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German Lorca nasceu um par de meses depois da Semana de Arte Moderna de 1922. Hoje tem 96 anos e conta sete décadas de carreira profissional, mantém o sorriso de menino travesso, é um grande contador de histórias e continua clicando tudo o que lhe desperta o olhar. A sua trajetória pode ser vista no Itaú Cultural, de 25 de agosto a 4 de novembro, na mostra German Lorca: Mosaico do Tempo, 70 anos de Fotografia sintetizada em mais de 150 imagens, além de séries e ensaios fotográficos, projeções, objetos e premiações.

German Lorca (auto-retrato, 1969 a esq.) e em foto de Vilma Slomp. Divulgação / Itaú Cultural.German Lorca (auto-retrato, 1969 a esq.) e em foto de Vilma Slomp. Divulgação / Itaú Cultural.

Com curadoria do jornalista, professor e crítico de fotografia Rubens Fernandes Junior, a exposição tem assistência curatorial do professor e fotógrafo José Henrique Lorca e ocupa os pisos -1 e -2 do instituto. Para eles, as fotografias de Lorca expressam de modo exemplar toda a experiência do período modernista e chegam aos dias de hoje com o mesmo frescor que o aproximam de algumas manifestações e de alguns procedimentos da arte contemporânea.

Procurando emprego, 1948. Foto: German Lorca / Itaú Cultural - Divulgação.Procurando emprego, 1948. Foto: German Lorca / Itaú Cultural - Divulgação.

A partir de 21 de agosto, o IMS Paulista recebe a exposição Irving Penn: centenário. A mostra, que foi exibida pela primeira vez no Metropolitan Museum of Art (The Met), apresenta um panorama da produção do fotógrafo norte-americano. A seleção reúne mais de 230 fotografias, concebidas ao longo de quase 70 anos de carreira, além de cerca de 20 periódicos.

O conjunto evidencia a ampla variação temática de Irving Penn (1917-2009), que, além de trabalhos inovadores no campo da moda, produziu retratos, naturezas-mortas, nus femininos, peças publicitárias, entre outras obras. A curadoria é de Maria Morris Hambourg, curadora independente, e de Jeff L. Rosenheim, curador do departamento de fotografia do Met.

O jazz envolve plateias (e as amplia) desde seu surgimento, em meados do século XIX no Mississipi, sudeste dos Estados Unidos. Marcado pela improvisação e o swing, o ritmo, que tem suas raízes na música negra, se expandiu e conquistou o mundo, absorvendo culturas e fundindo-se com outros gêneros. Sempre prezando a liberdade artística, ele está presente na programação do Sesc São Paulo desde a década de 1980 e, de 14 de agosto e 2 de setembro, ganha ainda mais visibilidade no estado de São Paulo com o Sesc Jazz, que apresenta ao público 22 atrações musicais nacionais e internacionais.

A dança contemporânea e a clássica juntas no palco do Municipal! Esta é a proposta da Gala do Balé da Cidade de São Paulo: Panorama e Memória. Em apenas uma noite, o público poderá assistir a apresentações do Balé da Cidade de São Paulo, da São Paulo Companhia de Dança e do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O encontro acontece no dia 11 de agosto, às 20h.

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