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Na última terça-feira, dia 17, professores, psicólogos, nutricionistas, coordenadores, entre outros, prestigiaram o seminário regional do Programa Na Mesma Mesa, que integra um ciclo de formação de professores e que foi realizado no CEU Butantã. O Programa, que é uma cooperação entre a Prefeitura de São Paulo, a Secretaria Municipal de Educação e a Fundação Nestlé Brasil, tem como objetivo criar um novo espaço de aprendizagem conjunta educando-educador, colaborando com a construção de práticas alimentares saudáveis ao propiciar aos educadores e aos alunos a possibilidade de compartilhar o momento da refeição, considerando-a como mais uma oportunidade para o fortalecimento de vínculos.

A São Paulo Carinhosa, política de desenvolvimento integral da Primeira Infância, que dialoga com 14 secretarias, entre elas a de Educação, também tem como meta estimular os vínculos familiares e da boa convivência, principalmente quando existem crianças envolvidas, além de promover a alimentação infantil correta e compartilhada. A coordenadora do programa e odonto-pediatra, Dra. Ana Estela Haddad, parabenizou o Departamento de Alimentação Escolar do município, salientando os enfrentamentos superados: “mesmo em uma realidade que tem a complexidade do município de São Paulo (1,9 milhão de refeições são servidas ao dia nas escolas públicas da Rede Municipal de Ensino), temos a presença dos alimentos orgânicos, da ampliação da agricultura familiar e de todos os princípios que estão colocados na Politica Nacional de Alimentação Escolar.”

Desenvolver o conhecimento sobre os alimentos com os alunos também faz parte das metas do Programa, que conta com a participação de EMEIs e EMEFs ao redor da cidade, algumas com plantação de hortas orgânicas e que são estudadas em sala de aula. Com essa aproximação com o alimento “os alunos levam hábitos novos para casa,” disse a Secretária-Adjunta Municipal de Educação, Emília Cipriano. O aluno aprende a “sentar-se a mesma mesa e compor um coletivo,” continuou.

Cátia, diretora da EMEF Tenente Alípio, que fica na Diretoria Regional de Educação do Butantã, notou uma “ampliação no número de alunos que não comiam e passaram a comer” somente com a ajuda da partilha da mesa com os professores e professoras. “Tudo o que o professor coloca no prato o aluno segue como exemplo,” disse outra coordenadora.

De acordo com a nutricionista e integrante do NUPENS, Maria Laura Louzada, “a mesa simboliza a interação do comer. Há sinergia entre os nutrientes do alimento.” Para Maria Laura, se alimentar bem enquanto criança é fundamental e o uso de alimentos orgânicos aprimora a arte que é comer. “É um erro, por exemplo, achar que uma indústria pode fazer um leite igual ao leite materno. Não se sabe ainda porque o leite industrializado, por mais que seja produzido com todos os nutrientes, não se compara ao materno. É uma questão de sinergia, é muito mais que uma soma de nutrientes.” E nós completamos: é amor. Com diria Mia Couto, citado pela Dra. Ana Estela Haddad: “Cozinhar é um modo de amar os outros.”

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Por Isabela Palhares no SP Carinhosa.


A Prefeitura de São Paulo iniciou nesta terça-feira (17) as inscrições para os interessados em concorrer ao sorteio dos alvarás do Táxi Preto. Serão distribuídas cinco mil licenças para a nova modalidade, que contará com veículos de alto padrão que só poderão ser chamados por meio de aplicativos de celular ou smartphone. 

O objetivo da medida, anunciada em outubro, é atender à demanda da população por um serviço de qualidade superior e com uma nova plataforma tecnológica.As inscrições poderão ser feitas até o próximo dia 30, no site da Secretaria Municipal de Transportes.

O sorteio acontecerá em 10 de dezembro.Os cinco mil alvarás serão subdivididos em quatro lotes. No Grupo A, que inclui condutores que estiveram vinculados a alvarás de terceiros nos últimos anos (atuando como segundo motorista, por exemplo), 2.250 licenças serão destinadas a veículos convencionais da categoria Táxi Preto (lote I) e 250 para veículos adaptados para passageiros em cadeiras de rodas (lote II). No Grupo B, 1.250 licenças serão destinadas exclusivamente para motoristas do gênero feminino (lote I), e as outras 1.250 irão para veículos convencionais do Táxi Preto (lote II).

