Velocidade de cruzeiro: 10 nós.
Nome russo: Antes de entrar para a história como Kasato Maru, o navio já teve dois nomes russos. Ele nasceu como Potoci e depois chegou a ser batizado de Kazan. Segundo o museu da imigração, ele também se chamou Ariyol.
Imagem: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil.

Sonho

Buscar a âncora do Kasato Maru é sonho antigo da comunidade nipônica, conta Said. Em 2005, perto do centenário da imigração, deputados federais descendentes buscaram ajuda da Rússia, onde o navio afundou. As tratativas, no entanto, não avançaram na época.

Em 2011, teve início uma nova tentativa de tornar a ideia realidade. De acordo com Said, que fez a interlocução para o resgate, foi o embaixador russo Serguey Akopov o responsável por encontrar a solução.

A alternativa foi ir além do caráter histórico e tornar o projeto uma expedição científica, que aproveitasse para estudar, por exemplo, biologia marinha e efeitos do aquecimento global.

Com este viés de pesquisa, foi possível que assumisse a expedição a Sociedade Geográfica Russa, entidade que tem como membro o presidente Vladimir Putin, além de navios e equipes de mergulho acostumados a pesquisas do gênero.

A intenção é envolver estudiosos dos dois países. Segundo o primeiro-secretário da embaixada, Yuriy Mozgovoy, os custos da expedição ainda serão estimados.

"Foi uma decisão [da Rússia] por razão humanitária, cultural, de apoiar uma parte da população brasileira que fez esse pedido e de realizar esse sonho. Por que não?", disse Mozgovoy.

O gesto dos russos agrada brasileiros e japoneses.

"É um navio muito simbólico para nosso imigrante porque foi o primeiro. Vários vieram depois, mas ele foi o pioneiro", afirmou o cônsul Jiro Takamoto, do Consulado-Geral do Japão em São Paulo. O órgão estima em 1 milhão o número de descendentes no país.

Do começo ao fim

Por uma coincidência da história, a Rússia, mais uma vez, será personagem-chave na trajetória do Kasato Maru. É que foram os russos que compraram o navio, o afundaram duas vezes e, agora, irão resgatá-lo.

Adquirido de um estaleiro em Newcastle, no Reino Unido, em 1900, o navio nascido Potosi foi rebatizado de Kazan. Cinco anos depois, em uma batalha com japoneses, os russos, derrotados, decidiram não deixar a embarcação para os inimigos e a afundaram antes de fugir.

O Japão, porém, resgatou e consertou o navio. Depois, a embarcação foi incorporada à marinha imperial.

Em junho de 1908, o Kasato Maru desembarcou no porto de Santos (SP) com as primeiras famílias japonesas contratadas para a agricultura, em acordo feito entre os dois governos.

Em 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, o navio afundou após ser bombardeado por aviões russos perto da península de Kamchatka.

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Por Juliana Coissi de Curitiba para o caderno Cotidiano da Folha de S.Paulo.

 
Uma grande iniciativa da Prefeitura de São Paulo será ampliada em breve. Foi aberta a licitação, no último dia 23, para mais quatro Unidades Móveis de Cidadania LGBT.

Desde junho de 2015, já existe uma unidade que circula pela região central, de quinta a domingo. Assim que entrarem em funcionamento, os novos carros contemplarão as regiões norte, sul, leste e oeste da cidade.
 
Cada unidade contará com kits para testes de HIV/Aids por fluído oral, materiais de orientação, distribuição de preservativos, apresentações artísticas e atendimento feito por especialistas em direitos humanos e saúde. Tudo gratuitamente.
 
Os veículos, que terão a identidade visual personalizada, serão equipados com televisão para a exibição de filmes e documentários do segmento, mini-palco para apresentações culturais, equipamentos de som, computadores e outras funcionalidades.
 
A licitação tem valor aproximado de R$ 3,1 milhões e a previsão é que os carros comecem a atender o público ainda este ano.
 
A iniciativa é da Coordenação de Políticas para LGBT, vinculada à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e ação faz parte da Meta 61 do Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo.

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Fonte: Guia Gay São Paulo.
 


