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A Prefeitura de São Paulo lançou nesta quarta-feira (25) o programa municipal Mobiliário Ecológico. Através da iniciativa, as árvores caídas pela cidade são transformadas em grandes bancos a serem instalados em espaços públicos. A primeira unidade já foi entregue e está localizada no Largo da Batata, em Pinheiros. 

O projeto é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente, Secretarias de Desenvolvimento Urbano e das subprefeituas. Além disso, o designer Hugo França, especialista em esculturas e mobílias em madeira, é quem assina a obra.

O objetivo da iniciativa é reaproveitar os resíduos derivados de árvores que caíram ou foram removidas na capital, evitando o desperdício de madeira e transformando o material lenhoso em bancos para áreas públicas, parques e praças.

A ação pretende, ainda, combinar a ampliação da oferta de espaços de convivência no município com a difusão de conceitos ecológicos e artísticos, tornando o programa um instrumento de educação ambiental para o município. ‘’Sensibilizar o cidadão para a importância do processo de reciclagem é também um dos objetivos do projeto’’, destaca Wanderley Meira, secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, em informativo disponibilizado pela Prefeitura de São Paulo.

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Redação CicloVivo.

 


Você já pensou em gerar a sua própria energia elétrica em casa? Pois essa possibilidade já existe e deve ser cada vez mais comum no país. Segundo estimativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), até 2024 cerca de 1,2 milhão de residências no Brasil vão contar com energia produzida pelo sistema de geração distribuída, que permite que o consumidor instale pequenos geradores de fontes renováveis, como painéis solares e microturbinas eólicas, e troque energia com a distribuidora local, com objetivo de reduzir o valor da conta de luz.

O diretor da Aneel Tiago Correia já instalou oito placas de geração de energia solar em sua casa, o que vai atender ao consumo total da residência a partir do mês que vem. Para ele, além da vantagem de usar apenas fontes renováveis, um dos benefícios da geração distribuída é a redução de investimentos em redes de distribuição de energia. “Ela traz a geração para próximo do consumo”, afirma.

Na última terça-feira (1º), começaram a valer as novas regras aprovadas pela Aneel para a geração distribuída no país, que devem aumentar a procura pelo sistema. Uma das novidades é a possibilidade de geração compartilhada, ou seja, um grupo de pessoas pode se unir em um consórcio ou em cooperativa, instalar uma micro ou minigeração distribuída e utilizar a energia gerada para reduzir as faturas dos consorciados ou cooperados.

Segundo Tiago Correia, essa mudança vai possibilitar que mais pessoas adotem a geração compartilhada. “Quanto maior o sistema, mais barata é a instalação total, porque alguns custos são diluídos. Isso faz com que o retorno do investimento seja muito mais rápido, além de facilitar o acesso ao crédito cooperativado”, acrescenta.

Também foi autorizado pela Aneel que o consumidor gere energia em um local diferente do consumo. Por exemplo, a energia pode ser gerada em uma casa de campo e consumida em um apartamento na cidade, desde que as propriedades estejam na área de atendimento de uma mesma distribuidora. A norma também permite a instalação de geração distribuída em condomínios. Nesse caso, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida, o cliente fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses.

Crescimento

Entre 2014 e 2016, as adesões ao modelo de geração distribuída quadruplicaram no país, passando de 424 conexões para 1.930 conexões. Para este ano, o crescimento pode ser de até 800%, segundo a Aneel. “O potencial de crescimento é muito grande, e a taxa de crescimento tem sido exponencial, até porque a base ainda é baixa”, afirma Correia. Atualmente, cerca de 90% das instalações de geração distribuída no país correspondem a painéis solares fotovoltaicos.

Para o presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, as novas regras aprovadas pela Aneel vão ajudar a fomentar o uso da geração distribuída no país. “A revisão das normas vai possibilitar ampliação expressiva da participação da população brasileira na geração distribuída. O Brasil acabou de se posicionar como uma referência internacional, na vanguarda na área de incentivo ao uso da energia de geração distribuída, em especial a geração solar”, lembra.

Custos

O investimento em um sistema de geração de energia distribuída ainda é alto no Brasil, por causa do custo dos equipamentos, mas o retorno poderá ser sentido pelos consumidores entre cinco e sete anos, segundo o diretor da Aneel. “Se você pensar como um investidor, que tem um dinheiro disponível e gostaria de aplicar, traria um rendimento muito melhor do que qualquer aplicação financeira disponível hoje”, diz Tiago Correia.

Já o responsável pela área de geração distribuída da empresa Prátil, Rafael Coelho, estima que uma residência consiga obter o retorno do investimento a partir de quatro anos, dependendo da radiação do local e do custo da tarifa. Para ele, o investimento vale a pena, especialmente porque o consumidor evita oscilações na tarifa de energia.

