Recomendados - São Paulo São

São Paulo São Recomenda

A partir de 21 de agosto, o IMS Paulista recebe a exposição Irving Penn: centenário. A mostra, que foi exibida pela primeira vez no Metropolitan Museum of Art (The Met), apresenta um panorama da produção do fotógrafo norte-americano. A seleção reúne mais de 230 fotografias, concebidas ao longo de quase 70 anos de carreira, além de cerca de 20 periódicos.

O conjunto evidencia a ampla variação temática de Irving Penn (1917-2009), que, além de trabalhos inovadores no campo da moda, produziu retratos, naturezas-mortas, nus femininos, peças publicitárias, entre outras obras. A curadoria é de Maria Morris Hambourg, curadora independente, e de Jeff L. Rosenheim, curador do departamento de fotografia do Met.

O jazz envolve plateias (e as amplia) desde seu surgimento, em meados do século XIX no Mississipi, sudeste dos Estados Unidos. Marcado pela improvisação e o swing, o ritmo, que tem suas raízes na música negra, se expandiu e conquistou o mundo, absorvendo culturas e fundindo-se com outros gêneros. Sempre prezando a liberdade artística, ele está presente na programação do Sesc São Paulo desde a década de 1980 e, de 14 de agosto e 2 de setembro, ganha ainda mais visibilidade no estado de São Paulo com o Sesc Jazz, que apresenta ao público 22 atrações musicais nacionais e internacionais.

A dança contemporânea e a clássica juntas no palco do Municipal! Esta é a proposta da Gala do Balé da Cidade de São Paulo: Panorama e Memória. Em apenas uma noite, o público poderá assistir a apresentações do Balé da Cidade de São Paulo, da São Paulo Companhia de Dança e do Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O encontro acontece no dia 11 de agosto, às 20h.

A jornalista e ativista norte-americana Jane Jacobs (1916-2006). Foto: Divisão de Gravuras e Fotografias da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.A jornalista e ativista norte-americana Jane Jacobs (1916-2006). Foto: Divisão de Gravuras e Fotografias da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.

O ano é 1961. Temos Jane Jacobs, norte-americana nascida na Pensilvânia e radicada em Nova York desde os 18 anos. Jornalista fascinada pela dinâmica efervescente da cidade que adotou, Jane escreve um livro de título grandiloquente, The Death and Life of Great American Cities (traduzido no Brasil com o nome mais universalista de Morte e Vida das Grandes Cidades). Das páginas do volume, vêm ao leitor expressões e ideias tão fulminantes quanto o título épico. O “balé das ruas”, os “olhos da rua” e todo um conjunto de reflexões que devolveriam a cidade e o pensamento urbanístico às pessoas. Vivendo na idade dos megaempreendimentos e da aurora dos subúrbios classe média feliz, Jane radicalizava ao propor uma cidade pensada a partir da gente que a habita e da memória arquitetônica que a sustenta.