Você já parou para pensar na quantidade de resíduos orgânicos gerada pela praça de alimentação de um shopping center? Grande parte destes centros comerciais envia estes resíduos a aterros sanitários, porém, esta nem sempre é a opção mais adequada em termos ecológicos. 

Pensando nisso, em 2012 o Shopping Eldorado, em São paulo, decidiu implementar uma composteira em sua cobertura, oferecendo um destino mais adequado aos mais de 400 quilogramas de resíduos orgânicos gerados em sua praça de alimentação. 

O chamado “Telhado Verde” permitiu ao shopping transformar grande parte dos dejetos em fertilizante, que é aplicado em uma horta orgânica. A partir dos restos de mais de 10 mil refeições servidas todos os dias no shopping, são produzidas quatorze toneladas de fertilizantes ao mês. 

Nesta horta cultiva-se berinjela, cebola, pimentão, cebola, gengibre, tomate, lavanda, erva-cidreira, hortelã e muitos outros vegetais e hortaliças completamente livres de pesticidas; produção que é usada na cozinha dos próprios restaurantes do shopping. Além disso, nos dias de colheita os funcionários podem subir na cobertura do shopping e levar gratuitamente os vegetais para casa. 
 
 Horta na cobertura do Shopping Eldorado. Foto: Divulgação.

Segundo Sérgio Nagai, um dos idealizadores da iniciativa, "já plantamos e colhemos 25 kg de feijão, com os quais se fez uma feijoada para 400 empregados em 2013, a ideia é continuar assim."

A horta também ajuda a diminuir a temperatura interna do shopping, reduzindo o consumo de energia com ar-condicionado. Além disso, a cobertura verde reutiliza os mais de 100 mil litros de água usada pelos motores dos equipamentos de climatização na rega das horta e redireciona a água da chuva para os banheiros do shopping. 

Com este projeto, o shopping center reaproveita 25% de seus dejetos mensais. Porém, a administração pretende ir além: o objetivo é deixar de enviar resídios ao aterro sanitário até o ano de 2017. 


Segundo Marcio Glasberg, gerente de operações do shopping, "toda grande empresa deve ter esta preocupação com a sustentabilidade. Além da participação de nossos funcionários, o projeto é bom por razões econômicas. Desde que fizemos o teto verde, reduzimos nosso consumo de energia e também a quantidade de resíduos, o que também diminui nossos gastos." No total, a medida permite economizar por mês cerca de 12 mil reais.

Ano passado a iniciativa ganhou o prêmio de sustentabilidade da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) e o prêmio de Grande Empresa da Federação de Comércio de São Paulo. Além disso, o Eldorado anunciou que a partir deste ano sua cobertura passará a ter 9.500 metros quadrados de hortas (um aumento de 3.500 m² em relação a 2015).

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Amanda Marton no ArchDaily.

 

 
O caminhão passa, e o jingle avisa em alto e bom som: “Olha a coleta aí”. O cidadão, que pode consultar pela internet a data e o horário que o serviço passará em seu endereço, é alertado e pode descartar todo o material reciclável, como garrafas pet, plástico, vidro ou papel. Os resíduos recolhidos são encaminhados para as duas primeiras centrais mecanizadas da história da cidade, inauguradas nos últimos dois anos pela Prefeitura de São Paulo, munidas com equipamentos de alta tecnologia, e também para as centrais das cooperativas de catadores, que darão a destinação correta ao resíduo, gerando emprego, renda e preservando o meio ambiente.
 
O município iniciou nesta semana mais uma ampliação desse serviço na cidade. Até dezembro deste ano, o Programa de Coleta Seletiva beneficiará mais 5 milhões de paulistanos que não contavam com o trabalho porta a porta. Até o final de 2012, 75 dos 96 distritos da cidade contavam o trabalho. Desde o início da atual gestão, mais dez distritos foram beneficiados, chegando a 85 até o ano passado. Os 11 que ainda não contam com a coleta serão atendidos nos próximos dois meses, dentro do plano de expansão do programa.
 