“Quando você faz o investimento em um sistema desses, é o equivalente a você comprar um bloco de energia antecipado, um estoque de energia, que poderá usar por 25 anos sem se preocupar se o valor da energia vai subir ou vai descer”, diz Coelho. Segundo ele, o aumento da procura por equipamentos vai fazer com que o custo da instalação tenha uma redução nos próximos anos. “Como qualquer indústria, ela precisa de escala para poder reduzir o custo unitário. Então, com o crescimento do setor, essa escala deve vir e consequentemente o custo para o cliente deve abaixar também”.

Para a Absolar, o principal gargalo para o avanço do setor de geração distribuída no país é a questão tributária, especialmente nos 12 estados que ainda não eliminaram o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, o ICMS sobre a energia da microgeração. Em nível federal, o governo já fez a desoneração do PIS-Pasep e da Cofins sobre o sistema. Em relação ao financiamento, a entidade espera que o governo mobilize os bancos públicos para a oferta de crédito com condições especiais para pessoas e empresas interessadas em investir em mini e microgeração distribuída.

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Sabrina Craide da Agência Brasil.

 

Ele nasceu inglês, foi comprado por russos e tomado por japoneses. Passou por duas guerras até parar no fundo do mar. Antes, serviu de hospital e fábrica. Transportou carvão, soldados, sardinha. Para os brasileiros, seu papel mais importante foi o de trazer os primeiros 781 imigrantes japoneses ao país, no longínquo 1908.
 
A história do navio Kasato Maru, símbolo do início da comunidade japonesa no Brasil, está prestes a ser resgatada. Literalmente. A pedido de brasileiros e por intermédio da Embaixada da Rússia em Brasília, integrantes da Sociedade Geográfica Russa, instituição de pesquisas do país, devem mergulhar em julho nas águas geladas perto do estreito de Bering, onde o navio afundou, em 1945, para remover suas peças e trazê-las ao país.

Ainda não se sabe quais itens estão preservados depois de 71 anos sob as águas do mar, mas envolvidos no projeto almejam recuperar âncoras, leme e utensílios como metais e louças.

O acervo encontrado será exposto em Moscou e outras cidades russas e deve desembarcar em 2017 no porto de Paranaguá, no Paraná.

O termo de cooperação científica para viabilizar a empreitada foi assinado neste mês pela Sociedade Geográfica Russa e o Itapar (Instituto Tecnológico e Ambiental do Paraná), órgão que ficará responsável pela guarda do material.

Segundo Acef Said, presidente do instituto, o destino final das peças ainda será definido com a comunidade japonesa no Brasil, mas algumas certamente serão enviadas a São Paulo e Curitiba, nos Estados que receberam maior número de imigrantes.

 
Ficha técnica
Comprimento: 122 m.
Capacidade: 6.209 toneladas/ 2.070 passageiros.
Velocidade de cruzeiro: 10 nós.
Nome russo: Antes de entrar para a história como Kasato Maru, o navio já teve dois nomes russos. Ele nasceu como Potoci e depois chegou a ser batizado de Kazan. Segundo o museu da imigração, ele também se chamou Ariyol.
Imagem: Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil.

Sonho

Buscar a âncora do Kasato Maru é sonho antigo da comunidade nipônica, conta Said. Em 2005, perto do centenário da imigração, deputados federais descendentes buscaram ajuda da Rússia, onde o navio afundou. As tratativas, no entanto, não avançaram na época.

Em 2011, teve início uma nova tentativa de tornar a ideia realidade. De acordo com Said, que fez a interlocução para o resgate, foi o embaixador russo Serguey Akopov o responsável por encontrar a solução.

A alternativa foi ir além do caráter histórico e tornar o projeto uma expedição científica, que aproveitasse para estudar, por exemplo, biologia marinha e efeitos do aquecimento global.

Com este viés de pesquisa, foi possível que assumisse a expedição a Sociedade Geográfica Russa, entidade que tem como membro o presidente Vladimir Putin, além de navios e equipes de mergulho acostumados a pesquisas do gênero.

A intenção é envolver estudiosos dos dois países. Segundo o primeiro-secretário da embaixada, Yuriy Mozgovoy, os custos da expedição ainda serão estimados.

"Foi uma decisão [da Rússia] por razão humanitária, cultural, de apoiar uma parte da população brasileira que fez esse pedido e de realizar esse sonho. Por que não?", disse Mozgovoy.

O gesto dos russos agrada brasileiros e japoneses.

"É um navio muito simbólico para nosso imigrante porque foi o primeiro. Vários vieram depois, mas ele foi o pioneiro", afirmou o cônsul Jiro Takamoto, do Consulado-Geral do Japão em São Paulo. O órgão estima em 1 milhão o número de descendentes no país.