Todos os candidatos devem ter CONDUTAX (cadastro que habilita o cidadão a exercer a profissão de taxista) válido e não podem ser titulares de alvarás.

1. O que é o Táxi Preto?
O Táxi Preto é uma nova categoria de Táxi instituída pela Prefeitura de São Paulo no Decreto 56.489, de 8 de outubro de 2015.

2. Por que serão emitidos novos alvarás e quantos serão disponibilizados nesta nova categoria?
O Táxi Preto foi criado com o objetivo de combater a falta de alvarás em São Paulo, que resulta na comercialização ilegal dessas licenças a preços abusivos no mercado negro. Serão distribuídos cinco mil alvarás do Táxi Preto, ajudando a reduzir essa situação.

3. Por que criar uma nova categoria?
A nova categoria foi criada para atender uma demanda da população por uma oferta de serviços de alto padrão e incorporar as inovações tecnológicas cada vez mais usadas nos táxis da cidade.

Características do carro e do serviço

1. O que é preciso para se enquadrar como um Táxi Preto?
O veículo deverá ter as seguintes características:
a) Ser um Sedan, um SUV ou um Station Wagon;
b) Entre-eixos mínimo de 2600 mm e largura mínima de 1750 mm;
c) Potência mínima de 115 cavalos;
d) Freios ABS;
e) Ar condicionado;
f) Cor preta.

Além disto, o carro deverá estar equipado com itens de inovação tecnológica, para que possa prestar um serviço melhor ao passageiro.

2. Quais inovações são essas?
O taxista deverá disponibilizar meios eletrônicos de pagamento, como cartão de crédito, débito e pagamento via aplicativo. Além disso, deve adotar mapas digitais para acompanhamento do trajeto e do trânsito em tempo real. Por fim, todas as corridas devem ser feitas por meio de aplicativos de celular.

Prazos, informações e forma de inscrição

A inscrição para concorrer aos alvarás do Táxi Preto pode ser feita pelo site da Secretaria Municipal de Transportes O prazo para inscrição vai de 17 a 30 de novembro. O sorteio será realizado em 10 de dezembro, por meio do sistema de escolha dos bilhetes premiados da Nota Fiscal Paulistana, com base nos resultados da Loteria Federal.  A lista dos contemplados será divulgada até o dia 22 de dezembro, e a emissão dos alvarás para os sorteados acontecerá em janeiro de 2016.

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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação e Secretaria Municipal de Transportes.



A Prefeitura de São Paulo abre consulta pública nesta terça-feira, 17, para adoção de ensino integral nas escolas municipais a partir do próximo ano letivo. Com investimento de R$ 68 milhões, a meta é que 12 escolas funcionem 100% em tempo integral, entre o 1° e o 9° ano. Até 100 unidades de ensino poderão aderir no ciclo de alfabetização. 

"Vai começar a valer a partir do ano que vem. Reservamos uma verba do orçamento do ano que vem para um passo além do Mais Educação", disse o prefeito Fernando Haddad.

Hoje, o programa Mais Educação, que funciona na rede municipal, é voluntário, portanto, depende da adesão dos alunos, e complementar ao currículo. São 365 escolas na modalidade do Mais Educação. Com o projeto de tempo integral, a diferença é que as escolas terão de adotar atividades complementares à grade. 

"O currículo será mesclado, e não um contraturno complementar. Será um currículo integrado. As atividades culturais e esportivas passam a ser, para as escolas que aderirem, obrigatórias aos alunos", destacou Haddad.

De acordo com o prefeito, para que a escola possa aderir, deve estar em uma região onde a demanda está "100% satisfeita". "Não pode ter ninguém fora da escola", afirmou. A estimativa do prefeito é de beneficiar 100 mil alunos.

Segundo Marcos Rogério de Souza, chefe de gabinete do secretário municipal da Educação, Gabriel Chalita, o período de consulta pública se encerra no dia 30 de novembro. O prazo de adesão das escolas será do dia 7 a 20 de dezembro. 

"Hoje, o aluno tem a grade normal até o horário do almoço e faz atividade complementar à tarde. A partir da implementação do currículo integral, ele pode ter aula de matemática às 13 horas e às 14 horas, e aula de artes, hip hop e samba às 7 horas", explicou Souza.