Somente neste mês de fevereiro, 14 distritos, entre eles alguns que ainda não contavam com o serviço e outros que só tinham atendimento parcial, estão recebendo o trabalho dos catadores, que se somam ao dos caminhões das concessionárias Loga e EcoUrbis. São eles: Aricanduva, Artur Alvim, Guaianases, Iguatemi, Itaim Paulista, Jardim Helena, São Mateus, São Miguel, Vila Jacuí e Parque do Carmo, na zona leste; Pirituba e Tremembé, na zona norte; Raposo Tavares, e Vila Sônia, na zona oeste. Até abril, serão mais outros 29 distritos beneficiados pela parceria com as cooperativas, totalizando os 96 da cidade.
 
Em relação a universalização do serviço, ou seja, o atendimento de todas as ruas de um mesmo bairro, antes da atual gestão, apenas 14 distritos eram beneficiados e atualmente, são 46. O objetivo é que até o fim deste ano, os 96 distritos tenham a coleta seletiva universalizada, ou seja, em todas as ruas. 

“A coleta seletiva de São Paulo, certamente, está entre as melhores do Brasil. É a coleta porta a porta, que inclusive, vamos levar a todos os distritos. A cidade será uma das poucas metrópoles do mundo que terá coleta seletiva universal”, afirmou o prefeito Fernando Haddad, durante visita a região de Aricanduva, na zona leste.
 

Central Mecanizada da Ponte Pequena. Foto: Cesar Ogata / SECOM.

Mais resíduos coletados
Com o aumento da oferta de serviço, o volume de resíduos coletados pelo programa cresceu 62,8% na comparação com 2012. Enquanto em 2012 o programa coletou 40.274 toneladas de resíduos entre janeiro a dezembro, o volume coletado no ano passado, em 2014, foi de 65.579 toneladas. Em 2015, a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) coletou  86.110 toneladas por meio do Programa de Coleta Seletiva, mais que o dobro do volume que era coletado em 2012.

A Prefeitura está investindo ainda R$ 41 milhões provenientes do BNDES na adequação e ampliação da capacidade de processamento de dez cooperativas de resíduos recicláveis. As medidas fazem parte do novo Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS), que foi sancionado pelo prefeito Fernando Haddad em abril de 2014.
 
Centrais mecanizadas
Para absorver um volume maior de resíduos e dar a destinação correta, como preconiza o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, o município também aumentou sua capacidade de reciclagem. Além da inauguração das duas primeiras centrais mecanizadas, em Santo Amaro e Ponte Pequena, implantadas pelas empresas concessionárias do serviço de coleta domiciliar e seletiva, sem custos ao município, outras duas estão previstas até o fim de 2016. Com isso, o percentual de reciclagem na cidade dentro do total coletado subiu de 1,06%, antes da atual gestão, para quase 3%. A Secretaria de Serviços, por intermédio da AMLURB, autarquia de limpeza urbana, continuará trabalhando para que São Paulo amplie este percentual e chegue a 10% até 2016. 

Para que a meta seja atingida, a Prefeitura já está intensificando os trabalhos de divulgação da coleta seletiva, entre eles a utilização de um jingle, veiculado pelos caminhões que realizam o serviço. Outras estratégias estão sendo estudadas e executadas, como campanhas de conscientização para estimular a destinação e descartes corretos dos materiais recicláveis e a participação da população.

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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação / Portal da Prefeitura.
 


A cidade de São Paulo atinge nesta segunda-feira (29) a marca de 500 quilômetros de faixas exclusivas de ônibus, com a inauguração de 4,2 novos quilômetros nas zonas sul, oeste e no centro. A rede em operação é três vezes maior do que a meta inicial de implantação, de 150 quilômetros. O programa prioriza a circulação do transporte público nas vias da capital, aumentando a velocidade dos ônibus e reduzindo o tempo das viagens.Até 2012, a cidade possuía somente 90 quilômetros de faixas exclusivas. A primeira meta de implementação era de 150 quilômetros. Diante dos resultados expressivos e dos benefícios aos usuários, a programação da Operação Dá Licença Para o Ônibus foi ampliada e se tornou permanente.

De acordo com um levantamento da São Paulo Transporte (SPTrans), em 2015 a velocidade média dos ônibus na cidade de São Paulo durante os horários de pico ultrapassou os 20 quilômetros por hora. O estudo foi feito a partir de medições realizadas de março a dezembro de 2013, janeiro a dezembro de 2014 e janeiro a junho de 2015. 