Do começo ao fim

Por uma coincidência da história, a Rússia, mais uma vez, será personagem-chave na trajetória do Kasato Maru. É que foram os russos que compraram o navio, o afundaram duas vezes e, agora, irão resgatá-lo.

Adquirido de um estaleiro em Newcastle, no Reino Unido, em 1900, o navio nascido Potosi foi rebatizado de Kazan. Cinco anos depois, em uma batalha com japoneses, os russos, derrotados, decidiram não deixar a embarcação para os inimigos e a afundaram antes de fugir.

O Japão, porém, resgatou e consertou o navio. Depois, a embarcação foi incorporada à marinha imperial.

Em junho de 1908, o Kasato Maru desembarcou no porto de Santos (SP) com as primeiras famílias japonesas contratadas para a agricultura, em acordo feito entre os dois governos.

Em 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, o navio afundou após ser bombardeado por aviões russos perto da península de Kamchatka.

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Por Juliana Coissi de Curitiba para o caderno Cotidiano da Folha de S.Paulo.

 
Uma grande iniciativa da Prefeitura de São Paulo será ampliada em breve. Foi aberta a licitação, no último dia 23, para mais quatro Unidades Móveis de Cidadania LGBT.

Desde junho de 2015, já existe uma unidade que circula pela região central, de quinta a domingo. Assim que entrarem em funcionamento, os novos carros contemplarão as regiões norte, sul, leste e oeste da cidade.
 
Cada unidade contará com kits para testes de HIV/Aids por fluído oral, materiais de orientação, distribuição de preservativos, apresentações artísticas e atendimento feito por especialistas em direitos humanos e saúde. Tudo gratuitamente.
 
Os veículos, que terão a identidade visual personalizada, serão equipados com televisão para a exibição de filmes e documentários do segmento, mini-palco para apresentações culturais, equipamentos de som, computadores e outras funcionalidades.
 
A licitação tem valor aproximado de R$ 3,1 milhões e a previsão é que os carros comecem a atender o público ainda este ano.
 
A iniciativa é da Coordenação de Políticas para LGBT, vinculada à Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania e ação faz parte da Meta 61 do Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo.

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Fonte: Guia Gay São Paulo.
 


Você já parou para pensar na quantidade de resíduos orgânicos gerada pela praça de alimentação de um shopping center? Grande parte destes centros comerciais envia estes resíduos a aterros sanitários, porém, esta nem sempre é a opção mais adequada em termos ecológicos. 

Pensando nisso, em 2012 o Shopping Eldorado, em São paulo, decidiu implementar uma composteira em sua cobertura, oferecendo um destino mais adequado aos mais de 400 quilogramas de resíduos orgânicos gerados em sua praça de alimentação. 

O chamado “Telhado Verde” permitiu ao shopping transformar grande parte dos dejetos em fertilizante, que é aplicado em uma horta orgânica. A partir dos restos de mais de 10 mil refeições servidas todos os dias no shopping, são produzidas quatorze toneladas de fertilizantes ao mês. 

Nesta horta cultiva-se berinjela, cebola, pimentão, cebola, gengibre, tomate, lavanda, erva-cidreira, hortelã e muitos outros vegetais e hortaliças completamente livres de pesticidas; produção que é usada na cozinha dos próprios restaurantes do shopping. Além disso, nos dias de colheita os funcionários podem subir na cobertura do shopping e levar gratuitamente os vegetais para casa. 
 
 Horta na cobertura do Shopping Eldorado. Foto: Divulgação.

Segundo Sérgio Nagai, um dos idealizadores da iniciativa, "já plantamos e colhemos 25 kg de feijão, com os quais se fez uma feijoada para 400 empregados em 2013, a ideia é continuar assim."

A horta também ajuda a diminuir a temperatura interna do shopping, reduzindo o consumo de energia com ar-condicionado. Além disso, a cobertura verde reutiliza os mais de 100 mil litros de água usada pelos motores dos equipamentos de climatização na rega das horta e redireciona a água da chuva para os banheiros do shopping. 

Com este projeto, o shopping center reaproveita 25% de seus dejetos mensais. Porém, a administração pretende ir além: o objetivo é deixar de enviar resídios ao aterro sanitário até o ano de 2017. 


Segundo Marcio Glasberg, gerente de operações do shopping, "toda grande empresa deve ter esta preocupação com a sustentabilidade. Além da participação de nossos funcionários, o projeto é bom por razões econômicas. Desde que fizemos o teto verde, reduzimos nosso consumo de energia e também a quantidade de resíduos, o que também diminui nossos gastos." No total, a medida permite economizar por mês cerca de 12 mil reais.

Ano passado a iniciativa ganhou o prêmio de sustentabilidade da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) e o prêmio de Grande Empresa da Federação de Comércio de São Paulo. Além disso, o Eldorado anunciou que a partir deste ano sua cobertura passará a ter 9.500 metros quadrados de hortas (um aumento de 3.500 m² em relação a 2015).