A gestão municipal vai avaliar demanda e estrutura para selecionar as escolas. Souza afirmou que os professores das escolas com ensino integral terão benefícios salariais, mas não detalhou valores. 

"A escola vai trabalhar com os professores existentes na rede, mas haverá mudanças na carreira e no horário de formação para viabilizar essa política. É uma grande vantagem para o professor aderir à escola porque pode ter uma melhora na sua condição salarial", disse o chefe de gabinete de Chalita. 

Com a consolidação do projeto de escola integral, incluindo a melhoria na jornada e remuneração, o próximo passo previsto pela Prefeitura é estimular a dedicação exclusiva dos docentes que acumulam dois cargos.

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Com informações Estadão Conteúdo e Folha de S.Paulo.


O evento “Do Campo ao Prato: descubra quem produz a comida da escola" que aconteceu no dia 21 de outubro, em comemoração ao Mês da Alimentação, contou com a presença de 41 participantes. Professores e merendeiros da Rede Municipal de Ensino de São Paulo tiveram a oportunidade de conhecer de perto os produtores da Agricultura Familiar e entender seu trabalho.

Os participantes foram divididos em quatro grupos. Cada um recebeu a missão de conversar com os agricultores e com os profissionais do Departamento de Alimentação Escolar (DAE) para descobrir os principais aspectos sobre os temas: Campo e Família, Organização, Processo Produtivo e Comercialização.

Cezira Rossato e outros agricultores da Cooperativa dos Agropecuaristas Solidários de Itápolis (COAGROSOL – Itápolis-SP), fornecedores de suco de laranja, destacaram a boa organização da cooperativa, que com 15 anos, possui 350 cooperados. Além de exaltar, no fator Campo e Família, o produtor ter se transformado em empreendedor, a geração de renda e a valorização do funcionário.

A Associação dos Bananicultores de Miracatu, fornecedores da fruta para a alimentação escolar da RME, representados por Sergio D. Ramos e Rafael Grothe, comentaram sobre a manutenção do jovem no campo devido às perspectivas de crescimento da produção da banana e outros produtos, como doce de banana, palmito pupunha e mandioca, na Região do Vale do Ribeira.

Por fim, Sebastião Aranha, da Cooperativa dos Assentados e Pequenos Produtores (COAPRI), de Itapeva, fornecedores de feijão, comentou sobre a união que existe entre as famílias participantes da cooperativa. Ele também destacou a melhora na qualidade social e ambiental e a produção sem agrotóxicos em um assentamento da reforma agrária. O grupo finalizou colocando em questão o desafio de manter o produtor no campo, levar o produto até a cidade e oferecer produtos orgânicos.

Os participantes também tiveram a oportunidade de conhecer melhor os desafios do DAE para efetivar e ampliar a compra dos alimentos provindos da Agricultura Familiar, através de relatos e experiências da Assessora, Danuta Chmielewska e do Engenheiro Agrônomo, Douglas D'Amaro.

Ao final, os participantes foram instigados a contribuir com ideias para ampliar a visibilidade da agricultura familiar no ambiente escolar. Diversas sugestões foram apresentadas e enviadas para o DAE. Entre elas estão: a realização de novos eventos e congressos, criação de materiais educativos que possam ser utilizados por alunos e pais, projetos que aproximem alunos e a comunidade escolar do agricultor por meio de visitas nas áreas rurais, a divulgação em mídias como televisão e rádio e até mesmo um canal de comunicação direta com o agricultor através do site DAE. Para a assessora do DAE, Danuta Chmielewska, “todas essas sugestões visam fortalecer e ampliar essa parceria já existente, e serão essenciais para as próximas tomadas de decisão”.

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Fonte: DAE / Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.
 
 

1. No centro de São Paulo, mais especificamente na Rua Álvares Penteado nº 23, existe um edifício que foi construído com base na bandeira do estado. Trata-se do Ouro para o Bem de São Paulo, em estilo art deco, erguido com recursos provenientes das doações em ouro feitas pelos paulistas na revolução de 32:

2. Sabia que a primeira fábrica de chocolate do Brasil foi instalada em São Paulo? Ela chamava Sönksen e foi fundada em 1888. Na época, o chocolate era um “luxo” para as famílias e a marca sobreviveu durante muitos anos até decretar falência na década de 80.

