Velocidade está ligada a mortes no trânsito, diz pesquisa americana - São Paulo São


Mais uma pesquisa vem para comprovar o que se usa como argumento para diminuir os limites no trânsito: velocidades mais altas matam mais. 

Um estudo do Insurance Institute for Highway Safety, um órgão norte-americano que cuida da segurança no trânsito, chegou a conclusão que os aumentos de velocidade nos últimos 20 anos custaram, ao menos 33 mil vidas em acidentes.

De acordo com o estudo, a cada aumento de 8 km/h nos limites de velocidade máxima resultaram em um crescimento de 4% nas mortes. Quando se fala apenas de rodovias, o mesmo aumento de velocidade gera 8% mais acidentes fatais.

Nos Estados Unidos, o limite de velocidade é estabelecido por cada Estado. A única vez em que isso foi estabelecido de maneira nacional foi em 1973, durante a crise do petróleo em que a máxima era de 88 km/h. Hoje o Texas é o estado com velocidade permitida mais alta: 130 km/h.

Na cidade de São Paulo, onde as principais vias tiveram as velocidades reduzidas pela gestão do prefeito Fernando Haddad, o número de mortes caiu de 1.249 em 2014 para 992 em 2015.

Entre as medidas do prefeito estão a revitalização de faixas de pedestres, iluminação, ciclovias e ciclofaixas e a mais polêmica delas, a redução de velocidade, que diminuiu de 90 km/h e 70 km/h nas faixas expressa e centrais e locais das Marginais Tietê e Pinheiros, para 70 km/h, 60km/h e 50 km/h, respectivamente, além de baixar também o limite das principais avenidas para 50 km/h.

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Fonte: Jornal do Carro.



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