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Amanda Marton no ArchDaily.

 

 
O caminhão passa, e o jingle avisa em alto e bom som: “Olha a coleta aí”. O cidadão, que pode consultar pela internet a data e o horário que o serviço passará em seu endereço, é alertado e pode descartar todo o material reciclável, como garrafas pet, plástico, vidro ou papel. Os resíduos recolhidos são encaminhados para as duas primeiras centrais mecanizadas da história da cidade, inauguradas nos últimos dois anos pela Prefeitura de São Paulo, munidas com equipamentos de alta tecnologia, e também para as centrais das cooperativas de catadores, que darão a destinação correta ao resíduo, gerando emprego, renda e preservando o meio ambiente.
 
O município iniciou nesta semana mais uma ampliação desse serviço na cidade. Até dezembro deste ano, o Programa de Coleta Seletiva beneficiará mais 5 milhões de paulistanos que não contavam com o trabalho porta a porta. Até o final de 2012, 75 dos 96 distritos da cidade contavam o trabalho. Desde o início da atual gestão, mais dez distritos foram beneficiados, chegando a 85 até o ano passado. Os 11 que ainda não contam com a coleta serão atendidos nos próximos dois meses, dentro do plano de expansão do programa.
 
Somente neste mês de fevereiro, 14 distritos, entre eles alguns que ainda não contavam com o serviço e outros que só tinham atendimento parcial, estão recebendo o trabalho dos catadores, que se somam ao dos caminhões das concessionárias Loga e EcoUrbis. São eles: Aricanduva, Artur Alvim, Guaianases, Iguatemi, Itaim Paulista, Jardim Helena, São Mateus, São Miguel, Vila Jacuí e Parque do Carmo, na zona leste; Pirituba e Tremembé, na zona norte; Raposo Tavares, e Vila Sônia, na zona oeste. Até abril, serão mais outros 29 distritos beneficiados pela parceria com as cooperativas, totalizando os 96 da cidade.
 
Em relação a universalização do serviço, ou seja, o atendimento de todas as ruas de um mesmo bairro, antes da atual gestão, apenas 14 distritos eram beneficiados e atualmente, são 46. O objetivo é que até o fim deste ano, os 96 distritos tenham a coleta seletiva universalizada, ou seja, em todas as ruas. 

“A coleta seletiva de São Paulo, certamente, está entre as melhores do Brasil. É a coleta porta a porta, que inclusive, vamos levar a todos os distritos. A cidade será uma das poucas metrópoles do mundo que terá coleta seletiva universal”, afirmou o prefeito Fernando Haddad, durante visita a região de Aricanduva, na zona leste.
 

Central Mecanizada da Ponte Pequena. Foto: Cesar Ogata / SECOM.

Mais resíduos coletados
Com o aumento da oferta de serviço, o volume de resíduos coletados pelo programa cresceu 62,8% na comparação com 2012. Enquanto em 2012 o programa coletou 40.274 toneladas de resíduos entre janeiro a dezembro, o volume coletado no ano passado, em 2014, foi de 65.579 toneladas. Em 2015, a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) coletou  86.110 toneladas por meio do Programa de Coleta Seletiva, mais que o dobro do volume que era coletado em 2012.

A Prefeitura está investindo ainda R$ 41 milhões provenientes do BNDES na adequação e ampliação da capacidade de processamento de dez cooperativas de resíduos recicláveis. As medidas fazem parte do novo Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PGIRS), que foi sancionado pelo prefeito Fernando Haddad em abril de 2014.
 
Centrais mecanizadas
Para absorver um volume maior de resíduos e dar a destinação correta, como preconiza o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, o município também aumentou sua capacidade de reciclagem. Além da inauguração das duas primeiras centrais mecanizadas, em Santo Amaro e Ponte Pequena, implantadas pelas empresas concessionárias do serviço de coleta domiciliar e seletiva, sem custos ao município, outras duas estão previstas até o fim de 2016. Com isso, o percentual de reciclagem na cidade dentro do total coletado subiu de 1,06%, antes da atual gestão, para quase 3%. A Secretaria de Serviços, por intermédio da AMLURB, autarquia de limpeza urbana, continuará trabalhando para que São Paulo amplie este percentual e chegue a 10% até 2016. 

Para que a meta seja atingida, a Prefeitura já está intensificando os trabalhos de divulgação da coleta seletiva, entre eles a utilização de um jingle, veiculado pelos caminhões que realizam o serviço. Outras estratégias estão sendo estudadas e executadas, como campanhas de conscientização para estimular a destinação e descartes corretos dos materiais recicláveis e a participação da população.

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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação / Portal da Prefeitura.
 
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