3. Uma das mulheres mais importantes da nossa história, Veridiana da Silva Prado, além de ser a mãe do nosso primeiro prefeito, Antonio da Silva Prado, foi um símbolo de luta e chocou o conservadorismo da sua época. Com uma inteligência acima da época, ela foi “pioneira” ao se divorciar de seu marido e foi uma grande incentivadora das artes em SP. Há quem diga, inclusive, que a Semana de Arte moderna de 1922 nasceu ali.

4. Uma das primeiras mulheres a desbravar os céus do Brasil foi Ada Rogato, paulistana e símbolo de perseverança para conquistar um sonho. Uma profissional dedicada, Rogato recebeu diversas homenagens em sua vida e foi a primeira piloto de planador do país.

Graças ao seu trabalho na década de 40, piloto de testes para avaliação agrícola, pôde tirar sua licença de piloto internacional pela FAB nas categorias A e B. Em 1951 fez seu famoso vôo pelas três Américas, percorrendo 51.064 quilômetros em 326 horas.

ada rogato okayada rogato okay5. Pouca gente sabe, mas a cidade de São Paulo teve alguns arcos do Triunfo em sua história. O mais importante deles, com certeza, foi o construído em homenagem ao presidente Epitácio Pessoa. Uma linda obra que contou com a participação de Ramos de Azevedo e entrou para a história da nossa cidade. 


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Fonte: SP In Foco.


Profissionais que colaboram indiretamente com o turismo da cidade, seja prestando informações, dando orientações ou até oferecendo dicas de passeios para pessoas que visitam São Paulo, contam a partir da última segunda-feira (9) com entrada gratuita em 25 atrações, entre museus e locais históricos da capital paulista. A medida, que faz parte da segunda etapa do projeto “Pode entrar que a casa é sua”, apresentada em evento no Museu de Arte Moderna (MAM), beneficiará cerca de 330 mil trabalhadores de 14 categorias.

Entre elas estão policiais militares e civis, guardas civis metropolitanos, taxistas, agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), além de frentistas, funcionários da limpeza pública, motoristas e cobradores de ônibus.O objetivo do projeto, além de incentivar a inclusão sociocultural e a valorização das categorias, é fazer com que esses profissionais, com o acesso às atrações, se transformem em agentes de promoção e transmissão de informações sobre a cidade, levando mais pessoas a visitarem esses espaços. Entre os locais em que eles  terão gratuidade estão os museus da Imagem e do Som (MIS), Afro Brasil, do Futebol, da Língua Portuguesa, de Arte Sacra, de Arte Moderna (MAM), da Imigração e o Instituto Butantan. A lista completa dos espaços culturais está disponível na página do “Pode entrar que a casa é sua”.

Cada trabalhador terá sua entrada gratuita e poderá levar até quatro acompanhantes, que também ingressarão de graça nos locais. Para ter o acesso aos espaços, os profissionais devem apresentar na bilheteria um comprovante de trabalho, como crachá ou holerite, acompanhado de documento com foto ou a carteira de trabalho.“Quem nunca pediu informações sobre um local para um agente de limpeza, um policial ou cobrador de ônibus? Queremos valorizar esses profissionais, incentivando-os para que conheçam os atrativos da cidade onde moram e tenham momentos de lazer com a família. Assim eles poderão ser multiplicadores de conhecimento e disseminadores de opinião sobre os atrativos”, afirmou o secretário municipal para Assuntos de Turismo, Salvador Zimbaldi.

A ação, que é uma parceria entre a Secretaria Municipal para Assuntos de Turismo, a São Paulo Turismo (SPTuris) e as secretarias de Cultura do município e do Estado, beneficiou 6.000 pessoas de sete categorias em sua primeira etapa, entre 2012 e 2013. A expectativa é que a segunda fase se estenda até dezembro de 2016. “O nosso objetivo é fazer com que, por exemplo, um frentista do posto de gasolina, que é uma das categorias atendidas, possa nos finais de semana ter uma atividade com a sua família, ou mesmo durante a semana, enquanto os museus da cidade estão abertos. Queremos que ele visite aquele museu, que conheça aquilo que ele está informando e também, é claro, possa levar os seus filhos”, disse Zimbaldi.

As categorias beneficiadas podem ser consultadas aqui: “Pode entrar que a casa é sua.”

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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação.

 

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