Os dados apontam que a velocidade média praticada pelos coletivos nas faixas teve aumentos significativos. Uma amostragem feita entre 13 de janeiro e 31 de outubro de 2014, representando 65,7 km de vias exclusivas, indica um crescimento de 67,5% na velocidade média, com elevação de 12,1 km/h (antes da implementação) para 20,3 km/h (após o início da operação). Essa iniciativa resultou na economia de quatro horas semanais aos usuários de ônibus em suas viagens.

Novas faixas
Na região central, a rua Caio Prado passou a contar nesta segunda-feira (29) com 300 metros de faixas, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h.

Na zona oeste, foram implantados 400 metros na avenida dos Três Poderes, no sentido da avenida Eliseu de Almeida. A circulação exclusiva para coletivos funciona de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábados, das 6h às 14h.

No Ipiranga, as ruas Leais Paulistanos, Agostinho Gomes, Xavier Curado e José Chimenti somam 2,4 quilômetros de faixas no sentido bairro. Elas funcionam de segunda a sexta-feira, das 17h às 20h.

Na região do Morumbi, foram instalados novos 600 metros nas ruas São Pedro Fourier e Marechal Hastimphilo de Moura. A circulação exclusiva para os coletivos funcionará no sentido centro, de segunda a sexta-feira, das 6h às 9h e das 17h às 20h.

Na zona sul, são novos 500 metros avenida Vitor Manzini, no sentido centro, e na ponte do Socorro, no sentido bairro. Neste caso, o funcionamento é em período integral.

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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação / Portal da Prefeitura.
 


A Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo lançou nessa última quarta-feira, 24, um site que vai reunir dados sobre infrações de trânsito e infratores, acidentes e mortes na capital paulistana. A ferramenta, que recebeu o nome de Painel Mobilidade Segura, traz dados dos últimos três anos sobre infrações incluindo endereço, horário, tipo de enquadramento e categoria do veículo.

Com o objetivo de dar mais transparência à política de mobilidade urbana da cidade, o cidadão vai ter acesso a um mapa dos radares da cidade, ao total de infrações registradas por ano, dia e mês; além de informações sobre a frota de veículos da capital paulista, dividida por categoria, e o índice de veículos que não possuem autuações.

Painel Mobilidade Segura. Ilustração do site / CET.

A partir dessas informações, a ideia é que os cidadãos passem a analisar seus trajetos rotineiros e se educar para respeitar as leis de trânsito. "A única maneira de continuar reduzindo as mortes é fazendo com que todos respeitem as leis de trânsito. Se isso acontecer o número de mortes vai cair drasticamente. Com essa divulgação acredito que vá cair o número de acidentes e mortes”, disse o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Ele acredita que a nova ferramenta vai contribuir para que a cidade consiga atingir a meta da Organização das Nações Unidas (ONU) que determina a redução, até 2020, para 6 mortes no trânsito a cada 100 mil habitantes. Atualmente, esse número está em 8,36 no município. “Nós podemos antecipar essa meta, se nós nos dedicarmos a respeitar as leis de trânsito”.


Painel Mobilidade Segura. Ilustração do site / CET.

O prefeito ressaltou que a arrecadação proveniente das multas de trânsito é irrelevante para o orçamento público perto do que se gasta com os acidentes. Para Haddad, quem olha apenas para as multas não tem visão de política pública e de sociedade.

“Os prejuízos associados aos acidentes de trânsito são um múltiplo do que é possível arrecadar com ele. A multa não interessa, o que interessa é a pessoa respeitar as leis de trânsito, porque toda sociedade vai poupar mais recursos do que a Prefeitura vai arrecadar”, disse o prefeito.

O secretário municipal de Transportes, Gilmar Tatto, enfatizou que a ideia principal é acabar com a indústria de mortes que se tornou o trânsito paulistano. “Há sempre um questionamento em relação à quantidade de multas na cidade e que não havia transparência. Com esse painel nós vamos escancarar todos os dados sobre os radares”, disse.

Os dados serão atualizados constantemente e chegarão ao site 70 dias depois da autuação, que é o prazo para notificação, tempo para recurso ou transferência da multa e período de envio do boleto de pagamento.

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Flavia Albuquerque e Denise Griesinger da Agência Brasil.

 
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